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Uma festa a 3Publicado em 2013-01-22 na categoria Contos eróticos / Grupo
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Estamos casados há um bom tempo, ela com os seus 35 anos e eu com 33. Lu é uma linda loira de fazer parar literalmente o trânsito, coxas torneadas, rabo empinado, uma delícia. Sempre tivemos muitas fantasias sexuais, mas a verdade é que nunca chegamos a concretizá-las. Há um ano, a Lu entrou para trabalhar no departamento de vendas de uma empresa revendedora de consórcios. A empresa boa, paga bem, é conhecida na praça, só que o pessoal da equipa não tinha nada de equipa. Não só por rivalidade, mas porque como todos são vendedores externos acabam por não conversar e não se conhecem muito. É uma empresa meio “fria” (nada de happy hour, churrascos, etc). Após seis meses a trabalhar lá, a Lu resolveu tentar “melhorar” a situação de alguma forma, e perguntou-me se eu achava que seria bom ela chamar o pessoal da empresa para um churrasco ou algo do tipo. Eu achei ótima a ideia, e até sugeri a Casa dos Avôs dela para o local do evento. Ela achou perfeita a sugestão! A Casa é enorme e tem uma ótima estrutura, com piscina, churrasqueira, casa grande toda completa, com 4 quartos, sendo 2 suítes e não fica tão longe da cidade: 20km. Ela chamou o pessoal, e ficou marcado para um sábado no mês seguinte. Como a casa tem tudo, ela até sugeriu que quem quisesse poderia pousar lá, na sexta feira e ficar sábado o dia inteiro, alguns gostaram da idéia e ficaram de falarem com as esposas/maridos. Chegou o dia. Na sexta-feira, a Lu chegou mais cedo a casa e como havíamos combinado aceleramos para a casa para limpar tudo. Chegamos, tiramos todas as coisas do carro, e para nossa infelicidade a casa estava bem mais suja do que imaginávamos. Fazia umas três semanas que ninguém ia lá. Foi uma verdadeira luta, enquanto ela limpava os quartos e tudo lá dentro, eu fui limpando a piscina, lavando todas as calçadas, churrasqueira, grelha, e tudo mais. Demoramos umas duas horas para limpar tudo, quando terminamos já era quase 20h. A Lu apanhou um susto quando viu o horário, e disse que precisávamos tomar banho e acender a churrasqueira, pois o pessoal ia chegar. Perguntei-lhe quem viria para pousar ali hoje, e ela respondeu que amanhã viria praticamente todo mundo, hoje ficaram de vir dois casais e dois rapazes lá que iam levar cartas para a gente jogar. Corremos para tomar banho, e assim que sai fui duscar o carvão à dispensa e acender a churrasqueira. A Lu saiu do banho com um short curtinho e uma blusinha colada ao corpo e foi preparar umas caipirinhas para deixar tudo pronto. Sentamos na área, liguei o som do carro num volume baixo, e ficamos sentados na rede a conversar. Estava um vento gostoso, sem calor e nem mosquitos (que costumam atormentar lá), uma noite boa. Ficamos a conversa e vi que a Lu começou a ficar inquieta olhando para o relógio, e deu 21h, 21h30, 22h e nada de ninguém. Vi que ela ficou bem desanimada e eu também fiquei muito frustrado, afinal, foi uma correria danada para limpar tudo aquilo! Quando as 22h40 ouvimos o som de um carro, o ânimo dela voltou, e ela disse aliviada: "Até que enfim"… Fomos receber, e vimos que era um automóvel Corsa branco, e desceu um rapaz sozinho, era o Márcio disse ela. Cumprimentamos-nos e ela logo perguntou se ele sabia das meninas que iam vir? Ele respondeu que não sabia, mas que falou com uma (a Fernanda) e ela disse que o marido preferiu ir só no sábado na hora do almoço, pois tinha algumas coisas a fazer. Foi evidente a decepção da Lu, e eu logo emendei dizendo que talvez elas estivessem para chegar, e que se não viesse, a cerveja e a carne nós tínhamos ali e estaria bom do mesmo jeito! O Márcio concordou e fomos entrando na área em direção a churrasqueira. Esse Márcio é meio estranho, moreno, 39 anos tipo calado, anda meio desengonçado, sei lá, sem tipo. Segundo a Lu, o pessoal da empresa diz que depois que a esposa o deixou à um ano, ele ficou totalmente desconcertado da vida e meio depressivo. Porém, fui conversando com ele, e entre uma cerveja e outra e a carne ele foi melhorando no meu conceito. Comemos, bebemos, e deu 00h00 e nada de ninguém. A Lu ficou nitidamente abatida, eu realmente frustrado. Mas eu tentava animar (principalmente ela, coitada), e então chamei-os para nós darmos um pulo na piscina, para brincar um pouco, e curar a cerveja! O Marcio ficou indeciso mas disse beleza. A Lu não se animou, disse que a água estaria fria, e que estava um vento frio. Eu retruquei: “Que frio, que nada amor! Deve estar ótima!” Sai a correr, desci as escadas, tirei a camisa e pulei! Tive uma péssima surpresa, a água estava realmente gelada! E o vento piorava. Nisso ela gritou: “E ai, como ta?” Eu não querendo dar o braço a torcer, e não ser o único a ficar ali, disse: “Está ótima, vem amor! Vem Márcio!” Ele disse que ia pegar um short no carro e já ia, eu insisti mais algumas vezes e a Lu resolveu ir pegar o biquíni e vir. O Marcio voltou, já com o short e pulou na água, e tomou um susto, e disse rindo: “Tá frio aqui!…” Eu ri e disse: “Não… logo melhora, é o corpo que tem que acostumar um pouco.” E dei risadas novamente. Ficamos ali uns minutos, quase a tremer quando a Lu apareceu a descer as escadas com o biquíni branco e azul, que é do tipo cortininha. Bem pequeno (na verdade é mais para tomar sol só), eu assustei-me na hora, não imaginei que ela ia colocar justo esse biquíni que é um dos menores, ou o menor que ela tem, mas mesmo assim não disse nada. Ela estava uma verdadeira delícia! Parecia que desfilava, e não andada. Vi que o Márcio deu-lhe uma “comida com os olhos”, ainda mais quando ela se curvou de costas para nós, (exibindo aquele belo rabo com o biquíni minúsculo tapando quase nada) para colocar a toalha na cadeira de sol. A Lu veio na minha direção e pediu para eu a segurar ela que ela iria saltar. Colocou a mão nos seios para o biquíni não descer na água, e pulou bem tímida. Quando caiu na água, ela levantou rapidamente, arrumou o cabelo e o biquíni e olhou-me com um cara de quem queria matar-me e dizendo alto: “Está boa a água?! Vou morrer de frio aqui! Ta a congelar!” Eu e o Márcio caímos na risada, e eu disse que logo passaria o frio, que era só acostumar um pouco. Ficamos alguns minutos a nadar e a conversar e eu reparei que a Lu estava realmente com frio. O queixo tremia e os seios; dava para notar um leve relevo nos bicos, que deveriam estar completamente duros. Para amenizar aquele frio todo, resolvemos inventar algum tipo de brincadeira. Como não havia nenhuma bola ou rede de vólei, após algumas ideias, acabamos por inventar um “Policia e ladrão”. Onde uma pessoa era policia e os outros dois os ladrões, e a policia tinha que prender o ladrão e algemar as mãos (ficticiamente, claro). E começamos a brincadeira, que foi ficando bem animada! Toda vez que a Lu ia ser “presa” ela gritava como uma louca era muito engraçado. Eu claro, aproveitava-me sempre da situação e passava-lhe a mão na ratinha dela (por cima do biquíni) e nos seios, a Lu dizia baixinho: “Safado, descarado!…” Naquilo o meu pau estava a estourar de duro. O frio foi passando e a brincadeira a ficar cada vez mais quente. Comecei a reparar que o Márcio parecia também estar a sair da casca quando ia prender a Lu. Ele roçava-se demais, e segurava-a forte também. E cada vez mais ele ia perdendo a timidez na brincadeira. Aquela cena deixou-me irritado, com ciúmes, porém, um flash passou-me pela cabeça e lembrei-me da fantasia de fazer sexo a três, e das vezes que fazia a dupla penetração nela com a ajuda dos dedos. Emendei o pensamento com o facto de estarmos sozinhos ali, que ele iria dormir ali, e que talvez, muito talvez, pudesse até acontecer. Comecei a pensar naquilo e o ciúme transformou-se em tesão, o meu pau parecia que ia estourar na bermuda. Só para provocar o Márcio, comecei a ser mais ousado; nas passadas de mão nos seios da Lu, ele claro que via aquilo e deveria ficar louco. Ficamos ali quase uma hora, e o vento aumentou muito e o frio já estava insuportável. A Lu começou a reclamar, e disse para nós sairmos dali. Eu concordei com ela, e disse para nós tomarmos banho e irmos para a sala ver Altas Horas, ou algum filme. O Márcio concordou também, e fomos em direção a escada sair da piscina. A Lu estava na frente e foi a primeira a subir a escala, e sinceramente quase nos matou! Ela foi subindo devagar, com aquele biquíni todo enfiado! O que era aquilo?! Eu nitidamente fiquei desconcertado o Márcio que estava um pouco atrás de mim deve quase ter tido um infarte. Ela enrolou-se na toalha e saiu a correr em direção ao banheiro do nosso quarto, eu fui logo atrás e mostrei o quarto e banheiro que o Márcio poderia usar. Cheguei ao quarto e a Lu já estava no banheiro, e chamou-me para mudar a posição do chuveiro para inverno e para a ajudar a tirar o biquíni. Os seios estavam com o bicos super duros, não sei se de tesão, frio ou os dois juntos. Eu estava louco de tesão, entramos na água quente, e com o sabonete na mão ensaboei e passei a mão no seu corpo inteiro, parando na ratinha, enquanto massajava um seio com a outra. Ela gemeu bem baixinho. Parei um pouco, e com a voz em tom de brincadeira, disse: “Tu és muito safada amor, quase nos mataste com esse aquele biquíni.” Ela riu, e disse que não, que nem era gostosa a esse ponto. Eu retruquei, e disse: “O meu pau estava quase a estourar o short, com certeza o do Márcio ficou igual. Quando estávamos a brincar tu não sentiste nenhum volume dele?” Ela riu mais ainda e, de forma um pouco acanhada, respondeu que sentiu sim. Eu ri, e disse: “Viste só, estava certo! Safadinha…” e já emendei, e disse: “Sabes, quando estávamos lá a brincar lembrei-me daquela nossa fantasia de sexo a três, se não fosse tanta loucura, hoje seria o dia perfeito não é? acabamos ficando só nós três aqui…” Ela ficou muda alguns instantes, pensativa, e disse um ”é” bem demorado, como que confirmando a ideia. Segui adiante e comecei a chupar os seios dela, e desci para a ratinha que chupei com vontade, enquanto com a mão direita fui massajando o cuzinho dela, que começou a gemer mais forte, parei um pouco e disse: "Imagina só nós nos dois “buraquinhos” hein?!” Ela só disse: “Ai que delícia!” E mandei o xeque-mate: “O que achas amor, a gente realizar essa fantasia hoje? O Márcio é confiável?” Ela ficou em silêncio algum tempo, pensativa, e disse que: “O complicado é que ele era do serviço dela, e poderia falar para alguém e de repente isso poderia acabar com o seu emprego…” Perguntei então: “Ele é do tipo que fica a falar, contando com todo mundo, ou é quieto na dele? ”E a Lu respondeu que: “Ele é bem quieto, quase não conversa com ninguém lá.” Eu tentando achar uma solução, disse que poderia dar uma “prensa” nele, e o mandar ficar de boca fechada… Acho que o tesão era tanto, que a Lu logo concordou. Chupei a ratinha dela mais um minuto, levantei-me, e disse para ela colocar o pijama branco (que é bem transparente) e só uma calcinha por baixo, e ir para sala. Terminei o banho rapidamente, troquei-me e fui para sala. A sala é bem ampla, possui dois sofás grandes, (sendo que um é sofá-cama) e é ligada directamente com a cozinha, sendo dividida somente por um balcão do tipo “cozinha americana”. Os dois sofás ficam de frente para a cozinha, e a TV fica no canto deste balcão. Cheguei à sala e o Márcio já estava lá, deitado tranquilamente no sofá-cama, e a ver o altas horas. Fui à cozinha, tomei um pouco de água, e deitei-me do outro lado do sofá-cama, deixando o meio “livre”. Ficamos ali a ver o programa, e comecei a elogiar as gostosas que apareciam, e ele entrou na “brincadeira” e começou a falar o mesmo, e disse que há pouco tinha aparecido uma na plateia que era muito boa! Já havia passado uns 25 minutos e eu já estava a pensar que a Lu tinha desistido da ideia, quando ela surgiu do corredor, parou alguns segundos na porta da sala para ver a TV, e foi em direção do frigorifico. Omeu pau ficou duro na hora! Eu sabia que o pijama era transparente, mais não tanto! Não sei se devido á iluminação, mas ela parecia estar praticamente nua. A Lu colocou uma calcinha fio dental por baixo, e era a única coisa que parecia ela estar a usar. Os seios ficavam completamente desenhados na blusinha, e dava para ver nitidamente os biquinhos. O short mesma coisa, parecia estar só de calcinha. O Márcio olhou de relance e travou o olhar nela! Ele ficou completamente desconcertado, e voltou rapidamente olhar a TV. A Lu ficou a enrolar na cozinha, nós dois disfarçadamente ficávamos a olhar para ela. O meu pau pulsava no short. Eu então chamei-a para vir ver TV, pois estava interessante o programa. Ela veio de frente para nós, e só para provocar ainda mais parou e ficou a olhar para a TV com cara de desinteressada. O Márcio olhava para ela hipnotizado, acho que deveria não acreditar na situação. Chamei-a mais uma vez para se deitar conosco e, nisso, o Márcio disfarçou novamente olhando para a TV, e ela deitou-se com a cabeça no meu ombro, e com as pernas e rabo, viradas para o Márcio. Eu de canto de olho ficava a ver a reacção dele. Ele estava completamente perdido. Não sabia se olhava para o rabo dela, ou para a TV. Se disfarçava ou olhava de vez. Ele foi ficando de pau duro, claro, e tentava esconder, sem jeito, pegou o lençol que estava nos pés, e cobriu-se até a cintura. A Lu aproveitando disse que também estava com um pouco de frio e cobriu-se também, e ao arrumar-se, foi um pouco mais para o lado e encostou o rabo e as pernas nele. Ele ficou sem acção, travado. Eu resolvi provocar um pouco mais, e comecei a beijá-la e a acariciá-la, e ele só a olhar atento. Fui passando a mão nos seios dela, e puxando a blusinha do pijama para cima para tirar logo, mostrando os seus seios empinados e já duros de excitação, desci um pouco e caí de boca neles. O Márcio estava parado como uma estátua, sem saber o que fazer e a Lu então tomou uma pequena iniciativa e foi passando a mão nas coxas dele; próximo à virilha, ele então atirou o lençol para fora, e foi baixando o short, e direcionando a mão da Lu de encontro com o seu pau, que estava totalmente duro. A Lu, de certa forma tímida, ficou a punhetar de leve o pau do Márcio. Eu parei de chupar os seios dela e lentamente fui tirando o shortinho, deixando-a só de calcinha, com a mão esquerda passei a masturbá-la lentamente por cima da calcinha e senti que já estava toda molhadinha, passei o dedo então e confirmei, a ratinha da Lu estava ensopada. Afastei a calcinha e cai de boca naquela ratinha deliciosa. Vi que o Márcio já ensaiava pegar nos seios dela e começou a massajar com tesão as aréolas. Chupei alguns segundos, mas aquela calcinha estava a atrapalhar-me, então parei, puxei a calcinha e pedi para ela fica de quatro e com as pernas bem apertar para eu chupar também o cuzinho, aquela posição acabou deixando-a com a boca ao lado do pau do Márcio, ela punhetou-o mais uns segundos não resistiu e levemente começou a chupá-lo. Aquela situação era muito excitante e doida ao mesmo tempo. Parecia que eu estava num filme, onde eu agora podia ser o diretor da cena e ao mesmo tempo participar! Voltei a chupar e ao mesmo tempo ia introduzindo dois dedos na ratinha e fazendo movimentos rápidos de penetração, eu ouvia-a gemer baixinho, enquanto chupava o Márcio cada vez mais rápido. O Márcio fechava os olhos, olhava para cima, olhava para ela, fechava o olha novamente, deveria estar a segurar-se já, ou não acreditando naquilo tudo. A Lu parou e pediu para ele se deitar mais para baixo, segurou no pau dele, posicionou-se em cima e foi colocando lentamente o pau dentro dela. Ela gemeu baixinho quando entrou tudo, segurou-se com as mãos na cabeceira do sofá-cama, e começou a cavalgar lentamente. O Márcio segurava os seios dela, e tentava chupar, conseguindo por alguns segundos, interrompido pelo vai e vem. Eu já louco para comer o cuzinho dela, comecei acariciar com o dedo e perguntei se ela queria ali. A Lu com uma voz de excitação enorme respondeu prontamente que sim. Corri para o quarto peguei a camisinha e no lubrificante que estavam na bolsa, voltei rapidamente. Ela parou um pouco os movimentos, enquanto eu colocava a camisinha, e lubrificava lentamente o cuzinho dela, introduzi um dedo, depois dois, e a Lu interrompeu-me pedindo para eu colocar logo, pois ela estava quase a gozar. Atendendo ao pedido posicionei-me atrás dela, e segurando-me nos seus ombros comecei a colocar lentamente. Entrou com bem mais dificuldade do que quando com os dedos, ela gemeu alto, e recomeçou os movimentos no pau do Márcio, eu comecei a dar estocadas leves também, e fomos pegando o ritmo! A Lu gemia alto, enquanto eu segurava o seu cabelo para trás, e o Márcio ia chupando os seus seios, ela dizia a gemer: Aiii, aiiii, isso, vai, vai…" o clima estava demais, eu segurava-me para não gozar, já quase não aguentava mais, então ouvi o Márcio dizer meio a gaguejar que não aguentava, não aguentava, e começou a urrar e gozar na ratinha da Lu. Quando ela sentiu-o a gozar o tesão aumentou ainda mais, e os movimentos ficaram ainda mais rápidos, eu que estava a segurar-me nela quase caí, mas continuei a bombar forte no cuzinho dela, e senti que não dava mais eu tinha que gozar, e gritei "Ahh! Vou gozar nesse cuzinho gostoso!…" E dei umas quatro jorradas violentas de esporra na camisinha, mas consegui continuar com as estocada por alguns segundos, que foi o tempo suficiente para a Lu começar a gemer muito alto e ter um orgasmo fantástico! Sentia o meu pau ser esmagado pelo cuzinho dela a pulsar… Deitei-me para o lado, ela saiu de cima do Márcio, escorrendo a esporra dele pelas pernas e “caiu” ao meu lado, quase desmaiada. Só se escutava respirações ofegantes. Ficamos aproximadamente 10 minutos a descansar, até que a Lu se levantou e convocou-nos a todos, a tomar um banho na suíte. Tomamos o banho e só acordamos no outro dia ás 10h, assustados, pois o pessoal já deveria estar a chegar. Não tocamos mais no ocorrido com o Márcio e nós seguimos a nossa vida e ele a dele. |
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