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Sexo na escola - 2ª partePublicado em 2012-09-14 na categoria Contos eróticos / Hetero
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A jovem mãe de um aluno que tinha um ligeiro atraso de aprendizagem deu-me de bandeja a oportunidade de arranjar um poderoso argumento para a comer. Eu “sacrificava-me” pelo filho, mas ela também tinha que dar algo em troca. Depois de levar a água ao meu moinho, comia na própria escola, mas aquilo apenas tinha despertado o meu interesse. Eu queria mais...Nessa mesma tarde, depois da jovem mãe sair com o filho, estava eu a arrumar as coisas quando chega uma funcionária da limpeza que ao entrar cumprimenta-me e sem lhe perguntar nada diz-me : sr. Professor aquela rapariga que acabou de sair merecia melhor sorte na vida, coitadinha... Perguntei-lhe se a conhecia, respondeu que sim, que era praticamente vizinha e começou a contar-me a história dela. Casou-se muita nova, já com três filhos, é uma rapariga muito simples e inocente, mora em casa da sogra, o sogro já faleceu e o marido depois do trabalho só quer saber do jogo e da bebida, chegando muitas vezes bêbado a casa, por vezes ele bate nela e nos filhos por qualquer motivo. Ainda me contou que a jovem gostava muito dela e por isso às vezes desabafava com ela sobre os seus problemas conjugais e de como não era feliz. Esta informação era realmente importante, porque iria permitir-me arrastar a asa para a voltar a comer. No dia seguinte pela manhã, já estava eu na sala a conversar com o outro professor, quando começam a entrar os nossos alunos a fazer um grande barulho com as cadeiras. Despeço-me do meu colega e mando a classe fazer silêncio quando reparo que o filho da tal jovem mãe está ao meu lado e diz-me que ela está lá fora para falar comigo. Mando-o sentar e dirigindo-me a todos, mando-os fazer um desenho no caderno. Entretanto digo ao meu colega que tenho que tratar de um assunto e peço-lhe para ir vendo a minha classe e abro a porta para sair da sala. Ao sair vejo a jovem mãe do meu aluno junto à parede do corredor a olhar pela janela. Ao vê-la, fico parado a admirar toda aquela jovem beleza, ela está com uma roupa idêntica à do dia anterior. Uma saia curta (meio coxa), uma blusa e um casaco de malha fino. Ao ver-me cumprimenta-me e dirige-se para mim, dando-me um tímido aperto de mão. Devolvo o cumprimento e pergunto ao que vem. Ela pretende saber como e quando é que começo a dar explicações ao filho. Ela fala sem me olhar nos olhos e enquanto fala eu não consigo tirar os olhos dos bicos seus seios erectos por causa do frio matinal. O meu tesão é tanto que quero-a comer ali mesmo. Pego-lhe por um braço e peço para me acompanhar. Não tenho muitos locais para onde ir, por isso dirijo-me ao fundo do corredor onde estão os wc dos alunos e dos professores e entro com ela neste último fechando e trancando a porta. Ela apercebe-se das minhas intenções e pede-me para a deixar sair. Eu agarro-a de frente para mim pelos braços e olho-a nos olhos. Ela esta a tremer e quase a chorar enquanto repete para a deixar ir. Peço-lhe para se acalmar, sem sucesso, então abraço-a enquanto repito em voz baixa: calma... calma... Ela também em baixa voz repete: por favor, deixe-me ir... não me faça mal... eu não mereço... por favor... deixe-me ir... por favor... Ouvi-la a suplicar ainda me excitou mais. Com as minhas mãos ergo-lhe a cara para olhar para mim e pergunto-lhe se ainda não percebeu que eu gosto muito dela? Ela engole em seco e não responde. Começo a dizer-lhe como é bonita, que sei que é infeliz, como merece ser feliz, que o marido não a merece, enfim, deitei mão de todos os argumentos para a convencer. Elogiei-a, disse-lhe palavras bonitas, mas ela continuava a resistir aos meus avanços. Raios de mulher, eu estava a rebentar de desejo de a comer, então empurro-a com o meu corpo para trás até ela ficar presa entre mim e o lavatório. Ela volta a pedir para a largar e deixá-la ir, como não obedeço, ameaça que vai começar a gritar por socorro. Aviso-a que se o fizer, eu sou expulso da escola e com um novo professor, o filho será encaminhado para uma instituição. Ela acalma-se um pouco mas continua a lutar para se libertar de mim. Como sou mais forte consigo prende-la bem, mas como não a quero magoar, não a prendo com força e ela consegue soltar-se, então, sem a deixar escapar, encosto-a agora à parede com o meu corpo “colado” ao dela. Nesta posição ela consegue sentir o meu pau duro junto das suas partes intimas. Então lembro-a do nosso acordo do dia anterior. Eu vou fazer muitos sacrifícios pelo filho dela, portanto ela tem que dar algo em troca. Ela responde inocentemente que já me deu o que eu queria no dia anterior. Eu respondo que aquilo não foi nada, aquilo foi só uma vez, que aquilo foi em troca de eu aceitar o filho na minha classe. Agora tinha que “pagar” pelas explicações durante e após as aulas, tinha que “pagar” para eu dar-lhe mais atenção que aos outros durante as aulas, entre outras coisas. Se quiseres deixo-te ir embora, mas acredita que não mexo um dedo para ajudar o teu filho e se ele reprovar, porque vai reprovar com uma nota muito baixa, o director vai querer saber porquê, vai-lhe fazer um teste e ao ver que ele tem um atraso, vai-o mandar para uma escola especial, que é o nome que dão às escolas dos tolinhos. É isso que tu queres? Não, responde ela, eu quero que ajude o meu filho... Nem a deixei terminar, começo a beijá-la apesar dela não corresponder e virar a cabeça para o lado, pelo que começo a fazer-lhe um linguado no pescoço. Ela fecha os olhos e parece começar a choramingar em silêncio. Naquele momento sou totalmente egoísta e nem quero saber o que ela está a sentir. Enquanto lhe faço o linguado, as minhas mãos descem até às suas mamas que apalmo várias vezes, depois vou apalpando-a até à sua cintura, passo-as por baixo da blusa e começo a subir até chegar novamente ás mamas onde puxo o sutiã para cima, deixando-as livres para as acariciar. Ergo-lhe a blusa e começo a lamber-lhe os bicos das mamas, primeiro um e depois o outro enquanto esfrego o meu pau nela como se a quisesse penetrar por cima da roupa. A seguir consolo-me a chupar-lhe aquelas belas mamas enquanto as vou apalpando. Quando fico satisfeito com aquele repasto, desço as minhas mãos e meto-as por baixo das saias à procuras das suas cuecas que retiro rapidamente. Já sem elas, tiro para fora o meu pau, pego na mão dela e coloco-o na sua mão. Ela segura nele mas não faz nada. Coloco outra vez a minha mão sobre a sua e começo a movê-la para me masturbar. Faço o movimento durante uns segundos e quando tiro a minha mão, ela continua com a sua a fazer os movimentos para a frente e para trás. Então subo-lhe a saia, e começo a acariciar-lhe lentamente a rata. Primeiro o matagal, depois os grandes lábios e por fim, introduzo os dedos neles... Ela reage com um gemido contido enquanto continua com os olhos fechados. A seguir coloco a saia sobre o meu pau e a seguir pego-lhe pelas coxas e subo-a um pouco, prensando-a à parede com o meu corpo, enquanto a coloco numa posição como se estivesse sentada no ar, uma vez que a seguro pelas coxas e começo a movimentar o meu membro à procura da sua bela gruta. Depois de uma tentativas, atinjo o objectivo e penetro-a com prazer. Ela geme ao sentir o meu pau a subir por ela dentro. Então começo a movimentar-me para cima e para baixo com força, porque esta tem que ser uma rapidinha. Enquanto a penetro, ela coloca as suas mão à volta do meu pescoço para se equilibrar, a sua blusa desce e cobre-lhe o peito, assim que limito-me a olhar para a expressão dela. Ela com a cara virada para o lado, os olhos estão fechados, e consoante a vou penetrando, ele vai gemendo, mas não consigo perceber se sente algum prazer. Por fim desço-a para baixo, mas levanto-lhe apenas uma perna para cima, desta forma liberto a outra mão para a apalpar enquanto a continuo a penetrar com grande prazer meu. Por fim, viro-a de costas para mim. Ela segura-se no lavatório enquanto a como por trás até que passados uns minutos, volto a esvaziar as minhas bolas dentro dela. Depois de me limpar e ver que o corredor estava livre, saímos. Quando me dirigia para a sala ela volta a perguntar-me pelas explicações. Respondo-lhe que logo no fim das aulas falamos. Quando entrei na sala ia com um rasgado sorriso nos meus lábios. Logo ia comê-la outra vez... |
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Sexo na escola - 2ª parte




