Proposta indecente na praia
Publicado em 2012-08-08 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Um dia andava a ver uns vídeos pornográficos na internet quando vi uns filmes de uns indivíduos que supostamente paravam perto de senhoras na rua e convenciam-nas a subir para a carrinha para fazer sexo com eles em troca de uns dólares. Depois de as comerem, elas saíam e enquanto esperavam pelo pagamento eles arrancavam. É óbvio que aquilo é fictício mas decidi experimentar...

Precisava de ter o dinheiro para lhes mostrar e tinha que ser uma quantia generosa que ajudasse a convencer a mulher. Fui ao banco e levantei 2 000 euros em notas de 100. Preparei uma mochila de praia azul, e meti lá dentro uns calções azuis, uma tshirt amarela com uns desenhos, um boné azul, uns óculos de sol de plástico e uma mochila de praia vazia bege.

Vesti umas bermudas beges, e tinha uma camisa estampada com padrões. Na cabeça levava um chapéu tipo pescador e uns óculos de sol com um formato diferente dos outros que iam no saco. Tudo isto era para trocar de roupa rapidamente caso tivesse que passar despercebido depois da minha fuga.

Fui até à beira mar ver se encontrava uma potencial vítima. Comecei a passear pela avenida junta ao areal mas sem sorte. Depois de ter caminhado para a frente e para trás à procura, veio uma mulher pedir-me esmola. Era uma emigrante de leste. No principio disse-lhe que não, mas com a insistência dela, acabei por olhar melhor para o produto. Não era muito bonita, mas também não era mal parecida. Quanto ao corpo, apesar das roupas velhas, parecia estar dentro do prazo, até porque dava-lhe uns trinta anos.

Puxei pelo monte de notas dobrado que levava no bolso e mostrei-o. Ela até arregalou os olhos quando viu o dinheiro. Então disse-lhe que lhe dava aquele dinheiro todo se ela fizesse sexo comigo. Pensei que ela ia recusar e fazer um escândalo, mas fiquei surpreso quando ela aceitou de imediato.

Disse-lhe que tinha que arranjar um local. Ela deu a ideias das dunas. Concordei, elas ficavam suficientemente longe de olhares indiscretos e dava-me tempo para fugir. Caminhamos até ao fim da avenida e entramos no areal. Passamos por um bar pré-fabricado e encaminhamos-nos para as dunas. Na praia estavam centenas de pessoas a fazer praia.

Assim que chegamos às dunas ela quis logo apressar a coisa, mas eu entendi que ali era muito perto e que podia aparecer alguém, por isso sugeri ir-mos um pouco mais para diante. Caminhamos mais uns cem metros e então parei. Olhei à volta e não se via ninguém, na praia, uma dezena de pessoas espalhadas pela areia. O local era perfeito.

Mandei-a despir-se, o que ela fez com rapidez. Enquanto o fazia tive uma boa surpresa, debaixo daquelas roupas velhas estava uma mulher com umas boas curvas. Era magra, branquinha, com umas boas mamas e não tinha as partes depiladas. Depois de se ter despido chamei-a enquanto metia o meu membro para fora, já duro como o aço.

Disse-lhe para me fazer um broche. Ela agarrou-se ao meu pau, meteu-o na boca e começou a masturbar-me com a mão. Mandei-a parar e disse: Ei, mandei-te chupar, não te mandei bater-me uma punheta, para isso, guardo o dinheiro e faço-o eu...

Então voltou a meter o meu pau na boca e com a mão a segurar nele, fazia os movimentos para a frente e para trás com a cabeça. Aproveitei para olhar à nossa volta para ver se não havia alguém a espreitar ou alguém a aproximar-se. Nem sinal de vivalma. Então baixei a guarda e desfrutei daquela mamada.

Depois de uns minutos tirei-lhe o pau da boca e disse-lhe que queria fazer uma espanholada. Ela perguntou o que era isso. Quero metê-lo entre as tuas mamas. Então ela segura nelas, envolve-me o pénis e eu começo a fazer como se as estivesse a penetrar. A seguir, ainda com ele entre as mamas, peço-lhe para tentar chupá-lo. Ela lá faz as manobras necessárias e consegue metê-lo na boca. Deixei de fazer os movimentos de vai e vem e pedi-lhe para esfregar as mamas no meu pau. Ela obedece de imediato e enquanto me chupa a cabeça do meu pau, esfrega as mamas no “pescoço”.

Já estava-mos há uns bons 20 minutos nisto quando a mando por-se de quatro. Dou-lhe a volta, tiro um preservativo do bolso e protejo o meu mastro. Ponho-me de joelhos atrás dela e enterro-lhe o meu pau sem aviso e sem pedir licença. Ela recebe-o com um grito e foge com o corpo para a frente deixando o meu pau pendurado. Pede-me para fazê-lo com cuidado porque dói.

Ok, ok, eu tenho cuidado, disse-lhe e volto a enfiá-lo, mas desta vez seguro-a pelos quadris para não voltar a fugir. Ela volta a soltar um grito, tenta chegar-se para a frente mas como estou a agarrá-la não o permito. Volta a queixar-se da dor e eu respondo: aguenta...

Então começo a dar-lhe com vontade enquanto ele lá vai gemendo. Não me parece que seja de prazer mas não quero saber. Enquanto a como por trás aproveito para mais uma olhadela à nossa volta e tudo parece normal. Então desvio a minha vista para apreciar o corpo da romena. Pele branquinha, sem sinais, sem gorduras e sem celulite. Aproveito para lhe ir acariciando o rabo, as coxas e a zona lateral da barriga.

Inclino-me sobre ela para poder chegar às mamas e como ela não era muito alta, chego lá com relativa facilidade. Apanho os dois marmelos e começo a apalpá-los. Apetecia-me comê-los mas não me atrevi a meter ali a minha boca, sabe-se lá à quanto tempo não toma banho...

Volto a endireitar-me, sempre a dar-lhe naquela ratinha peluda e com as mãos abro-lhe o rego das nádegas para ver-lhe o olho do cu. Se ela me deixa-se era capaz de o comer. Como não de depila, tem alguns pelos à volta mas atrevo-me a passar lá o dedo. Ela apressa-se a dizer que no cuzinho não,no cuzinho não.

Tirei o meu membro para fora, tiro a camisa e peço-lhe para voltar a comê-lo. Sento-me para descansar e ela agacha-se e mete-o na boca, começando a chupá-lo com vontade. Agora sim, acho que está a sentir algum prazer, ou assim parece. Não importa, porque até está a fazer um excelente trabalho.

Uns minutos depois levanto-me, quero ver outra vez se estamos seguros, enquanto ela está de joelhos e me volta a meter o pau na boca para chupar. Agarro-lhe a cabeça pelas orelhas e começo a enfiar-lhe o meu pau na boca como se a estivesse a penetrar. Ela mal consegue respirar e volta e meia parece engasgar-se. Tive que parar algumas vezes e tirar o meu membro para fora para ela poder cuspir e ganhar fôlego.

Mas eu não a deixava descansar por muito tempo e voltava a enfiar-lhe o mastro na boca para voltar a metê-lo e tirá-lo com vontade. Depois de várias paragens para ela cuspir, respirar e descansar, já lhe saiam umas lágrimas negras pelos cantos dos olhos (negras porque ela tinha os olhos pintados), mas não estava a chorar. Eu não era nada meigo.

Enquanto volto a verificar se estamos seguros, volta a tirar e a cuspir. enquanto respira de forma ofegante como se tivesse acabado de correr uma maratona diz-me para o meter na rata porque já não aguenta mais. Aguentas, aguentas, disse-lhe e volto a metê-lo na boca...

Então começo a sentir que o meu momento de climax já não está muito longe, então aviso-a: atenção que eu quero deitar o meu leite na tua boquinha, ouviste? Ela tira-o da boca e diz-me que não engole. Ok, ok, respondo, mas também não quero que cuspas o meu leite à minha frente. Quando eu tirar o meu pau, vira-te de costas, faz um buraquinho na areia, cospe para lá e volta a tapá-lo. Ok, responde ela e volta a metê-lo na boca.

Agora deixo que seja ela a chupar outra vez até que passados uns minutos sinto o meu leitinho a subir pelo meu membro acima. Ao chegar à glande, parece que esta vai rebentar, o que me faz inclinar a cabeça e olhar para o céu. Por fim, qual canhão, sinto um primeiro jacto que me faz fechar os olhos e gemer de prazer.

Depois do primeiro, sinto outro e outro, enquanto gemo de prazer e sinto um arrepio pela espinha acima. Ela agora limita-se a ficar parada enquanto lhe encho a boca de leite quente. Por fim tiro o meu pau para fora, ela como prometido vira-se e começa a fazer uma pequena cova na areia. Eu aproveito esse momento, meto o pau para dentro das calças, pego na minha mochila e desato a correr pela duna abaixo na direcção da mata.

Quando ela se apercebe da minha fuga desata a correr atrás de mim duna abaixo enquanto grita uns palavrões que põe em causa o nome da minha boa mãe, mas que se lixe, continuo a correr satisfeito da vida. Já lá em baixo enquanto corro vou olhando para trás e vejo-a a subir a duna, a pegar nas suas roupas e a vesti-las enquanto vai descendo as dunas a cambalear.

Depois de ter entrado bem na mata, viro para a esquerda corro na direcção do tal bar que passamos no início das dunas. Ao chegar, entro no wc das traseira e troco de roupa e meto tudo dentro da outra mochila e saio para a esplanada onde me sento a descansar e peço uma cerveja.

Passados uns minutos veja a mulher aos gritos (ninguém percebia o que dizia porque falava na língua dela), ainda desarranjada. Passa pela esplanada, olha para as pessoas e apesar de eu estar sentado mesmo ao lado do passeio de madeira, ela não me reconhece.

Depois de beber a cerveja, pago e vou a caminhar para a avenida quando vejo a mulher acompanhada por meia dúzia de rufias do leste, talvez pessoas do gangue dela que andam à minha procura. Passo por eles e nem olham para mim. Faço um sorriso de satisfação e vou dar uma volta...

 
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