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Sexo na escola - 1ª partePublicado em 2012-09-13 na categoria Contos eróticos / Hetero
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A história que vou relatar é verídica, pelo que não vou divulgar quaisquer elementos que possam identificar pessoas e lugares. Esta história aconteceu em 1978, mais concretamente no início das aulas lectivas de uma escola primária onde eu era professor da primeira classe e a aventura sexual que vou relatar aconteceu com a jovem mãe de um aluno novo... Após o início do ano lectivo, comecei a notar que um dos meus alunos mostrava alguma dificuldade de aprendizagem, distraía-se muito facilmente e era muito tímido e reservado. Comecei a pensar que o rapaz tinha um ligeiro atraso mental, pelo que, deveria ser encaminhado para uma escola especial onde pudesse ter um acompanhamento mais adequado. Quando confirmei a minha teoria, escrevi um bilhete numa página do seu caderno a solicitar a presença do encarregado de educação no dia seguinte após as aulas da tarde e pedi-lhe para o mostrar aos pais. No dia seguinte, após mais um dia de aulas, os miúdos começam a sair e entra uma funcionária para me avisar que a mãe de um aluno está lá fora para falar comigo. Digo-lhe para a mandar entrar. Uma rapariga jovem espreita pela porta, cumprimenta-me e pede licença para entrar, trazendo o tal aluno pela mão. Enquanto se aproxima, vai pedindo desculpa por o pai não poder vir, porque está a trabalhar. - Bem, mas o assunto que tenho para tratar é com os pais ou um dos pais, não com a irmã. Disse eu. Ela corou e com um sorriso tímido diz-me que é a mãe do miúdo. Agora que pede desculpa sou eu e acrescento: o senhora ainda é muito nova para ter um filho tão grande. - Casei cedo, responde ela. Puxo uma cadeira e peço-lhe para se sentar. Coloco-a a par da situação e ela rompe em lágrimas. Nota-se que o assunto causa-lhe complexos e dor. Levo o miúdo para o fundo da sala e dou-lhe umas folhas e uns marcadores de cera para que se entretenha. Volto para a beira da mãe e sento-me na cadeira ao seu lado. Coloco-lhe a minha mão sobre as suas e peço-lhe para ter calma. Ela lá se acalma. Eu retiro a mão e ela começa a contar a vida dela. Era a mais nova de uma família pobre, tinha ido muito nova servir para casa de uns tios, mas aos 16 engravidou do primeiro filho (agora com 22, já era mãe de três)... Voltando ao assunto, informo-a que terei que encaminhar o filho para uma instituição. Ela pede-me por todos os santos para não o fazer porque o filho tinha realmente um atraso mas não era um tolinho. Pede-me para lhe dar uma oportunidade, e eu respondo que não posso prejudicar os outros por causa dele. E assim continuamos por longos minutos, ela a tentar encontrar argumentos e eu a desmontá-los um a um, até que afirma: Sr. Professor eu estou disposta a fazer qualquer coisa pelo meu filho... Aqui na minha mente fez-se luz. Qualquer coisa? Ela era uma cabritinha de tenra idade, não era particularmente bonita mas era bem parecida, não era gorda nem mal feita (para quem já pariu 3 vezes, não tinha quase barriga nenhuma), tinha uns seios redondinhos e arrebitados, um cabelo liso solto solto os ombros, ainda estava calor pelo que vestia uma blusa de alças que deixava os ombros à mostra e uma saia vincada que ficava um bom palmo acima dos joelhos. Então sentada, deixava mais de meia coxa à vista... Adorava comê-la, mas para isso tinha que tentar a minha sorte com muito cuidado para não a ofender (se o fizesse e ela se queixasse de mim, estava tramado). Menti-lhe dizendo que eu tinha o poder para decidir e acrescei tudo o que teria que fazer em benefício do filho e em prejuízo dos outros alunos e que o filho necessitaria de explicações, o que era caro. Ela lá vai agradecendo, vendo uma luz ao fundo do túnel, mas lamentando-se por não ter dinheiro para isso e então continuo a pintar um quadro negro sobre a situação e ela compreensiva acena preocupada. por isso decidi começar a apalpar terreno... Depois de algumas voltas, pergunto-lhe até onde esta disposta a ir para ajudar o filho. Até onde for preciso, responde ela, sem olhar para mim. Peço-lhe então para olhar para mim, e volto a perguntar: se eu te ajudar, estás disposta a sacrificar-te pelo teu filho? Enquanto faço a pergunta, coloco a minha mão novamente sobre as suas mãos, que estavam “pousadas” sob as suas pernas. Ela olha para a minha mão, aperta as suas, faz uma pausa de silêncio e por fim responde: sim... Bingo, pensei eu. Então desço a minha mão de cima das dela e pouso-a sobre a sua coxa. Acho que até esta altura ela ainda não se tinha apercebido da minha verdadeira intenção porque assim que pousei a mão, ela disse NÂO e levantou-se de um salto, afastando-se dois passos de mim. Surpreso levanto-me também, enquanto ela repera, NÂO e começa a caminhar na direcção do filho. Aterrorizado com as consequências se ela abre a boca, tenho que pensar rápido numa solução. Tenho duas alternativas: pedir desculpa ou meter-lhe medo para não falar. Enquanto caminho atrás dela penso nas alternativas. Se lhe peço desculpa é ela que fica com o poder de desculpar ou não e pode chantagear-me usando o seu silêncio em troca de eu deixar o filho na escola. A outra é usar a minha "autoridade" para a ameaçar que se falar é a palavra dela contra a minha e que tenho o "poder" de mandar o filho para uma instituição. Ela entretanto já tinha mandado o filho levantar-se, pegou na mochila e preparava-se para ir embora quando a agarro por um braço e mando-a esperar e dizendo que tinhamos que falar. Tiro-lhe o filho damão e volto a sentá-lo para que continue a brincar e agarrando a mãe áforça pelo braço levo-a até à outra ponta da sala onde praticamente a empurro para que se sente. Sento-me ao lado dela, olhando-a de frente e começo a ameaçá-la com a minha autoridade de professor e que se eu quiser posso mandar o filho para uma casa de tolinhos. Ressalvo que a decisão é minha, que tenho esse poder, que sou eu e só eu que decido o futuro do seu filho. Conto-lhe estas e outras mentiras, tenho-lhe que incutir medo, tenho que fazer com que ela fique encurralada e se sujeite. Digo-lhe claramente que se quer o bem para o filho, tem que dar algo em troca. Ela ouviu-me sempre em silêncio e por fim sem levantar os olhos, diz: Não me peça isso sr. professor, eu sou uma rapariga simples, o sr. professor conhece mulheres mais bonitas... Interrompo-a dizendo que aqui não conheço outras mulheres, conheço algumas de vista mas mais nada, mas que ela era especial, que assim que a vi gostei dela... e comecei a elogiá-la. Ela tentou argumentar novamente mas interrompi-a para lhe dizer que eu estava disposto a sacrificar-me e a sacrificar a classe para poder ajudar directamente o filho, bem como a dar-lheexplicações de graça. Expliquei-lhe os problemas que isso me causaria. Inventei tudo o que pude para mostrar tudo o que teria que fazer pelo seu filho, e ela, o que fazia? Volto a perguntar: estas mesmo disposta a sacrificar-te pelo teu filho? Espero pela reacção dela. Ela engole em seco e sem se mexer diz, sim, mas... Coloco-lhe a minha mão directamente sobre a coxa eenquanto começo a descer a mão sobre a saia até chegar ao contacto com a sua pele, apalpando-a ligeiramente, digo-lhe: mas nada, todos temos que fazer sacrifícios, tens mais alguma coisa para me dar em troca dos meus? Ela volta a engolir em seco e começa a tremer visivelmente. Levanto-me enquanto lhe digo: nesse caso anda ter comigo à sala ao lado... A sala de aulas era um enorme salão dividido ao meio por uns móveis de arrumação e só havia uma porta que dava acesso a ambas as divisões. Ao passar pela porta, fecho-a à chave e ao olhar para trás vejo a jovem mãe que já está ao lado do filho e lhe dá um beijo na testa, dizendo: não saias daí, a mamã vem já. Quando ela entra na sala, já estou sentado sobre a mesa junto ao quadro, ela aproxima-se sempre a olhar para o chão e pára a meio metro de mim. Eu levanto-me e aproximo-me dela. Ela recua um pouco mas pára quando fica encostada à estante. Peço-lhe para ter calma e começo a dizer-lhe algumas coisas bonitas ao ouvido enquanto acaricio os seus ombros e braços caídos ao longo do corpo. Ela continua a tremer bastante... Beijo-a mas ela não retribui, então começo a fazer-lhe um linguado no pescoço enquanto as minhas mãos começam a apalpá-la, primeiro os seios e depois vou descendo. Apalpo-lhe o cu e chego-a para mim para que cinta o meu pau duro. Depois começo a subir e apalpo-lhes outra vez os marmelos, não era muito grandes nem muito pequenos, mas enchiam bem as minhas mãos, enquanto esfrego o meu pau nela. Ela continua a tremer e sem se mexer. Tiro-lhe as alças da blusa e do sutiã para os lados e baixo-lhe a blusa e o sutiã ao mesmo tempo deixando aqueles melões à vista. Que visão. Atiro-me a eles guloso, enquanto apalpo um vou chupando e lambendo o outro, depois troco e por fim, agarro-os, junto-os e meto os dois bicos na boca. Ela continua sem reagir, apenas fecha os olhos e coloca as suas mão sobre os meus ombros tentando afastar-me. Desço as mãos e subo-lhe a saia enquanto apalpo aquelas belas coxas nuas. Quando chego lá “cima”, começo a apalpar-lhe a cona, ela encolhe-se um pouco e solta um ligeiro gemido. Recompõe-se e deixa-me “mexer” à vontade, embora continuasse a tentar evitar-me. Viro-a de costas para mim e encosto-a a uma secretária. Baixo-me e tiro-lhe a cueca que guardo no meu bolso do casaco, para o caso de alguém bater à porta e ter-mos que nos arranjar. Ainda baixado, abro-lhe as pernas para ver bem aquele pito cabeludo. Ainda atrás dela começo a comer aquele pito à bruta. Ela entretanto começa como que a soluçar... Levanto-me abro o fecho e tiro o meu pau para fora, peço-lhe para que se ponha de joelhos para o abocanhar. Ela fica muito atrapalhada e sem fazer o que fazer. Insisto para que se ajoelhe mas ela não obedece, ficando ali a olhar. Noto que ela nunca fez sexo oral a um homem, mas como o meu tesão era tanto, nem quis perder tempo com explicações, virei-a de costas para mim, inclinei-a novamente sobre a secretária e enfiei-lhe o pau por trás sem pedir licença. Ela soltou um sonoro gemido, o que me fez parar ao pensar que o filho poderia ter ouvido, mas depois de uns segundos sem que nada acontecesse, voltei à carga e comecei a dar-lhe com vontade naquela coninha. A cada investida minha, um suspiro dela, só que desta vez ela tinha o cuidado de cerrar os lábios, pelo que gemia em silêncio. Ela agarra-se fortemente à beira da mesa... Enquanto a fodia, subo o vestido todo para cima para lhe poder ver o rabo branquinho e seguro-a bem pelas ancas para evitar empurrar a secretária. Depois tiro o meu pau, mando-a levantar-se, viro-a para mim e deito-a sobre a secretária. Abro-lhe as pernas bem para os lados e segurando o meu pau com a mão, encaminho-o até à sua grutinha, voltanto a penetrá-la. Ao deitá-la ela fixa olhar nas janelas como se estivesse a olhar para o vazio enquanto eu a como. Depois inclino-me sobre ela e começo a apalpar-lhe as mamas enquanto as beijo e chupo. Sentindo que o meu momento estava a chegar, ergo-me, ergo-lhe as pernas até ao meu peito para a poder agarrar melhor e poder penetrá-la com mais força, começo a aumentar a cadência das minhas investidas até que uns minutos depois esvazio as minhas bolas dentro dela. Terminada a foda, ajudei-a a levantar-se meio cambaleante, dei-lhe a cueca para se vestir enquanto eu me arranjava também. Voltamos para a outra sala em silêncio, destranco a porta enquanto ela foi buscar o filho e saem ambos sem uma palavra... |
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Sexo na escola - 1ª parte




