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Apanhado - parte 15Publicado em 2017-10-09 na categoria Contos eróticos / Incesto
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Quando Cristina abre os olhos, olha em torno, ainda algo confusa, levando ambas as mãos à cabeça enquanto tenta perceber onde está. Rapidamente percebe a sua situação e que aquelas aventuras sexuais não tinham sido um bom sonho muito quente. Longe de ficar preocupada, alegrou-se por se sentir mulher outra vez e por ter esquecido o filho. Levanta-se muito devagar para não acordar o rapaz que dormia profundamente e sai do quarto.Dirige-se no mais absoluto silêncio, pé ante pé, até à casa de banho, fechando a porta também muito devagar. Lava-se e quando se vai vestir, vê que não tem ali a roupa toda. Lembra-se então que despiu-se na sala, quando fez sexo com o Salvador e que quando veio para o wc, só se cobriu com algumas roupas. Portanto era ali que ia encontrar o resto. Sai da casa de banho com os mesmo cuidados que teve a entrar e com passinhos algo rápidos, dirige-se para a sala. Os jovens têm uma pequena fonte iluminada no hall de entrada, a qual, pese embora emita pouca luz, é a suficiente para Cristina perceber os contornos do curto corredor. Assim que chega à sala, e sem acender a luz, pega nas suas restantes roupas que estão todas pousadas numa cadeira mesmo à entrada. "Ainda bem que os rapazes arrumaram as minhas coisas...", pensa ela. Baixa-se para pegar no resto das suas roupas e na carteira, quando... Alguém a agarra por trás!... Cristina estremece-se da cabeça aos pés e quase dá um grito, levando uma mão à boca e outra ao peito. - Que susto!... - Desculpa, não era a minha intenção... - O que pensas que estás a fazer?... - Então, ias embora sem estar comigo? - Estar contigo? - Sim... Pedro começa a esfregar o seu membro nas nádegas de Cristina, fazendo-a perceber que ele estava com uma valente erecção. Era óbvio o que ele queria. - Achas que eu sou alguma ninfomaníaca? - Não... só acho que és uma mulher muito quente que adora sexo... - Aí é que tu te enganas... Cristina volta-se para ele, vendo que ele estava completamente nu, olhando-o da cabeça aos pés. Ao ver aquele pénis erecto, sente um arrepio na espinha, enquanto engole em seco. - Então como explicas esta noite?... - Foi apenas uma loucura... - Apenas?... - Sim... Tu nunca fizeste uma loucura por impulso? - Sim, já!... - Então aí tens a explicação... - E essa loucura já te passou ou... estás a fim de brincar um pouco mais... Ao dizer isto, Pedro aproxima-se dela, encostando o seu corpo ao dela, enquanto a abraça pela cintura. Cristina volta a estremecer, começando a sentir-se molhada. O rapaz percebe que ela não ficou indiferente ao seu avanço, passando a jogar ao ataque. - Anda comigo... Pega-lhe na mão e caminham de mão dada até ao seu quarto. Entram. Ele acende a luz e fecha a porta. Ao virar-se para Cristina, fica parado a olhar para ela por já está a despir-se muito lentamente. Ao olhar para o seu corpo, e em especial, para os seus volumosos seios, Pedro fica ainda mais excitado. - Minha nossa... que brasa que tu és!... Ela sorri, como que agradecendo, enquanto ele se aproxima dela para a abraçar e beijar. Cristina só abraça o rapaz com uma mão porque com a outra agarra-lhe o pénis para começar a masturbá-lo, sentindo-o duro como uma barra de aço. Entre beijos e caricias. Pedro "empurra-a" lentamente até chegarem à cama. Aí Cristina avisa: - Querido, vais ter que meter muito devagar porque já tenha a passarinha toda dorida... A reacção de Pedro surpreende-a: - Tens outro buraquinho, não tens? Cristina não responde de imediato. Ele olha para ela com uma expressão de curiosidade. Então, enquanto lhe vai acariciando os seios e dando beijos pelo pescoço, volta a perguntar: - Nunca fizeste? Ela finalmente reage: - Sim... já, já fiz... mas... não o fiz assim muitas vezes... e também há já muito tempo que não o faço... - E gostaste?... - No início foi difícil... doía-me bastante... - Se for feito com jeitinho não dói quase nada... - A mim doeu-me sempre um bocadinho... - Mas não tens saudades?... - Na verdade não... - Não gostavas de voltar a tentar? - Não... desculpa... - Então está bem... vamos indo e vamos vendo... Cristina pára de suspirar e confronta o rapaz co altivez: - Nem te atrevas a mete-me no cu ouviste? - Ok, ok... tranquila... Pedro levanta-se ficando com o seu membro mesmo à frente da cara dela. Aproxima-o da boca dela e segura-lhe na cabeça, sem a puxar para si. - Anda, agora faz-me um broche... Ela agarra-lhe no membro e começa a masturbá-lo, enquanto o admira, para depois começar a lamber-lhe a ponta, uma, outra e outra vez, olhando-o directamente nos olhos para o provocar ainda mais. Ele admira-a completamente maravilhado, enquanto ela enfia o seu membro na boca, sugando-o quase até às bolas, duas, três, quatro vezes. E de cada vez que o enfia na boca, deixa-o ficar lá todo metido durante uns bons segundos, antes de o tirar, completamente encharcado em saliva, enquanto ela inspira de repente e profundamente, como se estivesse aflita por oxigénio. Logo de seguida, chupa-o com rápidos movimentos de vai e vem, segurando-o, mas principalmente, apertando-o fortemente pela base, apenas parando para descansar um pouco. Mas quem não descansa é o rapaz, porque apesar dela ter parado de o mamar, continua a masturbá-lo com uma mão, enquanto com a outra, acaricia-lhe as bolas. - Queres que te faça uma espanholada? - S-s-sim... O rapaz está a fazer um esforço sobre-humano para se aguentar e não gozar já. Para ele, ainda bem que ela decidiu deixar de o masturbar. Se ela não o tivesse feito, ele próprio ia pedir-lhe para parar. Cristina pega então literalmente nas suas grandes mamas e aproxima-se do membro dele, envolvendo-o com elas, começando a esfregá-las para cima e para baixo. Se ele pensava que aquilo lhe ia dar um pouco de descanso, equivocou-se redondamente, porque o facto de ver o seu membro a desaparecer e a reassurgir por entre aquelas massivas mamas, e ainda sentir toda aquela suavidade a acariciar-lhe o membro, só contribuiu para o sobre-excitar ainda mais, pelo que não demorou muito a gozar. Inicialmente ainda pensou pedir-lhe para parar, mas percebeu que era tarde de mais e vem-se ali mesmo, entre as mamas de Cristina que fica surpresa. - Já!?... - Desculpa... - Desculpar o quê?... Se gozaste é porque gostaste... - Isto nunca me tinha acontecido antes... - Nunca te tinhas vindo? - Brinca ela. - Nunca me tinha vindo tão rápido... - Justifica-se. - Deixa lá... Não é grave... Daqui a pouco tens outra oportunidade... - Diz ela, piscando-lhe um olho. - Nunca estive com uma mulher como tu... - Acredito que sim... mas agora... não me queres chupar a mim? Ele acena com a cabeça e ela sobe para cima da cama, recostando-se de pernas abertas, exibindo-lhe o seu sexo. - Que bela cona!... Ele fixa o olhar nele, como se ele o estivesse a hipnotizar e sem desviar o seu olhar, aproxima-se dele, começando a lambê-lo. Depois, com os dedos de ambas as mãos, afasta os lábios vaginas para continuar a lamber longamente cada recanto. Inicialmente Cristina limita-se a gemer enquanto acaricia as suas próprias mamas, mas depois, puxa as mãos dele para que seja ele a apalpá-las. Enquanto apalpa aqueles melões e brinca demoradamente com os seus mamilos já bem duros, centra a sua língua no clitóris de Cristina, fazendo-a contorcer-se de prazer. Percebendo que ela estava a ficar cada vez mais excitada, passa a acariciar-lhe as mamas apenas com uma mão, enquanto desce a outra para enfiar os dedos dentro dela para lhe acariciar o interior superior da vagina, onde julga estar o tão famoso ponto G feminino. Cristina começa a gemer com cada vez maior intensidade, arqueando as costas, enquanto o rapaz começa a deslizar com grande rapidez os seus dedos para dentro e para fora, como se a estivesse a penetrar com os mesmos. Cristina leva as mãos à cabeça quando explode de prazer, soltando um sonoro grito de prazer. - Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrgggggg!... Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrgggg!... Ela quase salta da cama, tal foi a intensidade daquele orgasmo. E toda aquela manifestação de prazer provoca uma nova erecção no rapaz. Ainda com ela a soltar pequenos gemidos, ele tenta trepar para cima dela, mas ela instintivamente vira-se de lado pelo que, ele deita-se por trás dela, fazendo com que o seu membro deslizasse para o interior das pernas dela, mas sem conseguir penetrá-la, limitando-se então a fazê-lo deslizar para trás e para a frente. Sabendo o que ele queria, e porque ela também o desejava, ela própria usa a sua mão para encaminhar o membro para dentro dela. Um e outro gemem de prazer assim que ele desliza para o interior. No entanto, ele não perde tempo para começar a fazer um vai e vem assim que Cristina ergue a sua perna para que ele pudesse enfiar mais à vontade. Depois de um bom tempo naquela posição ele coloca-a de quatro. Mas quando ela espera que ele a penetre, ele surpreende-a, fazendo-lhe sexo anal... no ânus! A sensação de sentir a língua dele no seu orifício foi sublime. Era a primeira vez que alguém lhe lambia ali e era maravilhoso! Depois da língua, segui-se um dedo, depois outro e largos minutos depois, já tinha três dedos enfiados no rabo. Mais umas lambidelas, muita saliva e finalmente ele ergue-se, apontando a sua verga. Cristina sente o seu membro à entrada e prepara-se mentalmente para a sua investida. Ele começa a empurrar muito lentamente, enquanto ela afasta a nádega, como se quisesse facilitar a entrada, enquanto morde um lábio. Depois de meter só a cabecinha, ele faz um compasso de espera, mais saliva e empurra mais um bocado. Ele suspira. Mais um intervalo e volta a empurrar mais um bocadinho. Volta a suspirar e reclama: - Aaaaaiiiiii... está a doer um bocadinho... aaaaaaiiiiiiiii.... aaaaaaaaiiiiiiiii... - Aguenta um bocadinho... está quase... aquenta... Depois de um novo intervalo, mais demorado que o anterior, lubrifica o buraco com mais saliva e volta a empurrar mais um bocadinho. Ela volta a queixar-se e ele tira-o para fora, deixando-a descansar um pouco, para depois voltar a repetir todo o processo, com os mesmos resultados, mas desta vez, ele desliza para fora mas sem o tirar. Lentamente começa a fazer um vai e vem. - Aaaaaaaaiiiiii... Está a doer... Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii... Aaaaaaaaaaiiiiiiiiiiii... Para tentar contrariar a dor, ela começa a acariciar o seu clitóris, fazendo com que experimentasse um misto de prazer e dor, mas onde o primeiro se sobreponha à segunda. Mas depois de ganhar habituação, os seus gemidos são quase só de prazer. Por esta altura, já o rapaz consegue enfiar quase a totalidade do seu membro, até que finalmente goza dentro dela.
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