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Uma deliciosa fantasiaPublicado em 2013-01-16 na categoria Contos eróticos / Fantasias
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A minha namorada, a Sandy, parecia ter dupla personalidade. Quase fiquei preocupado, mas os benefícios eram enormes. Quando a apanho no colégio, senta-se do meu lado a professorinha, tímida e recatada, mas passados alguns quarteirões ela solta os longos cabelos e já começa a pensar em putaria. Dependendo do dia logo coloca a mão na minha coxa ou no meu pau...Como o meu carro não só é grande, mas também alto e com vidros escuros, ela descobriu que podia fazer um boquete ou punhetar-me sem sermos incomodados. Solta o cabelo e a sua mão logo vem para o meu pau que já espera o carinho. Apesar do perigo, sempre que viajamos ela deita a cabeça no meu colo e vai acariciando e lambendo minha verga. Fora do colégio ela usa umas minissaias muito curtinhas, que valorizam as suas pernas bem torneadas, mas mais importante é que me facilitam para acariciar a sua ratinha. Seja qual for a situação as calcinhas são sempre minúsculas. Mesmo para trabalhar ela não coloca nada grande. A sua maior calcinha são apenas dois pequenos triângulos. Ela gosta que eu a acaricie no carro e para isso, tira os sapatos e ou coloca as pernas sobre o painel ou deita o banco e abre as pernas para mim. É um fetiche delicioso. Adoro senti-la molhadinha e a gemer com as caricias dos meus dedos. Ela gosta tanto de carro, que já fomos a um motel e fizemos sexo no carro, dentro e em cima do capo, só subindo para o quarto uma hora depois. Também já paramos num mirante para ver o pôr de sol, quando ela se sentou no meu colo, nua da cintura para baixo. Enquanto faziamos sexo, bem ao nosso lado, parou uma equipa de reportagem, que não nos viu, mas deixou-a excitada pela sensação de fazer sexo na frente de outras pessoas. Quando fomos a uma casa de swing ela até gostou, mas depois disse que não era a mesma coisa do que fazer sexo na frente de outras pessoas como naquele dia... Foi por isso que nem pestanejou quando sugeri um dogging. Entrei em contato com algumas pessoas mais experientes no assunto e subimos a serra. Paramos num estacionamento e um carro piscou o farol. Um sinal combinado. Baixamos os vidros e começamos a namorar. Muitos beijos. Pouco depois um casal aproximou-se do carro e ficou a olhar enquanto eu abria a roupa dela, um vestido com botões na frente que ela colocara especialmente para a ocasião. Eles observaram enquanto eu abria cada botão e a beijava. Chupei cada parte do seu corpo até chegar à sua rata com muito tesão. Eu também estava excitado com aquela e ela então, estava molhadinha. Resolvi ousar e sai do carro. Dei a volta até ao lado dela e puxei-a para fora. Ali, na frente de mais outro casal que chegara, fiz ela chupar-me e depois tirei o vestido e coloquei-a de bruços sobre o banco, com as pernas para fora e o rabinho empinado, com uma calcinha que não cobria nada. Afastei a tirinha que cobria a parte de trás e meti a verga nela. A mulher de um dos casais punhetava o companheiro, sempre a olhar para nós. A outra chupava o seu parceiro de lado para nós para poderem ficar a olhar para nós. Sandy estava a adorar foder na frente deles e logo estava a pedir para eu colocar o seu rabinho. Ela havia planeado isso sem contar com nada, porque tirou um tudo de lubrificante do porta-luvas. Besuntei-a e aos poucos fui metendo. Nem sei quando ela gozou. Só soube que ela gozara diversas vezes porque ela mesma contou-me depois que saímos de lá. Ela gemeu e rebolou muito na minha verga e muito mais quando percebeu que os outros casais gozaram ao ver a nossa cena. Mas isso não foi o suficiente. Logo ao vermos os outros carros iam-se embora ela disse que nós tínhamos que parar num motel. Qualquer um e que fosse bem perto. Paramos num sem garagem, a poucos minutos dali. Subimos para o quarto e fomos directo para o chuveiro. Não fizemos ali, mas ensaboamos-nos e tocamos-nos muito. Ela disse que precisava fazer uma coisa. E saiu rapidamente para o quarto. Fui atrás e ela esperava-me sentada na cama. Mandou-me eu chegar junto dela e tirou a toalha que eu colocara em volta do corpo. O meu pau estava duro com aquela sacanagem no banheiro e ficou a apontar para o teto, bem na cara dela. A putinha sorriu e disse que sentira falta de dar uma chupadinha e caiu de boca. Ela é viciada em sexo oral. Ela brinca dizendo que tudo o que rima com Now (um trocadilho com a palavra agora em inglês). E é verdade. Ela é louca por sexo de qualquer forma. Chupou-me enquanto as suas mãos brincavam com minhas bolas e naquela delicada região entre o cu e o saco. Deixei-me levar e antes que as minhas pernas fraquejassem, atirei-a para a cama por cima de mim num 69. Uma delícia olhar aquele cuzinho piscante na minha frente. Lambia a sua ratinha e ela o meu pau e coloquei um dedo no seu cuzinho. Ela fez o mesmo no meu e gozamos mais uma vez desse jeito mesmo, com ela implorando para beber leitinho, o que era uma grande mentira, porque ela gosta mesmo é quando eu gozo na cara dela. Gosta de beber, mas gosta de se sentir lambuzada, ou como ela diz, baptizada. Só que ela queria mais, mas eu precisava de alguns instantes para me recompor. Ela concordou e disse que pegaria umas cervejas para nós. Foi ao frigorifico de onde voltou com duas latinhas e entregou-me uma. Ficou a beber da outra e olhando em volta como se tivesse entrado naquele instante no quarto. De repente virou-se para mim e disse: - Já sei. Saiu para o banheiro e voltou completamente vestida. - Que porra é essa – reclamei – resolveste ir embora? Liguei o som na hora e ela começou a dançar com a latinha de cerveja na mão, bebendo aos poucos e desabotoando o vestido. Quantos botões tinha aquilo! Foi abrindo e mostrando que estava nua por baixo dele. Não era a primeira vez que ela fazia um strip e com certeza não seria a última, mas o melhor sempre eram as coreografias. Ela abusava de ser sexy, tesuda e safada. Rebolava descendo até o chão com o vestido todo aberto e sem nada por baixo. De costas, começou a descer o vestido e usando o seu longo cabelo, até a cintura, como o seu grande charme. Ela nua de salto alto e atirando aqueles cabelos longos para cá e para lá fazia o meu pau dar sinal de vida mesmo que eu não quisesse. De costas, com eles chegando quase no rabo era uma visão magnífica. Ela nem precisava, mas quando começou a despejar cerveja no próprio corpo, como tínhamos visto numa filme de sacanagem outro dia, foi o suficiente para eu saltar da cama e ficar junto dela. - Levantou tudo safadinho? – disse dando-me um beijão de língua daqueles. Peguei-a por trás, segurando os seus seios, encostando o meu pau no seu rabo e a minha boca na sua orelha para avisar: - Vou foder o teu rabinho outra vez hoje! E a putinha foi-se agachando até ficar de quatro no chão e ali mesmo, sem a menor pena, cravei minha verga no rabo dela sem creme sem nada. Lubrifiquei com o mel que saía da rata dela e enquanto cravava mexia no clitóris, fazendo ela arquear como uma égua no cio. Queria segura-la pelos cabelos, mas não dava. Ela mexia-se demais e se não fossem os incentivos e insultos eu acharia que ela estava a querer fugir. Gozamos e continuamos juntos como cachorros. Virando o rosto para trás para me beijar ela disse: - Agora mete na minha rata! Caramba seria uma longa madrugada... |
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