|
|||
Aventura no elevadorPublicado em 2012-10-26 na categoria Contos eróticos / Grupo
|
|||
Sábado à tarde, dia calmo e tranquilo. Peguei o elevador juntamente com um monte de gente e apertei o botão para o 15º, o meu andar. Ele foi parando em vários andares e as pessoas foram saindo até ficarem apenas eu e um homem que eu já tinha visto várias vezes no meu prédio. Era bastante atraente e mais ou menos da minha idade, musculado e a vestir um fato leve.Eu estava a olhar, distraída, para ele quando os nossos olhos se cruzaram e instintivamente desviamos o olhar. É normal, todo o mundo passa por isso. De repente o elevador deu um solavanco e parou, a luz apagou-se. Claro que dei um gritinho de susto, mas logo a luz de emergência acendeu-se, embora o elevador continuasse parado. Tinha falhado a luz. De imediato eu e o meu companheiro do acaso, apertamos os botões tentando fazer com que ele subisse ou descesse, ou as portas se abrissem, mas nada aconteceu. O telefone de emergência também não funcionava, estava mudo sem sinal. Peguei no meu telemóvel mas estava sem rede dentro do poço de elevador. Ambos ficamos parados sem saber o que fazer. Eu nunca gostei muito de lugares fechados, mesmo não sofrendo de claustrofobia. Iniciamos as apresentações, cada um de nós tentando acalmar o outro dizendo que logo a luz voltaria, que com certeza deveria ser uma falha momentânea, etc. Ele chamava-se Márcio. Mas o certo é que o tempo foi passando e nada. O calor dentro da cabine começou a ficar insuportável, embora eu usasse roupa leva, apenas uma mini saia, uma blusa leve e a respectiva lingerie. Ele despiu o casaco ficando em mangas de camisa e tirando a gravata. Eu colada na parede do elevador a suspirar, queixando-me do calor, queixando-me de estar ali presa. Aí ele passou o braço sobre os meus ombros: - Calma Ana. Tenho certeza que não demorará muito a sairmos daqui! – e continuou abraçando-me e confesso que me sentia bem, estar ali fechada estava a acabar com os meus nervos. Aí ele afagou os meus cabelos puxando-me contra ele. Senti que ele estava excitado, o seu pénis dentro da calça pressionado contra minha barriga. Timidamente ele começou a desabotoar os botões da minha blusa, soltando o soutien e expondo os meus seios. Eu já estava por tudo. Ali fechada, cheio de calor e sozinhos, também fiquei excitada e deixei que ele continuasse. Então ele beijou-me demoradamente na boca e eu correspondi, apertando-me contra ele, as línguas enroladas. A minha rata fervia de tesão e eu levei uma mão até ela, acariciando-a. Ele notou o meu gesto e doido de desejo, logo despiu a camisa encharcado de suor e ajoelhando-se na minha frente, subiu a minha mini saia expondo a calcinha já molhada. Com uma mão afastou-a para o lado e sem perder tempo, a sua língua procurou o meu clitóris que estava excitado, fervendo de tesão. Com muita mestria, ele lambia e chupava. Os seus lábios pegavam o meu grelinho entre eles, segurando, enquanto a língua dentro da boca o acariciava. Eu gemia, atirava-me para a frente: O volume dentro das suas calças era assustador, ameaçava rebentar o ziper. Eu ajoelhei-me na sua frente e sem demoras soltei o cinto, puxando a calça e cueca tudo junto para baixo. O caralho dele saltou feito mola. Nossa, era enorme, grande e grosso como eu nunca tinha visto, com uma cabeçorra vermelha e palpitante. Sem demoras comecei a chupar aquela tora, mas por mais que eu tentasse, só conseguia engolir um pouco daquele monstro. Engolia o mais que podia e recuava chupando forte, para logo repetir. As minhas mãos apertavam o seu rabo duro. Ele estava delirando, gemendo sem parar. Eu queria prolongar o mais possível, então iniciei um lambe-lambe nos lados do caralho, desde a cabecinha até as bolas e subindo pelo outro lado, acima abaixo, sem parar. Aí demorei um pouco mais nos seus testículos, chupando um de cada vez. Introduzi um braço entre as coxas dele para as afastar um pouco, a mão acariciando os seus glúteos atrás, as unhas enterradas neles. A outra mão pegando firme o mastro enquanto lambia e chupava as suas bolas. A língua um pouco mais ousada acariciou o escroto dele, o espacinho entre as bolas e o seu ânus. Ele ao sentir a pontinha dura da minha língua nesse local tão sensível, gemeu mais ainda e as mãos dele enterradas na minha cabeça, forçaram um pouco mais, empurrando a minha cabeça mais para entre as suas pernas. Então fiz com que a ponta da minha língua tocasse na entrada do seu ânus só ao de leve e logo recuasse de novo para as bolas. Ele estremeceu como se tivesse apanhado um choque eléctrico, acho que a sensação de prazer foi demasiada para ele. Então puxei fora o braço que mantinha entre as coxas dele, deixando que as pontas dos dedos roçassem lentamente por entre o seu rego, centímetro a centímetro, acariciando cada pormenor até chegar ao saco. Olhando para o outro rapaz, vi que ele já estava com todo o tesão. Não tinha aguentado muito ao ver-nos e já tinha baixado a calça iniciando uma punheta. Tadinho. Aí pedi ao Márcio para parar e ajoelhando-me na frente do rapaz, comecei a punhetar o seu pau, logo chupando-o também. |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






Aventura no elevador




