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Uma vida sexual activa e satisfatória reduz em 50% o risco de morte
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Num corpo são, uma mente sã:
Retirar prazer do sexo é cada vez mais importante, uma vez que ultrapassa as barreiras do físico e entra na esfera psicológica. Além de trazer inúmeros benefícios para o corpo, o sexo vive na nossa cabeça e pode fazer milagres pela mente.
- As hormonas trabalham melhor - As mulheres com uma vida sexual activa produzem mais estrogénio, uma hormona decisiva para a saúde do coração, dos ossos e até para a manutenção do bom humor e bem-estar.
- Aumenta a auto-estima - Momentos de grande intimidade, as relações sexuais são, também, alturas em que as pessoas se sentem mais vulneráveis e próximas umas das outras. Sentirmo-nos satisfeitos com o nosso corpo, significa acreditar nas nossas capacidades e ter mais confiança no que fazemos.
- Liberta tensão - As endorfinas aumentam a sensação de prazer durante e depois do sexo e proporcionam um relaxamento que se estende por todo o corpo.
- Efeito anti-stress - O orgasmo funciona como trégua para a ansiedade dos períodos de pressão pessoal e profissional.
- Aumenta as capacidades mentais - Libertação de DHEA, produzida pela excitação sexual, ajuda-nos a ter uma maior capacidade cognitiva e de percepção. Sentirmo-nos bem e felizes torna-nos mais despertos para a realidade e perspicazes na hora de tomar decisões.
- Fortalece os vínculos - As relações satisfatórias criam laços de confiança e união entre o casal. Tal como todas as outras relações, o sexo implica dar e receber, isto é, se queremos ter prazer, devemos procurar retribuir esse prazer. O Fortalecimento dos laços e da confiança estabelecida entre os casais através do tacto e dos restantes sentidos, permitem a exploração dos jogos de sedução e dos territórios até aí desconhecidos.
- Melhora as relações sociais - O primeiro passo para nos relacionarmos bem com os outros é sentirmo-nos bem com nós próprios. O prazer físico e mental retirado de uma relação satisfatória, torna as pessoas mais abertas para o mundo exterior, pois há menos lugar para frustações.
Benefícios profiláticos:
Verdadeira revolução na medicina centemporânea, o sexo tem a particularidade de nos fazer sentir eternamente jovens e bonitos.
- Activa a circulação sanguínea - A excitação provoca, por sua vez, um maior afluxo de sangue aos genitais, ao cérebro e às zonas periféricas. Ao circular mais rapidamente, este sangue limpo leva oxigénio fresco às células, órgãos e músculos, permitindo, desta forma, eliminar toxinas.
- A pele fica mais bonita - O sexo, como qualquer exercício, faz o corpo gerar calor, causando uma intensa vasodilatação da epiderme: as veias aumentam, recebem mais sangue e as células da pele são renovadas com mais oxigénio e nutrientes. O resultado é uma pele jovem e tonificada. O sexo pode fazer milagres neste campo.
- Tonifica os músculos - A ginástica que se faz desde os preliminares até ao orgasmo ajuda a fortalecer os glúteos, as pernas e o abdómem. A irrigação sanguínea ajuda, também, a combater a má circulação e a celulite. Durante um acto sexual intenso, com uma duração de 20 minutos, podem ser queimadas até 300 calorias.
- Melhora o aspecto físico - Normalmente, quem tem uma vida sexual activa tende a preocupar-se mais com a sua uimagem. Procurar um corpo bem delineado e atractivo, uma pele sedosa e vestir roupas elegantes são algumas das exigências de quem faz do sexo um prazer.
Concluindo
Para além de não nos deixar cair numa vida sedentária, o sexo é considerado uma das mais eficazes medidas de prevenção que existe. Isto porque as pessoas sexualmente activas têm tendência a olhar mais para o seu corpo e a preocupar-se com pequenas alterações que possam surgir. Apesar de ser "um medicamento" extremamente natural, dado que a sua administração não implica qualquer tipo de transtorno, só faz bem à saúde e os efeitos podem ser bastante benéficos e satisfatórios.
Fonte: Quo nº 66 * Marco 2001
Perante tudo o que aqui está escrito, será que não está na hora da sociedade deixar-se de preconceitos e passar a abordar a sexualidade como algo perfeitamente natural e normal e, inclusivamente, passar a ser uma necessidade como qualquer outra por muito banal que seja? Sem pretender receitar o "remédio" a ninguém, será que os swingers, por terem já um campo de visão alargado sobre esta matéria e sempre terem encarado a sexualidade com a maior das naturalidades, merecem serem marginalizados ou apontados pela restante sociedade? Ou não será, precisamente por terem este campo de visão, que eles tem mais alegria de viver? Pensem, pensem...
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