Quem perde paga
Publicado em 2012-11-14 na categoria Contos eróticos / Grupo


Chamo-me Lorena , tenho 27 anos , tinha 24 anos quando este facto aconteceu, a minha amiga chama-se Rosa , e ela tinha 23 anos. Sou uma rapariga morena clara, cabelos liso, corpo bem trabalhado, seios medianos, rabo grande e redondo, empinado, a minha amiga é loira, cabelos compridos, seios grandes, rabo empinadinho, somos bem gostosas.

Adoramos curtir a vida, sempre frequentamos muitas festa, bares e como de costume tínhamos uma festa de aniversario para irmos, seria num sábado à noite, o aniversario era do Bruno, um amigo da faculdade.

Chegado o dia, produzimos-nos toda, vesti uma calça jeans justa, blusa com decote salto alto, a minha amiga aprontou-se com um belo vestido preto.

Saímos para o o endereço da festa, que seria no apartamento do Bruno.

Bom chegamos ao local, a festa não estava muito cheia, somente os amigos e algumas amigas, ficamos a conversar, todos na sala, e a beber, ate que o Carlos teve a idea de irmos jogar um jogo de cartas.

Começamos a jogar, como em toda festa, começam as brincadeiras, a bebida já tomava conta de alguns, as horas foram passando, ate que no final da festa ficamos apenas eu e minha amiga, o Carlos, Bruno e um amigo dele, Diego. Então Bruno disse:

- Vamos jogar a valer!
- Que tipo de jogo? perguntei.
- Strip Poker... rapazes contra raparigas.

Como eles eram 3 e nós 2, os nossos pontos valiam a dobrar. Então todos aceitaram, todos já tinham ingerido bastante bebida, e estavam bem alterados. Então Diego disse :

- Vamos apostar às peças de roupas! Como todos já estavam alegres, nem questionaram.

A brincadeira continuava, já tinha perdido brincos, sapatos, relógio e a minha blusa, a minha amiga ainda ainda estava com o seu vestido, Diego, estava só de bermuda e o Bruno só de cueca, Carlos estava só de camisa e calça.
Até que estava numa rodada onde estava só de calcinha, Bruno já estava nu, e a minha amiga, calcinha e sutiã. Mais um rodada sem sorte para mim, e acabei a perder, então vi-me sem calcinha. O Bruno, bem espertinho vendo a situação aproveitou para tirar proveito então disse:

- E agora, vocês não têm nada para apostar? Carlos olhou com a cara da safado e disse:
- Têm sim. Vamos apostar tarefas. E num acto não pensado acabamos concordado e pensei, vamos ganhar as próximas e recuperamos tudo, então fomos apostando.

Depois de algumas jogadas já toda a gente devia algo a alguém. Começamos a apostar apalpadelas, depois passamos aos beijos, carícias, masturbação e sexo oral. Então o Carlos disse:

- Vamos fazer um tudo ou nada? Se vocês ganhares, morre a vossa divida, mas se perdem vamos comer-vos! Como a bebida já tinha subido à cabeça olhei para a minha amiga e aceitamos.
- Ve lá o que fazes, disse-me a Rosa.
- Não te preocupes, tenho uma boa mão...

Eu estava com boas cartas, mas não é que o Carlos ganhou. Então todos olharam para mim, ai é que percebi a minha situação, e agora teria que pagar tudo. A minha amiga também não estava com a situação boa também,por minha causa, também ia ser comida.

Fomos todos para o quarto, com intenção de pagar as apostas. Todos já estavam nus, a minha amiga já começou a receber uma chupada do Bruno, enquanto o Carlos lhe meteu a verga na boca. A minha amiga delirava com a boca do Bruno, ele ia chupando a sua ratinha, passando a língua pelo seu grelinho, e ela gemia baixinho enquanto passava a lingua na cabecinha do pau de Carlos, depois ia engolido como uma loca, parecia que estava fora de si, Carlos ia passando o pau na sua carinha e batendo na sua boquinha

Diego veio para o meu lado, mandou-me ajoelhar e comecei a chupar o pau dele, enquanto via minha amiga ser fodida ora pelo Bruno, ora pelo Carlos. Logo juntaram-nos as duas na cama e o Carlos lá começou a chupar-me todinha, parando na minha ratinha, o Bruno brincava nos meus seios, santinha aquela boca no meu grelinho, já estava molhadinha.

Não demorou muito e Bruno posicionou-me de quatro e atraz de mim, foi logo metendo o seu pau na minha ratinha toda meladinha de tesão, gemia feito loca, eles chamavam-me gostosa, safada, minha putinha. Eu estava louca, de tesão.

Enquanto o Bruno me comia por trás, olho para a Rosa e vejo-a de pernas abertas e ser fodida pelo Diego. O Carlos deita-se ao lado da Rosa e puxa-me na sua direcção. O Bruno tira a verga da minha rata e dá autorização para que o Carlos o substitua. Ele então cospe para o meu buraco de trás e começa a enrabar-me, fazendo-me gemer de dor e de prazer.

O Diego manda-me beijar a Rosa, aproximo-me dela e começamos da dar pequenos beijos na boca. Eles enlouquecem com aquela cena lésbica e querem mais. Mandam-nos dar longos beijos, bem molhadinhos, e querem ver as nossas línguas lutarem uma contra a outra enquato nos beijamos.

Nunca tinha beijado uma mulher mas estava a adorar...

Eles no entanto continuaram a comer-nos ás duas e iam trocando entre si. O Diego saindo de cima da Rosa, e troca com a Carlos. O Bruno deixa-me e diz que quer comer o rabo da Rosa. Esta manifesta-se contra mas os dois acabam por forçá-la a aceitar. No início grita de dor, tenta fugir, mas não a deixam.

Eu continuo de quatro e a ser comida pelo Diego, rastejo até à minha amiga e abraço-a para lhe dar ânimo e força para aguentar. Ela chora com a dor e ri com o prazer que sente. Então volto a beijá-la. Enquanto o Bruno lhe come o cu, o Carlos ajoelha-se entre nós e ordena-nos para o mamar-mos.

Obedecemos de imediato e cada uma de nós lambe uma metade do seu pau até que a Rosa se apressa a meter a cabecinha na boca, chupando-a e brincando com a língua. Eu vou lambendo o tronco cavernoso daquela verga enquanto brinco com as suas bolas, metendo-as depois na boca para as chupar.

O Carlos grita de prazer, os outros vendo o tratamento VIP que está a receber, começam a pedir para trocar mas ele não os atende. O Diego puxa-me para ele e senta-me na cama dando-me a sua verga já muito vermelha para ser chupada. O Bruno faz o mesmo com a Rosa, deixando o Carlos a protestar.

Não demorou muito para que o Diego nos mande colocar face a face, com as bocas abertas uma ao lado da outra para recebermos o seu leite. Mas terminou foi substituído pelo Bruno que se masturbou até distribuir o seu leite pela boca de ambas.

Mandaram-nos beijar sem deitar uma gota fora enquanto o Carlos se aproxima de nós e empurra a cabeça da sua gaita para o meio das nossas bocas. Juntas começamos a mamar aquela verga vermelha e uns segundos depois, ver-te o seu leite quente pelos nossos lábios.

Nós exigimos ser as primeiras a ir para o duche. Fomos juntas e enquanto a água escorria pelos nossos corpos nus, cobertos de espuma de banho, aproximei-me da Rosa e comecei a acariciar-lhe os seios. Ela sorriu e fez-me o mesmo. Então beijamos-nos ardentemente enquanto o chuveiro despejava água morna sobre os nossos corpos que escaldavam.

Ajoelhei-me abri-lhe as pernas e fiz-lhe sexo oral até ela atingir um belo orgasmo. Depois ela fez questão de me levantar e devolveu-me igual tratamento fazendo-me atingir o maior, mais belo, e intenso orgasmo da minha vida.

Demos a noite por bem passada!

 
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