Fui violada por 5 homens - I
Publicado em 2012-09-04 na categoria Contos eróticos / Hetero


O meu marido é empresario no ramo do mobiliário, onde emprega alguns imigrantes. Sei que ele já me traiu várias vezes, mas se me divorcio, eu e os meus filhos ficamos sem nada, por isso sou obrigada a fechar os olhos ás "facadinhas" no matrimónio. No entanto, uma das suas aventuras foi longe demais ao ter abusado sexualmente de uma jovem empregada. O marido e os amigos decidiram vingar-se...

Tenho 41 anos, o meu marido é 5 anos mais velho e temos dois filhos, o mais velho tem 21 anos e a mais nova 17. Trabalho no escritório da fábrica do meu marido, no ramo do mobiliário de interior. Temos onze empregados, sete dos quais imigrantes do leste. Recentemente, um dos empregados mais antigos (o Yanis) conversou connosco sobre um irmão que se tinha casado há seis meses e tanto ele como a jovem esposa desejavam emigrar para o estrangeiro e se lhes poderíamos dar trabalho. Como ele era um bom funcionário, aceitamos até porque estávamos a precisar de mais alguns funcionários.

Quando chegaram, instalaram-se rapidamente, também com a nossa ajuda e começaram ambos a trabalhar na nossa firma. Eram ambos muitos jovens, ele tinha 24 anos e a rapariga tinha apenas 20. Ela era mesmo muito linda, loira, tinha uns bonitos olhos azuis e era algo magra. Loiras eram também a perdição do meu marido. Desde que me casei com ele que comecei a desconfiar que ele me traía, mas nunca consegui provas. Quando por fim as arranjei, ele deu-me por resposta que eu era livre de fazer as malas e por-me a andar com os miúdos. Se o fizesse ficava sem nada, assim tive que fechar os olhos às suas traições.

Um belo dia, após mais uma discussão por causa das mulheres, ameaço que corria o risco que lhe fizesse o mesmo, porque bem via como os homens na rua, os clientes, fornecedores e até os empregados me comiam com os olhos, e alguns até se metiam comigo. Ao fim e ao cabo, para a minha idade até estou bem conservada. Sou uma mulher morena, cabelo escuro, tenho uns bons peitos, umas boas curvas, quase sem barriga, rabo pouco descaído, umas boas coxas e pouca celulite. Aí ele respondeu: se o fizeres, fá-lo de forma a que eu não descubra, caso contrário, ponho-te as malinhas à porta e ficas sem nada...

Nessa mesma semana, mais concretamente numa sexta-feira, depois de mais um dia de trabalho, saí um pouco mais cedo, como já era rotina para ir buscar a minha filha. O meu marido também teve que sair para verificar a instalação de uns móveis de cozinha num prédio novo e levou a nova funcionária com ele. Era normal, depois de instalarmos móveis, levar uma funcionária para fazer alguma limpeza que fosse necessária. Por norma, no local ainda estavam os funcionários que efectuaram a montagem. Portanto nada de anormal...

Anormal foi ter o jantar pronto para as 8 em ponto como o meu marido exigia sempre, para estar frente à tv a ver as notícias da noite e ele ainda não tinha chegado a casa. Liguei-lhe várias vezes para o telemóvel mas ele não atendeu. Pensando o pior, ligo para o nosso encarregado. Ele atende e diz que o meu marido tinha estado no prédio e que ao chegar mandou todos de volta para a fábrica, ficando lá só ele e a nova empregada, a loira. Somei 2+2 e pensei logo que ele tinha ido lá com ela com outro interesse... um mais horizontal.

Ele não me liga, mas manda-me uma mensagem para o telemóvel a dizer que não vem jantar e que vem dormir tarde porque foi jantar com o cliente (o empreiteiro) e que depois iam beber uns copos, por isso avisa-me para não esperar por ele. Decidi começar a jantar com os meus filhos, quando passados uns minutos tocam à nossa campainha. Vou até ao vídeo-porteiro e vejo que quem está a tocar era o Yanis. Quando pergunto o que se passa ele diz que tem um assunto muito importante para falar comigo. Acho que já adivinho o que é que se passou,  e abro-lhe o portão e peço para ele entrar. Dirijo-me para a porta da frente e quando a abro ele já está lá e não está sozinho, com ele estão quatro homens, todos eles nossos empregados.

Ele nem me deixa falar, empurra a porta para trás e entra a perguntar pelo meu marido, enquanto me agarra fortemente por um braço. Respondo que ainda não chegou a casa, mas ele não acredita e diz qualquer coisa na língua dele aos outros que entram e começam a revistar a casa. Ele fecha a porta e fica comigo na entrada enquanto já assustada, pergunto o que é que se passa, mas ele não diz nada.

Quando os outros voltam e confirmam que ele não está, eles trocam algumas frases, sempre na língua deles. Pela primeira vez reparo que estão armados. Apesar de não perceber o que dizem, percebo que não estão nada contentes e se apanham o meu marido vão-lhe fazer mal. Reparo também que só voltarem três e fico preocupada com os meus filhos.

O Yanis então conta-me que o meu marido abusou da mulher do seu irmão, prometeu-lhe muito dinheiro para se calar e ameaçou-a com despedi-los a todos se ela dissesse alguma coisa a alguém. Por isso estavam aqui para acertar contas com ele. Procurei dizer-lhe que nem eu nem os meus filhos tínhamos culpa, mas de nada valeu. A resposta foi que eles tinham decidido que se não se vingassem no cobarde, vingavam-se na mulher e na filha.

- Não minha filha não... não... por favor Yanis... peço-te por tudo... na minha filha não... Eu faço tudo o que vocês quiserem... mas por favor... não toquem na minha filhinha... por favor... Insisti várias vezes, pedi, supliquei, chegando até a ser explicita quando falei com o irmão dele: Se o meu marido violou a tua mulher, vinga-te dele e viola-me a mim!

Disse aquilo sem pensar, aliás, naquele momento eu não era capaz de pensar, só pensava no bem estar dos meus filhos e em particular da minha menina. O irmão do Yanis ficou muito sério a olhar para mim. Os outros amigos esboçaram um rasgado sorriso e olharam para mim de cima a baixo como se me estivesse a comer com os olhos.

Levam-me para a sala de jantar onde está o quarto homem com os meus filhos e mandam-me sentar. Os outros também se sentam e na língua deles, um diz qualquer coisa que faz os outros olharem para mim a sorrir e a acenarem afirmativamente com a cabeça. Começo a tremer quando me apercebo que vou ser violada sabe-se lá por quantos... Tudo isto por causa do covarde do meu marido. Olho para a minha filha e convenço-me que tenho que me sacrificar por ela, tenho que ser forte por ela, tenho que me sujeitar aos seus instintos animalescos para que não se virem para ela...

Um deles diz que estão com fome e manda-me servi-los. Levanto-me e dirijo-me à cozinha com três deles a virem atrás de mim. O que está mais próximo de mim, estende o braço e apalpa-me uma nádega. A minha primeira reacção é dar um saltinho para a frente para me livrar da mão, mas ele volta a apanhar-me e agora apalpa-me com ambas as mão. O meu coração está aos pulos, a minha respiração torna-se ofegante, o terror percorre-me todos os recantos do corpo e começo a tremer. Por momentos acho que vou desmaiar...

Indico-lhes onde estão as coisas. Um deles pega em pratos e talheres, enquanto o outro leva o que resta do meu frango assado. Quando os tento acompanhar para a sala de jantar, um deles fica na cozinha e agarra-me pela cintura e manda-me ficar enquanto me dá um beijo na face. Os meus olhos rebentam em lágrimas, mas faço um esforço por ficar quieta e não reagir negativamente e preparo-me para o pior.

Ele coloca-se atrás de mim e começa a roçar o seu membro já erecto no meu rabo como se me quisesse penetrar mesmo por cima das roupas. Enquanto o faz, coloca as suas mãos nos meus seios e começa a apalpá-los violentamente, a ponto de fazer-me gemer de dor. Depois de uns breves minutos a apalpar-me e a esfregar-se em mim, agarra os colarinhos da minha camisa e puxando um para cada lado rebenta-me todos os botões da camisa que caem e rolam pelo chão da cozinha. As minhas pernas tremem como varas verdes.

Ele volta a apalpar-me os seios com violência por cima do sutiã, então agarra-o pelas alças e com um violento puxão rebenta-o também, atirando-o para o chão, fazendo com que estes fiquem a balançar no ar. Agarra-se novamente aos meus peitos e volta a espreme-los violentamente um no outro enquanto diz qualquer coisa que não percebo. Começa a chupá-los com muita força sem os soltar e sem os deixar de apalpar. Depois começa a brincar com eles para cima e para baixo ou simplesmente apertando-os um contra o outro. Volta a meter um dos meus seios na boca e morde-o, fazendo-me gritar de dor. Dá-me uma violenta bofetada na face a em mau português manda-me calar.

Volta a morder-me os seios, deixando-os vermelhos, obrigando-me a cerrar os dentes para conter o grito de dor. Enquanto tortura os meus bicos, sinto a sua verga dura a ser esfregada junto à minha barriga. Não demora muito tempo a começar a descer as mãos e sobe-me a saia para cima até chegar às minhas calcinhas. Também tenta arrancá-las à força e ao fim de alguns puxões que quase me atiram para o chão, consegue rasgá-las por completo.

Enquanto me agarra pela cintura mantendo-me “colada” ao seu membro, vira-me na direcção do móvel que está ao nosso lado e com uma mão nas minhas costas, obriga-me a inclinar-me para a frente. Volta a subir-me a saia para cima das costas, desaperta as suas calças, põe a verga de fora e sem mais cerimónias passa-a pelos meus lábios vaginais e assim que sente a entrada para a minha vagina, penetra-me com um movimento violento enquanto solta um grunhido de prazer. A dor que sinto é tanta que vou soltar um grito, mas rapidamente lembro-me dos meus filhos e suporto-o com todas as minhas forças enquanto os meus lábios com toda a minha força.

Como não estou lubrificada, a fricção da sua verga a entrar e sair torna-se muito dolorosa e difícil. Ele tira-a para fora, cospe-lhe várias vezes e volta a introduzí-la em mim, desta vez deslizando para dentro e para fora mais facilmente.

Ele continua então a penetrar-me como um animal esfomeado, agarrando-me pela cintura para ajudar nos movimentos: enquanto me enfia o seu membro fazendo um movimento para a frente, com as mãos puxa-me na direcção dele, fazendo com que cada penetração fosse feita com bastante profundidade dentro de mim, o que também me magoava muito.

A seguir, puxa-me a camisa para cima ficando sobre a minha cabeça e volta a apanhar-me as mamas para voltar a apalpá-las também violentamente enquanto continua a estocar-me. Eu gemo e não é prazer e continuo a chorar e a rezar para que aquela tortura termine depressa.

É então que ele tira a camisa de cima da minha cabeça e me agarra pelos cabelos, e retoma com as penetrações com força, onde a cada investida, puxa-me violentamente os cabelos e recebe um pequeno grito de dor que já não consigo conter, o que infelizmente lhe parece aumentar o prazer.

Por fim, depois de uns longos minutos de terror, ouço-o soltar uns grunhidos, sinal que se estava a vir dentro de mim. Enquanto me dá as estocadas finais, puxa-me o cabelo até se aproximar do meu pescoço, onde me dá uma dolorosa ferradela, fazendo-me gritar em silêncio. Quando termina, empurra-me para o chão e volta a enfiar o seu membro dentro das calças.

Aproxima-se da porta e visivelmente contente diz qualquer coisa em voz alta e fica ali a olhar para mim, meio deitada no chão, encostada ao móvel e a chorar.

 
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