A minha primeira vez com outro
Publicado em 2013-01-24 na categoria Contos eróticos / Fantasias


Agora estamos casados há quase dez anos e temos um filho de nove. A minha mulher tem 1,60m e pesa 58kg é loira, queimadinha de Sol, rabo arrebitado e seios suculentos. Ela sempre atraiu o olhar de outros homens. Agora, com quase quarenta anos de idade, ainda é capaz de fazer os homens voltarem a cabeça para olharem-na e dar uma conferida no seu rabo que, eu acho, é uma das partes mais atraentes do seu corpo.

Uma coisa foi mudando em mim: os ciúmes quase doentios do início do nosso relacionamento deram lugar a um certo orgulho, quando percebia outros homens a admirar o corpo da minha mulher. A primeira vez em que senti este tesão foi à beira da piscina, na casa do meu cunhado, no final de 2005, quando eu percebi o marido da irmã dela estava a olhar maravilhado para a minha mulher enquanto ela passava protector solar no corpo. Ele chegou a massajar o pau que assumiu um certo volume antes dele perceber que eu tinha visto o que estava a acontecer e tentou disfarçar.

A minha mulher não trabalha fora. Eu sou um engenheiro razoavelmente bem sucedido que há dois anos foi contratado para a direcção de uma multinacional muito badalada, onde venho alcançando resultados maravilhosos e já tive, até, convite para ir trabalhar na matriz da organização, na Europa.

E foi justamente quando consegui este actual emprego que a nossa vida começou a mudar. Sempre tivemos uma vida sexual razoavelmente satisfatória, mas normal para um casal com as nossas características. Uma ou duas vezes por semana; vez por outra uma escapada para um motel; eventualmente uma conversinha mais apimentada sobre as brincadeiras que cada um de nós fez com outras pessoas, antes de começarmos o nosso relacionamento; de vez em quando uma ou outra revelação sobre fantasias… Mas não existe melhor afrodisíaco que conseguirmos aquele emprego com que sempre sonhamos e com um salário bem alto, existe?

Já contratado, a empresa pediu para que eu passasse três meses na maior fábrica da empresa, em outro país, tanto para conhecer melhor a linha de produtos, como para fazer um diagnóstico dos problemas que eu encontrasse, antes de assumir efectivamente o meu cargo. Como o período era muito longo a organização sugeriu que eu levasse a minha família com todas as despesas pagas; mas como estávamos no período escolar, deixamos o nosso filho com os meus pais, para não perder aulas, e fomos apenas eu e minha mulher para uma nova e prolongada lua de mel.

Durante a semana, eu saía do hotel por volta das 9h da manhã e retornava apenas às 5h da tarde. A minha mulher visitava alguns locais de compras, durante o dia, além de passar um grande tempo na piscina do hotel, que vivia lotada de turistas, principalmente estrangeiros (europeus, na maioria). Ela logo comentou comigo que era comum as europeias praticarem o “topless” enquanto tomavam sol.

nam nossa terceira semana, naquela rotina, percebi que a minha mulher estava a mudar. Ela começou a tomar a iniciativa para o sexo, o que antes era raríssimo acontecer. Comentava comigo, constantemente, sobre coisas que havia visto em sites de sexo, na Internet (antes ela nem gostava que eu visse tais matérias!). Comprou um novo e lindo biquíni; pela primeira vez um fio dental que expunha o seu lindo rabo por inteiro. Ao mostrar a sua nova aquisição, ela saiu do banheiro vestindo o biquíni e perguntou se eu havia gostado. Percebi imediatamente que era bem menor que aqueles que ela costumava usar e ela perguntou se podia usar aquilo na piscina. Quando eu respondi que estava aprovadíssimo, ela virou de costas mostrando que o seu rabinho “mastigava” a calcinha do biquíni e repetiu a pergunta:

- Posso, mesmo, usar este biquíni na piscina do hotel, na frente de todo mundo?
- Wow! – Eu vibrei e fiquei excitado. – Vou repetir: está aprovadíssimo!
- Mas os homens que estiverem lá vão ver o meu rabinho. Vai que alguém gosta…

Eu já estava excitado e puxei-a para mim. Caímos na cama e as minhas mãos foram directamente para aquele rabo maravilhoso. Começamos a beijar-nos e ela já foi tirando a minha roupa. Entre as carícias íamos falando:

- E se alguém gostar do meu rabo, lá na piscina? – Ela insistia.
- Deixa gostar!
- Tu não te importas?
- Claro que me importo!
- Ficas com ciúmes?
- Um pouquinho. Só um pouquinho. Um ciúme gostoso.
- Ciúme gostoso? Como é que é isso?
- Fico com tesão.
- Ficas com tesão? Não ficas com ciúmes?
- Fico com um pouquinho de ciúmes e com muito tesão.
- Tu ficas com tesão, quando alguém me olha? – Ela parecia duvidar.
- Com muito tesão!
- Tu és um depravado.

Enquanto falava isso ela sentava-se sobre o meu corpo e pegava no meu pau duríssimo para dirigir a penetração. Ela estava muito molhada. Encharcada! Quente. Gostosa como nunca.

- Se eu me importasse demais com os homens a olhar para ti, não estaríamos mais casados. Tu és gostosa! … e muito atraente.
- Não sou, não! Não atraio muitos olhares. Tu dizes isso para fazer com que eu me sinta gostosa.

Ao ouvir aquilo (a sussurrar no meu ouvido) algum sininho tocou dentro de mim. É claro que ela tinha consciência de como é gostosa. Claro que ela sabia que atraía os olhares de outros homens. Repentinamente as coisas foram-se tornando muito claras, para mim. Comecei a lembrar e perceber detalhes que estavam passando claros, mas para os quais eu não tinha atentado. Mesmo assim resolvi ir devagar.

- Tu és gostosa e sabes isso. Sempre soubeste!
- Tu sentes mesmo tesão, quando alguém olha para mim?
- Sinto.
- Muito?
- Demais! Há alguém a olhar para ti na piscina do hotel? – Algo me dizia que a excitação dela, nos últimos dias, era devida à auto-estima insuflada por alguém naquele hotel.
- De vez em quando alguém olha…
- E no meio deste “alguém” há alguém a chamar a tua atenção, em especial?
- Há um homem. – Ela falou deixando perceber um certo receio na voz.
- Um homem? – Perguntei esforçando-me para ela perceber que aquilo estava a fazer-me tesão. Ao notar que o meu pau a penetrava mais afoito, ela sentiu-se animada a continuar:
- Ele é magro, tem mais ou menos a mesma altura que tu, mas é musculoso. Tem cabelos escuros e olhos claros.

Eram detalhes demais para que ela tivesse apenas “percebido” os olhares do homem sobre ela. É claro que os olhares haviam sido retribuídos. Senti mais tesão e ela percebeu isso.

- Tu deves ter olhado muito para ele, para ver todos estes detalhes. - O meu tesão crescia a cada palavra, e eu fazia questão que ela percebesse isso. – Resolvi dar-lhe mais corda:
- O homem é bem dotado?
- Como é que eu vou saber se ele é bem dotado? – Perguntou cautelosa.
- Olhando para o volume no calção dele! Tem outra forma?
- E tu achas que eu ia ficar a olhar para estas coisas?
- Alguma coisa deve ter disparado o teu tesão. Não mintas para mim. Eu sei que as mulheres olham, mesmo, para o volume dos homens, até quando estão de roupa comum. Ele usa calção, não usa? Ou usa estas enormes e nada sensuais bermudas que os surfistas usam, actualmente. Ele é HOMEM, não é? Ou tu estás a interessar-te por garotinhos imaturos e que sofrem de ejaculação precoce, agora?
- Usa calção. Ele é homem, não é nenhum adolescente.
- E o que foi que te fez sentir tesão por ele?
- Não é tesão! – Ela ainda receava abrir-se comigo. – Eu achei-o somente interessante.

O receio fez com que ela perdesse o tesão. Ela saiu de cima de mim, deixando-me com o pau extremamente duro. Deitou-se de lado, de costas para mim, evitando o meu olhar. Abracei-a por trás, fazendo com que ela sentisse minha erecção a esfregar-se no seu rabo.

- O que foi? – Perguntei com voz adocicada e quente, no seu ouvido, o que eu sabia que a faria sentir tesão. Deu certo; o seu corpo ficou todo arrepiado; ainda assim ela resistia.
- Eu não sei o que tu pensas de mim. – Ela fazia-se de magoada. – Depois de tantos anos de casamento, tu agora resolveste fazer com que eu me sinta uma puta!

Sentei-me na cama e fiz com que ela me encarasse.

- Estamos a perder tempo, aqui. Eu estava a morrer de tesão e estávamos a fazer sexo deliciosamente quando tu resolveste estragar tudo. Vou dizer logo o que estou a pensar: o interesse do homem, em ti, fez com que tu sentisses tesão, sim. Tu tens andado mais activa, sexualmente; compraste este biquíni bem mais sexy, para te mostrares para ele; tens visto sexo na Internet e conversas comigo sobre o assunto; estás até a apanhar sol! Pensas que não percebi a marquinha de biquíni na parte de baixo? E acho que andaste a fazer “topless”, pois a marca de biquíni nas tuas tetinhas é bem mais subtil que no teu rabo. Estou errado?
- Só fiz “topless” uma vez, para experimentar. – Confessou bem envergonhada. E só confessou porque percebeu que não tinha como negar.
- Que bom! – Saber que minha mulher tinha mostrado os peitos fez com que o meu pau, que estava lentamente a retornar à posição de descanso, desse um novo pulo, para cima. Mostrei aquilo a ela, comentando: – Olha como tu está a proporcionar-me tesão! Continua a falar: o que foi que te fez sentir tesão por ele?

Ela pareceu pensar um pouco, antes de responder com muito cuidado na voz:

- Ele tem o peito bem peludo.
- E um belo volume no calção. – Sugeri.
- Isso também. Mas a voz dele, falando com um sotaque francês bem acentuado, dá-me mais tesão que este outro detalhe, que tu falaste.
- Quer dizer que tu já conversaste com ele! – Eu mesmo assustei-me, com aquilo.

Ela pareceu pegar fogo. O seu rosto ficou vermelho e ela evitava olhar-me no rosto. Ficou quieta por um bom tempo. Eu também não falava nada; aquilo tinha-me surpreendido muito. Mas não posso negar que o meu tesão também tinha crescido com aquela revelação.

Deitei e abracei-a por trás. Achei que se não tivesse que me encarar ficaria mais fácil para ela fazer as suas confissões. Fui dando beijos molhados na sua nuca e orelhas (isto sempre a excitou) e fui acariciando o seu corpo todo. Em menos de cinco minutos eu a estava a penetra-la de novo. Foi ela quem falou primeiro:

- O teu pau está tão duro!
- É o tesão que tu me proporcionaste, com tudo o que falaste. Quero sentir mais tesão: conta mais.

Continuamos a fazer sexo devagarinho e ela ficou em silêncio por mais um ou dois minutos, antes de começar a falar de novo:

- Eu estava a tomar uma caipirinha de vodka, na piscina, e fiquei meio tonta. Tu sabes que eu não costumo beber muito. Tenho pouca resistência ao álcool. Via aquelas mulheres a fazer “topless”, à minha volta, e “aconselhada” pelo álcool resolvi experimentar aquilo. Livrei-me do sutiã e fui tomando a minha bebida de olhos fechados, porque ainda estava um pouco envergonhada. Quando a caipirinha estava a acabar ele aproximou-se de mim e sentou-se na cadeira ao meu lado, oferecendo-me um novo copo cheio bem geladinho e foi dizendo que tinha ficado com dó de me ver a beber sozinha. Ficamos a conversar um tempão, mergulhamos juntos… – Ela parou um pouco de falar. Percebi que estava a pensar se devia, ou não, continuar. A nossa relação tinha esquentado, à medida em que fui imaginando ela a conversar com outro homem com os peitos para fora.

Fiz questão de que ela percebesse o meu tesão na voz, quando falei quase gemendo:

- E, como sempre, quando tu saíste da piscina, tinhas que passar mais protector solar. O francês ajudou-te?
- Assim que no peguei o protector ele tirou-o da minha mão e fez-me deitar na cadeira. Ele fez questão de passar o protector em mim. Percebi que ela estava com muito tesão, também.
- Ele passou o protector nos teus peitos? – Eu estava a lutar para segurar a gozada; ia explodir de tesão quando ela respondeu:
- E no meu rabinho, também. E quando estava a passar na minha barriga, os seus dedos entraram alguns milímetros na minha calcinha.
- Milímetros? – Perguntei gritando, já gozando de uma forma como nunca havia gozado antes.
- Centímetros! – Respondeu, também começando a gozar feito uma louca.

Depois deste orgasmo ficamos na cama, um de cada lado, tentando recuperar o fôlego. Estávamos encharcados de suor. Os meus joelhos pareciam estar enfraquecidos e eu ainda estava a tentar recuperar, quando ela perguntou:

- Queres que eu continue a contar? Onde parei?
- Tu sabes! Não te faças de sonsa. Ele enfiou os dedos dentro da tua calcinha.
- Alguns milímetros. – Apressou a completar sorrindo.
- Centímetros! – Eu corrigi-a.
- Tá bom. – Disse com carinha de safada. – Alguns centímetros.
- Chegou na tua rata?
- Não. Eu estava trémula e achei que era hora de acabar com aquela brincadeira. Disse que estava na hora de subir porque o meu marido estava para chegar e levantei-me, deixando-o um pouco assustado, e vesti rapidamente o sutiã. Comecei a andar em direcção aos elevadores. Ele levantou-se e correu um pouco atrás de mim para dizer que também estava na hora de subir. Entramos no elevador e ele aproveitou que estávamos sozinhos para me abraçar por trás. Senti aquele peito peludo a esfregar-se nas minhas costas, percebi o volume a crescer no seu calção e perdi o controle. Deixei que ele me beijasse e as minhas resistências foram totalmente para o espaço.
- Tu deixaste-o beijar-te? – Perguntei um pouco espantado. Até onde eles teriam ido? Eu estava muito assustado, mas o meu tesão era maior.
- Deixei. – Ela teve um pequeno tremor ao responder enquanto pegava no meu pau para dirigi-lo em direcção à sua rata.
- Ele beija gostoso? – Perguntei enquanto a penetrava.
- Tem uma língua enorme. Molhada e atrevida. Se enfia na boca da gente e parece um pau a brigar com a minha língua. O beijo dele é beijo de macho safado! – Ela disse com voz quente… rouca… Quem estava a dar mais tesão a ela: o meu pau na sua rata, ou a lembrança do francês e as suas sacanagens?
- Gostoso? – Eu insisti querendo ouvir.
- Delicioso!
- Sua puta! – Eu disse gemendo com o tesão de ouvi-la contar aquilo.
- Tu estás a ofender-me, ou a elogiar-me?
- É um elogio! – E eu estava sendo sincero.
- Queres saber mais?
- Quero saber tudo!
- Tens a certeza? Aquela pergunta era mais para me preparar para o que viria, que para saber a minha disposição
para receber a confissão.
- Absoluta! Acho que já sei onde isso vai acabar. – E eu já estava a segurar-me para não gozar.
- O elevador parou no nosso andar e eu tentei descer, mas ele segurou-me pela cintura, puxando-me de novo contra o seu corpo. Senti as suas mãos fortes e os pelos dele, de novo, nas minhas costas. Senti o volume dentro do seu calção e protestei, sem muita convicção: “Este é o meu andar”. E ele, virando-me de frente para ele, respondeu perguntando: “Você não vai-me deixar assim, vai?” Ele olhou para baixo e eu acompanhei o seu olhar para perceber que a cabeça e boa parte do pau dele tinham saído para cima, no calção. Tentei colocar aquilo para dentro e percebi que não tinha mais condições de resistir ao meu tesão. Beijamos-nos de novo e deixei a porta do elevador fechar para nos levar até o andar em que fica a suíte dele. Eu queria aquilo.
- Tu fizeste sexo com ele? – Perguntei fazendo um esforço sobre-humano para não gozar.
- Tem paciência! Tu queres ouvir, ou não queres? Vou contar com detalhes. Fiquei quieto e continuei a segurar o meu tesão para não acabar antes da hora. Eu queria gozar com ela. Queria gozar quando ela me contasse como tinha gozado com o francês.
- Ele conduziu-me pela mão, assim que a porta do elevador abriu, novamente, e em poucos segundos estávamos na porta do seu apartamento. Ele abriu a porta usando o cartão magnético que eu não sei de onde ele tirou e foi logo empurrando-me para a cama, onde me deixei cair. Rápido como um raio ele tirou a calcinha do meu biquíni e eu mesma me livrei do sutiã, enquanto ele arrancava o calção e atirava-o para longe. Olhei sem um pingo de vergonha para o pau dele e excitei-me ao perceber que era grosso; bem grosso.
- Mais grosso que o meu?

Ela olhou-me com um sorriso significativo, evitando responder com palavras. O pau dele era mais grosso que o meu. E eu aprendi há tempos que as mulheres não se importam muito com o comprimento do pau, mas com a grossura…

Ela continuou a contar:

- Puxou as minhas pernas para cima, arqueando o meu corpo e caindo de boca na minha ratinha. O quarto inteiro parecia cheirar a sexo e aquele aroma deixava-me totalmente louca e absolutamente sem nenhum pudor. Falei com ele de uma forma quer nunca falei contigo. Eu pedi… quase implorei para ele me foder.
- Tu falaste assim mesmo? Foder? Tu não falas deste jeito nunca! – Eu quase não me aguentava de tanto tesão. Ia explodir a qualquer momento e sentia na voz da minha mulher que ela também estava excitadíssima; ela falava trémula e entre gemidos, mas estava a gostar de contar aquilo. Estava com tesão ao contar-me aquilo.
- Mas falei, ali. Eu estava fora de controle e queria tudo o que ele pudesse oferecer-me. Ele deitou-se sobre mim e foi-me penetrando gostoso… grosso… atirei o meu corpo para cima, abraçando-o com as pernas. Parecia que eu estava com medo dele sair dali, deixando-o oferecer-me aquele prazer todo. Sentindo que eu ia gozar, ele então virou-me de costas, e com uma mestria lambuzou o seu pau na minha ratinha e sem dó penetrou-a, e com a mão direita massajava o meu rabo.
- Mas tu deste o rabinho para ele? Perguntei surpreso.
- Amor eu sei que tu adoraa o meu rabinho, mas eu queria que o francês por completo, eu quis muito dar-lhe o meu buraquinho de trás. Eu não aguentei amor, e disse-çhe: fode-me, fode-me!!! enquanto rebova no seu pau, foi quando não aguentamos mais e nós dois gozamos como nunca antes! Ele inundou o meu rabinho com o seu leite!
Nessa hora senti que ia gozar e pedi para ela gozar junto comigo. Ela começou a estremecer, gemer e levantou a voz para dizer:
- Eu fui uma puta! Tu estás zangado comigo?
- Não! Estou a morrer de tesão e adoro-te assim. – Eu já estava amolecido pelo gozo, mas completei: – Tu és puta completa!
Depois disso a nossa vida está muito melhor. O sexo tornou-se algo incrivelmente melhor. Estamos mais unidos e nos tornamos cúmplices.

 
Informe Abusos | Mapa do site | Copyright | Franchising | Contactos

ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA