As minhas férias em Cap d’Agde
Publicado em 2012-10-02 na categoria Contos eróticos / Grupo


Eu e uma amiga tomamos uma decisão ousada, iríamos passar uma semana de férias numa praia muito especial situada na França, mais concretamente em Cap d’Agde, famosa por um grande pormenor: é frequentada por adeptos da troca de casais. Este local já faz parte do roteiro sexual de muitos casais europeus, onde ninguém é de ninguém...

Eu chamo-me Andreia, tenho 29 anos de idade, sou uma rapariga meio loira, cabelo liso, olhos verdes, muito branquinha, 1,74 de altura, 68kg, boas curvas (trabalhadas quatro vezes por semana num ginásio), um rabo redondinho e uns seios bastante generosos. A minha amiga é a Patrícia, tem 31 anos, é morena, olhos e cabelo castanho encaracolado, 1,69 altura, 65kg, também tem umas belas curvas (é minha companheira de ginásio), um bom rabo e uns seios de tamanho médio.

Somos ambas solteiras, namoros fixos nunca tivemos, desejamos ser livres para viver as nossas vidas, sem compromissos. Quando queremos sexo, é só questão de procurar um macho que nos encha as medidas, caso contrário, podemos fazer sexo as duas, até porque somos bissexuais. Mas como disse, é só sexo, nada de sentimentos.

Escolhemos este destino propositadamente porque queríamos ter uma semana de muito sexo. Mas nunca pensamos que aqueles 7 dias e 6 noites seriam tão intensos!

Logo no primeiro dia fomos para a praia ainda o sol estava a erguer-se, vestíamos umas túnicas muito curtinhas, havia muita pouca gente na praia, mas reparamos os olhares que os poucos casais completamente nus nos lançaram enquanto caminhávamos pela areia. Andamos uma centena de metros e “montamos acampamento” perto de umas dunas baixas. Estendemos a toalhas e decidi dar uma corrida matinal à beira mar. Para o efeito já levava um sutiã desportivo para evitar que os meus peitos saltassem tanto. Liguei a música no meu telemóvel, coloquei os auscultadores nos ouvidos e comecei a correr. A Patrícia desejou-me um bom treino e deitou-se toda nua na toalha.

Corri sempre perto da água durante 15 minutos, em passo lento, depois dei meia volta e corri de regresso. Antes de voltar para junto da Patrícia, despi-me por completo, pousei as minhas coisas na areia e fui dar um mergulho na água ainda gelada. Dei umas braçadas, depois voltei. Ao longe vejo que estão quatro pessoas de pé e ao aproximar-me está a Patrícia de quatro a ser comida por um homem de meia idade que está de joelhos atrás dela.

Logo atrás deles, a uma dezena de metros está um casal também de meia idade a ver. Quase ao meu lado estão dois jovens a masturbar-se enquanto assistem ao espectáculo que a minha amiga a gemer de prazer e o companheiro desconhecido estão a dar. A minha presença é notada pela assistência que olha para mim de cima abaixo com um olhar malicioso.

Aproximo-me da minha toalha para pousar as minhas coisas quando ela decide mudar de posição, colocando-se como um frango de churrasco para ser penetrada. Quando me vê sorri e diz-me para aproveitar também. Ao levantar-me um dos rapazes aproxima-se de mim e faz um gesto afirmativo com a cabeça. Eu ainda molhada, repito o gesto com um sorriso, afinal estávamos ali para fazer sexo,muito sexo!

Ele começa a apalpar-me as mamas enquanto passa a língua pelos lábios. Entretanto o amigo aproxima-se também. O primeiro coloca-se do meu lado direito e apalpa-me a um seio com uma mão enquanto com a outra começa a acariciar-me o rabo. O outro coloca-se do outro lado e faz o mesmo, agarrando-se a uma mama e acariciando-me a outra nádega e as costas. Eu olho para um e depois para o outro e agarro-lhes os paus com as minhas mãos e começo a esfregá-los, fazendo-os reagir.

O que está à minha direita levanta o meu seio com a mão e baixa os seu lábios até ao meu mamilo gelado e duro. O toque quente dos seus lábios fazem-me fechar os olhos enquanto inclino a cabeça para trás para suspirar de prazer enquanto a sua mão começa a descer até à minha vagina. O seu toque faz-me estremecer.

Ela agora coloca-se à minha frente enquanto o amigo passa para trás de mim encostando o seu pau ao rego do meu rabo e começa a esfregá-lo para cima e para baixo enquanto me agarra pela cintura, acariciando-a. O que está à minha frente baixa-se um pouco e mete o dele entre as minhas pernas na zona do meu púbis e enquanto o esfrega agarra-se guloso às minhas mamas para as apalpar e chupar.

Depois de uns minutos de caricias que me põe louca de tesão, eles trocam umas palavras. Parecem-me alemães. Com gestos põe-me de quatro ali mesmo na areia, com o de trás a separar-me as pernas e começar a penetrar-me lentamente fazendo-me inclinar o corpo ligeiramente para frente e levantar a cabeça para soltar um gemido de prazer. O outro senta-se sobre a toalha e eu baixando-me começo a fazer-lhe um belo broche.

O que me está a comer aumenta a cadência das penetrações o que me obriga a tirar o pau da boca para poder respirar, enquanto continuo a masturbá-lo com uma mão. Neste momento olho para o lado e vejo a mulher de meia idade a masturbar o marido com uma mão e a acariciar-se entre as pernas com a outra. A Patrícia está deitada de lado com o homem a comê-la por trás enquanto lhe segura uma perna no ar.

O rapaz que está à minha frente diz qualquer coisa ao colega e deita-se para trás enquanto me chama com as mãos. Com um olhar malicioso caminho para ele deixando o outro com o pau no ar e monto o que se deitou e começo a mover o meu rabo para cima e para baixo com violência, fazendo-o retorcer de prazer.

O colega aproxima-se de mim pelo lado e segurando o pau com a mão aproxima-o da minha cara. Não precisa fazer mais nada, eu percebo o que quer e meto-o na boca para o chupar como se quisesse que me desse o leite depressa. Enquanto o mamo, bato-lhe uma bela punheta.

Em inglês digo-lhe para me comer o cu. Ele sorri, e dirige-se para o meu traseiro ajoelhando-se. Cospe para o olho do meu cu e começa a introduzir o dedo, por fim, com cuidado mete a cabeça do seu pénis e finalmente começa a empurrar tudo para dentro. Depois de parar, ele começa a tirá-lo devagar e volta a enfiá-lo até não poder mais. O outro continua a comer-me a vagina, apesar de já não me poder penetrar à vontade, enquanto não me larga as mamas, ora apalpando, ora chupando. O que me come o rabo começa a enfiar o pau com vontade, como se me quisesse rebentar toda.

Não demora muito até que eles me fazem chegar ao meu primeiro orgasmo. Enquanto gemo de prazer e tento agarrar-me à areia, os meus gemidos excitam tanto o que está a comer-me por trás que vem-se também com um sonoro gemido de prazer.

Mas eu quero mais e assim que ele tira o pau começo a cavalgar novamente o outro que mais livre retribui com as investidas. Ambos gememos de prazer. Ele aperta-me os peitos, cerra os dentes e aumenta mais os seus movimentos. Eu em inglês peço mais e mais, mas ele não aguenta mais e vem-se, deixando-me ali com aquela sensação de desilusão por estar tão perto de gozar outra vez e não ter podido.

Eles em inglês agradecem e retiram-se. Vejo que o desconhecido que estava com a patrícia também se vai embora com eles. Eu começo a acariciar-me entre as pernas quando o casal se aproxima de mim. Eu paro e fico na expectativa. Elas baixam-se e ela num perfeito inglês pergunta-me se quero que o marido ma apague o fogo. A surpresa não me deixou responder pelo que apenas assenti com a cabeça. Ele deita-se em cima de mim, na posição do missionário, mas mantendo o tronco semi-erguido por ter os cotovelos na areia e enfia-me a cabeça do seu pau.

Notei logo a diferença, apesar de ainda não ter prestado muita atenção ao seu membro, senti que este tinha um calibre bem mais avantajado que o dos rapazes de há pouco. Ele lentamente começa a enfiá-lo e aquilo parecia que não tinha fim. Nunca fui muito larga de anca, e já vários homens me tinham dito que eu era apertadinha, mas ainda não tinha sentido uma verga que me enche-se tanto.

Quando por fim a mete toda, não consigo evitar uma expressão facial de surpresa e prazer, os meus olhos estão completamente abertos e fixos na cara do homem enquanto a minha boca está completamente aberta como se quisesse dizer um grande “hó”! Só mudo de expressão quando ele começa a retirá-la lentamente. Então volta a introduzir aquele monstro dentro de mim, uma e outra vez, e a cada nova investida vai aumentando a velocidade das penetrações. Eu só consigo fechar os olhos e soltar constantes gemidos de prazer intercalados com longos suspiros, como se me faltasse o ar.

Envolvo-o com as minhas pernas e abraço-o fazendo-o deitar-se por completo sobre mim para sentir o peso daquele macho em cima de mim. Se antes me faltava o ar, agora com ele a pressionar-me o peito, fazia-me arfar ainda com mais insistência e de uma forma algo aflita porque estava mesmo com dificuldades para respirar. Parecia que ia perder os sentidos.

Então paralisei por completo enquanto iniciava um longo gemido de prazer. Ele visivelmente excitado, começa também a gemer até que, de repente, parece que se solta uma mola dentro de mim que me faz contorcer de prazer num orgasmo mesmo muito intenso. Ele goza também passados uns segundos. Só então reparo que a minha colega não está connosco, quando a procuro, vejo-a a vir da água.

Ao deitar-se digo-lhe que também preciso de água fresca e o casal acompanha-me, pelo caminho apresentam-se, são italianos, ele um belo exemplar de 44 anos, moreno, cabelo grisalho, ela uma bela febra de 39 anos, também morena, com umas curvas bem feitas e um belo par de mamas. Quando chegamos ao mar mergulhamos os três. A mulher que se chama Laura aproxima-se de mim e diz-me que sou muito bela. Eu sorrio, agradeço e devolvo o piropo. Ela então começa a elogiar-me fisicamente enquanto brincamos na água ao sabor da ondulação.

Ao vir uma onda maior abraçamos-nos para passar por cima dela com um salto e ao passar ela abraça-me encostando os seus belos peitos aos meus e dá-me um beijo nos lábios dizendo que adorava comer-me. Eu não a faço esperar e dando-lhe outro beijo nos lábios respondo que também desejava comê-la. Saímos da água, fomos buscar as toalhas e fomos para o interior das dunas à procura de um lugar discreto. Ela estende a toalha e eu estendo a minha mesmo ao lado, ao virar-me para ela, vejo-a a comer-me com os olhos e deita-se ao meu lado começando a acariciar-me o corpo.

Beijei-a logo de imediato como se fosse uma adolescente apaixonada e ela retribui o meu beijo enquanto entrelaçamos os nossos corpos um no outro como se fossemos duas cobras. Ele deita-me de costas e começa a fazer-me um delicioso linguado nas mamas e nos meus mamilos já duros e bem erguidos. Ela delicia-se enquanto eu lhe vou apalpando as dela, então aos beijos aproxima-se da minha fonte do prazer e faz-me um novo linguado que me faz contorcer de prazer.

Começa por passar a língua sobre os grandes lábios, depois abrindo-os de par em par, passa a língua pela minha fenda até ao meu grelo onde se detém para brincar com a ponta da língua. Depois volta a descer e capricha num linguado divinal entre a minha vagina e o ânus. Depois penetrar-me com os dedos, fazendo-os ir e vir com alguma velocidade enquanto me chupa e lambe o clitóris, fazendo atingir um orgasmo ainda mais intenso que os dois anteriores.

Após um breve descanso com ela deitada ao meu lado a trocar carícias e beijos digo-lhe que é a minha vez de dar-lhe prazer, e começo a acariciar-lhe entre as pernas, mas ela está atenta a outra coisa. Está um homem a ver-nos atrás de uns arbustos. Ela convida-o a juntar-se a nós e ele aproxima-se já com o membro de pé. Ela coloca-se de quatro sobre mim e diz-lhe para a comer. Ele ajoelha-se, espreita para aquele pito rapadinho, passa-lhe a mão e enfia-lhe a verga tão bruscamente que a faz revirar os olhos.

Enquanto ele a come, eu chego-me um pouco para baixo e começo a chupar-lhe aqueles belos marmelos. Para o tamanho, são bastante duros, têm de certeza silicone, mas isso não importa, apalpo-os e chupo-os com imensa vontade de lhe dar prazer enquanto me excito com aquele menage. Ela não demora a gozar e a deixar-se cair sobre mim. Então o desconhecido aproveita o facto de eu estar a jeito e começa a penetrar-me, fazendo-me gemer de prazer.

Toda aquela situação excita-me tanto que sinto que estou insaciável. A Paula, com um sorriso matreiro, ajuda à festa e começa a beijar-me enquanto me apalpa as mamas. Ele começa também a ficar excitada, então digo-lhe que quero comer-lhe a rata, ela sorri e coloca as pernas entre a minha cabeça para eu lhe chegar ao grelo, o qual começo a chupar com prazer enquanto lhe apalpo as nádegas.

Aquele homem mostra ser uma fera, depois de ter comido a Laura e tê-la feito gozar, monta-me e faz-me gozar também enchendo-me com o seu leite quente, continuando a penetrar-me durante mais alguns minutos aproveitando o vigor do seu membro. Por fim levanta-se e fica a ver o nosso espectáculo. A Laura vira-se e começamos a fazer um 69 com ela a lamber o leite que me escorria da vagina. Apesar da excitação e do prazer que estava a sentir, desta vez não gozei com o maravilhoso toque da sua língua e lábios, mas ela recebeu um merecido prémio ao gozar na minha boca.

Entretanto chegam dois homens atraídos pelos sons dos gemidos. Ignoramos a sua presença e permanecemos mais alguns minutos abraçadas, aos beijos e a trocar carícias. Quando o desconhecido se levanta, eu passo para cima dela e reparamos que eles estão a masturbar-se ali de pé, olhamos uma para a outra, damos outro beijo nos lábios, mostrando-lhes que é dado com língua. Com a cabeça faço um gesto para se juntarem à festa. Um põe-se atrás de mim e começa a penetrar-me enquanto o outro se coloca ao meu lado para o mamar. A Laura limita-se a observar enquanto me acaricia os seios. Depois ela sai debaixo de mim e colocando-se de joelhos junta-se a mim a chupar aquelas verga rosada.

Ele põe-a de quatro e começa a comê-la por trás. Como estamos frente a frente, começamos a beijar-nos e a trocar carícias enquanto eles nos comem por trás e desfrutam do nosso espectáculo. O que me está a comer faz-me gozar enquanto tira o pau para fora para se vir sobre as minhas costas. Louca de tesão salto para cima da Laura afastando o que a estava a comer. Ele por momentos fica sem saber como reagir, mas volta a enfiar-lhe a verga até gozar com ela.

De mãos dadas regressamos à praia, trocando algumas carícias e beijos, quando passamos por um homem de 60 anos que está a bater uma enquanto espreita um casal a fazer sexo. Quando nos vê, vira-se e fica a olhar para nós. A Laura coloca-se atrás de mim e agarra-me as mamas por trás e passa a língua pelos lábios. Ele aproxima-se e começa a acariciar-me entre as pernas fazendo-me reagir com prazer. Ela vira-me para ela e põe-me ao colo dela, com as pernas à volta da cintura dela, ele apalpando-me com os dedos, encaminha a verga até à minha vagina e começa a penetrar-me enquanto me apalpa as mamas.

Eu seguro-me à Laura com os braços à volta do pescoço e com as pernas bem presas à sua cintura. Ela com as mão livres, junta-se ao desconhecido para me acariciar o corpo todo. Eu beijo-a incansavelmente. Ele entretanto começa a meter-me o dedo no cu e vendo que eu já tinha levado ali, tira a verga e mete-a no meu rabo. Depois de umas investidas, solta um gemido de prazer e enche-me o rabo de leite.

Eu desço as pernas mas não solto a Laura, continuando a beijá-la. Encaminho-a para trás de uns arbustos, estendo a toalha e mando-a deitar-se. Deito-me sobre ela e começo a comê-la, ela toma também a iniciativa e vira-me para fazer-mos outro 69, agora comigo por cima, até gozarmos as duas outra vez.

Por fim chegamos à praia e apanhamos o marido da Laura deitado ao lado da Patrícia. Tinham acabado de se comer. Ela não se importou e convidou-nos a ir almoçar com eles. A minha colega conta-me que a manhã dela começou bem, já tinha comido dois... Contei-lhe a minha aventura, ela espantada diz-me ao ouvido: sua vadia...

Passamos a tarde a passear. À noite eles convidaram-nos para o hotel deles e fizemos um menáge a quatro. O resto da semana seria também inesquecível: sexo à discrição na praia e sexo a quatro no hotel. Fiquei com o contacto da Laura que prometeu vir passar férias a Portugal para o ano!

 
Informe Abusos | Mapa do site | Copyright | Franchising | Contactos

ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA