Sexo a três
Publicado em 2012-09-13 na categoria Contos eróticos / Grupo


Considero-me uma rapariga normal. Não sou particularmente bonita, embora não seja mal parecida, sou cheiinha, sem ser muito gorda e sem grandes atributos físicos de realce. Talvez por isso, e pelo facto de ser um pouco tímida, nunca tive muita sorte com os homens. Se me mostro interessada pareço uma oferecida desesperada por sexo e se ficar à espera, bem posso esperar sentada.

Um certo dia recebi um convite de amizade numa rede social. O nome era feminino, a foto era a de uma mulher, pelo que na altura aceitei sem ter visto o seu perfil. A pessoa em questão começou por mandar-me uma mensagem inicial agradecendo o facto de a ter aceite e que gostaria de me conhecer melhor.

Com toda a naturalidade respondi à mensagem dizendo que podíamos combinar um café um dia destes. Era uma resposta de circunstância atendendo a que nem sabia de onde ela era. No dia seguinte sou surpreendida com uma nova mensagem dela onde me convida para um café no centro comercial nesse domingo.

Antes de responder decidi por fim visitar o seu perfil. Verifiquei que era casada, residia numa cidade próxima, e eram ambos funcionários públicos e tinham perto de quarenta anos. Não tinham filhos e pela galeria de fotos, parecia ser um casal divertido que adorava viajar porque tinham fotos de muitos países.

No entanto, ao ver a lista de amigos, encontrei só casais, senhoras e raparigas. Homens, poucos. Depois, algumas das fotos dos amigos eram bastante sugestivas. Alguns casais, bem como mulheres, surgiam com poses eróticas ou algo despidas. A curiosidade levou-me a entrar em algumas páginas dos amigos mas a maior parte só estava disponível para amigos.

As poucas que consegui ver, eram de pessoas que entre outras coisas diziam procurar sexo alternativo. Perguntei-me então se o tal casal me tinha convidado com outras intenções. De repente dou comigo a divagar sobre encontros escaldantes com desconhecidos. Apesar de me sentir excitada com a ideia, ponho-a de lado.

No dia combinado apresentei-me no local combinado onde o casal já estava à minha espera. Apresentamo-nos. Ela chamava-se Teresa e ele Rui. Tal como eu antevia, eram muito simpáticos e trataram logo de me por à vontade dizendo que gostavam de conhecer pessoas novas, que viram o meu perfil e gostaram logo de mim.

Comentei que também tinha visitado a página deles e que também tinha uma ideia sobre a vida deles. Não sei onde fui buscar a coragem mas, logo de rajada perguntei se procuravam uma rapariga para uma aventura sexual.

Os sorrisos desapareceram dos seus rostos. Olharam um para o outro em silêncio e depois foi ela a falar. Mostrou-se surpreendida com a minha pergunta e perspicácia. Depois referiu que eles eram um casal muito liberal, inclusive no campo sexual e que de facto, gostavam de fazer sexo em grupo, um menage a trois, ou até uma troca de casais.

O interesse deles em mim era de facto esse mas não pretendiam enganar-me. Aquele encontro era para aferirem de havia empatia entre nós, depois pretendiam conhecer-me melhor e com o tempo abordar as suas preferências sexuais e se houvesse interesse da minha parte, gostavam de me incluir na vida deles.

Curiosa perguntei o que procuravam em concreto. Ela continuou dizendo que estavam abertos a todas as possibilidades. Como ela era bissexual, podia ser um encontro de mulheres com o marido a ver, mas sem participar, ou podia ser em conjunto.

Ao ouvi-la falar o meu coração trabalhava tão depressa que parecia que me ia sair do peito. Depois, enquanto a ouvia, pela minha mente fértil imaginava verdadeiros cenários de luxuria. Dou comigo a pensar com aquele novo mundo de prazer com o qual nunca tinha pensado. Aquela era uma excelente oportunidade de ter uma vida sexual activa, até porque a Teresa referiu que conheciam muitos casais na situação deles.

Quando “acordo” para a realidade, vejo que estão os dois calados a olhar fixamente para mim. Peço desculpa dizendo que estava a processar tudo aquilo. Eles sorriem e colocam-me à vontade. Não era a intenção deles fazer as coisas desta forma, queriam fazê-lo calmamente para que eu pudesse interiorizar tudo aquilo, mas ressalvaram que nada seria feito contra a minha vontade.

Naquele momento não quis pensar nos prós e nos contras e surpreendi o casal uma vez mais ao dizer que gostava de experimentar. Eles voltaram a olhar um para o outro com uma expressão de admiração e ela voltou a perguntar-me se eu tinha a certeza.

Respondi que sim, nunca tinha pensado naquilo, mas a ideia era excitante e por que não experimentar. Que tinha a perder? Perguntei então como pretendiam fazer as coisas, onde ia ser o encontro, como e quando. O marido abre pela primeira vez a boca e com um ar provocador pergunta: Esta noite?

A Teresa olhou para ele com uma expressão de surpresa pela sua pergunta, e depois para mim com a mesma cara ao ouvir a minha resposta: Por mim tudo bem!

Conversamos ainda durante cerca de uma hora, por volta das sete fomos jantar e por fim deslocamo-nos para o apartamento deles. Era uma casa ampla e muito bem decorada. Convidaram-me para me sentar num sofá na sala e serviram-me um copo com um bom vinho.

O Rui foi tomar um banho rápido. Quando terminou a Teresa levantou-se dizendo que agora era a vez dela. Virando-se para mim perguntou-me se me queria juntar a ela. Respondi afirmativamente e acompanhei-a. Depois de nos despir-mos entramos as duas para a banheira e enquanto ela passava água pelo seu corpo e depois pelo meu, trocávamos olhares com uma certa dose de sensualidade. Passamos gel de banho no corpo uma da outra, aproveitando para nos acariciar mutuamente. Reparei como os nossos mamilos ficaram erectos.

Quando ergui a cabeça vi-a a aproximar os seus lábios muito lentamente dos meus. Fecho os meus olhos e deixo-a beijar-me. Era a primeira vez que sentia o doce contacto de uns lábios femininos que me beijavam com muita delicadeza. Retribui e não demorou muito para que as nossas línguas se juntassem também.

Como éramos mais ou menos da mesma estatura, os nossos peitos esfregavam-se uns nos outros o que aumentava ainda mais a nossa excitação. Não sei quanto tempo estivemos ali, mas deve ter sido imenso porque o Rui surgiu na porta para perguntar o porquê da demora e ao ver-nos, pediu para guardarmos um pouco para ele.

Sorrimos e depois de nos secarmos fomos envoltas nas toalhas e de mãos dadas até ao quarto onde o Rui já estava deitado com a verga em pé. Sentamo-nos uma de cada lado, a Teresa no direito e eu no esquerdo. Ela segura o membro do marido pela base, pondo-o na posição vertical e começa a masturbá-lo lentamente ao mesmo tempo que comenta comigo se não o acho bonito e delicioso...

Percebi a dica e inclino-me sobre ele, metendo apenas a glande na boca para começar a chupar. Assim que começo a subir e descer a minha boca sobre ele, ela deixa de o masturbar e começa a brincar com as suas bolas ao mesmo tempo que lhe lambe os peitos. Nunca tinha visto uma mulher a sugar os mamilos de um homem.

Ela percebendo a minha perplexidade, olha para mim a sorrir e continua a brincar com as bolas do marido enquanto eu continuo a mamá-lo. Ela então aproxima-se e começa a chupar as bolas, metendo-as à vez na boca. Ela vai olhando para mim e aproxima-se para me beijar. Após o beijo, começamos as duas a lamber-lhe e a chupar-lhe toda a extensão do seu membro, fazendo vibrar de prazer.

O Rui entretanto tratou de nos tirar as toalhas e vai acariciando-nos às duas. A Teresa afasta-se e deixa-me sozinha com a verga do marido que além de chupar, vou lambendo, incidindo na sua glande enquanto com a mão vou acariciando-lhe os testículos.

A Teresa põe-me de quatro e deitando-se debaixo de mim, obriga-me a abrir as pernas até me fazer descer até à sua boca, começando a lamber-me a racha enquanto as suas mão me acariciam as coxas e nádegas, levando-me à loucura e fazendo-me gemer como uma louca.

Nesse momento o Rui levanta-se de deita-me virada para cima. A Teresa continua a chupar-me o grelo enquanto enfia o dedo no meu buraquinho. O Rui olhando ora para a esposa, ora para mim começa a chupar-me os seios, enquanto eu procura a sua verga para o masturbar.

As carícias da Teresa levam-me a tal loucura que começo mesmo a gritar de prazer ao mesmo tempo que começo a rebolar na cama de um lado para o outro dizendo que não aguentava mais. Ela continua a chupar-me enquanto o Rui me apalpa os seios. Não aguentando mais, grito de prazer ao sentir uma explosão de prazer entre as minhas pernas.

A Teresa deixa de me lamber mas continua a estimular-me com os dedos, fazendo com que a minha excitação se mantenha nos píncaros. O Rui fica tão excitado com o meu orgasmo que quer beijar-me mas eu não consigo e afasto a minha boca tal é a minha necessidade de oxigénio.

Ela pergunta-me se quero que pare. Sinto-me super sensível e as suas carícias começam a ser demasiado. Tiro-lhe a mão e peço para me deixar descansar porque não aguento mais. O Rui vai para o fundo e encaixando-se entre as minhas pernas penetra-me de uma só vez, fazendo-me soltar um sonoro gemido ao sentir aquele canhão todo dentro de mim. Depois da primeira investida e vendo o meu sorriso de felicidade, começou a penetrar-me com grande vigor. A Teresa, deita-se ao meu lado e começa a beijar-me novamente.

As nossas mãos percorrem incansavelmente o corpo da outra até que ela também enlouquecida, deita-se mesmo sobre mim. O marido, tira o seu membro de dentro de mim e enfia-o na mulher. É então que sinto algo duro e frio a entrar na minha vagina. Não me tinha apercebido que ela tinha colocado um cinto com um pénis de borracha. Aquele membro postiço, sendo maior e mais volumoso que o real, preenche-me de tal forma que não demoro muito a ter um novo orgasmo.

Fico tão sensível que sou forçada a pedir-lhe para parar. O Rui deita-se na cama e ela sobe para cima dele, senta-se de costas para ele e enfia outra vez a sua verga dentro dela, começando a cavalgá-lo. Eu sento-me ao lado dela e começo a acariciar-lhe o clitóris fazendo-a inclinar-se para trás a gemer como uma louca.

Ao ver a sua rata depilada a engolir uma e outra vez aquele belo pénis, começo a sentir-me novamente excitada e quando me preparava para lhe chupar o clitóris, ela não aguenta mais e ergue-se para cima, ficando sentada, enquanto ele lhe acaricia as nádegas.

Eu começo a masturbar-me com os dedos enquanto assisto ao espectáculo, quando o Rui me chama e pede-me para me sentar sobre a sua boca porque quer provar a minha coninha. Obedeço ao seu pedido e coloco-me em posição, permitindo que a sua língua me lambesse e a sua boca me chupasse.

A Teresa não demora muito a ter um orgasmo e assim que sai da cima do marido, este pede-me para me deitar, ergue-lhe as pernas, colocando-as nos seus ombros e volta a penetrar-me. Os seus gemidos e as suas investidas mais fortes indicam-me que se prepara para gozar. Mas parece ser falso alarme porque ele não se vem.

Ergue-se e coloca as minhas pernas em torno da sua cintura, segurando-me as coxas, continuando a penetrar-me agora mais lentamente enquanto recupera o fôlego. Eu ergo-me um pouco para poder desfrutar da visão do vai e vem do seu pénis. Então de repente recomeça a gemer e a penetrar-me com mais força até que tira-a para fora começando a masturbar-se para se vir sobre mim.

A Teresa aproxima-se pedindo o seu leitinho. Ele vira-se para ela que o espera de boca a aberta e começa a chupá-lo. Enquanto o faz, ouço-o grunhir de prazer ao mesmo tempo que vejo algum do seu líquido escorrer pelos cantos da boca da mulher.

Assim que termina e ela tira o pénis da boca olha para mim e faz um gesto com a cabeça para me juntar a ela. Aproximo-me dela e beijamo-nos. Ela ainda tem o sémen do marido na boca, o qual, escorre também para a minha, e das nossas bocas, escorre pelos cantos da boca sobre os nossos peitos.

Depois de um novo banho, despedi-me do casal com a promessa de repetir a festa!

 
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