Ao seu serviço... - A versão dela
Publicado em 2016-06-08 na categoria Contos eróticos / Incesto


Enquanto criança, como qualquer menina, que começou a ter consciência da sua sexualidade, comecei a sentir-me atraída pelo meu pai, desejando ser a sua namoradinha e, mais tarde, imaginando tórridos romances e inclusive excitantes cenas de sexo. Nunca houve rigorosamente nada entre nós, apesar dele sempre ter sido muito carinhoso comigo. Filha única, eu era a sua princesinha.

Confesso que tive sempre uma boa relação com os meus pais. Durante muitos anos tentaram ter um filho sem sucesso, apesar de tentarem vários tratamentos, até que, num golpe de sorte, acabaram por me gerar. Quando nasci, a minha mãe tinha 33 anos e o meu pai 41. Por ter sido uma filha tão desejada, fui sempre muito mimada por ambos.

Posso dizer que cresci num ambiente familiar muito feliz, onde os meus pais nunca me faltaram com nada. Fiz o meu percurso de vida de forma perfeitamente normal. Estudei lá na terra até ao 12º anos e depois fui tirar um curso técnico de geriatria.

Este curso visa formar pessoas que possam estar preparadas  para cuidar, tratar e retardar o envelhecimento, proporcionando bem estar, conforto e qualidade de vida ao idoso. Pretende-se, com esta formação, transmitir os conhecimento sessenciais para saber tratar bem as pessoas de idade mais avançada, atendendo às suas necessidades específicas, formando profissionais da área da geriatria, agentes de geriatria (auxiliares de acção directa) e público em geral que pretende vir a trabalhar nesta área.

Obtida a formação, obtive alguns trabalhos através de contratos a prazo, sem nunca conseguir um vínculo duradouro.

Entretanto, no plano afectivo, tive alguns namorados, com quem me envolvi sexualmente, mas sem nunca me envolver numa relação duradoura, apesar de ter os meus pais por boa referência. No entanto, uma coisa eram os meus pais, que pertenciam à velha guarda, outra bem diferente, eram os casais modernos, que à mínima tempestade, separavam-se.

Por outro lado, hoje já não se respeita minimamente o casamento com coda vez mais infidelidades. Acabei alguns dos meus namoros precisamente por descobrir que eles tinham ido para a cama com outras mulheres. Portanto, há já mais de um ano que não tinha parceiro.

Entretanto, recebi uma triste notícia. O repentino falecimento da minha mãe. Tinha sofrido um ataque cardiaco fulminante. Para piorar o quadro, o meu pai, já com 68 anos, sofria de alzheimer há já alguns anos, dependendo da minha mãe para cuidar dele. Como só me faltavam dois meses para o termo do contrato, expliquei a minha situação à minha entidade patronal e esta acedeu a libertar-me do serviço.

Fui para casa dos meus pais, tratei do funeral e fiquei eu própria a cuidar do me pai, que mostrava os tradicionais sinais da demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas, como a memória que ia e vinha, a atenção nas coisas que tinha para fazer, a concentração no pouco que fazia, a linguagem tinha dias que se percebia outros não, e o seu raciocínio nem sempre era lúcido.

Confesso que fiquei muito abalada com o seu estado, mais ainda porque quando cheguei para tratar do enterro, conjuntamente com os meus tios, ele nem sequer me reconheceu. Era um choque saber o homem que ele era, viril, forte, que imponha respeito só com a sua presença, e o homem que era agora, vencido pela doença que o afectava de forma irremediável.

No dia seguinte quando o fui acordar para lhe dar o pequeno-almoço, insisti:

- Pai... paizinho... sabes quem eu sou?

- Tu?... tu?... tu és... és... hummmm... tu és... és... não sei...

Depois do pequeno-almoço, tirei-lhe o pijama e vesti-lhe uma roupa fresca. O funeral era ao fim da tarde, mas os irmãos falaram comigo para que ele não fosse porque ele nem sabia que a minha mãe tinha morrido e que era melhor não o envolver, mas eu insisti que ele iria.

As cerimónias fúnebres decorreram com toda a normalidade, com os sentimentos à flor da pele. Tive que fazer um grande esforço para me manter serena, porque ao meu lado, de braço dado estava o meu pai, alheio a tudo o que acontecia á sua volta. Despedi-me da minha mãe com toda a ternura de uma filha que lhe deve tudo.

- Quem é essa senhora?... - Perguntou o meu pai.

- É a mãe, paizinho...

- A minha... minha mãe? Ela... ela... ainda era viva?...

- Não paizinho, não é a vovó... é a mãe... a tua mulher...

- A minha... mulher?... Eu tinha... mulher?

Não valia a pena insistir. Depois das cerimónias retirei-me com ele, caminhando ambos, lentamente para casa. Ofereceram-nos boleia, mas preferi caminhar, apesar de termos que percorrer quase um quilómetro. Os montes lá longe ocultavam o sol, pelo que caminhava-se bem. Apenas corria uma ligeira brisa.

Estávamos no fim do verão e o calor ainda apertava. A nossa terra era relativamente pequena e com poucos habitantes, mas ficava ainda com menos depois dos nossos emigrantes rumarem ao estrangeiro, e nesta altura do calendário já todos se tinham ido embora.

Já em casa, passeei um pouco pela nossa quinta. A casa dos meus pais estava implantada numa quinta com quase dez mil metros quadrados. A casa ficava quase num canto, da estrada uma dezena de metros. A quinta era toda ela murada com um muro de 2,5 metros de altura. Junto à casa tinha-mos uma área ajardinada com relva e muitas flores. A restante propriedade era um misto de terras de cultivo, vinhas, árvores de fruto e um pequeno mato. Tinha-mos também criação de animais.

A casa era ampla, tipo solar brasileiro, com dois pisos. No inferior tínhamos um lagar e uma adega. Na frente um hall de entrada muito bonito que dava a uma enorme escadaria. Tinha também um salão enorme onde se guardavam todo o tipo de alfaias, um pequeno quarto com casa de banho para uma empregada interna e outros pequenos cómodos, quatro ao todo, usados como arrecadações.

No piso superior, numa extremidade estava a cozinha, a sala de estar e de jantar. Havia também um salão principal, uma biblioteca que ligava ao pequeno escritório. Os restantes cómodos eram para os quartos e casas de banho. O sótão estava dividido em duas partes delimitadas por parede, de um lado, funcionava como umas águas furtadas (estava vazio) e do outro, era usado como arrecadação de coisas antigas.

A casa era enorme para as nossas necessidades, mas era a casa que tínhamos herdado do pai do meu pai. Um homem que fez riqueza no Brasil e decidiu construir uma casa à altura da sua riqueza para mostrar a todos a sua boa sorte e fortuna.

E neste concreto, os meus pais nunca souberam o que era passar por dificuldades financeiras. No dias seguinte, ao tentar inteirar-me das coisas dos meus pais, descobri a cópia do testamento deles, que naturalmente me deixava todos os seus bens. Descobri que o meu pai entretanto era dono de três outras propriedades, mesmo enormes, algures no meio daquelas serranias, adquiridas por usucapião.

Quanto a dinheiros, o meu pai só confiava no banco estatal e pelos extractos bancários, a conta estava muito bem recheada. Quase meio milhão de euros! Vendo outros documentos, compreendi que ele nos seus tempos negociava em terrenos. Em casa tínhamos um cofre, mas o meu pai, raposa velha, não guardava nada de valor lá. Pela casa, haviam compartimentos secretos, um no próprio escritório (num móvel com fundo falso), no sótão (numa extensão falsa da chaminé) e no piso de baixo (debaixo do soalho),

Encontrei grandes quantias de dinheiro nos três, principalmente no último, que continha ainda joias e algumas barras de ouro! No total, o património monetário deveria andar perto dos seis dígitos). Era caso para dizer que eu estava rica! No entanto, eu sempre soube que dinheiro não lhes faltava, uma vez que nunca me faltaram com dinheiro, pagando todas as minhas despesas e ainda dando-me uma boa mesada.

Mas no dia do enterro, já à noite, decidi dar um banho ao meu pai porque, além de transpirado, cheirava a suor. Levei-o para a casa de banho e comecei a despi-lo. Então, ele surpreende-me:

- Felismina... hoje é dia de tomar banho?

Felismina era o nome da minha mãe. Ele estava a confundir-me com a mãe. Creio que a ideia do banho fez-lhe lembrar, ele associou a minha mãe que lhe dava banho, talvez uma vez por semana, com aquele momento. Apesar da confusão, muito natural porque eu sempre foi muito parecida a ela, senti-me feliz por ter tido aquele momento de lucidez.

. Não paizinho... sou a Rosa...

- A Rosa?... a Rosa?... Felizmina... quem é a rosa?

- A tua filha paizinho...

- Filha?... Felismina, nós temos uma filha?

- Tem paizinho... sou eu... lembraste de mim?

- Não... não... tu és a minha Felismina...

Não valia a pena insistir. Tirei-lhe a cueca e fiquei por momentos petrificada com o seu membro. Ainda bem que o meu pai me confundia com a mãe porque noutras circunstâncias teria sido uma situação muito constrangedora para mim, ao ficar especada a olhar para aquele membro. Ele estava mesmo bem servido...

- Credo! A mãe no seu tempo gozou bem a sua parte... - O comentário saiu-me naturalmente.

- Sim, querida (riu-se), lembraste... como ela te faz gozar de prazer?... Logo queres repetir?... Queres?...

"O quê?", pensei, corando. Os meus pais ainda faziam sexo com esta idade? Entrou para a banheira com aquele risinho safado, repetindo uma e outra vez o convite:

- Queres?(risos)... Queres?(risos)...

- Está bem... - Respondi só para que se calasse com aquela conversa.

Quando lhe lavei as partes, percebi que ao agarrar-lhe o pénis pela base com uma mão, ainda sobrava outro tanto. Eu já tinha estado com vários homens e normalmente quando lhes agarrava o membro para lhos chupar, só ficava a cabecinha de fora. Um ou outro tinha-a um pouco maior, mas a do meu pai ainda saía da mão um bom bocado.

- Toca-me ao bicho, Felismina... toca...

- O quê?... Está maluco?...

- Anda felismina... toca como costumas fazer... toca... anda... toca... toooooca... - Suplica.

Enquanto fala, começa a masturbar o seu membro ainda murcho. Custa-me a acreditar que ele ainda tenha ereçcões com aquela idade. Com certeza, estava a pensar em situações vividas no passado.

- Cale-se com essa conversa... eu não faço nada...

- Não fazes?... Não fazes porquê?... Que bicho te mordeu mulher?

- Paizinho, eu não sou a mãe... sou a sua filha...

- Qual filha, qual quê... deixa-te dessas histórias e ganha-me tino mulher... fazes sempre isso e hoje estás a fazer-te difícil, é?... Queres que procure fora?...

- Pai, não é não...

Deu-me dó a sua expressão de tristeza, mas a verdade era que ele já tinha o pénis erecto! Será que ele e a minha mãe ainda faziam sexo? Será que ele estava a ter um episódio de lucidez? Mas e então, não se lembrava da filha e continuava a ver-me como a sua mulher, neste caso, uns bons anos mais nova? De facto eu era a cara e corpo chapado da minha mãe, quando ela tinha a minha idade.

Entretanto já de banho tomado, levei-o para o quarto para o deitar e aí ele pergunta:

- Felismina, não te deitas ao meu lado?

- Sim deito... venho já... - Menti.

Fui tratar da cozinha, tomei um duche, vesti apenas a camisa de noite sobre o meu corpo. Nem por um momento deixei de pensar na conversa do meu tentando fazer sexo comigo. "Foi uma situação complicada e caricata", pensei. E pensei também nos meus desejos de infância. "Será que ele alguma vez olhou para mim com desejo"?, perguntei-me.

Enquanto pensava nestas coisas, antes de me ir deitar, decidi ir espreitar o eu pai para ver se estava bem. Para minha surpresa, ainda estava acordado.

- Estava à tua espera, querida... - Ele e a minha mãe sempre foram muito carinhosos um com o outro.

- Então paizinho, tens que dormir...

- Felismina, deita-te ao meu lado... - Diz, erguendo-se um pouco e descendo o lençol.

Inicialmente hesitei, olho para ele, olho para a cama, mas finalmente deitei-me ao seu lado, virada para cima, ficando muito quietinha. Ele cobre-me com o lençol e acaricia-me o rosto, dizendo que tinha muitas saudades minhas. Deita-se de lado, virado para mim e vai-me acariciando o rosto, o pescoço e os ombros.

A minha respiração intensifica-se, receando que ele possa tentar fazer alguma coisa comigo. Estou assustada e num impasse, sem saber muito bem como reagir. Então acontece o que eu mais temia. Acaricia-me um seio. Soltei um suspiro ao mesmo tempo que o meu corpo se estremece. Sinto um arrepio na espinha, fazendo-me sentir uma sensação estranha.

Fico completamente inerte, sem reacção, enquanto ele me apalpa um e outro seio, acariciando os meus bicos que não tardam a ficar duros e erectos. Os meus ex-namorados sempre me elogiaram dizendo que era um autêntico micro-ondas, porque aquecia depressa. De facto, quando me beijavam mais apaixonadamente ou me acariciava, eu ficava logo quente, excitada.

Além disso, atingia com relativa facilidade um orgasmo. Cheguei mesmo a ter orgasmos quando me chupavam os seios de forma mais demorada!

Comigo ainda paralisada, de repente, desliza para cima de mim, afasta as minhas pernas com os seus joelhos e com ambas as mãos, sobe a minha camisa de noite até acima da minha cintura e afastando as minhas mãos que aí estavam. Depois, continua a deslizá-las pelo meu corpo até chegar às alças da camisa, aí solta-me as mãos e puxa as alças para baixo, descobrindo completamente os meus pequenos seios, que são rapidamente agarrados e apalpados enquanto me chupa os bicos à vez.

Enquanto se delicia a lamber e chupar-me, começa a esfregar o seu pénis na minha ratinha que já está húmida, tentando acertar com a minha grutinha, acabando por a encontrar depois de várias dezenas de tentativas. Mas assim que o se sentiu no local certo, empurrou-o todo para dentro de mim, obrigando-me a soltar um gemido acompanhado por um pequeno gritinho.

Não sei se ele percebeu ou não a minha reacção, a verdade é que começou a enfiar a um bom ritmo. Ao sentir aquelas investidas dentro de mim, agarrei com ambas as mãos e com força a minha almofada enquanto soltava, quase a sussurrar, uns constantes "oooooooohhhhssss".

O meu pai estava deitado sobre o meu corpo, com a sua cara ao lado da minha. Com os braços erguidos, parecia segurar-me pelo ombros. Ouvia-o claramente a arfar enquanto continuava a meter, sempre naquele ritmo. Não era um ritmo muito elevado, mas também não era muito lento, era isso sim, constante. Não me atrevi a dizer nada e procurei controlar o que sentia.

Eu estava já muito excitada, primeiro porque há já muito tempo que eu não fazia sexo e já andava com "fome de sexo", por outro lado, por estar a fazer algo que não devia e com quem não devia, de todo. naquele momento, estava a recordar os meus desejos de infância e inocência.

Abri ainda mais as pernas para sentir melhor as suas investidas, que naturalmente se tornaram mais profundas, obrigando-me a fazer um esforço para conter os meus gemidos de prazer. Não foi preciso muito tempo para que ele me fizesse gozar um belo e intenso orgasmo.

Creio que ele nem se apercebeu do meu climax, continuando a meter, a meter e a meter, sem parar, até que algum tempo depois parou. Pensei que já se tinha vindo, apesar de não o ter ouvido gozar. A sua respiração estava bastante acelerada.

- Estou cansado... Felismina... agora... anda tu para cima... - E deita-se ao meu lado.

Podia aproveitar para "fugir" da cama e acabar com aquilo, mas não o fiz. Ele não vendo nenhuma reacção da minha parte, insiste no pedido. Ergo-me um pouco e fico a olhar para ele, apesar do quarto estar na penumbra, consigo perceber o seu vulto deitado, estendendo-me a mão e agarrando-me pelo braço e puxando-me para ele.

- Anda querida, faz-me uma mamada...

Sem pensar muito no assunto, sem pensar nos laços familiares que nos uniam, deixei a minha excitação falar mais alto e deixei que ele me puxasse para ele. Dobrando-me sobre mim mesma, aproximo-me do seu membro e agarro-o, sentindo-o completamente encharcado com os meus fluídos. Masturbo-o um pouco, ainda a medo, mas logo depois, após novo pedido dele, baixo-me, e começo a enfiá-lo aos poucos na minha boca.

Começo então a dar-lhe pequenas chupadelas, como se estivesse a tomar-lhe o gosto. Ele mostra-se impaciente e volta a fazer o pedido para o mamar, pousando a sua mão sobre a minha cabeça e fazendo-me abocanhar quase a totalidade daquele barrote que, apesar de estar completamente erecto, não era muito duro, mas era o suficiente para manter alguma firmeza

Chupei-lhe a verga durante imenso tempo, mantendo sempre o sobe e desce com a mão ou com a boca, enquanto ele gemia continuamente de prazer. Deu para perceber nitidamente que a sua verga endureceu mais um bocado ao fazer-lhe aquele broche. Por duas ou três vezes parei de chupar, apesar de manter a masturbação, pensando que ele ia vir-se, mas eram falsos alarmes.

- Agora sobe para cima de mim querida...

Obedeci. Parecia que estava hipnotizada ou tomada por algum espírito que me dominava por completo. Subi para cima dele e sentei-me sobre a sua verga, segurando-a com a mão para a encaminhar para a minha vagina. Deixei cair o peso do meu sobre ela até ficar literalmente sentada sobre ele, tendo-a toda entalada dentro de mim. Felizmente não era muito duro, por isso não me magoava lá bem no fundo, mas não deixava de sentir algum desconforto, porque além de grande, era também grossa.

Eu não estava nada habituada a ter e sentir todo aquele volume dentro de mim, exercendo uma grande pressão. Logo de seguida comecei a deslizar para a frente e para trás, mas quando a minha excitação começou a falar mais alto, intensifiquei os meus movimentos, até começar a "saltar" como uma louca sobre o seu membro, desejando desfrutar um novo orgasmo que se adivinhava.

Naquele momento perdi por completo o controlo sobre mim mesma, gemendo de prazer enquanto fazia aquele sobe e desde frenético sobre aquele membro que se mantinha bem firme, deslizando sem dificuldade para dentro de mim até me fazer gozar de novo.

Bastante estafada, saio de cima dele e deito-me de bruços ao seu lado, mas ele faz-me erguer até ficar de quatro e ajoelhando-se, enfia-me por trás, começando a estocar-me durante longos minutos até finalmente se vir. Satisfeito, deita-se, mantendo-me a seu lado.

Ao acordar no dia seguinte e ao perceber que estávamos nus dei um salto da cama levando as mãos à cabeça. Ele olha para mim e pergunta:

- O que se passa Felismina?... Esqueceste-te de alguma coisa?

- Não... não... eu... esqueça paizinho...

- Paizinho?... Outra vez com essa história mulher?

Definitivamente, ele via-me como a minha falecida mãe. Durante a manhã estive fora, tratando de algumas compras para casa. Depois preparei o almoço e comemos juntos. De seguida deitei-o numa espreguiçadeira à sombra de umas árvores ao fundo do jardim e fui tratar da casa.

A meio da tarde levo-lhe o lanche e tomo um chá com ele. Levantamo-nos ambos ao mesmo tempo, e quando pensei que me ia ajudar, ele agarra-me por trás, esfregando-se em mim.

- Estou com saudades tuas Felismina... quero amar-te outra vez...

- Não... deixe-me... tenho muitas coisas para fazer... deixe-me... - Apesar dos meus pedidos, ele não me deixa.

- Anda aqui... anda... não me fujas...

Como tenho medo de o magoar se lhe der luta, procuro convencê-lo com palavras, mas sem sucesso. Chega mesmo a rasgar-me a blusa e o sutiã. Ele parece um homem possesso, um animal faminto, não sei onde é que ele foi buscar aquelas forças.

Completamente pasmada com aquela sua atitude, acabo por permitir que me dispa integralmente, deixando-me apenas com os sapatos. Depois, enquanto olha para mim, elogiando-me o corpo, despe-se num ápice e aproximando-se de mim, começa a acariciar-me. beija-me mas não lhe retribuo o beijo.

Estende a sua camisa no chão e faz-me deitar sobre ela. Abre-me as pernas e começa a fazer-me um delicioso linguado. No início procuro resistir ao prazer que começava a sentir, mas a minha vontade não se consegue opor ao desejo que fala mais alto. Quente como sou, não demorei muito a gozar, não uma, mas duas vezes. O primeiro orgasmo veio como uma explosão de prazer, o segundo veio apenas minutos depois.

Então dando-se por satisfeito, montou-me e comeu-me na posição do missionário, beijando-me novamente. Como eu afastava os meus lábios, ele prende-me a cabeça. Como sou obrigada a abrir a boca para poder respirar, ele vai aproveitando para a beijar, mas não consigo fazer-lhe o mesmo. No fundo, mesma possuída pelo desejo, não esqueço quem ele é e que tinha a obrigação de me opor.

Agora gemia sem pudor ao ritmo das suas investidas, e ao contrário dos anteriores, ao gozar novamente, exteriorizei o que sentia, chegando até a abraçá-lo com força, desejando e pedindo até para senti-lo com força dentro de mim. Ele não se faz de rogado e enfia com mais força, fazendo-me dar alguns "esticões" como se estivesse ligada à corrente eléctrica e estivesse a ser electrocutada.

Mesmo depois de me ter feito gozar, continuou a meter com força até ficar cansado. Agora deita-se ele e sou eu que vou para cima dele. Monto-o e começo a "cavalgá-lo" com vigor, fazendo-o soltar gemidos de prazer enquanto me acaricia o corpo. Quando ficava mais cansada, diminuía a intensidade, e assim continuamos até que o fiz gozar.

A partir daquele momento percebi que eu tinha tomado o lugar da minha mãe. Aceitei aquele meu novo papel, porque entendi que estava a dar uns momentos de felicidade ao meu pai. Na verdade aqueles momentos eram bons para ambos, porque quando fazíamos sexo, era coisa para quase uma hora. Nunca pensei que ele fosse sexualmente tão activo.

 
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