|
|||
A iniciaçãoPublicado em 2013-01-16 na categoria Contos eróticos / Fantasias
|
|||
O meu nome é Augusto, tenho 37 anos, sou advogado, casado há anos com Angélica, de 36 anos, que trabalha como secretária. Somos um casal de vida simples, de um amor imensurável e muito cúmplice. Temos muitas fantasias ainda a realizar e outras já consumadas, entre estas, figura sem dúvida nenhuma a menos esperada na vida de um casal, talvez por isso, muito prazerosa.A minha “Angelica”, como eu a chamo, tem 1,62m, é loira, pernas lindas, rabo bem arrebitado, de olhos azuis e relativamente tímida. Tem mais duas irmãs, também já casadas. É uma família muito bem relacionada e que recebe visitas e promove pequenos eventos caseiros com muita frequência, onde conheci muitas pessoas através desses encontros. Numa dessas festas conheci o Gustavo, um rapaz de 18 anos, afilhado de um dos cunhados da minha esposa, um jovem moreno, de compleição franzina e mais ou menos com 1,70 metros de altura, calado e muito tímido. A minha esposa sempre demonstrou boa receptividade a novas experiências sexuais, pois a cumplicidade e a certeza dos nossos sentimentos facilita tal comportamento. Sempre fazemos amor exercitando os nossos devaneios, preocupando-nos em dar prazer ao máximo um ao outro, não existe rotina nas nossas vidas e as nossas fantasias sexuais em muito contribuem para essa vida em êxtase. De todas as situações e fantasias criadas, eu observo o grau de receptividade de minha esposa, dando ênfase assim, àquilo que mais que mais lhe excita, o que me é recíproco também. Fantasiamos com outras mulheres, outros homens, às vezes até mesmo com o vizinho ou a vizinha do lado, sexo em lugares públicos, etc. Não há pudor entre as nossas quatro paredes, mas, uma fantasia em especial tocava mais a minha rainha, na verdade mais que isso, deixava-a inebriada: fazer sexo com um rapaz jovem. Passamos então a listar, fantasiosamente é claro, os potenciais rapazes onde a gente morava e então eu, na medida do possível, fazia-me passar pelo seu mais ardente objecto de prazer, onde eu usava os meus dedos enquanto a penetrava simulando um pénis juvenil, era evidente e gratificante o prazer que ela demonstrava. Depois de meses nesta situação resolvemos realizar uma das nossas fantasias e propositadamente deixei que ela decidisse qual e não foi nenhuma surpresa que a opção dela tenha sido por fazer sexo com um jovem mais novo, mas ai vinha um grande problema: com quem seria? Nós tínhamos um nome, uma reputação a zelar, como fazer? Onde fazer? Problemas básicos de quem tenta realizar algo fora do convencional. Certo dia fomos convidados para uma festa de aniversário de uma das suas irmãs, muitos foram os convidados, um ambiente familiar, muita gente, muitos casais com os seus filhos, outros com os seus netos e entre toda essa rapaziada estava o Gustavo, sempre muito prestativo ajudava a distribuir guloseimas para os convidados em toda a extensão da casa e vez por outra passava perto de onde estávamos, um local arborizado e um pouco afastado do movimento, conversávamos amenidades sentados num banco, com a minha esposa entre as minhas pernas, quando espontaneamente ela me propõe: que tal com ele? Fingi não entender a pergunta e ela completou: que tal a gente fazer sexo com ele? Ou que tal eu fazer sexo com ele? Neste momento, como num passe de mágica, um misto de excitação e ciúme, dominou a minha mente, podia sentir o calor do meu sangue que chegava ao cérebro e a minha reacção foi abraçar e beijar ardentemente a minha companheira, talvez numa atitude instintiva de dizer: tu és só minha, mas ao mesmo tempo de dizer: quero ver-te a fazer isso. Uma sensação indescritível, onde eu já pude prever o prazer que sentiríamos em tal empreitada. A partir daí e durante o resto da festa senti uma inquietação que só se explicaria pela possibilidade, agora bem real, de ver minha esposa a foder com outro e ainda por cima bem mais jovem. É preciso viver uma situação desse tipo para se ter uma ideia do que estou a falar. De qualquer modo resolvi deixar para ela a decisão de levar ou não essa ideia adiante, ela levou… O Gustavo estava sozinho e só iria embora no dia seguinte, quando os seus pais viriam busca-lo, tendo em vista que ele morava numa cidade vizinha. A minha esposa, raciocinando muito rapidamente, inventou para o seu cunhado, tio do Gustavo, uma história que ia trabalhar nessa região da cidade no dia seguinte e que poderia levar o menino até sua casa, todos concordaram, eu, que só observava, senti nesse momento uma sensação até então desconhecida e não tenho aqui, palavras para descreve-la. Saímos então por volta da 1 hora da manhã, o nosso carro, tinha espaço de sobra para que o Gustavo pudesse deitar-se e dormir na ida até à nossa casa que ficava a uns 40 minutos de viagem, e assim aconteceu, tudo arquitectado pela minha esposa, amante, companheira e por quem nesse momento eu estava a arder de ciúme e desejo. No trajecto de volta, quando o rapaz já estava a dormir, comecei a indaga-la sobre como faríamos tudo isso sem um aliciamento ou qualquer tipo de pressão psicológica, ela respondeu-me apenas que agiríamos naturalmente e esperaríamos uma iniciativa por parte dele, assim concordamos. Chegamos a casa quase às 2 horas da manhã e ao entrarmos na garagem o Gustavo acordou, indicamos um quarto a ele onde poderia tomar banho e vestir uma das minhas camisas só para dormir e fomos tomar banho na nossa suíte. Após um demorado e tenso banho fui à sala onde encontrei o nosso hóspede a ver TV e alegando que tinha ficado sem sono, fiquei mais tenso ainda ao ouvir aquilo. Cinco minutos depois estávamos sentados num sofá grande, sofá de canto, a conversar algo sobre o filme apresentado quando a minha esposa linda e cheirosa chegou, vestida com um finíssimo e curto vestido para dormir, preto, cabelos soltos, sentou-se entre nós. Eu ainda não havia assimilado a situação, ardia de ciúme e o meu pénis nesse momento não mais cabia na folgada bermuda que vestia, não queria vê-la sentada entre nós, não queria dividi-la com ninguém, ou queria?!! Era apenas um rapaz que estava ali, não era concorrente à altura, por que a preocupação? O que estaria por vir?? O que minha confiável esposa teria em mente? Despertei das agruras dessas preocupações com um beijo propositadamente angelical da minha esposa, ela estava a reconhecer-me nesta situação e perguntou baixinho no meu ouvido se eu queria desistir. Entre a sua pergunta e a minha resposta menos de dois segundos se passaram, mais pareciam uma eternidade, uma eternidade de indefinição, de um dilema entre experimentar o proibido, correndo o risco de estar a acabar ali com uma relação muito feliz ou desistir de tudo criando para todo o nosso futuro uma relação sem as benesses da imaginação, da fantasia. Esqueci de tudo isso e a minha resposta foi na realidade um prolongado beijo de língua, ela não teve nenhuma dúvida e sem planearmos nada, começou o tão esperado jogo de sedução. A nossa sala era ampla e a distancia entre a TV e o sofá era de uns três metros onde havia um tapete e muitas almofadas, a minha esposa então, alegando muito cansaço foi para o tapete, deitando-se ali de bruços, de frente para a TV e de costas para um antigo e também para o mais recente admirador e apesar do seu vestido era possível visualizar perfeitamente a silhueta do seu maravilhoso rabo, que estava a pouco mais de um metro dos nossos olhos, eu não sabia o que fazer, fingi então uma naturalidade e acomodei-me no sofá de forma que pudesse observar as reacções daquele rapaz. Resolvi então apagar a última lâmpada da sala e diminuir um pouco o brilho da televisão de modo que ele pudesse ficar mais à vontade, a minha esposa olhou-me e sorriu, entendeu tudo. Em mais dois ou três minutos da privilegiada observação, eu fingindo já dormir, o Gustavo não parava de olhar às propositais e também subtis mexidas de rabo da minha esposa. Algum tempo depois, não sei porque, resolvi acelerar aquela situação, fingi estar a acordar para não assustar o rapaz e chamei a minha esposa para o sofá, ela, fingindo-se sonolenta postou-se novamente entre nós e desta vez deitou-se com a cabeça na minha cintura, de pernas encolhidas e de rabo virado para o Gustavo, foi evidente a felicidade do rapaz com a nova posição, pois o delicioso rabo da minha Angelica estava a apenas alguns centímetros dos seus olhos. Fingi dormir e a minha esposa fez o mesmo e em menos de dois minutos o Gustavo já se masturbava lentamente olhando para o rabo da minha esposa. A minha Angelica então, numa atitude de provocação e ainda a fingir estar dormindo, aproximou-se mais ainda do rapaz, com as suas pernas totalmente encolhidas, deixando o seu delicioso rabo praticamente encostada no lado da cintura do rapaz, totalmente ao alcance das suas mãos. Ela não estava a conseguir resistir mais, controlava-se para não se contorcer, o rapaz numa atitude mais ousada pôs a mão e começou a massajar o rabo da minha esposa, pois com ela a dormir ele já sabia que era exactamente isso que ela queria. Ele então desceu a mão a apalpou a humedecida e lambuzada rata da minha querida e aparentemente gostou, pois não tirou mais a mão e passou a masturbar-se descompassadamente com a mão esquerda, nesse momento eu movimentava-no no sofá, de forma subtil, no sentido de observar melhor a ousadia daquele menino, foi quando comecei a ouvir os gemidos da minha esposa às carícias recebidas. Eu não eu tinha o ângulo perfeito, mas, era possível ver que o jovem já metia 3 dedos na rata até então só por mim tocada e a minha Angelica respondia ao seu toque, e numa situação de perda de controle ela começou a colocar lentamente as suas pernas em cima dele encostando de vez o seu rabo na sua cintura ao mesmo tempo em que rebolava delicadamente. Nestas alturas acredito que o Gustavo, já tinha a certeza do que queria e já não tinha limites, metia os dedos que podia na rata de minha esposa e voltava a masturbar-se com a mesma mão, lambuzada com farto líquido que a minha esposa libertava enquanto rebolava na mão daquele rapaz e repetia baixinho: quero-te meu amor, quero-te, quero-te dentro de mim! Ele ouviu os seus pedidos feitos por uns dois, três minutos, tempo que eu levei para pensar em como dar continuidade àquele incomensuravelmente delicioso acto. Enquanto o rapaz imaginava que ela esta a sonhar, colocava os seus dedos alternadamente entre a sua rata e o seu rabo e ela começou a pedir novamente, agora quase que miando: quero o teu pau, quero senti-lo, quero foder com ele meu amor. O rapaz estava tão entusiasmado que nem reparou que eu estava a acordado a olhar para ele. Só se apercebeu quando a minha mulher se ergueu. Então parou de repente, ficando muito envergonhado. Enquanto a minha mulher saiu da sala fiquei a conversar com ele. Comecei por perguntar ao rapaz se ele já havia feito isso antes, ele disse que não, perguntei então se ele queria continuar com a brincadeira, a resposta dele foi: se a dona Angélica quiser, eu quero. Sugeri então que fosse tomar banho que eu ira falar com a “dona Angélica”, assim foi feito. Chegando ao banheiro da nossa suíte encontrei a minha esposa aflita, querendo saber se conversamos e como foi a nossa conversa, como ele ficou e outras preocupações. Mas tudo isso se dissipou rapidamente quando lhe deixei a par da situação. Ela então pegou o meu rosto com as duas mãos e perguntou: e tu, queres continuar? Eu quero o que tu quiseres, respondi. Com os olhos ainda fixos nos meus e com uma expressão de total inebrio e com a voz deliciosamente rouca, disse-me: eu quero beijar a boca daquele rapaz, quero chupar-lo todinho, quero foder com ele, quero dar o cu para ele. Numa situação desse tipo é impossível fazer qualquer previsão, o máximo que se consegue é calcular o próximo acto, que não é nada preciso. Quando chegamos à sala, encontramos o Gustavo com a mesma camisa, de banho tomado e apresentava uma certa inquietação, perguntei o motivo e ele respondeu: queria fazer sexo sozinho com a minha esposa no quarto que lhe havíamos indicado. Perguntei-lhe o motivo de tal decisão e ele prontamente respondeu: tenho vergonha do senhor. Naquele momento dei tudo por encerrado, pois apesar de toda a excitação não cabia ali uma situação de exclusão, fosse ela qual fosse. A minha esposa então, sempre pensando rapidamente, sugeriu que fôssemos todos para o quarto e que eu só assistiria ao sexo, de longe e escondido. Sem mais refilar o jovem acompanhou-nos até ao quarto, onde ele estava melhor habituado e lá chegando já foi tirando a sua camisa e sentando-se na cama. A minha esposa nesse momento, em total silencio, apertava a minha mão e eu podia sentir a alta temperatura dos seus fluidos corporais em função da sua excitação proporcionada pela iminente realização da sua antiga fantasia por completo e foi somente por isso, pela sua felicidade, que eu aceitei esperar sentado numa pequena poltrona que ficava num canto do quarto a três metros da cabeceira da cama, de onde pude observar o Gustavo sentado na margem do colchão, apoiado pelas duas mãos posicionadas atrás do seu corpo franzino e com o seu pau incrivelmente duro e a apontar para o seu umbigo… Foi extasiante observar o meu amor, a minha esposa, a minha companheira, trémula, aproximar-se daquele rapaz, mas que naquele momento ela queria apenas usar, usa-lo para os seus mais proibidos desejos, queria chupa-lo, beija-lo, queria foder com ele e foi isso o que a minha Afrodite fez. Ela lá chegou abocanhando com uma volúpia indescritível, com uma tara só vista em filmes pornos do tipo hardcore, o pau do Gustavo. Com muita mestria e uma delicadeza, deitou o rapaz de costas na cama de forma que ele ficou com a sua verga a apontar para o tecto e não perdeu um só segundo. Alucinadamente começou a beija-lo na boca como uma namorada apaixonada cheia de saudades, beijo de língua, troca de saliva, chupou-lhe o pescoço, os seus pequenos mamilos, o seu umbigo e foi descendo até encontrar novamente o seu membro e começou a mamá-lo ali até ele dar sinais de que iria gozar. Foi muito difícil apenas olhar aquele momento de delírio que vivia a minha amada. A impressão que eu tinha era a de que deveríamos ter feito isso a mais tempo, pois havia nela uma carência por aquele objecto de desejo. Durante toda a experiência sexual com aquele rapaz, ela simplesmente ignorou-me, divertia-se como se tivesse um brinquedo novo, era tanto tesão que à distancia eu podia ver aquela linda rata pingar, totalmente humedecida, sedenta por ser penetrada, era uma tortura apenas observar e simplesmente não resistir quando ela delicadamente sentou-se naquele pau que sem dificuldade nenhuma a penetrou-o e após apenas quatro ou cinco minutos ela parou, o rapaz ia gozar e ela percebendo isso parou olhou para mim e perguntou-me, queres também? A princípio não entendi a proposta mas lá me fui levantando e aproximando daquele exótico casal, ela que, sentindo mais próxima a minha presença entrou em delírio e começou a rebolar no pau do rapaz e dizendo-me, fode-me Gustavo! fode-me Gustavo!. Meti-lhe o meu mastro no rabo e comecei a penetrá-la violentamente como se a quisesse castigar. Mas a minha excitação era tão grande que não consegui resistir e controlar a ejaculação e um rio, um jacto de esperma espirrou para dentro do seu olho de trás. O rapaz tratou de acelerar a felação e gozou na rata da minha esposa um finíssimo leite, foi possível observar os espasmos do menino nessa gozada, muito prazerosa. A minha esposa era só delírio e com o meu membro ainda duro, tiro-o para fora, retiro a camisinha e forcei a entrada na sua rata ainda preenchida pelo pénis do Gustavo numa deliciosa dupla penetração vaginal, sentindo ainda o calor, a humidade do esperma do rapaz e sentia o pau dele a latejar dentro dela, vi que enquanto isso ela o beijava e chupava a língua do nosso amante. Continuamos assim por quase um minuto e então arriamos, exaustos, satisfeitos. Depois dessa fomos para o outro quarto deixando o Gustavo à vontade, que depois de um banho e sem dizer nada, foi dormir. Fizemos o mesmo e no dia seguinte levamos o rapaz de volta para casa, onde no caminho pedimos para ele que não comentasse nada com ninguém, que se ficasse tudo só entre nós haveria mais vezes dessa brincadeira, ele entusiasmou-se e pelo visto funcionou, pelo visto tudo continua como antes, menos a nossa vida conjugal, que melhorou muito, hoje somos mais cúmplices ainda. |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






A iniciação




