O meu filho adora espiar-me nua
Publicado em 2013-01-25 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Devido a desavenças no casal provocadas pelas infidelidades do seu marido, António, com a consequente discussão, a Sofia deixou de dormir com o seu esposo. Mas como era uma família muito humilde, só tinham dois quartos, o deles e o do seu único filho, Carlos, um jovem de 16 anos que dormia numa cama de casal, pelo que ela decidiu dormir com o filho.

A mãe sabe que o filho já é um homenzinho. Já olha para as jovens, já se masturba escondido na casa de banho ou no quarto e até já o apanhou a olhar para os seios dela, no entanto ela vê isso com alguma naturalidade. Mas por isso mesmo, logo na primeira noite estabeleceu algumas regras. Quando ela estivesse a trocar de roupa ele deveria virar-se para o outro lado e sempre que a porta do quarto estivesse fechada, o filho deveria bater à porta e só entrar quando autorizado ou se não ouvisse uma resposta.

A Sofia era uma mulher baixa, bem constituída, sem ser gorda, tinha uns seios grandes e um cabelo longo que lhe caía sobre os ombros brancos. Não era uma mulher bonita, mas também não era feia. Era uma mulher que não despertava muita atenção na rua pela forma pouco arranjada como andava e como se vestia.

Nessa primeira noite ela entrou no quarto e o seu filho já estava deitado e a dormir. Ela dirige-se para o lado contrário e despe-se por completo para vestir o seu pijama. Depois, deita-se por atrás do seu filho e encosta-se a ele, tipo cadeirinha, abraçando-o com o braço que estava livre.

Sofia era uma mulher quente, e começava a sentir a falta de sexo, por isso, com o passar dos dias, não consegue evitar sentir-se excitada ao sentir o corpo robusto do seu filho, a ponto de começar a despir-se e a vestir-se, sem se preocupar se este está a dormir ou a fingir que dorme.

Era inverno, o quarto estava frio e não tinham aquecimento. Ao sentir o corpo quente da mãe junto do seu, o contacto dos seus seios e o seu abraço, provoca um ligeiro tremor no filho, devido ao nervosismo e à excitação que a mãe lhe provoca. Esta ao sentir que este está a tremer, confirma as suas suspeitas, ele está acordado e a espiá-la...

Certa noite, ela tem um sonho erótico...

Ele entra sem avisar no quarto onde a mãe está nua, a escolher qual roupa que vestirá para ir trabalher.

- Carlos, amorzinho, tu deves bater à porta antes de entrar! Nós já combinamos que tu não podes ver-me nua, mas… olha o constrangimento que eu ficaria! Anda cá, dá-me um beijinho! Mas, não te esqueças de bater antes de entrar, ok?

Carlos abraça por trás a sua mãezinha que vira o rosto para receber um longo e molhado beijo na boca. Sofia sente o instrumento do filho encaixado entre o rego das suas nádegas.

Ela interrompe o beijo e volta para a escolha da roupa, parecendo alheia às caricias que o filho lhe faz nos seios e o roçar da virilha dele nas suas rechonchudas nádegas.

- Mãe, mãe… quando é que tu vais ver-me como um homem? Isto é uma tremenda tortura! Eu só penso em ti o dia todo e quase…
- Carlos! Pára com isso! Tu tens que aprender a controlar-te e a não ter tudo de mão beijada! Combinamos que teria que ser assim, tu vestido e eu nua porque tu nunca tinhas visto uma mulher nua e eu não quero que tu vá andar com qualquer uma! E se tirares notas baixas ficas sem me ver nua até conseguires uma nota acima de oito!

- Eu sei, eu sei mãe, eu tenho tirado notas altas… mas é que eu… eu queria mais!
- Mas, meu querido, eu já não te deixo fazer tudo? Tu só não podes e jamais poderás, penetrar-me. Não tem sido bom assim? Por que forçar as coisas, querido? Tu já és um homenzinho e deves manter a tua palavra com tua mãezinha. Homenzinho nada! Com quase um metro e setenta, tu tás mais para “homão”! Vamos, vamos não fiques assim… deixa-me ver as tuas notas agora.

Sem nenhuma inibição por estar com o pau duríssimo por baixo da bermuda, Carlos afasta-se da mãe e vai buscar o boletim. Sofia, numa tranquilidade surpreendente, continua a escolher as suas roupas.

- Aqui está, mãe! Consegui dois noves e também melhorei o meu tempo na natação!
- Ah, Carlos, Carlos, meu filhinho querido! Como tu me deixas orgulhosa! Caramba, só nove e oito!
- Por ti,! É por ti que eu faço isso!
- Ah, queridinho! Anda cá, anda cá… dá-me um beijo! Um beijo bem gostoso!

Sofia faz esse convite deitando-se de costas na cama e com as coxas entreabertas. O filho fica parado uns bons segundo a admirar o voluptuoso formato das curvas da mãe, especialmente os altos duplos dos seios que desafiam a força da gravidade.

Depois os seus olhos arregalam-se rapidamente ao ver as pétalas labiais da ratna rosada e molhadinha.
- Deixas… deixas-me… beijar, deixas? Como daquela vez, deixas mãe?

- Ah, filhinho… tu és tão… bonzinho com a tua mãe. É uma pena que não posso retribuir… mas, beija, beija! Deixa-me louca! Faz como tu gostas!

Esta é a segunda vez que Carlos chupa a ratinha da sua mãe. Sofia sabe que o que estão a fazer é totalmente contra à moral e aos bons costumes, estando ela passível de ser condenada como atentado ao pudor e corrupção de menor, com agravante de ser com o filho. Mas, é algo bem mais forte do que toda a moral e as leis humanas, para que possam impedir a paixão carnal que mãe e filho sente um pelo outro.

Sofia chegou a ir à igreja pedir ajuda divina para que o filho não lhe assediasse mais e que ela tivesse forças para não ceder. Parecia que tinha sido atendida. Mas, bastou uma briga com o marido e o consolo que Carlos foi dar-lhe depois, para que ambos se beijassem e se amarem dentro das regras que ela impôs a ambos.

Carlos era um colosso em excitá-la com boca. E quem diria que essa era já a segunda vez. Sofia está inebriada e necessita do peso de um homem em cima dela. Ela sussurra o nome do filho até ele levantar a cabeça e olhar interrogativamente o belo rosto da mãe por entre os seios.

- Monta-me, monta-me... Monta, monta!

Em segundos, Carlos, vestido só de bermuda, está a roçar a sua virilha na ratinha da sua mãe tendo as pernas dela em volta da sua cintura com os tornozelos cruzados atrás das costas dele.

Eles beijam-se ardorosamente e os seios da mãezinha incestuosa são massajados com força e volta e meia os mamilos são torturado por longos chupões dos lábios de Carlos.

Sofia goza, soltando gritinhos e rindo, sentindo a própria humidade molhando o tecido da bermuda do filho. Carlos percebendo que a sua mãezinha está a gozar, solta-se também. Os jatos de sémem são tão fortes e abundantes que chegam a vazar o tecido da roupa dele.

Sofia enlaça o pescoço dele com os braços e cola os lábios na boca do filho. O grito dela ecoa como uma apoteose de orgasmo múltiplo que ele recebe dentro boca.

Já saciados pelo momento, Carlos permanece entre as coxas da mãe e eleva o torso mantendo os braços tesos com as mãos no colchão, podendo assim admirar boa parte do corpo da sua mãe.

Sofia abre os olhos azuis e encara o filho com um belo sorriso. O pénis de Carlos lateja só por isso. Sofia comove-se com o olhar carinhoso e cheio de desejo que o filho demonstra, tanto facialmente quanto pelo latejamento da verga dele na sua ratinha.

- Huumm, eu estava a pensar… tu tens feito um grande esforço para me agradar… Eu vou-te recompensar por isso! Mas, é só dessa vez, tá! Não fiques a pedir-me por mais depois!
- Tá bem, prometo! O que é?

Sofia faz o filho sair da posição que está. Em seguida, ela rola e fica de bruços. As narinas de Carlos dilatam-se vendo os robustos glúteos da sua mãezinha tremerem devido ao movimento. Ela olha por cima do ombro e já com a voz rouca e o olhos semicerrados, fala, já antecipando o gozo estrondoso que que tomará todo o seu corpo.
- Tu… podes tirar a bermuda. Mas… não metes. Só encostas e roças no rabo da mãe!

Carlos parece hipnotizado. Algo lhe diz que ele tem que levar todo o tempo do mundo acariciando, chupando e beijando aquela escultura divina que é o rabo da sua mãezinha.
Ele espalma as mãos em cada nádega e acaricia-as com vontade, fazendo a sua mãe suspirar e rosnar feito uma loba.

Em seguida ele tira a bermuda toda melada de esperma de um lado e de fluidos da mãe do outro.
A quentura roliça que o filho encaixa no rego das nádegas faz Sofia dar um leve aceno com a cabeça e dessa vez rosnar longamente até sentir o peso do seu filho a roçar nas suas nádegas.

Carlos faz um túnel espremendo cada lado da rechonchuda nádega, conseguindo que só a cabeçona da verga apareça no alto das nádegas onde tem as duas covinhas. Todo o resto da verga, excepto o seu saco está bem agasalhado por aquelas polpudas bandas.

A sua mãe empina levemente os quadris para acariciar o grelinho com uma das mãos. Fazendo isso, a envergadura inferior da verga do filho tem amplo contacto com o ânus dela e excita-a febrilmente quando ele roça com sofreguidão a virilha.

As narinas de Carlos ardem devido a força da sua respiração conforme ele vai acelerando os empurrões que ele dá em cima das nádega da incestuosa mãezinha.

Sofia sente a febre do corpo do filho a roçar fortemente a robustez da verga no seu cusinho e os primeiros jactos da ejaculação.

Ela sente a forte respiração dele na sua nuca e praticamente está imobilizada devido ao tórax dele nas suas costas, as mãos dele, de algum modo, espremendo-lhe os seios.

O clitóris sente a electricidade dos dedinhos e então eleva a cabeça soltando um som sibilante de orgasmo que lhe cobre todo o corpo, tendo iniciado do contacto da verga no seu cusinho e da manipulação do grelinho.

Em seguida a enxurrada de esperma inunda-lhe toda a parte acima das nádegas . A boca do filho solta baba e um rouco urro perto do seu pescoço.

 
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