|
|||
A minha mulher na praiaPublicado em 2013-01-16 na categoria Contos eróticos / Grupo
|
|||
Somos um casal, eu 34 e ela 36. Tudo isso aconteceu num final de semana prolongado que resolvemos passar no litoral. Ficamos numa pequena casa alugada e logo no primeiro dia fomos para uma praia mais distante, de mar raso e extremamente calmo, sem ondas. Ela estava a fim de tomar sol e eu só queria descansar numa sombra qualquer e tomar a minha cervejinha. Quando chegamos ficamos sentados sob a sombra de uma árvore, onde ela começou a preparar-se para apanhar sol. A minha esposa é loira, tem os olhos claros, um belo par de coxas grossas, um rabo arrebitado, e um pequeno biquíni que faziam dela uma delícia de mulher. Num dado momento ela comentou que tinha um rapaz que parecia estar comê-la com os olhos. Eu discretamente olhei para ver quem era e percebi que realmente havia um rapaz, aparentando uns 20 a 22 anos, a conversar com alguns vendedores e poucos pescadores que ali estavam a uns 50 metros de nós. Notei que o rapaz parecia atraente e percebi que ela estava a gostar. Ri e disse-lhe que por ela estar muito linda, ele naturalmente olhava para ela e não dei muita atenção, voltando a ler o jornal e a beber a minha gelada. Ela deitou de frente para o rapaz e ficou ao sol e, numa olhada disfarçada, percebi que o tipo realmente estava a comê-la com os olhos e ela parecia gostar. Fiquei com ciúmes, mas ao mesmo tempo com uma excitação danada ao imaginar ela a esfregar-se com ele no mar. Enchi um copo de cerveja e ofereci-o e perguntei o que ela achou do admirador e ela respondeu em tom de brincadeira que achou ele um gato. A partir daí eu percebi que algo poderia acontecer, pois ela estava empolgada e excitada com tudo aquilo, mas não queria demonstrar. Fiquei meio sem saber o que fazer; se a incentivava ou acabava com aquela situação. Resolvi não intrometer-me, pois estava muito excitado e curioso para ver no que ia dar. Continuei a dar-lhe cerveja, e ela, que não é muito de bebida, estava a beber bastante. Ganhei coragem e disse para ela retribuir e fiquei a observar a sua reação. Ela ficou calada e pediu mais cerveja. Eles passaram um bom tempo a trocar olhares e sorrisos disfarçados de tímides. Essa era a primeira vez que isso acontecia, e eu estava a achar muito excitante ver a minha mulher na sedação com outro bem ali à minha frente. Já havíamos falado sobre isso. Quando fazemos sexo eu insinuo que sou outro homem e ela entra no jogo e goza aos gritos, dizendo-me que se é pra me satisfazer ela dá para outro à minha frente. Mas naquele momento a coisa estava a começar a acontecer, não era mais fantasia. Ela estava a insinuar-se para outro, e a mim isso era muito excitante. Em frente ao muro onde estava o rapaz havia dois pescadores a vender peixe. A minha esposa então disse-me que iria dar uma olhada no peixe e ver quanto custava. Na verdade o que ela queria era chegar mais perto do seu admirador. Assim que ela chegou o rapaz deslocou-se para o mesmo lugar e eu fiquei a olhar dissimuladamente. Ele posicionou-se bem perto dela, por trás, mas sem encostar. Esta era uma situação bastante perturbadora para mim. A minha mulher estava a conversar com o rapaz e a rir-se, provavelmente ele estava a tentar quebrar o gelo e a insinuar-se para ela. O que mais me excitava era a maneira como ela estava a disfarçar, pois apesar de tudo ela comportava-se como se nada estivesse a acontecer. Eu sempre quis presenciar uma cena destas, e agora era tudo verdade, bem ali à minha frente, ela a participar num jogo de sedução. Eu fiquei em êxtase total, mas limitava-me a fazer uma leve massagem no meu pau e tomar mais cerveja. Nesse ponto o disse alguma coisa no seu ouvido e saiu em direção ao mar, minutos depois ela veio na minha direção, sorrindo. O sorriso dela era diferente era como se ela estivesse a dizer “Viste? O que eu tive coragem de fazer?!” Eu perguntei-lhe: "E aí como foi?" Ela simplesmente riu. Eu perguntei o que ele tinha dito ao ouvido dela. Ela disse que não era nada, acabei por insistir e ela respondeu que ele tinha dito que ia tomar um banho de mar e que estava à espera dela. "E agora o que eu faço?" Perguntou ela. Eu perguntei: "Tu queres ir?" E ela: "Não sei… acho que sim!". "Então vái!" Ela tomou mais um copo de cerveja, preparou-se para sair e perguntou: "E se ele quiser alguma coisa?" "Faz o que tu tiveres vontade, a partir de agora és tu que decides o que vais fazer ou não fazer, eu vou ficar aqui, a torcer por ti…" Lá foi ela, a caminhar para o mar. Fiquei a pensar como é boa a minha esposa, as pernas bem torneadas com a pele lisinha. Ela estava a ir ao encontro de outro macho, eu gelava só de pensar no que poderia acontecer. Sentia excitação, arrependimento, sentimento de perda, ansiedade tudo ao mesmo tempo e muito, mas muito tesão mesmo. O que é que eu tinha acabado de fazer? Dei a minha esposa a outro? Mas agora já era tarde. Ela já estava a entrar na água, e à medida que caminhava o seu corpo ia desaparecendo até ficar com há água um pouco abaixo dos seios e a uma pequena distância dele. Virou-se de costas pra ele, como se não tivesse ido por sua causa e ficou a olhar para a praia, para mim talvez, não sei ao certo. Acho que a partir daquele momento ela não era mais minha, não estava preocupada comigo, apenas pensava no que iria fazer para chegar ao seu mais novo pretendente. De longe eu percebi que, de repente, ela assustou-se dando um pequeno saltlo e olhando pra trás para ver o que era. O rapaz, num impulso de ousadia mergulhou até ela e deu um pequeno toque na sua cintura. Com isso o clima de apreensão foi quebrado e os dois estavam a conversar frente a frente. Depois de um tempinho eu pude perceber pela movimentação que ela estava a mexer no corpo do rapaz por baixo da água, soube mais tarde que logo após uma conversinha o rapaz perguntou se ela gostava de ver os peixes; depois de um sim ele disse que tinha um bem grande para lhe mostrar, no que ela perguntou onde estava esse peixe. Ele guiou a sua mão até ao seu pau e ela pode sentir um cacete relativamente grande, grosso e duro como ferro. Ficaram nessa troca de carinho por um tempo, ela estava a masturbar o pau do rapaz e ele a retribuir com a mão na rata dela, confirmando o que eu tinha deduzido. Vi quando ele a abraçou e se beijaram de língua longamente. Eu estava completamente anestesiado com a cena. Segundo ela, neste momento eles estavam na maior esfrega, ela sentindo a delícia que era ser roçada por um pénis diferente do meu, na barriga, na ratinha, nas coxas. Ele abraçava-a e com as mãos, apertava as suas nádegas, e enquanto eles se beijavam a mão dele deslizou pelas costas até ao rabo, onde ele lentamente colocou os seus dedos por entre o fio dental até chegar ao ânus; com o dedo médio massajava o seu olhinho e lentamente penetrava-o com o dedo. Ele então levantou-a e ela passou as pernas à volta da cintura dele. Essa posição permitia um contado bem melhor entre a sua rata e o pau dele. Nesse momento ele já estava com pau de fora do calção tentou afastar o biquíni dela para o lado para tentar uma penetração, mas ela não deixou, estava decidida a não lha dar, só queria curtir aquele membro maravilhoso. Eu vi-a a ser beijada na boca e vi também quando ela deu uma chupada no pescoço do seu macho desconhecido que, pelas feições deve ter gostado muito. O desempenho da minha esposa estava digno de aplausos! Uma verdadeira putinha nos braços de outro macho. Ela só fazia gemer e esfregar a sua rata contra o cacete dele. Ela disse-me depois que estava com tanto tesão, que achou até que iria desmaiar. De repente percebi que eles mudaram de posição. Ele tirou-a da sua cintura e virou-a de costas para ele. Acho que estava a fim de experimentar um roça-roça no rabo da minha mulher. Ela aceitou numa boa. Eu via que ela mantinha as suas costas coladas no peito do rapaz que continuava a dar beijos na nuca dela. Neste momento eu percebi as expressões do rosto dela mudar, à medida que ela inclinava o tronco para frente. Parecia que ela estava a sentir algo diferente agora. Será que ele está a penetrá-la? Pensei comigo já preste a gozar de tanto tesão que aquela cena me proporcionava. Era isso mesmo! O tipo tinha-a colocado de costas e começou a esfregar o cacete nas nádegas dela e tentou mais uma vez puxar a calcinha do biquíni para o lado. Nesta posição ela não resistiu e deixou. Deixou o rapaz encostar a cabeça do pau na sua ratinha, mexeu e remexeu a cintura para facilitar a entrada e recebeu aquela verga gostosa dentro dela, foi dessa jeito que ela me contou. Disse-me que era muito gostoso receber uma verga diferente da minha, que ele metia gostoso, com suavidade para não chamar a atenção das poucas pessoas que estavam na praia. Eu via o tesão da expressão dos seus gestos e ele continuava a meter nela. Eu olhava atentamente toda a cena, ela estava de boca aberta, com aquela cara de prazer, a trair-me à minha frente, às vezes olhava para mim. Estava um rapaz de uns 17 anos que estava a certa distância, que também apreciava a cena. Certamente masturbava-se como eu, só que com mais liberdade, pois estava dentro da água. Além de estar a dar prazer ao tipo que a comia e para mim, ela ainda dava prazer àquele rapaz desconhecido. Eu gozei apenas por apertar o meu pau pelo short. Vi que os movimentos do rapaz atrás da minha mulher tinham diminuído. Acho que ele devia ter gozado! Passaram mais um tempinho colados e logo depois separaram-se. Deram um longo beijo e a minha esposa foi-se afastando dele, arranjou o biquíni e saiu da água, vindo na minha direção. Chegou até onde eu estava fez um sorriso amarelo para mim. Chamei-a e retornamos para a pousada sem dar uma palavra. Tinha realizado o meu sonho que era ver minha mulher a dar para outro à minha frente, e agora, como seria a nossa vida dali para frente? Chegados à casa que alugamos, pedi para ela me contar os detalhes do ocorrido, ela contou e aquilo deixou-me mais excitado. Disse-lhe que seria bom fazermos uma festa a três e disse se ela não gostaria de convidar o rapaz para um jantar, ela fez um sorriso e disse, "tu tens certeza disso?" Disse-lhe que sim e pedi que pegasse no carro, voltasse à praia a combinasse com o rapaz. Quando voltou disse que havia combinado tudo e que o rapaz estaria lá por volta das nove. Disse que ele estava receoso comigo, mas que ela havia dito não haveria problemas. As nove o rapaz chega, num clima meio esquisito de conversa descubro que ele tinha 22 anos e trabalhava como pescador, na praia onde estávamos e minha mulher, então, aparece com um pequeno short a mostrar toda a coxa e o seu rabo. Ela diz que é preciso quebrar o gelo e coloca algumas músicas para descontrair, regados a vinho, nós três começamos a relaxar e a conversar. Num dado momento, pergunto à minha mulher se o jantar vai demorar ela diz que não e que é preciso desligar o fogão, resolvo ir ao banheiro e vou até à cozinha desligar o fogão, quando volto vejo a minha esposa junta ao rapaz a dançar uma musica lenta, resolvo não interromper e vejo os dois enroscarem-se num longo beijo, aquilo foi tesão puro, aproximo-me então e a abraço por trás. Movimentávamos ao lento ritmo da música fazendo da minha mulher um delicioso recheio. Desci as mãos até aos seus shorts e tirei-o, deixando-a de calcinha, o rapaz aproveita e começa a tocar na sua vagina pela frente, e ela põe a sua mão direita dentro do calção dele e começa a fazer uma leve punheta. O clima de tesão estava no ar, eu beijo o seu pescoço enquanto ela inclinava cabeça para trás punhetando o rapaz e sendo acariciada pelos dedos dele… num rápido momento, viro-a de frente para mim e dou-lhe um longo beijo, o rapaz aproveitou e começou a esfregar-se no seu rabo. Eu então puxei-a para nos deitarmos no carpete fofo da sala, ela ficou de frente para mim e de costas para o rapaz que também se deitou, peguei na sua coxa e coloquei-a sobre o meu quadril, enquanto a acariciava e o rapaz encostou o peito dele nas costas dela, mordiscou a sua orelha e com os dedos penetrava a sua vagina completamente ensopada, percebendo a situação ele aproximou o seu pénis e sem muito esforço penetrou aa vagina da minha mulher. Ele penetrando-a de lado e eu beijando-a também de lado, mas de frente para ela. Ela estava numa tremenda excitação. Ela começou a punhetar o meu pénis enquanto era penetrada pelo rapaz, foi então que enquanto era penetrada guiou o meu pénis com a mão até à sua vagina já preenchida, percebi que ela queria algo mais, uma loucura, o rapaz parou de se movimentar e permaneceu com o pénis dentro dela. Ela com as mãos guiou o meu pau até à sua vagina enquanto esfregava o meu pau nos lábios vaginais já preenchidos por outro cacete. Ela então parou e começou a empurrar o meu cacete contra o do rapaz tentando forçar a entrada de mais um cacete na sua vagina! Eu não acreditei naquilo que ela queria, olhei o seu rosto e ela de olhos fechados e boca entreaberta transbordava tesão! Movimentei-me e comecei lentamente a forçar a entrada que aos poucos foi cedendo, puxei a sua perna mais para cima do meu corpo para arreganhar mais a sua vagina e lentamente forçava o meu pau que foi entrando, o tesão era de mais!… Sentia que ela estava a estremecer num gozo e comecei a movimentar-me e o rapaz também… nesse momento a minha mulher era o recheio com dois cacetes na sua vagina. O meu pau sentia de um lado a parede vaginal dela e do outro o cacete do rapaz a movimentar-se. Percebi que ela começou ir à loucura quando ele deslizou as mãos por entre as nádegas e com o dedo médio penetrou o seu cuzinho, ela começou a gemer num gozo e nós dois gozamos loucamente dentro dela!… AAhhhhhhhhh!!!!!!! … Fomos para o banho exaustos e depois do banho disse que a amava muito, ela deu-me um beijo bem gostoso disse que também e depois de tudo isso jantamos e o rapaz foi embora. Nunca mais vimos aquele rapaz, nunca mais repetimos aquela aventura. Hoje temos um relacionamento muito gostoso. E às vezes relembramos o acontecido e quando isso acontece e o sexo é sempre mais prazeroso. |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






A minha mulher na praia




