A minha sogrinha - 1ª parte
Publicado em 2012-09-06 na categoria Contos eróticos / Fetiches


Pois bem, esta é a primeira de uma verdadeira aventura sexual digna dos melhores sonhos. Devo no entanto confessar que sempre adorei mulheres mais maduras, e tenho 27. na altura namorava à 4 anos e por isso mesmo, morava com ela na casa dos seus pais. Eles moravam em cima e nós em baixo, totalmente independentes. Nessa altura a minha namorada estava também a estudar em Lisboa, pelo que só vinha a casa aos fins de semana.

Como ficava sozinho, almoçava quase todos os dias com a minha sogra. Ela era enfermeira no hospital da nossa zona que ficava a 1km de distância. Almoçávamos sozinhos porque o meu sogro – quer era advogado, tinha um escritório no Porto e almoçava lá. Quem cozinhava era uma senhora que ia lá a casa todas as manhas limpar a casa deles e a nossa e antes de ir embora fazia o tacho. Á noite também jantava com a família e muitas vezes acabava por ficar lá em casa com os pais, a ver televisão na sala.

A minha sogra, até era uma mulher muito bem parecida, morena, pintava o cabelo com umas madeixas louras, era alta, pouco mais 1,70m e pesaria perto de 80kg. Não era gorda nem pouco mais ou menos. Era uma mulher encorpada, tinha umas boas coxas e umas mamas bastante avantajadas. Ela ganhou aquele corpo porque praticou natação desde muito nova o que lhe desenvolveu o físico e actualmente também fazia ginásio. Com 44 anos, fazia muita gente virar a cabeça na rua ainda por cima vestia-se bem e de forma clássica, sempre com o seu belo decote a mostrar o que tinha de melhor... aquele belo peito.

Confesso que essa atitude dela sempre me deixou louco, mas como era a minha sogra nada poderia fazer ou tentar, embora eu tivesse sido apanhado algumas vezes por ela a olhar para aquele belo par de melões, sem nunca ter dito nada ou mostrado a intenção de evitar os decotes na minha presença.

Quanto à noite ficávamos a ver televisão na sala, que ficava um pouco de lado com relação ao sofá, o que implicava que todos tivessemos que olhar ligeiramente para a nossa direita. O pai sentava-se sempre na ponta mais próxima da televisão, a mãe no meio e eu na outra ponta, o que até nem me importava porque ao ter que virar um pouco a cabeça para ver a televisão, olhava na direcção da minha sogra, pelo que era só desviar o olhar para baixo para admirar aquele par de melões e então quando ela estava com aqueles decotes mais pronunciados, ficava de pau feito...

Num determinado domingo fizemos um churrasco no jardim, comeu-se bem e bebeu-se melhor. O meu sogro trouxe um “tintol” que um cliente lhe tida dado “directamente do labrador”. Aquilo era uma pomada e peras... O meu sogro, sogra e cunhado (que andava na tropa) ficaram bem tocados. Como era eu que estava a tratar da carne, tinha-me que levantar várias vezes, pelo que quando notei que estava a ficar meio zonzo, parei com a bebida. Findo o repasto, a minha namorada que ia de viagem para Lisboa deu boleia ao irmão até ao Entrocamento.

Quando arrancaram, nós fomos para cima. A minha sogra foi aos "ss" ver a sua novela enquanto se ria e dizia que estava alcoolizada, ajudo o seu sogro que caminhava também a cambalear a ir para o quarto. Deita-de de barriga para baixo, tiro-lhe os sapatos e cubro-o com uma colcha. Ainda não tinha saído do quarto e já o ouvia a ressonar. Eu que não queria perder a “minha” novela, foi para a sala onde já estava a minha sogra a ver televisão com a cabeça encostada para trás e com os olhos meio fechados. Eu digo-lhe: já se dorme aqui... mas ela nem reage. Fico uns segundos a admirar o seu corpo e em especial, o seu peito... Quero aproveitar aquele momento e puxo do meu telemóvel, e tiro-lhe uma foto de corpo inteiro, depois aproximo-me e tiro-lhe outra da cintura para cima, outra só com os seios. Depois ainda tiro outra de cima, para apanhar bem o decote...

Quando me sentei ao lado dela, com o movimento do sofá, ela inclina-se na minha direcção e deita a cabeça no meu ombro. Fico imóvel sem saber muito bem o que fazer. Se lhe mexo desperto-a e ela vai dormir para a cama. Como não quero perder o espectáculo e estou a ficar de pau feito com a visão privilegiada que tenho daqueles melões, deixo-me ficar quitos. Uns 10 minutos depois, ela começa a mexer-se e vejo que pretende deitar-se na minha direcção. Tento sair devagar arrastando o traseiro para a esquerda, mas ela é mais rápida e deita a cabeça sobre as minhas pernas. Enquanto ela se deita abre um pouco os olhos e diz entre dentes “estou... estou tão... cansada... querido...”. Era assim que ela tratava o marido, por isso devia pensar que eu era ele. Volta a fechar os olhos.

Baixei o som da tv com o comando e fiquei por uns largos minutos a olhar para ela. Naquele dia, ela usava um vestido feito numa peça única, cujas alças, cobriam os seios e eram atadas com um laço atrás do pescoço. O vestido era de um tecido muito fino, colorido e algo justo, o que fazia com que deixa-se perceber as suas curvas, e no caso que me interessava, permitia ver claramente os contornos dos seus enormes e redondos seios. Infelizmente ao deita-se coloca o braço direito dobrado à frente do peito, o que me faz perder a visão directa sobre eles.

Pensando que tinha terminado o espectáculo, coloco-lhe a minha mão no ombro, abano-a um pouco e chamo-a. Ela reage mexendo-se e volta a acomodar-se. Ainda com a minha mão no seu ombro, sinto o calor e a suavidade da sua pele e aquilo ainda desperta mais omeu tesão. Como ela não está "apagada", apenas perdeu a consciência da realidade sob o efeito do vinho, arrisco e começo a acariciar-lhe o ombro, depois o braço. Lentamente arrasto o cabelo mais para trás para poder ver os seus olhos, depois, baixo a mão e coloco-a em cima do braço dela e recomeço a acariciá-lo.

Ela não só não acordou como parecia estar a gostar e então eu continuei a acariciá-la. Pego-lhe no pulso e puxo-lhe o braço para cima e coloco-o ao longo do corpo para poder ver aqueles melões. Fiquei a admirá-los por uns bons minutos, depois olhando para baixo, baixei a minha mão e consegui chegar à ponta do vestido e muito devagar puxo-a para cima até ficar com aquelas belas coxas ao léu. Depois por várias vezes tentei descer a minha mão na direcção daquelas belas mamas, mas o medo de a acordar fazia-me voltar atrás. No entanto, com tantas insistências, é ela que pega na minha mão e coloca-a sobre o seu seio direito e deixa a sua mão sobre a minha. Começo lentamente a acariciar aquele belo marmelo.

E tudo isto na sala, com o meu sogro a ressonar no quarto ao lado. Uns bons minutos depois e com muito cuidado, com a minha mão esquerda comecei a desapertar-lhe o laço do vestido atrás do pescoço. Entretanto ela deixa “cair” a mão que segurava a minha contra o seu seio e aproveito para lhe descer as alças do vestido. Que tesão me deu. Comecei novamente a apalpar-lhe o seio sobre o sutiã e então (como era cai-cai) com a ponta dos dedos, desço-o com dificuldade para debaixo daqueles enormes seios. Era a primeira vez que os via nus à minha frente! Todo o meu corpo tremia com a emoção.

Puxo outravez do telemóvel e mais algumas fotos daqueles belos marmelos gigantes! O flash faz-la reagir mas não desperta. Guardo o telemóvel e com as pontas dos dedos comecei a acariciar-lhe o bico que começa a ficar em sentido, e depois apalpo-lhe o seio, a minhão mão o consegue apanhar todo de tão grande que é! Nesse momento ela entre dentes diz: oh querido... é tão bom... (confirmo, tomava-me pelo marido, fixe!).

Continuo a acariciar-lhe o seio com muita delicadeza, mas quero mais. Puxo-lhe as alças para cima e faço meio laço, desço-lhe a saia e começo lentamente a sair de baixo dela enquanto tento virá-la para cima até a deixar deitada no sofá à minha disposição. Ao fundo ouço o meu sogro a ressonar. Dali não vem perigo, só espero que ela esteja tão tocada que não acorde por completo...

Decido aguardar um pouco para ver se ela reage, mas nada. Volto a puxar o vestido para cima e até á cintura. Subo-lhe a perna esquerda para cima do sofá e tiro-lhe a cueca, o que faço com muito, muito cuidado e atiro-a para debaixo do sofá. Depois, pego-lhe na perna direita e coloco-a dobrada pelo joelho encostada às costas do sofá, a outra volto a colocá-la para baixo e fora do assento deste. Com as pernas assim escancaradas fico a admirar aquela cona com os pelos muito bem aparados. Naquele momento só me apetecia saltar para cima dela e comê-la toda...

Coloco-me de joelhos ao lado do sofá e volto a desapertar o meio laço que fiz e desço as alças até à barriga... Levanto-me para ver melhor aqueles melões... São perfeitos! Na verdade, todos adoramos mamas grandes, mas sabemos que quando a mulher tira o sutiã, ficamos desiludidos porque a gravidade fá-los cair, chegando quase à barriga. Mas no caso da minha sogra, era diferente, porque eram grandes, mesmo grandes, mas mesmo sem o sutiã eles não descaiam muito e mantinham-se praticamente redondos e firmes. Uma vez mais, pego no telemóvel e tiro mais algumas fotos de várias posições, mas eis que faz-se luz... Lembro-me que eles têm uma câmara HD topo de gama ali mesmo na sala. Ligo-a e coloco-a na estante ao lado da TV e com o ecrã ligado faço o enquadramento do sofá. Fecho o ecrã para poupar bateria e ligo-a...

Aproximo-me dela e ajoelho-me novamente para começar a acariciar a minha maior tentação: que beloas mamas e que suaves! A minha sogra reage com um suspiro e um movimento corporal, mas mais nada. Passo a língua pelos bicos das mamas enquanto pelo canto do olho vou olhando para ela... reage com um novo suspiro... Brinco com um e depois com o outro... Depois começo a chupá-los delicadamente enquanto a minha mão esquerda vai-lhe acariciando a parte interior das coxas. Com a direita vou-lhe apalpando a mama mais próxima. Ela solta longos suspiros, vai virando a cabeça ora para um lado,ora para o outro mas continua sem abrir os olhos de tão pesados que estão!

Vou até ao fundo do sofá para ver bem de perto aquele bichano. Toco-lhe com os dedos, ela mantém as reacções normais sem despertar, abro-lhe aqueles lábios carnudos e começo a lambê-la delicadamente. Ela faz um movimento pronunciado e solta um grande suspiro. Assustado paro o que estou a fazer e fico petrificado, se ela desperta estou perdido.... Mas ela continua meio grogue, pelo que uns segundos depois volto ao ataque. Primeiro com a língua, seja a lamber ou a chupar aquele grelinho com muita suavidade e muito devagar. Ela volta a falar em pequenos intervalos e entre dentes: aiiiii que bom querido... já tinha saudades disso... hmmm é tão bom... hmmm... continua... aaaah que saudades... depois enfiando-lhe o dedo na coninha, e de cada vez que o introduzo, recebo um suspiro dela acompanhado por um ligeiro estremecer do seu enorme corpo...

Estava eu há uns bons minutos neste lambe-lambe gostoso (não há dúvida que um pito lavadinho é uma delicia e o dela, bem como a pele, tinha um cheiro divinal!) quando ela,já bem humedecida, me pede para a foder, assim mesmo com todas as letras! Não aguento mais o tesão, desço os calções e ponho o meu pau duro como o aço de fora. Coloco-me sobre ela, e começo a esfregar o meu membro com delicadeza naqueles lábios vaginais e por fim começo a penetrá-la muito devagar. Ela reage à entrada do meu pau com um suspiro de prazer. Acho que na sua mente tomada pelo licor, está a pensar que está a fazer amor com o marido. Volta e meia vai dizendo umas palavras de prazer entre dentes, sinal de que estava mesmo a sentir prazer...

Após alguns vai-e-vem dentro dela, começo a deixar o meu corpo cair sobre o dela, ela ao sentir o meu peso move os seus braços para trás como se se estivesse a entregar toda... Uau, nem quero acreditar, nem nos meus melhores sonhos, sonhei que teria a oportunidade de comer a minha sogra...Ergo-me ligeiramente e começo então a apalpar-lhe e a beijar-lhe as mamas enquanto continuo a enfiar-lhe o meu pau vagarosamente. Ela continua a manifestar prazer e a dizer expressões de prazer mas sem chegar a despertar.

Enquanto a penetro delicadamente, deito-me outra vez completamente sobre ela para sentir os melões contra o meu peito e faço-lhe um linguado no pescoço. Ela mostra gostar... Uns minutos depois volto a erguer-me, ficando apoiado sobre os meus cotovelos... Aqueles melões continuam colados ao meu peito! Que visão! Que tesão me dão! Ergo-me ainda mais, apoiando as minha mãos no sofá, como se fosse fazer flexões e olho para baixo, para ver o meu pau a entrar e a sair daquela grutinha...

Estamos nisto há uns bons 20 minutos quando começo a sentir nela sinais de que está a aumentar a intensidade dos gemidos, sinal que o seu climax está a aproximar-se. Ainda não sinto vontade de me vir, mas esqueço-me de todos os cuidados e delicadezas e começo a aumentar o ritmo das minhas investidas para apressar o meu climax também. Os seus gemidos começam a ganhar maior ritmo e sonoridade. Noto que ela está mesmo perto de gozar. Aquilo deixou-me assustado porque ela podia ganhar consciência ou no pior dos casos, se gemesse muito alto podia acordar o marido...

Foi neste momento em que dava as investidas mais fortes que ela abre a boca o máximo que consegue, inclina a cabeça para trás e começa a soltar uns longos gemidos, sinal que está a vir-se. Continua a penetrá-la porque também quero vir-me, mas a coisa parece estar difícil pelo que tento concentrar-me. Ela começa a soltar uns "ais" de prazer e contorse-se um pouco, sinal que chegou lá! Eu não paro e volto a deitar-se sobre ela, continuando a dar-lhe com força, enquanto ela continua a gemer apesar de ter acalmado com os gemidos, sem no entanto ter parado...

Então uns segundos depois, volta a por os braços para trás, agarra-se ao seu cabelo, aperta as coxas em mim, arqueia o corpo para cima, e ainda com a cabeça inclinada para trás, começa novamente a gemer profundamente, primeiro de forma espaçada, depois vai aumentando o ritmo até começar a gemer incontroladamente enquanto se despenteia-a todas com as mãos...

Por fim solta uns "ais" de prazer mais prolongados e então nesse momento chega o meu momento de felicidade ao explodir de prazer dentro dela, enchendo-lhe aquela coninha com o meu leitinho quente! Que maravilhoso, atingimos o orgasmo ao mesmo tempo. Enquanto continuo a dar-lhe as estocadas finais, já depois de ter vertido todo o meu leite, ela continua a gemer ofegantemente. Volto e deitar-me sobre ela e vejo que ela continua com a boca bem aberta, enquanto continua com os suspiros longos como se lhe faltasse o oxigénio e para minha surpresa e terror reparo que... tem os olhos bem abertos fixos no tecto... Merda!!!

Assustado fico a olhar para ela completamente petrificado e sem reacção. Ela continua absorta no prazer que sente, sem se ter apercebido ainda da realidade, mas passados alguns segundos, quando olha para mim, vê que não é o marido que está em cima dela e ainda com alguns gemidos e um respirar ofegante, num movimento brusco atira-me para o chão, enquanto solta um "não" de surpresa e terror e tenta levantar-se sem sucesso, ficando sentada no sofá... Olha para as pernas e cobre-se, depois com os braços tenta tapar os seios enquanto olha para mim sentado no chão com um verdadeiro olhar de confusão e terror. O que é que fizemos? repete uma e outra vez, enquanto põe a mão na cabeça e abana-a de lado para lado em negação. Como é que isto foi acontecer? Como foi possível?

Ela levanta-se ainda meio atordoada, a cambalear e ainda ofegante tenta encontrar uma explicação mas não consegue coordenar as ideias. Eu tento fazer o meu teatro e finjo estar também bêbado, atordoado e confuso. Enquanto se vestia ia dizendo que aquilo não poderia ser, que aquilo estava mal, que não podiamos fazer aquilo, que aquilo era um erro, o que aconteceria se o marido ou a filha descobrissem. Tentei acalmá-la dizendo para ter calma, que a culpa não era nossa, foi o ambiente, o vinho, que não estavamos em nós.

Depois de uns longos minutos calada e sentada no sofá, comigo em pé e na expectativa do que vai fazer e dizer, ela vai-se acalmando, enquanto noto que tentar coordenar as ideias, só espero que não consiga lembrar-se de nada... Ela felizmente estão tão confusa que não consegue lembrar-se e ainda muito constrangida e visivelmente envergonhada levanta-se diz-me para esperar que temos que ter uma conversa...

Concordei. Ela a cambalear e a segurar-se às paredes dirige-se para o wc e ouço-a a ligar o duche. Lembro-me da câmara ligada, para a gravação, tiro o cartão de memória e guardo-o no bolso e volto a colocá-la no seu sitio. Sento-me à espera da minha sogra e começo a pensar numa estratégia para me desculpar. Ela regressa vestida com um robe e visivelmente atrapalhada, envergonhada e quase a chorar, diz que não sabe como é que isto pode acontecer e faz-me jurar que guardaria segredo do que tinha acontecido, para esquecer o que tinha acontecido e que tinhamos que continuar como se nada tivesse acontecido porque estavam muitas coisas em risco.

Deixo-a descansada e prometo tudo o que ela quer. Noto que ela está muito aflita e confusa. Ela vai-se deitar, eu vou para o meu quarto, faço as ligações necessárias e meto o filme a passar. Apesar da sala estar com a luz apagada, a claridade da televisão ligada e o facto da câmara filmar muito bem mesmo com pouco luz, consegue-se ter uma imagem com som perfeita! Enquanto revejo o filme, fico novamente com uma ereção. A melhor noite e a melhor aventura sexual da minha vida! E que aventura! Comi a minha sogra, que apesar de estar bêbada, gostou e gozou... duas vezes e ainda consegui brindá-la com o meu precioso líquido! E a cereja em cima do bolo: estava tudo gravado!

Como ficava sozinho, almoçava quase todos os dias com a minha sogra. Ela era enfermeira no hospital da nossa zona que ficava a 1km de distância. Almoçávamos sozinhos porque o meu sogro – quer era advogado, tinha um escritório no Porto e almoçava lá. Quem cozinhava era uma senhora que ia lá a casa todas as manhas limpar a casa deles e a nossa e antes de ir embora fazia o tacho. Á noite também jantava com a família e muitas vezes acabava por ficar lá em casa com os pais, a ver televisão na sala.

A minha sogra, até era uma mulher muito bem parecida, morena, pintava o cabelo com umas madeixas louras, era alta, pouco mais 1,70m e pesaria perto de 80kg. Não era gorda nem pouco mais ou menos. Era uma mulher encorpada, tinha umas boas coxas e umas mamas bastante avantajadas. Ela ganhou aquele corpo porque praticou natação desde muito nova o que lhe desenvolveu o físico e actualmente também fazia ginásio. Com 44 anos, fazia muita gente virar a cabeça na rua ainda por cima vestia-se bem e de forma clássica, sempre com o seu belo decote a mostrar o que tinha de melhor... aquele belo peito.

Confesso que essa atitude dela sempre me deixou louco, mas como era a minha sogra nada poderia fazer ou tentar, embora eu tivesse sido apanhado algumas vezes por ela a olhar para aquele belo par de melões, sem nunca ter dito nada ou mostrado a intenção de evitar os decotes na minha presença.

Quanto à noite ficávamos a ver televisão na sala, que ficava um pouco de lado com relação ao sofá, o que implicava que todos tivessemos que olhar ligeiramente para a nossa direita. O pai sentava-se sempre na ponta mais próxima da televisão, a mãe no meio e eu na outra ponta, o que até nem me importava porque ao ter que virar um pouco a cabeça para ver a televisão, olhava na direcção da minha sogra, pelo que era só desviar o olhar para baixo para admirar aquele par de melões e então quando ela estava com aqueles decotes mais pronunciados, ficava de pau feito...

Num determinado domingo fizemos um churrasco no jardim, comeu-se bem e bebeu-se melhor. O meu sogro trouxe um “tintol” que um cliente lhe tida dado “directamente do labrador”. Aquilo era uma pomada e peras... O meu sogro, sogra e cunhado (que andava na tropa) ficaram bem tocados. Como era eu que estava a tratar da carne, tinha-me que levantar várias vezes, pelo que quando notei que estava a ficar meio zonzo, parei com a bebida. Findo o repasto, a minha namorada que ia de viagem para Lisboa deu boleia ao irmão até ao Entrocamento.

Quando arrancaram, nós fomos para cima. A minha sogra foi aos "ss" ver a sua novela enquanto se ria e dizia que estava alcoolizada, ajudo o seu sogro que caminhava também a cambalear a ir para o quarto. Deita-de de barriga para baixo, tiro-lhe os sapatos e cubro-o com uma colcha. Ainda não tinha saído do quarto e já o ouvia a ressonar. Eu que não queria perder a “minha” novela, foi para a sala onde já estava a minha sogra a ver televisão com a cabeça encostada para trás e com os olhos meio fechados. Eu digo-lhe: já se dorme aqui... mas ela nem reage. Fico uns segundos a admirar o seu corpo e em especial, o seu peito... Quero aproveitar aquele momento e puxo do meu telemóvel, e tiro-lhe uma foto de corpo inteiro, depois aproximo-me e tiro-lhe outra da cintura para cima, outra só com os seios. Depois ainda tiro outra de cima, para apanhar bem o decote...

Quando me sentei ao lado dela, com o movimento do sofá, ela inclina-se na minha direcção e deita a cabeça no meu ombro. Fico imóvel sem saber muito bem o que fazer. Se lhe mexo desperto-a e ela vai dormir para a cama. Como não quero perder o espectáculo e estou a ficar de pau feito com a visão privilegiada que tenho daqueles melões, deixo-me ficar quitos. Uns 10 minutos depois, ela começa a mexer-se e vejo que pretende deitar-se na minha direcção. Tento sair devagar arrastando o traseiro para a esquerda, mas ela é mais rápida e deita a cabeça sobre as minhas pernas. Enquanto ela se deita abre um pouco os olhos e diz entre dentes “estou... estou tão... cansada... querido...”. Era assim que ela tratava o marido, por isso devia pensar que eu era ele. Volta a fechar os olhos.

Baixei o som da tv com o comando e fiquei por uns largos minutos a olhar para ela. Naquele dia, ela usava um vestido feito numa peça única, cujas alças, cobriam os seios e eram atadas com um laço atrás do pescoço. O vestido era de um tecido muito fino, colorido e algo justo, o que fazia com que deixa-se perceber as suas curvas, e no caso que me interessava, permitia ver claramente os contornos dos seus enormes e redondos seios. Infelizmente ao deita-se coloca o braço direito dobrado à frente do peito, o que me faz perder a visão directa sobre eles.

Pensando que tinha terminado o espectáculo, coloco-lhe a minha mão no ombro, abano-a um pouco e chamo-a. Ela reage mexendo-se e volta a acomodar-se. Ainda com a minha mão no seu ombro, sinto o calor e a suavidade da sua pele e aquilo ainda desperta mais omeu tesão. Como ela não está "apagada", apenas perdeu a consciência da realidade sob o efeito do vinho, arrisco e começo a acariciar-lhe o ombro, depois o braço. Lentamente arrasto o cabelo mais para trás para poder ver os seus olhos, depois, baixo a mão e coloco-a em cima do braço dela e recomeço a acariciá-lo.

Ela não só não acordou como parecia estar a gostar e então eu continuei a acariciá-la. Pego-lhe no pulso e puxo-lhe o braço para cima e coloco-o ao longo do corpo para poder ver aqueles melões. Fiquei a admirá-los por uns bons minutos, depois olhando para baixo, baixei a minha mão e consegui chegar à ponta do vestido e muito devagar puxo-a para cima até ficar com aquelas belas coxas ao léu. Depois por várias vezes tentei descer a minha mão na direcção daquelas belas mamas, mas o medo de a acordar fazia-me voltar atrás. No entanto, com tantas insistências, é ela que pega na minha mão e coloca-a sobre o seu seio direito e deixa a sua mão sobre a minha. Começo lentamente a acariciar aquele belo marmelo.

E tudo isto na sala, com o meu sogro a ressonar no quarto ao lado. Uns bons minutos depois e com muito cuidado, com a minha mão esquerda comecei a desapertar-lhe o laço do vestido atrás do pescoço. Entretanto ela deixa “cair” a mão que segurava a minha contra o seu seio e aproveito para lhe descer as alças do vestido. Que tesão me deu. Comecei novamente a apalpar-lhe o seio sobre o sutiã e então (como era cai-cai) com a ponta dos dedos, desço-o com dificuldade para debaixo daqueles enormes seios. Era a primeira vez que os via nus à minha frente! Todo o meu corpo tremia com a emoção.

Puxo outravez do telemóvel e mais algumas fotos daqueles belos marmelos gigantes! O flash faz-la reagir mas não desperta. Guardo o telemóvel e com as pontas dos dedos comecei a acariciar-lhe o bico que começa a ficar em sentido, e depois apalpo-lhe o seio, a minhão mão o consegue apanhar todo de tão grande que é! Nesse momento ela entre dentes diz: oh querido... é tão bom... (confirmo, tomava-me pelo marido, fixe!).

Continuo a acariciar-lhe o seio com muita delicadeza, mas quero mais. Puxo-lhe as alças para cima e faço meio laço, desço-lhe a saia e começo lentamente a sair de baixo dela enquanto tento virá-la para cima até a deixar deitada no sofá à minha disposição. Ao fundo ouço o meu sogro a ressonar. Dali não vem perigo, só espero que ela esteja tão tocada que não acorde por completo...

Decido aguardar um pouco para ver se ela reage, mas nada. Volto a puxar o vestido para cima e até á cintura. Subo-lhe a perna esquerda para cima do sofá e tiro-lhe a cueca, o que faço com muito, muito cuidado e atiro-a para debaixo do sofá. Depois, pego-lhe na perna direita e coloco-a dobrada pelo joelho encostada às costas do sofá, a outra volto a colocá-la para baixo e fora do assento deste. Com as pernas assim escancaradas fico a admirar aquela cona com os pelos muito bem aparados. Naquele momento só me apetecia saltar para cima dela e comê-la toda...

Coloco-me de joelhos ao lado do sofá e volto a desapertar o meio laço que fiz e desço as alças até à barriga... Levanto-me para ver melhor aqueles melões... São perfeitos! Na verdade, todos adoramos mamas grandes, mas sabemos que quando a mulher tira o sutiã, ficamos desiludidos porque a gravidade fá-los cair, chegando quase à barriga. Mas no caso da minha sogra, era diferente, porque eram grandes, mesmo grandes, mas mesmo sem o sutiã eles não descaiam muito e mantinham-se praticamente redondos e firmes. Uma vez mais, pego no telemóvel e tiro mais algumas fotos de várias posições, mas eis que faz-se luz... Lembro-me que eles têm uma câmara HD topo de gama ali mesmo na sala. Ligo-a e coloco-a na estante ao lado da TV e com o ecrã ligado faço o enquadramento do sofá. Fecho o ecrã para poupar bateria e ligo-a...

Aproximo-me dela e ajoelho-me novamente para começar a acariciar a minha maior tentação: que beloas mamas e que suaves! A minha sogra reage com um suspiro e um movimento corporal, mas mais nada. Passo a língua pelos bicos das mamas enquanto pelo canto do olho vou olhando para ela... reage com um novo suspiro... Brinco com um e depois com o outro... Depois começo a chupá-los delicadamente enquanto a minha mão esquerda vai-lhe acariciando a parte interior das coxas. Com a direita vou-lhe apalpando a mama mais próxima. Ela solta longos suspiros, vai virando a cabeça ora para um lado,ora para o outro mas continua sem abrir os olhos de tão pesados que estão!

Vou até ao fundo do sofá para ver bem de perto aquele bichano. Toco-lhe com os dedos, ela mantém as reacções normais sem despertar, abro-lhe aqueles lábios carnudos e começo a lambê-la delicadamente. Ela faz um movimento pronunciado e solta um grande suspiro. Assustado paro o que estou a fazer e fico petrificado, se ela desperta estou perdido.... Mas ela continua meio grogue, pelo que uns segundos depois volto ao ataque. Primeiro com a língua, seja a lamber ou a chupar aquele grelinho com muita suavidade e muito devagar. Ela volta a falar em pequenos intervalos e entre dentes: aiiiii que bom querido... já tinha saudades disso... hmmm é tão bom... hmmm... continua... aaaah que saudades... depois enfiando-lhe o dedo na coninha, e de cada vez que o introduzo, recebo um suspiro dela acompanhado por um ligeiro estremecer do seu enorme corpo...

Estava eu há uns bons minutos neste lambe-lambe gostoso (não há dúvida que um pito lavadinho é uma delicia e o dela, bem como a pele, tinha um cheiro divinal!) quando ela,já bem humedecida, me pede para a foder, assim mesmo com todas as letras! Não aguento mais o tesão, desço os calções e ponho o meu pau duro como o aço de fora. Coloco-me sobre ela, e começo a esfregar o meu membro com delicadeza naqueles lábios vaginais e por fim começo a penetrá-la muito devagar. Ela reage à entrada do meu pau com um suspiro de prazer. Acho que na sua mente tomada pelo licor, está a pensar que está a fazer amor com o marido. Volta e meia vai dizendo umas palavras de prazer entre dentes, sinal de que estava mesmo a sentir prazer...

Após alguns vai-e-vem dentro dela, começo a deixar o meu corpo cair sobre o dela, ela ao sentir o meu peso move os seus braços para trás como se se estivesse a entregar toda... Uau, nem quero acreditar, nem nos meus melhores sonhos, sonhei que teria a oportunidade de comer a minha sogra...Ergo-me ligeiramente e começo então a apalpar-lhe e a beijar-lhe as mamas enquanto continuo a enfiar-lhe o meu pau vagarosamente. Ela continua a manifestar prazer e a dizer expressões de prazer mas sem chegar a despertar.

Enquanto a penetro delicadamente, deito-me outra vez completamente sobre ela para sentir os melões contra o meu peito e faço-lhe um linguado no pescoço. Ela mostra gostar... Uns minutos depois volto a erguer-me, ficando apoiado sobre os meus cotovelos... Aqueles melões continuam colados ao meu peito! Que visão! Que tesão me dão! Ergo-me ainda mais, apoiando as minha mãos no sofá, como se fosse fazer flexões e olho para baixo, para ver o meu pau a entrar e a sair daquela grutinha...

Estamos nisto há uns bons 20 minutos quando começo a sentir nela sinais de que está a aumentar a intensidade dos gemidos, sinal que o seu climax está a aproximar-se. Ainda não sinto vontade de me vir, mas esqueço-me de todos os cuidados e delicadezas e começo a aumentar o ritmo das minhas investidas para apressar o meu climax também. Os seus gemidos começam a ganhar maior ritmo e sonoridade. Noto que ela está mesmo perto de gozar. Aquilo deixou-me assustado porque ela podia ganhar consciência ou no pior dos casos, se gemesse muito alto podia acordar o marido...

Foi neste momento em que dava as investidas mais fortes que ela abre a boca o máximo que consegue, inclina a cabeça para trás e começa a soltar uns longos gemidos, sinal que está a vir-se. Continua a penetrá-la porque também quero vir-me, mas a coisa parece estar difícil pelo que tento concentrar-me. Ela começa a soltar uns "ais" de prazer e contorse-se um pouco, sinal que chegou lá! Eu não paro e volto a deitar-se sobre ela, continuando a dar-lhe com força, enquanto ela continua a gemer apesar de ter acalmado com os gemidos, sem no entanto ter parado...

Então uns segundos depois, volta a por os braços para trás, agarra-se ao seu cabelo, aperta as coxas em mim, arqueia o corpo para cima, e ainda com a cabeça inclinada para trás, começa novamente a gemer profundamente, primeiro de forma espaçada, depois vai aumentando o ritmo até começar a gemer incontroladamente enquanto se despenteia-a todas com as mãos...

Por fim solta uns "ais" de prazer mais prolongados e então nesse momento chega o meu momento de felicidade ao explodir de prazer dentro dela, enchendo-lhe aquela coninha com o meu leitinho quente! Que maravilhoso, atingimos o orgasmo ao mesmo tempo. Enquanto continuo a dar-lhe as estocadas finais, já depois de ter vertido todo o meu leite, ela continua a gemer ofegantemente. Volto e deitar-me sobre ela e vejo que ela continua com a boca bem aberta, enquanto continua com os suspiros longos como se lhe faltasse o oxigénio e para minha surpresa e terror reparo que... tem os olhos bem abertos fixos no tecto... Merda!!!

Assustado fico a olhar para ela completamente petrificado e sem reacção. Ela continua absorta no prazer que sente, sem se ter apercebido ainda da realidade, mas passados alguns segundos, quando olha para mim, vê que não é o marido que está em cima dela e ainda com alguns gemidos e um respirar ofegante, num movimento brusco atira-me para o chão, enquanto solta um "não" de surpresa e terror e tenta levantar-se sem sucesso, ficando sentada no sofá... Olha para as pernas e cobre-se, depois com os braços tenta tapar os seios enquanto olha para mim sentado no chão com um verdadeiro olhar de confusão e terror. O que é que fizemos? repete uma e outra vez, enquanto põe a mão na cabeça e abana-a de lado para lado em negação. Como é que isto foi acontecer? Como foi possível?

Ela levanta-se ainda meio atordoada, a cambalear e ainda ofegante tenta encontrar uma explicação mas não consegue coordenar as ideias. Eu tento fazer o meu teatro e finjo estar também bêbado, atordoado e confuso. Enquanto se vestia ia dizendo que aquilo não poderia ser, que aquilo estava mal, que não podiamos fazer aquilo, que aquilo era um erro, o que aconteceria se o marido ou a filha descobrissem. Tentei acalmá-la dizendo para ter calma, que a culpa não era nossa, foi o ambiente, o vinho, que não estavamos em nós.

Depois de uns longos minutos calada e sentada no sofá, comigo em pé e na expectativa do que vai fazer e dizer, ela vai-se acalmando, enquanto noto que tentar coordenar as ideias, só espero que não consiga lembrar-se de nada... Ela felizmente estão tão confusa que não consegue lembrar-se e ainda muito constrangida e visivelmente envergonhada levanta-se diz-me para esperar que temos que ter uma conversa...

Concordei. Ela a cambalear e a segurar-se às paredes dirige-se para o wc e ouço-a a ligar o duche. Lembro-me da câmara ligada, para a gravação, tiro o cartão de memória e guardo-o no bolso e volto a colocá-la no seu sitio. Sento-me à espera da minha sogra e começo a pensar numa estratégia para me desculpar. Ela regressa vestida com um robe e visivelmente atrapalhada, envergonhada e quase a chorar, diz que não sabe como é que isto pode acontecer e faz-me jurar que guardaria segredo do que tinha acontecido, para esquecer o que tinha acontecido e que tinhamos que continuar como se nada tivesse acontecido porque estavam muitas coisas em risco.

Deixo-a descansada e prometo tudo o que ela quer. Noto que ela está muito aflita e confusa. Ela vai-se deitar, eu vou para o meu quarto, faço as ligações necessárias e meto o filme a passar. Apesar da sala estar com a luz apagada, a claridade da televisão ligada e o facto da câmara filmar muito bem mesmo com pouco luz, consegue-se ter uma imagem com som perfeita! Enquanto revejo o filme, fico novamente com uma ereção. A melhor noite e a melhor aventura sexual da minha vida! E que aventura! Comi a minha sogra, que apesar de estar bêbada, gostou e gozou... duas vezes e ainda consegui brindá-la com o meu precioso líquido! E a cereja em cima do bolo: estava tudo gravado!

Como ficava sozinho, almoçava quase todos os dias com a minha sogra. Ela era enfermeira no hospital da nossa zona que ficava a 1km de distância. Almoçávamos sozinhos porque o meu sogro – quer era advogado, tinha um escritório no Porto e almoçava lá. Quem cozinhava era uma senhora que ia lá a casa todas as manhas limpar a casa deles e a nossa e antes de ir embora fazia o tacho. Á noite também jantava com a família e muitas vezes acabava por ficar lá em casa com os pais, a ver televisão na sala.

A minha sogra, até era uma mulher muito bem parecida, morena, pintava o cabelo com umas madeixas louras, era alta, pouco mais 1,70m e pesaria perto de 80kg. Não era gorda nem pouco mais ou menos. Era uma mulher encorpada, tinha umas boas coxas e umas mamas bastante avantajadas. Ela ganhou aquele corpo porque praticou natação desde muito nova o que lhe desenvolveu o físico e actualmente também fazia ginásio. Com 44 anos, fazia muita gente virar a cabeça na rua ainda por cima vestia-se bem e de forma clássica, sempre com o seu belo decote a mostrar o que tinha de melhor... aquele belo peito.
 
Confesso que essa atitude dela sempre me deixou louco, mas como era a minha sogra nada poderia fazer ou tentar, embora eu tivesse sido apanhado algumas vezes por ela a olhar para aquele belo par de melões, sem nunca ter dito nada ou mostrado a intenção de evitar os decotes na minha presença.

Quanto à noite ficávamos a ver televisão na sala, que ficava um pouco de lado com relação ao sofá, o que implicava que todos tivessemos que olhar ligeiramente para a nossa direita. O pai sentava-se sempre na ponta mais próxima da televisão, a mãe no meio e eu na outra ponta, o que até nem me importava porque ao ter que virar um pouco a cabeça para ver a televisão, olhava na direcção da minha sogra, pelo que era só desviar o olhar para baixo para admirar aquele par de melões e então quando ela estava com aqueles decotes mais pronunciados, ficava de pau feito...
 
Num determinado domingo fizemos um churrasco no jardim, comeu-se bem e bebeu-se melhor. O meu sogro trouxe um “tintol” que um cliente lhe tida dado “directamente do labrador”. Aquilo era uma pomada e peras... O meu sogro, sogra e cunhado (que andava na tropa) ficaram bem tocados. Como era eu que estava a tratar da carne, tinha-me que levantar várias vezes, pelo que quando notei que estava a ficar meio zonzo, parei com a bebida. Findo o repasto, a minha namorada que ia de viagem para Lisboa deu boleia ao irmão até ao Entrocamento.
 
Quando arrancaram, nós fomos para cima. A minha sogra foi aos "ss" ver a sua novela enquanto se ria e dizia que estava alcoolizada, ajudo o seu sogro que caminhava também a cambalear a ir para o quarto. Deita-de de barriga para baixo, tiro-lhe os sapatos e cubro-o com uma colcha. Ainda não tinha saído do quarto e já o ouvia a ressonar. Eu que não queria perder a “minha” novela, foi para a sala onde já estava a minha sogra a ver televisão com a cabeça encostada para trás e com os olhos meio fechados. Eu digo-lhe: já se dorme aqui... mas ela nem reage. Fico uns segundos a admirar o seu corpo e em especial, o seu peito... Quero aproveitar aquele momento e puxo do meu telemóvel, e tiro-lhe uma foto de corpo inteiro, depois aproximo-me e tiro-lhe outra da cintura para cima, outra só com os seios. Depois ainda tiro outra de cima, para apanhar bem o decote...
 
Quando me sentei ao lado dela, com o movimento do sofá, ela inclina-se na minha direcção e deita a cabeça no meu ombro. Fico imóvel sem saber muito bem o que fazer. Se lhe mexo desperto-a e ela vai dormir para a cama. Como não quero perder o espectáculo e estou a ficar de pau feito com a visão privilegiada que tenho daqueles melões, deixo-me ficar quitos. Uns 10 minutos depois, ela começa a mexer-se e vejo que pretende deitar-se na minha direcção. Tento sair devagar arrastando o traseiro para a esquerda, mas ela é mais rápida e deita a cabeça sobre as minhas pernas. Enquanto ela se deita abre um pouco os olhos e diz entre dentes “estou... estou tão... cansada... querido...”. Era assim que ela tratava o marido, por isso devia pensar que eu era ele. Volta a fechar os olhos.
 
Baixei o som da tv com o comando e fiquei por uns largos minutos a olhar para ela. Naquele dia, ela usava um vestido feito numa peça única, cujas alças, cobriam os seios e eram atadas com um laço atrás do pescoço. O vestido era de um tecido muito fino, colorido e algo justo, o que fazia com que deixa-se perceber as suas curvas, e no caso que me interessava, permitia ver claramente os contornos dos seus enormes e redondos seios. Infelizmente ao deita-se coloca o braço direito dobrado à frente do peito, o que me faz perder a visão directa sobre eles.
 
Pensando que tinha terminado o espectáculo, coloco-lhe a minha mão no ombro, abano-a um pouco e chamo-a. Ela reage mexendo-se e volta a acomodar-se. Ainda com a minha mão no seu ombro, sinto o calor e a suavidade da sua pele e aquilo ainda desperta mais omeu tesão. Como ela não está "apagada", apenas perdeu a consciência da realidade sob o efeito do vinho, arrisco e começo a acariciar-lhe o ombro, depois o braço. Lentamente arrasto o cabelo mais para trás para poder ver os seus olhos, depois, baixo a mão e coloco-a em cima do braço dela e recomeço a acariciá-lo.
 
Ela não só não acordou como parecia estar a gostar e então eu continuei a acariciá-la. Pego-lhe no pulso e puxo-lhe o braço para cima e coloco-o ao longo do corpo para poder ver aqueles melões. Fiquei a admirá-los por uns bons minutos, depois olhando para baixo, baixei a minha mão e consegui chegar à ponta do vestido e muito devagar puxo-a para cima até ficar com aquelas belas coxas ao léu. Depois por várias vezes tentei descer a minha mão na direcção daquelas belas mamas, mas o medo de a acordar fazia-me voltar atrás. No entanto, com tantas insistências, é ela que pega na minha mão e coloca-a sobre o seu seio direito e deixa a sua mão sobre a minha. Começo lentamente a acariciar aquele belo marmelo.
 
E tudo isto na sala, com o meu sogro a ressonar no quarto ao lado. Uns bons minutos depois e com muito cuidado, com a minha mão esquerda comecei a desapertar-lhe o laço do vestido atrás do pescoço. Entretanto ela deixa “cair” a mão que segurava a minha contra o seu seio e aproveito para lhe descer as alças do vestido. Que tesão me deu. Comecei novamente a apalpar-lhe o seio sobre o sutiã e então (como era cai-cai) com a ponta dos dedos, desço-o com dificuldade para debaixo daqueles enormes seios. Era a primeira vez que os via nus à minha frente! Todo o meu corpo tremia com a emoção.
 
Puxo outravez do telemóvel e mais algumas fotos daqueles belos marmelos gigantes! O flash faz-la reagir mas não desperta. Guardo o telemóvel e com as pontas dos dedos comecei a acariciar-lhe o bico que começa a ficar em sentido, e depois apalpo-lhe o seio, a minhão mão o consegue apanhar todo de tão grande que é! Nesse momento ela entre dentes diz: oh querido... é tão bom... (confirmo, tomava-me pelo marido, fixe!).
 
Continuo a acariciar-lhe o seio com muita delicadeza, mas quero mais. Puxo-lhe as alças para cima e faço meio laço, desço-lhe a saia e começo lentamente a sair de baixo dela enquanto tento virá-la para cima até a deixar deitada no sofá à minha disposição. Ao fundo ouço o meu sogro a ressonar. Dali não vem perigo, só espero que ela esteja tão tocada que não acorde por completo...
 
Decido aguardar um pouco para ver se ela reage, mas nada. Volto a puxar o vestido para cima e até á cintura. Subo-lhe a perna esquerda para cima do sofá e tiro-lhe a cueca, o que faço com muito, muito cuidado e atiro-a para debaixo do sofá. Depois, pego-lhe na perna direita e coloco-a dobrada pelo joelho encostada às costas do sofá, a outra volto a colocá-la para baixo e fora do assento deste. Com as pernas assim escancaradas fico a admirar aquela cona com os pelos muito bem aparados. Naquele momento só me apetecia saltar para cima dela e comê-la toda...
 
Coloco-me de joelhos ao lado do sofá e volto a desapertar o meio laço que fiz e desço as alças até à barriga... Levanto-me para ver melhor aqueles melões... São perfeitos! Na verdade, todos adoramos mamas grandes, mas sabemos que quando a mulher tira o sutiã, ficamos desiludidos porque a gravidade fá-los cair, chegando quase à barriga. Mas no caso da minha sogra, era diferente, porque eram grandes, mesmo grandes, mas mesmo sem o sutiã eles não descaiam muito e mantinham-se praticamente redondos e firmes. Uma vez mais, pego no telemóvel e tiro mais algumas fotos de várias posições, mas eis que faz-se luz... Lembro-me que eles têm uma câmara HD topo de gama ali mesmo na sala. Ligo-a e coloco-a na estante ao lado da TV e com o ecrã ligado faço o enquadramento do sofá. Fecho o ecrã para poupar bateria e ligo-a...
 
Aproximo-me dela e ajoelho-me novamente para começar a acariciar a minha maior tentação: que beloas mamas e que suaves! A minha sogra reage com um suspiro e um movimento corporal, mas mais nada. Passo a língua pelos bicos das mamas enquanto pelo canto do olho vou olhando para ela... reage com um novo suspiro... Brinco com um e depois com o outro... Depois começo a chupá-los delicadamente enquanto a minha mão esquerda vai-lhe acariciando a parte interior das coxas. Com a direita vou-lhe apalpando a mama mais próxima. Ela solta longos suspiros, vai virando a cabeça ora para um lado,ora para o outro mas continua sem abrir os olhos de tão pesados que estão!
 
Vou até ao fundo do sofá para ver bem de perto aquele bichano. Toco-lhe com os dedos, ela mantém as reacções normais sem despertar, abro-lhe aqueles lábios carnudos e começo a lambê-la delicadamente. Ela faz um movimento pronunciado e solta um grande suspiro. Assustado paro o que estou a fazer e fico petrificado, se ela desperta estou perdido.... Mas ela continua meio grogue, pelo que uns segundos depois volto ao ataque. Primeiro com a língua, seja a lamber ou a chupar aquele grelinho com muita suavidade e muito devagar. Ela volta a falar em pequenos intervalos e entre dentes: aiiiii que bom querido... já tinha saudades disso... hmmm é tão bom... hmmm... continua... aaaah que saudades... depois enfiando-lhe o dedo na coninha, e de cada vez que o introduzo, recebo um suspiro dela acompanhado por um ligeiro estremecer do seu enorme corpo...
 
Estava eu há uns bons minutos neste lambe-lambe gostoso (não há dúvida que um pito lavadinho é uma delicia e o dela, bem como a pele, tinha um cheiro divinal!) quando ela,já bem humedecida, me pede para a foder, assim mesmo com todas as letras! Não aguento mais o tesão, desço os calções e ponho o meu pau duro como o aço de fora. Coloco-me sobre ela, e começo a esfregar o meu membro com delicadeza naqueles lábios vaginais e por fim começo a penetrá-la muito devagar. Ela reage à entrada do meu pau com um suspiro de prazer. Acho que na sua mente tomada pelo licor, está a pensar que está a fazer amor com o marido. Volta e meia vai dizendo umas palavras de prazer entre dentes, sinal de que estava mesmo a sentir prazer...
 
Após alguns vai-e-vem dentro dela, começo a deixar o meu corpo cair sobre o dela, ela ao sentir o meu peso move os seus braços para trás como se se estivesse a entregar toda... Uau, nem quero acreditar, nem nos meus melhores sonhos, sonhei que teria a oportunidade de comer a minha sogra...Ergo-me ligeiramente e começo então a apalpar-lhe e a beijar-lhe as mamas enquanto continuo a enfiar-lhe o meu pau vagarosamente. Ela continua a manifestar prazer e a dizer expressões de prazer mas sem chegar a despertar.
 
Enquanto a penetro delicadamente, deito-me outra vez completamente sobre ela para sentir os melões contra o meu peito e faço-lhe um linguado no pescoço. Ela mostra gostar... Uns minutos depois volto a erguer-me, ficando apoiado sobre os meus cotovelos... Aqueles melões continuam colados ao meu peito! Que visão! Que tesão me dão! Ergo-me ainda mais, apoiando as minha mãos no sofá, como se fosse fazer flexões e olho para baixo, para ver o meu pau a entrar e a sair daquela grutinha...
 
Estamos nisto há uns bons 20 minutos quando começo a sentir nela sinais de que está a aumentar a intensidade dos gemidos, sinal que o seu climax está a aproximar-se. Ainda não sinto vontade de me vir, mas esqueço-me de todos os cuidados e delicadezas e começo a aumentar o ritmo das minhas investidas para apressar o meu climax também. Os seus gemidos começam a ganhar maior ritmo e sonoridade. Noto que ela está mesmo perto de gozar. Aquilo deixou-me assustado porque ela podia ganhar consciência ou no pior dos casos, se gemesse muito alto podia acordar o marido...
 
Foi neste momento em que dava as investidas mais fortes que ela abre a boca o máximo que consegue, inclina a cabeça para trás e começa a soltar uns longos gemidos, sinal que está a vir-se. Continua a penetrá-la porque também quero vir-me, mas a coisa parece estar difícil pelo que tento concentrar-me. Ela começa a soltar uns "ais" de prazer e contorse-se um pouco, sinal que chegou lá! Eu não paro e volto a deitar-se sobre ela, continuando a dar-lhe com força, enquanto ela continua a gemer apesar de ter acalmado com os gemidos, sem no entanto ter parado...
 
Então uns segundos depois, volta a por os braços para trás, agarra-se ao seu cabelo, aperta as coxas em mim, arqueia o corpo para cima, e ainda com a cabeça inclinada para trás, começa novamente a gemer profundamente, primeiro de forma espaçada, depois vai aumentando o ritmo até começar a gemer incontroladamente enquanto se despenteia-a todas com as mãos...
 
Por fim solta uns "ais" de prazer mais prolongados e então nesse momento chega o meu momento de felicidade ao explodir de prazer dentro dela, enchendo-lhe aquela coninha com o meu leitinho quente! Que maravilhoso, atingimos o orgasmo ao mesmo tempo. Enquanto continuo a dar-lhe as estocadas finais, já depois de ter vertido todo o meu leite, ela continua a gemer ofegantemente. Volto e deitar-me sobre ela e vejo que ela continua com a boca bem aberta, enquanto continua com os suspiros longos como se lhe faltasse o oxigénio e para minha surpresa e terror reparo que... tem os olhos bem abertos fixos no tecto... Merda!!!
 
Assustado fico a olhar para ela completamente petrificado e sem reacção. Ela continua absorta no prazer que sente, sem se ter apercebido ainda da realidade, mas passados alguns segundos, quando olha para mim, vê que não é o marido que está em cima dela e ainda com alguns gemidos e um respirar ofegante, num movimento brusco atira-me para o chão, enquanto solta um "não" de surpresa e terror e tenta levantar-se sem sucesso, ficando sentada no sofá... Olha para as pernas e cobre-se, depois com os braços tenta tapar os seios enquanto olha para mim sentado no chão com um verdadeiro olhar de confusão e terror. O que é que fizemos? repete uma e outra vez, enquanto põe a mão na cabeça e abana-a de lado para lado em negação. Como é que isto foi acontecer? Como foi possível?
 
Ela levanta-se ainda meio atordoada, a cambalear e ainda ofegante tenta encontrar uma explicação mas não consegue coordenar as ideias. Eu tento fazer o meu teatro e finjo estar também bêbado, atordoado e confuso. Enquanto se vestia ia dizendo que aquilo não poderia ser, que aquilo estava mal, que não podiamos fazer aquilo, que aquilo era um erro, o que aconteceria se o marido ou a filha descobrissem. Tentei acalmá-la dizendo para ter calma, que a culpa não era nossa, foi o ambiente, o vinho, que não estavamos em nós.
 
Depois de uns longos minutos calada e sentada no sofá, comigo em pé e na expectativa do que vai fazer e dizer, ela vai-se acalmando, enquanto noto que tentar coordenar as ideias, só espero que não consiga lembrar-se de nada... Ela felizmente estão tão confusa que não consegue lembrar-se e ainda muito constrangida e visivelmente envergonhada levanta-se diz-me para esperar que temos que ter uma conversa...
 
Concordei. Ela a cambalear e a segurar-se às paredes dirige-se para o wc e ouço-a a ligar o duche. Lembro-me da câmara ligada, para a gravação, tiro o cartão de memória e guardo-o no bolso e volto a colocá-la no seu sitio. Sento-me à espera da minha sogra e começo a pensar numa estratégia para me desculpar. Ela regressa vestida com um robe e visivelmente atrapalhada, envergonhada e quase a chorar, diz que não sabe como é que isto pode acontecer e faz-me jurar que guardaria segredo do que tinha acontecido, para esquecer o que tinha acontecido e que tinhamos que continuar como se nada tivesse acontecido porque estavam muitas coisas em risco.
 
Deixo-a descansada e prometo tudo o que ela quer. Noto que ela está muito aflita e confusa. Ela vai-se deitar, eu vou para o meu quarto, faço as ligações necessárias e meto o filme a passar. Apesar da sala estar com a luz apagada, a claridade da televisão ligada e o facto da câmara filmar muito bem mesmo com pouco luz, consegue-se ter uma imagem com som perfeita! Enquanto revejo o filme, fico novamente com uma ereção. A melhor noite e a melhor aventura sexual da minha vida! E que aventura! Comi a minha sogra, que apesar de estar bêbada, gostou e gozou... duas vezes e ainda consegui brindá-la com o meu precioso líquido! E a cereja em cima do bolo: estava tudo gravado!
 
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