Ao meu serviço... - A versão dele
Publicado em 2016-06-10 na categoria Contos eróticos / Incesto


Estou desde sempre acostumado a ter pessoal ao meu serviço. Costumo mesmo dizer, "manda quem pode, obedece" quem deve. Comi praticamente todas as mulheres que desejei e aquelas que se negaram a abrir as pernas, eram logo despedidas. Foram bons tempos. Actualmente, já não tenho a sorte de apanhar umas "cabritas" novinhas, pelo que tenho que me contentar com uma vaca velha...

Na falta de melhor, comecei a comer a minha vizinha, aproveitando as saídas do marido. Para poder ficar por casa, comecei a fingir que andava meio esquecido, o que levou a minha mulher a pensar que eu sofria de alzheimer. Enquanto ela tratava da quinta, eu aproveitava para abrir a porta à vizinha para lhe dar umas valentes "trancadas" graças à pastilha azul!

Ela era uma mulher de 47 anos, estatura baixa, roliça, com grandes mamas, mas era bonitinha. O marido trabalhava na construção civil, era amigo da pinga de de passar quase todo o seu tempo livre na tasca com os amigos. Como não dava a devida assistência à mulher, tratava eu do assunto.

Só que  entretanto, a minha mulher sofre um ataque cardíaco fulminante. A minha filha regressou a casa e tratou ela do funeral, ficando depois a cuidar de mim. Mesmo com ela, decidi manter a fachada que vinha mantendo, ou seja, fingia ter os tradicionais sinais da demência que provoca uma deterioração global, progressiva e irreversível de diversas funções cognitivas, como a memória que ia e vinha, a atenção nas coisas que tinha para fazer, a concentração no pouco que fazia, a linguagem tinha dias que se percebia o que eu dizia, mas noutros não, e o meu raciocínio nem sempre parecia lúcido...

Teatro no seu melhor.

Confesso que ele ficou algo abalada com o meu estado, mais ainda porque quando chegou fingi não a reconhecer. Acredito que para ela era um choque ver o homem que eu fui, viril, forte, que imponha respeito só com a minha presença, e o homem que "aparentava" ser  agora, vencido pela doença que o afectava de forma irremediável.

No dia seguinte quando me veio acordar para me dar o pequeno-almoço, disse:

- Pai... paizinho... sabes quem eu sou?

- Tu?... tu?... tu és... és... hummmm... tu és... és... não sei...

Depois do pequeno-almoço, tirou-me o pijama e vestiu-me uma roupa fresca. O funeral era ao fim da tarde, mas os meus irmãos falaram com ela para que eu não fosse ao funeral porque eu nem sabia que a minha mulher tinha morrido e que era melhor não me envolver, mas ela felizmente insistiu que eu iria.

As cerimónias fúnebres decorreram com toda a normalidade, com os sentimentos à flor da pele. Tive que fazer um grande esforço para me manter calmo, porque ao meu lado, de braço dado estava a minha filha a chorar de dor. Ela despediu-se da mãe com toda a ternura de uma filha que lhe devia tudo.

- Quem é essa senhora?... - Perguntei-lhe.

- É a mãe, paizinho...

- A minha... minha mãe? Ela... ela... ainda era viva?...

- Não paizinho, não é a vovó... é a mãe... a tua mulher...

- A minha... mulher?... Eu tinha... mulher?

Ela encolhe os ombros e não insiste. Depois das cerimónias retiramo-nos, caminhando ambos, lentamente para casa. Ofereceram-nos boleia, mas ela preferiu caminhar, apesar de termos que percorrer quase um quilómetro de distância. O sol já se tinha escondido atrás dos montes, mas caminhava-se bem. Apenas corria uma ligeira brisa.

Já em casa, ela passeou-se um pouco pela nossa quinta. Já à noite, decidiu dar-me um banho porque, além de transpirado, resmungou dizendo que eu cheirava a suor. Levou-me para a casa de banho e começou a despir-me. Então, perguntei:

- Felismina... hoje é dia de tomar banho?

Felismina era o nome da mãe dela. Ela, esboça um sorriso e responde:

. Não paizinho... sou a Rosa...

- A Rosa?... a Rosa?... Felizmina... quem é a rosa?

- A tua filha paizinho...

- Filha?... Felismina, nós temos uma filha?

- Tem paizinho... sou eu... lembraste de mim?

- Não... não... tu és a minha Felismina...

Entretanto tira-me a cueca e ficou por momentos petrificada a olhar para o meu material. Por acaso, neste concreto, considero-me um privilegiado, mas é de família.

- Credo! A mãe no seu tempo gozou bem a sua parte... - O surpreendente comentário saiu-lhe de repente.

- Sim, querida (disse a rir-me), lembraste... como ela te faz gozar de prazer?... Logo queres repetir?... Queres?...

Aquilo saiu-me sem pensar que estava a falar com a minha própria filha. Mas se estava dito, dito estava. Entrei para a banheira com um risinho safado, repetindo uma e outra vez o convite:

- Queres?(risos)... Queres?(risos)...

- Está bem... - Respondeu ela, por responder.

Quando começou a lavar-me o badalo, agarrou-o pela base com uma mão, enquanto olhava para ele como que maravilhada. Será que ela não estava acostumada a levar com um destes?

Reparo nela com "outros olhos", não os olhos de um pai, mas os olhos de um homem que via nela uma bela mulher. Ela tinha-se transformado numa bela mulher. Muito mais bonita e fisicamente jeitosa do que a mãe, quando tinha a sua idade. Sentindo-me excitado com aquela situação, decidi forçar a coisa:

- Toca-me ao bicho, Felismina... toca...

- O quê?... Está maluco?...

- Anda felismina... toca como costumas fazer... toca... anda... toca... toooooca... - Suplico.

Enquanto falo, começo a masturbar o meu membro ainda murcho. Ela fica com uma cara de pasma, parecendo não querer acreditar no que via. Engoliu em seco e recompondo-se diz:

- Cale-se com essa conversa... eu não lhe faço nada...

- Não fazes?... Mas não fazes porquê?... Que bicho te mordeu mulher?

- Paizinho, eu não sou a mãe... sou a sua filha...

- Qual filha, qual quê... deixa-te dessas histórias e ganha-me tino mulher... fazes sempre isso e hoje estás a fazer-te difícil, é?... Queres que procure fora?...

- Pai, não é não...

Faço uma cara de bezerro desmamado, tendo já o meu pénis erecto! Entretanto já de banho tomado, leva-me para o quarto para me deitar e aí pergunto:

- Felismina, não te deitas ao meu lado?

- Sim deito... venho já...

Enquanto ela foi tratar da cozinha e tomar um duche, tomei a bomba azul e deitei-me. algum tempo depois, ela veio espreitar para ver se eu estava bem, ficando visivelmente surpreendida por eu ainda estar acordado. Apesar do quarto estar às escuras, entrava um pouco de claridade da porta quase fechada, permitindo ver o seu corpo torneado sob a camisa de noite.

- Estava à tua espera, querida...

- Então paizinho, tens que dormir...

- Felismina, deita-te ao meu lado... - Digo erguendo-me um pouco e descendo o lençol.

Ela parece hesitar, olha para mim, olha para a cama, mas finalmente deita-se ao meu lado, virada para cima, ficando muito, muito quietinha. Cubro-a com o lençol e acaricio-lhe o rosto, dizendo que tinha muitas saudades dela. Deito-me de lado, virado para ela e começo a acariciar-lhe o rosto, o pescoço e os ombros.

A respiração dela torna-se mais forte e profunda. Ao sentir o meu toque, retrai-se um pouco, mas não faz nada para me impedir de continuar a acariciá-la. Então avanço. Desço a mão e acaricio-lhe um seio. Ela solta um suspiro ao mesmo tempo que o seu corpo estremece. Ela fecha os olhos e cerra os lábios. "És minha", pensei.

Começo então a apalpar-lhe ambos os seios, acariciando os seus bicos que não tardam a ficar duros e erectos. Aquilo era um sinal evidente que ela estava excitada. Apesar de ter uns seios relativamente pequenos, cabiam perfeitamente numa mão e eram ainda durinhos.

Com ela ainda quieta, subo para cima dela, afasto-lhe as pernas com os meus joelhos e com ambas as mãos, subo-lhe a camisa de noite até acima da cintura, para depois, afastar-lhe as mãos que estavam ali a estorvar. Depois, continuo a deslizar as minhas mãos pelo seu corpo até chegar às alças da camisa, aí solto-lhe as mãos e puxa as alças para baixo, descobrindo completamente os seus seios redondinhos. Agarro-os e apalpo-os de imediato enquanto lhe chupo os bicos à vez.

Enquanto me delicio a lamber e chupar, começo também a esfregar o meu pénis na sua passarinha, tentando acertar com o buraco. Assim que o encontro, depois de fazer várias tentativas, empurrou-o todo para dentro dela, obrigando-a a soltar um gemido acompanhado por um pequeno gritinho.

Assim que lhe enterrei o meu pau, comecei a enfiar a um bom ritmo, tal era a minha excitação naquela altura. Ela ao sentir aquelas investidas dentro dela, ela fecha os olhos, agarra-se com força á almofada e começa a gemer, muito baixinho, "oooooooohhhh".

Eu estava deitado sobre aquele seu belo corpo, enquanto a segurava pelos ombros, para ajudar-me a criar mais impulso nas minhas investidas. Como a idade já não ajuda, não enfiava a um ritmo muito elevado, mas também não o fazia lentamente, mas conseguia manter um ritmo constante.

Se até então ela permaneceu estática, de repente, abre ainda mais as suas pernas, permitindo-me encaixar-me melhor nela e fazer umas investidas mais profundas. Apesar de praticamente não o mostrar, obrigo-a quase a gemer de prazer, até que sinto todo o seu corpo a ficar muito tenso, como se tivesse levado com um esticão eléctrico. Durante uns segundos deixei mesmo de a ouvir respirar.

Pensei que estava para gozar por isso intensifiquei ainda mais as minhas investidas, obrigando-a a quase contorcer-se com movimentos entre-cortados, enquanto parecia fazer grandes esforços para não gritar. Enfiei com tudo enquanto aguentei, até que, estafado, tive que parar para recuperar o fôlego. Se assim não fosse, caía para o lado.

- Estou cansado... Felismina... agora... anda tu para cima... - E deita-se ao lado dela enquanto respirava ofegantemente.

Ao sair de cima dela, "libertei-a". Por momentos pensei que ela aproveitasse para sair da cama, mas qual não foi a minha surpresa quando vi que ficou. No entanto, como não reagiu ao meu pedido, insisti no mesmo. Ela ergue-se ligeiramente e fica a olhar para mim. O quarto está bastante escuro, mas não totalmente pelo vejo o seu vulto erguido. 

Por momentos fico na expectativa. Será que está a cair na real e vai levantar-se? Antes que tal aconteça, estendendo a minha mão e agarra-a pelo braço, puxando-a para mim.

- Anda querida, faz-me uma mamada...

Não sei se fui longe de mais com este pedido, mas ela surpreende-me ao inclinar-se sobre mim. Agarra-me o pénis e começa a masturbá-lo com delicadeza, como que a medo, mas alguns minutos depois, após novos pedidos meus, ela então baixa-se por completo, e começa a enfiar a cabecinha na boca, dando-lhe pequenas chupadelas, como se estivesse a tomar-lhe o gosto.

Ela repete aquilo uma, outra, outra e outra vez, e repete, e repete até que, a minha excitação faz-me pedir-lhe para mamar, pousando a minha mão sobre a sua cabeça, fazendo-a abocanhar á força o meu pau.

Aos poucos foi-se libertando dos complexos e começou a chupar-me a verga com mestria e durante imenso tempo, mantendo sempre o sobe e desce com a mão ou com a boca, fazendo-me gemer continuamente de prazer. Entretanto ela parecia fazer uns intervalos, deixando de mamar, mas continuando a bater-me a punheta. Até que, dando-me por satisfeito, pedi:

- Agora sobe para cima de mim querida...

Ela obedeceu de pronto, sem excitações. Subiu para cima de mim e sentou-se literalmente sobre a minha verga, segurando-a com a sua própria mão, enquanto a encaminhava para a sua ratinha. Depois deixa cair o peso do seu sobre mim ficando a minha verga toda entalada dentro dela, obrigando-a a soltar um profundo suspiro.

Começou logo de seguida a deslizar para a frente e para trás, mas depois a sua excitação começou a falar mais alto, porque ela própria intensificou os seus movimentos, até começar literalmente a saltar quase como uma louca sobre o meu membro.

Naquele momento ela parece perder por completo o controlo sobre ela mesma, agora gemendo de prazer enquanto fazia aquele sobe e desde frenético sobre o meu membro que se mantinha bem firme, deslizando sem dificuldade para dentro dela até que começou a soltar uns longos "aaaahhhhhhhhhh".

Visivelmente cansada, sai de cima de mim e deita-se de bruços ao meu lado, mas aí, faço-a erguer até ficar de quatro e ajoelho-me atrás dela. Então enfio-lhe por trás, começando a estocá-la durante um bom pedaço até que finalmente também obtenho o meu merecido prémio, fazendo jorrar todo o meu leite para dentro dela.

Ao acordarmos no dia seguinte, ela dá um salto da cama e leva as mãos à cabeça. Olho para ela e fazendo-me desentendido, pergunto-lhe:

- O que se passa Felismina?... Esqueceste-te de alguma coisa?

- Não... não... eu... esqueça paizinho...

- Paizinho?... Outra vez com essa história mulher?

Ela parece ficar confusa, olhando para mim.

Durante essa manhã, ela esteve fora, tratando de algumas compras para casa. Depois preparou o nosso almoço e comemos juntos. No termo deste, ajudou-me a deitar numa espreguiçadeira à sombra de umas árvores ao fundo do jardim e regressou para tratar da casa.

A meio da tarde leva-me o lanche e toma um chá comigo, a meu pedido. Noto que ela não se sente à vontade e merendamos em silêncio. A aventura daquela noite não me sai da cabeça e começo a desejar possuí-la novamente. Quando ela se levanta eu também faço o mesmo, agarrando-a por trás e esfregando o meu membro já erecto nas suas nádegas.

- Estou com saudades tuas Felismina... quero amar-te outra vez...

- Não... deixe-me... tenho muitas coisas para fazer... deixe-me...

- Anda aqui... anda... não me fujas...

Ela tenta convencer-me para a soltar, mas sem sucesso. Chego mesmo a rasgar-lhe a blusa e o próprio sutiã. Naquele momento, confesso que sinto-me completamente fora de mim, tal é a minha excitação. Acho mesmo que se ela não se rendesse ao meu desejo eu iria mesmo agredi-la.

Repentinamente, deixa praticamente de se debater e permite que eu lhe tira a roupa, deixando-me apenas com os sapatos nos pés. Depois, enquanto tiro a minha própria roupa, vou elogiando-a. Já completamente nus, um frente ao outro, aproximo-me dela, enquanto ela baixa o seu olhar. Começo de imediato a acariciá-la beijando-a mas ela não me retribui o beijo.

Estendo a minha camisa sobre o relvado e deito-a sobre ela. Inclino-me sobre e abro-lhe bem as pernas para começar a lamber-lhe a ratinha. Inicialmente parece resistir ao prazer que começava a sentir, mas o seu desejo começa a falar mais alto. Ela mostra que é uma mulher quente, chegando a manifestar dois sonoros orgasmos quase simultâneos.

Então dando-me por satisfeito, monto-a na posição do missionário, beijando-a novamente. Como ela afastava lábios, prendo-lhe a cabeça. Então aproveito o facto dele estar de boca aberta para poder respirar, e beijo-a nos lábios.

Ela agora gemia sem receio ao ritmo das minhas investidas, exteriorizando o que sentia, chegando até a abraçar-me com força, desejando e pedindo para meter mais porque queria sentir-me dentro dela. Eu não me faço de rogado e começo a enfiar ainda  com mais força, fazendo-a dar alguns "esticões" como se estivesse ligada à corrente eléctrica e estivesse a ser electrocutada.

Mesmo depois de a ter feito gozar novamente, continuo a meter com força até ficar exausto. Deita-me e ela não demora a saltar para cima de mim, montando-me e começando a fazer um sobe e desde com grande rapidez, fazendo-me soltar gemidos de prazer enquanto lhe acaricio o corpo. Quando ficava mais cansada, ela diminuía a intensidade dos seus "saltos", limitando-se a deslizar de um lado para o outro, como se estivesse a fazer a dança do ventre, para depois voltar à acção.

Repetiu aquele processo uma e outra vez que que me me gozar novamente dentro dela. Enquanto eu fazia umas caretas de prazer, ela olhava para as minhas expressões com um grande sorriso estampado no rosto. A partir daquele dia, ela ficou com o lugar da mãe. E aceitou bem aquele seu novo papel, pensando que estava a "aproveitar-se" da minha situação.

 

 
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