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A minha fantasiaPublicado em 2013-01-30 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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Tudo começou com uma fantasia. Mais da parte do meu marido. Casei virgem, com véu e grinalda, toda de branco como manda o figurino. Sempre tivemos uma vida sexual normal, como todos os casais. O meu nome é Joelma, tenho 33 anos, 1,70 de altura, loira de olhos claros, chamo muita atenção no dia-a-dia por conta do meu rabo arrebitado, quando me arranjo para alguma festa, maquilhada, com vestido e salto alto, tenho os meus trinta segundos de fama!Maurício por sua vez, jamais deu demonstração de ter me traído. Sempre fomos normais, sem ser puritanos em excesso e nem liberais por inteiro. Gostamos de piadas picantes e brincadeiras com palavras de sentido duplo, compramos revistas eróticas e assistimos a filmes porno. A nossa ousadia máxima tinha sido fotos minhas em trajes íntimos, tiradas num motel e guardadas a sete chaves. Temos uma vida relativamente boa, graças à nossa loja de material de construção, através da qual, conseguimos os carros, casa, e casa na praia. Acho que foi a partir do sexto ano de casamento, quando Maurício começou, no meio do sexo, a falar coisas esquisitas: "Meu bem, tu não queres deixar um tipo pauzudo comer-te? Ah, ah, o gajo vai gozar só de meter nesse rabo gostoso. Ele ia ficar louco só de se encostar a esse corpinho". E a cada relação sexual, este tipo de conversa ia ficando mais quente, principalmente quando eu lhe dava o cuzinho para ele comer. Mas ao gozar, ele parava com essa história e depois, não tocava mais no assunto. Eu achava que era uma forma do Maurício se excitar e passei a aceitar a brincadeira, dando trela. Uma coisa que me intrigava era que, a maioria dos DVD que ele alugava, eram de negros bem dotados, a fazer sexo com mulheres brancas. O meu marido adora futebol e todo ano, dirige patrocina a equipa da nossa firma num campeonato amador. A equipa dele é apelidado pelos outros de “O segundão”, porque há cinco anos, sempre é o vice-campeão. Essa gozação tem deixado ele louco. Para o campeonato deste ano, ele foi buscar um jogador para reforçar a equipa. Era um sábado à tarde, quando Maurício chegou acompanhado do rapaz, um mulato alto, forte e rosto até bonito. Teria uns dezoito anos no máximo: "Jo, este é o Dedé. Ele vai jogar para nós no campeonato. Os jogos são domingo cedo e ele vai ter que dormir em nossa casa nos sábados." Como temos um quarto com banheiro nos anexos dos fundos, acomodamos ali o Dedé. Pelo jeito que Maurício falava, fazia jus à fama de grande jogador. Fazia golos em todos os jogos e os finais de semana era só festa. O que me preocupou foi que certa vez, no meio do sexo, Maurício passou a fantasiar com o Dedé a comer-me. Sim, agora o desconhecido tinha cara e nome. No dia seguinte, pela primeira vez, toquei no assunto sem estarmos a fazer sexo: - Maurício, que ideia foi essa de incluir o Dedé na nossa relação sexual? Numa segunda-feira, fui arrumar o quarto dos fundos, onde Dedé dorme aos fins de semana. E sobre a mesinha, encontrei várias fotos viradas. Ao desvirá-las, quase morri de susto e vergonha! Eram fotos minhas só de biquíni. Em algumas de costas aparecendo o meu rabo. Como vieram parar ali? Nessa hora entendi que Maurício tinha-se “esquecido” delas propositalmente ali. E pensando bem, lembrei-me que Dedé, naquele fim-de-semana estava a olhar-me de maneira diferente, desejosa. Fiquei furiosa e acabei por brigar com o meu marido. Um absurdo o que ele fez, deixando o rapaz ver aquelas fotos. No sábado, como sempre, Dedé ficou no quartinho. Maurício chamou o Dedé para tomar um refrigerante na sala. E na maior cara de pau, mostrou os seus DVDs porno e perguntou se ele não queria assistir algum. O rapaz é lógico, ficou interessadíssimo. O sacana escolhe logo o filme com um negro e uma loira. Chateada, retirei-me para o quarto. Maurício deixou o rapaz a assistir e veio até ao quarto. Começou a meter-se comigo e eu, a recusar. Reclamei com ele sobre tudo o que estava a acontecer, não gostava da ideia de ser objecto, ele disse que não haveria problemas e apenas brincaríamos com o rapaz, sem maiores desfechos. Ainda relutando, não gostava da ideia, mas toda essa história estava a irritar-me já. Resolvi aceitar e saí do quarto em direção à sala apenas com uma camisolinha bem curta, mostrando o fundo do meu rabo. Dedé, ao ver-me, ficou com cara de apalermado, estava estático, sentado no sofá menor. Vestia a calça de treino e uma camiseta. O meu olhar pousou para o volume entre as pernas. A tenda formada pelo seu pénis erecto denunciava o grau de excitação. Já que o pilantra no meu marido tinha armado tudo aquilo, então ia ter! Ah, ele ia ver! Ainda só de camisola, deixe o papel de esposa fiel e respeitada. Mandei tudo às favas! Aproveitei que Maurício havia ido ao banheiro e sentei-me ao lado de Dedé, comecei a puxar conversa sobre o jogo, e comecei a elogiá-lo como bom jogador, que a sua fama, logo iria despertar o interesse dos grandes clubes, e que logo ele teria várias mulheres aos seus pés, inclusive muitas loiras “como eu”. O rapaz ficou meio pasmo com toda a conversa, eu aproveitei o momento e peguei na sua mão, nesse momento já estava louca de tesão, virei-me e dei-lhe um grande beijo na boca, o tesão falava mais alto, se era isso que Maurício queria, ele iria ter até ao fim! Ergui a camiseta do Dedé, ajudando-o a desnudar o tronco jovem e robusto de atleta. Baixei a calça, puxando junto a cueca. Um pau duro e enorme saltou para fora, como uma tora elástica. O curioso era que todo seu corpo era de um negro claro e só o cacetão e as bolotas eram pretos como breu. O pau apesar de bem maior que o de Maurício, não era tão gigantesco como os que apareciam nos filmes porno, mas a grossura, o diâmetro era espetacular. Ajoelhei-me e peguei nele maravilhada. Nunca tinha visto nada assim, vivo, a pulsar na minha mão. Era de formato curioso, a chapeleta enorme, em forma de pêra, depois afinava e no meio, novamente grosso ao extremo. Punhetei de leve e a ponta ficou húmida, com um líquido incolor. O cheiro de macho enlouquecia-me. Comecei a beijar aquelas coxas musculosas e fui em direção às bolas. E beijando de leve, fui subindo toda a extensão da tora. Um fio de pentelho entrou na minha boca faminta. Tirei rapidamente e continuei a escalada com os lábios. E cheguei à cabeçorra. Abri bem a boca e agasalhei-a. Ela ao entrar empurrou a língua para baixo, colou-se no céu da boca. Dedé sentindo a humidade e o calor do meu boquete começou a gemer baixinho. Era delicioso mamar e pegar toda aquela extensão de carne rija, com as veias inchadas. Nisso Maurício voltou do banho e quando me viu a chupar aquele cacetão ficou desesperado e correu para pegar numa camisinha. "Jo, era para encapar primeiro, porra! Sem camisinha não, sua louca!" Nem lhe dei atenção que todo atrapalhado, mais do que depressa, rasgava a embalagem da camisinha. O pau de Dedé estava duríssimo, belo e potente, em toda a sua plenitude. E eu lambia toda a sua extensão para que o meu maridinho visse o tamanho da encrenca que ele arrumara. No fundo, acho que queria puni-lo. Maurício estava meio enciumado ou arrependido por ter ido longe demais. E disse: "Querida, se quiseres, toca só uma punhetinha, deixa ele gozar na tua mão e tudo bem. Tá bom assim?" Eu nem respondi. Naquela hora eu queria vingar-me, mas também, estava com vontade de experimentar aquele pauzão dentro de mim. Não era só a esporra do meu marido que escorria pela minha ratinha. Era melzinho de desejo mesmo. Tesão de dar para aquele rapaz mulato e pauzudo. Peguei na camisinha da mão do meu marido, vi qual lado estava enrolado, estiquei, cobri a chapeleta e desenrolei tudo. A borracha estava esticada ao máximo, dando a impressão que ia estourar. E no final, ainda sobraram alguns dedos de cacete descoberto. Abracei o Dedé e puxei-o para o sofá grande. Fiquei meio sentada, meio deitada, na posição de franguinho assado, abri bem as pernas, peguei o mastro negro e pincelando na ratinha, fui guiando ele até a entrada da grutinha. Fiz questão de olhar nos olhos do meu marido e nele vi um ar de apreensão. E disse: "Vem, empurra, põe esse pauzão na minha ratinha. Tu vais ser o primeiro que me come fora o Maurício. Vem, vem." E Dedé meio desajeitado, começou a empurrar. O pauzão foi entrando devagar, avançando cada centímetro, raspando em tudo, alargando, parecia que eu era virgem outra vez. Eu arfava, um pouco pelo medo, pela tensão. Até então, só tinha feito sexo com Maurício. Era a primeira vez que eu estava a daa a outro homem. Depois da cabeça, outro sufoco quando chegou pela metade, na parte mais grossa. Os grandes lábios esticados ao extremo e a parte de cima do cacetão a esfregar no meu clitóris. Senti que um orgasmo estava a vir. Comecei a rebolar, enquanto pedia para o Dedé meter mais rápido, com tudo. Ele atendeu e passou a bombar a valer. Todo o meu baixo ventre mexia-se, a cada estocada. Parecia que tudo saía junto quando ele puxava e depois, entrava algo monstruoso até o fundo, pressionando até a bexiga. Eu estava maluca, tendo um orgasmo arrebatador. Rebolando e gritando, acho que gozei como nunca tinha gozado. E todo o meu ser relaxou. Deixei-me cair prostrada. Olhei para Maurício que parecia estar desesperado. E naquela posição, ele pode ver tudo, de como aquele pauzão negro alargou a minha ratinha branca. E como Dedé ainda não tinha gozado, passei a rebolar de novo, acariciando as suas costas. Ele reiniciou as bombadas. A ardência do vai e vem, por dentro da ratinha, e a dor da ponta do pau a bater no fundo, incomodava-me. Passei a mexer-me mais, para que ele gozasse logo. E usei a mesma tática que usava, quando queria que Maurício acabasse logo: "Mete, mete, vai. Goza gostoso. Vai, vai, mete gostoso, mete, goza tudo aí dentro. Ai, ai, vai, vai, goza." Dedé acelerou as bombadas. A dor estava a ficar insuportável, mas, ainda bem que ele gozou logo em seguida. E começou a tirar a pirocona ainda dura. E quando saiu, foi incrível a quantidade de leite que estava na ponta da camisinha. Disse para o Dedé ir ao banheiro. O meu marido solícito trouxe um rolo de papel higiênico e eu limpei-me, como deu, a ratinha. Ainda ressentida, disse: "está satisfeito agora, ó seu corno? Era a tua fantasia? Era? Pois agora eu quero a minha fantasia! Quero meter com dois ao mesmo tempo!" O safado que estava de pau duro novamente, com juras de amor, enchia-me de beijos e carícias no pescoço e seios, enquanto acariciava o meu grelinho. Pegou o tubo de gel lubrificante, lambuzou toda a piroca e começou a lambuzar o meu cuzinho, enquanto enfiava um e depois dois dedos. E como às vezes fazia, começou a meter devagar no buraco de trás. Eu ia dizendo: - Não gozes ainda. Vai alargando aí que depois vou deixar o Dedé entrar por aí atrás. Nisso o Dedé, ainda um pouco constrangido, voltou para a sala. E incrível, de pau duro novamente, vendo Maurício a enrabar-me. O rapaz estava realmente na plenitude da sua potência sexual. Talvez na fase em que conseguisse dar duas sem tirar, como dizem. Desengatei do meu marido, peguei outra camisinha, encapei o pau do Dedé, peguei o gel, lubrifiquei aquele cacete e sentei de costas no sofá menor, apoiei a cabeça no encosto e chamei, enquanto com as duas mãos, abria as maçãs do rabo: "Vem Dedé, mete aqui no meu cuzinho". Era só para irritar o meu marido, que na hora “H”, eu planeava a DP com o pauzudo do Dedé na ratinha e o meu marido atrás. Dedé aproximou-se maravilhado. Peguei naquela vara colossal e fui dirigindo para o anelzinho, naquela altura já sem as pregas e meio abertas pelo meu marido. A cabeça não entrava. Pensava em o deixar colocar só um pouquinho, para me vingar de Maurício. E rebolei lentamente, forçando o quadril para trás, com a cabeçona raspando ora de um lado, ora de outro nas pregas do anelzinho. Nisso, Dedé, querendo ajudar, sem qualquer aviso, deu uma estocada e o pau entrou a valer. "Aaaiiii! Pára! Pára!" Dei um urro e juro, vi estrelas! Uma dor fortíssima. Nem a primeira vez que o meu marido meteu atrás, doeu tanto! Desta vez foram os meus olhos que humedeceram. Lágrimas incontidas escaparam. Mais do que depressa, coloquei a mão direita para trás e peguei no pau de Dedé para ver o quanto tinha entrado. E abismada, constatei que tinha entrado muito pouco. O cacetão ainda estava quase tudo de fora! Mas de repente, resolvi encarar o desafio e ver, como mulher, o quanto eu aguentava, qual era o meu limite. - Quer que eu tire dona Jo? Sabia, por experiência, que a dor logo amenizaria. Foi o que aconteceu. A dor já era suportável. E respondi, quase não podendo respirar: "Não, não. Só vai empurrando bem devagar, com cuidado!" E ele foi enfiando, cada vez mais, o pauzão ia entrando, aquela grossura toda meio que rasgando-me. E deve ter entrado bastante, quando Dedé passou a meter com cuidado. Quando saía, involuntariamente eu ajudava, “cagando” aquele cacetão e quando entrava, uma ardência dolorida. Deixei o pauzão sair inteiro, troquei a camisinha do Chico, o puxei até ao quarto. Maurício veio junto. Fiz Dedé deitar de costas na cama e de cócoras, sentei em cima daquela pirocona, empalando-me com aquela verga grossa, na ratinha castigada, até onde dava. Toda preenchida, deitei-me para frente e novamente, com as mãos, abri as maçãs do rabo e chamei o meu marido: "Vem Maurício, mete aí no cuzinho." Foi de propósito, para ele ver o estrago que Dedé tinha feito ali atrás. As pregas todas arrombadas. Mais tarde, ao limpar-me, vi que tinha até saído um pouco de sangue. O pau do meu marido entrou fácil fácil… Tive até a sensação que tinha duas ratas, uma na frente e outra atrás. Quando os dois começaram a meter, a sensação era incrível. Não dava para saber de onde estavam vindo tantas ondas de prazer. E aos gritos, atingi vários orgasmos, piscando os músculos de ambos os buraquinhos. Uma loucura! Maurício gozou enchendo-me agora o cuzinho de leite e depois foi a vez de Dedé gozar de novo. E eu perdi a conta de quantas vezes. Fiquei com os buraquinhos doloridos, até fazendo-me andar meio de lado, como se estivesse com hemorróidas, mas foi tão bom que repeti a dose muitas vezes. Dedé, mais tarde foi aprovado numa equipa profissional da segunda divisão e mudou-se para longe. Mas ficaram as lembranças daquelas deliciosas tardes de sábado… |
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