Dona de casa desesperada
Publicado em 2012-09-05 na categoria Contos eróticos / Fantasias


O que vou relatar aqui aconteceu de verdade numa segunda-feira. O meu nome é Luana, sou casada há 15 anos, tenho 40 anos, corpo de fazer inveja pois faço exercícios, cu empinadinho e durinho, seios também empinadinhos e umas coxas que todos olham, bom, de tanto ouvir as minhas amigas a dizerem que era para eu experimentar sair de traz do armário eu resolvi atirar-me à internet porque eu nem sabia por onde começar...

Conheci o Cesar num bar, eu muito distraída nem notei, mas segundo ele, despiu-me com os olhos mal oulhou para mim. Depois encontramo-nos num site de relacionamentos.... trocamos MSN e ele acabou por me encantar com a sua conversa interessante e marcamos um encontro.

Fiquei fascinada e não me continha, mas as circunstâncias não permitiam nada além de nos olharmos, quando eu estava a ir embora e entrar no meu carro eu olhei para traz e o Cesar estava a fitar-me, um olhar que na mesma hora me fez sentir nua, um olhar penetrante e pude sentir que esse seria o homem que me iria tirar do armário e satisfazer as minhas fantasias.

No segundo encontro fomos para um motel, ainda meio constrangida por seur a primeira vez que ia trair o meu marido que sempre me respeitou e teve muita paciência.

Bebemos uns copos de vinho e quando menos percebi já estava com aquele homem nos meus braços a beijar-me a boca, pescoço e descendo pros meus seios que já estavam com os bicos quase a explodir de tesão.

Nem demorei e já fui arrancado a sua camisa e comecei a beijá-lo como uma louca.

Eu sentia o caralho duríssimo dele entre minhas pernas, ele agarrava-me que parecia que estava a penetrar-me por cima da minha roupa, atirou-me para cima da cama de frente para ele, abriu as minhas pernas e começou a chupar-me avidamente...

Sentia perfeitamente a sua língua quente a entrar e a sair, a passear livremente por todo o lado e ia até ao meu cuzinho, minha nossa, nunca ninguém me tinha feito isso, que sensação sublime, que tesão, que vontade de foder...

Comecei a implorar para que me fodesse: "anda fode-me a valer, fode-me toda, tira esse pau para fora e fode-me", foi ai então que ele tirou aquele pau, hmmm e que pau, minha nossa, eu nem sabia o que fazer, tremia inteira, talvez de medo junto com o tesão e a ansiedade em sentir aquele mastro a penetrar-me.

Foi quando ele me agarrou pelos meus cabelo e meteu o seu pau pela minha boca dentro, eu nunca tinha passado por isso, não queria, mas ele puxava-me á força contra o pau dele que comecei a chupá-lo e a "engolí-lo" todo dentro da minha boca.

Enlouqueci e queria que ele jorrasse o seu leite quente dentro da minha boca, mas ele tirou o seu pau e virou-me de uma única vez e meteu-me de quatro de costas para ele.

Eu fechei os olhos e esperei...

Quando senti aquele pau a invadir a minha coninha sedenta. Então eu gemi, gemi muito, gemi de prazer. Ele enterrava o pau até lá bem no fundo e tirava-o frenéticamente.

Eu gemia como uma puta por sentir as investidas daquele pau. Queria senti-lo todinho dentro de mim. Nunca imaginei que eu poderia ser tão puta!

Ele começou a dar-me uma palmadas nas minhas nádegas e chamava-me "minha puta", "sua vadia". Aquelas palmadas doiam mas davam-me cada vez mais pica, e quantos mais nomes ele me chamava, mais louca de tesão eu ficava e pedia para continuar a foder-me.

Não aguentei mais e gozei, gozei muito, gozei como nunca tinha gozado com o meu marido.

Ele tira o seu pau de dentro de mim e voltou a chupar e a lamber a minha coninha por trás e estava quase a gozar novamente na boca dele. Morria de vergonha mas, ele pedia-me, e dizia: goza na minha boca sua puta, quero sentir o gostinho do teu gozo nos meus lábios.

Não resisti e gozei novamente. Ele levanta-se e volta a enfiar o pau duro como aço na minha cona. Depois de umas vigorantes estocadas que me faziam soltar sonoros gemidos de prazer, ele tirou o pau e começou a esfrega-lo no meu cuzinho...

Esse buraco ainda era virgem, nem o meu marido, nem nenhum namorado antes o tinha comido. Como não me sentia à vontade, pedi-lhe para não me enfiar o pau no cu, mas confesso que fiquei louca de desejo de sentir aquele pau a tirar-me os três e a foder-me o cuzinho!

Aqui ele foi compreensivo e parou, conversamos um pouco sobre isso enquanto ele me acariciava o olho do cu com o seu dedo e me ia dando uns beijos pelo corpo. Depois introduziu-o ligeiramente. Gemi com a dor. Ele diz-me para ter calma e para relaxar, mas não tira o dedo que começa a "escorregar" cada vez mais para dentro. Sentia um misto de dor e de desejo de experimentar, mas o medo era maior...

Ele foi um querido, enquanto me vira para cima e me diz que aquele buraquinho há-de ser seu, deita-se sobre mim, penetra-me novamente e começa a foder-me novamente. Estavamos na posição pai e mãe e olhava-me bem fundo nos meus olhos enquanto enfiava o seu pau com força para que eu o sentisse a bater no fundo do meu útero.

A cada investida dele, eu dava um gemido que não conseguia aguentar e calar. Ele continuou um bom tempo nesse entra e sai eu gozei outra vez com aquele pau gostoso dentro de mim. Então ele começou a gemer e percebi que ia gozar, apertei-o contra mim e fixei os meus olhos nos dele e disse-lhe: fode-me querido, anda fode-me, eu sou a tua, enche-me com o teu leitinho...

Ele respondeu-me: vou-te enche de leite sua vadia, tu nunca mais te vais esquecer de tanto leite que vais sentir...

Uauu, quando ele gozou pude ver que era verdade, nunca tinha visto alguém gozar tanto, sentia aquele leitinho quente a invadir-me e acho que gozei novamente!

Quando me levantei fiquei espantada com tanto leite a escorrer pelas minhas coxas. Foi sem qualquer dúvida o dia mais feliz da minha vida.

Agora confesso que já não sei viver mais sem o Cesar e o pau dele, fui transformada numa puta, só de lembrar eu fico toda molhada, só de escrever aqui já estou encharcada.

Hmmm, será que me vou transformar mesmo numa puta descontrolada...

 
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