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Fui comida à frente delePublicado em 2013-01-31 na categoria Contos eróticos / Grupo
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Carla tem 32 anos. Está casada desde os 26 e adora o marido. Ela é uma mulher que se preocupa com o seu física, por isso, não dispensa o exercício. Por isso mesmo tem um corpo de fazer inveja a muitas adolescentes. Mora no litoral, onde adora caminhar à beira mar todas as manhãs. Também gosta de usar roupas provocadoras para provocar os homens. Gosta de se sentir observada e desejada.A maior aventura da sua vida aconteceu num fim de semana a poucos dias uma festa na casa de um amigo do seu meu marido. Nessa quinta-feira, quando o marido chegou cansado de uma viagem de trabalho, nem prestou atenção à esposa que “subia pelas paredes” doida para ser bem comida, mas ele nada. Evitou-a também na sexta. Ao chegar novamente tarde apenas disse que estava muito cansado e que nem jantaria. Iria tomar um banho e ia directo para a cama pois estava com dores de cabeça. Ela ficou danada da vida, havia feito a depilação na sua ratinha e no seu cuzinho, tomou um banho de imersão cheiroso, vestiu uma roupa sugestiva, achando que seria naquela sexta, mas mais uma vez ele deixou-a na mão. Mas antes de dormir, ele relembrou-a que no sábado iriam a festa do Artur, um seu amigo de trabalho (que ela ainda não conhecia). Ela não quer acreditar, o marido chega a casa depois de quase 5 dias fora, ela doida para para fazer sexo e ele nada, justifica-se com o cansaço e ainda aceita um convite para uma festa para o fim de semana. Ela foi dormir muito aborrecida e cheia de tesão. Acordou no sábado e para sua surpresa o marido havia saído deixando um recado com a empregada dizendo que foi para o trabalho por causa de uma emergência mas que chegaria no fim da tarde. Ela não estava a acreditar, ficou tão nervosa que nem comeu nada e voltou para a cama. Acordou às 16h e deu de caras com o marido a olhar para ela com uma rosa na mão e um pedido de desculpas pois havia chegado na quinta e estava tão cansado da viagem que nem na sexta pode dar-me atenção, mas que depois da festa no domingo seria todo seu. Ela sorriu e disfarçou dizendo que não tinha nada e que adorou a rosa. Ele deu-lhe um beijo que a fez ficar excitada, e achando que aconteceria alguma coisa, decepcionou-se mais uma vez , quando de repente ele diz que estava a morrer de fome e que iria comer alguma coisa. Nos seus pensamentos ela diz "eu sou a comida e tu nem aí seu burro! Estás a habilitar-te a um par de cornos não tarda nada' Já eram quase 21h e ela acabara de se preparar. Como estava cheia de tesão ela nem pensou e colocou um vestido preto bem curtinho com um generoso decote e com um saltinho que realçava mais ainda o rabo e as pernas. Quando o marido a viu, assobiou e disse-lhe que aquela roupa fazia-lhe tesão. “Hum, que bom...” pensou ela, depois da festa eles podiam parar o carro à beira mar para uma festa a dois... Chegaram à festa em 15 minutos, era num condomínio fechado perto da cidade. Foram recebidos pelo amigo do marido e a sua esposa. Pedro e Ana eram os seus nomes. Formavam um casal bonito. Pedro era um homem enorme, com quase 2 metros, moreno olhos expressivos e um corpo bem definido. A sua esposa Ana não ficava atrás, era também morena e tipo mulherão, toda gostosa, estava com um vestido que deixava as suas pernas bem definidas e grossas à mostra e um decote que o seu marido não conseguia tirar os olhos. Notou que Pedro também a observava de cima a baixo e na sua condição (no cio), vieram logo os pensamentos de como seria ter aquele homem enorme só para ela. Estava uma noite muito tranquila, o dia tinha sido quente mas ao anoitecer começou a passar uma brisa fresca. O seu marido abandonou-a para prestar toda a atenção à Ana e ela procurou conversar com outros conhecidos e num determinado momento a Ana pediu licença dizendo que iria resolver uma coisa e logo voltaria. Nesse momento o Pedro apareceu com uma taça de vinho oferecendo-a. A Carla aceitou com um sorriso e começaram a conversar. Ele além e bonito era um sedutor, começando logo a elogiá-la, sendo até ousado. Para seu espanto, ele sem cerimónia disse que se ela de roupa era boa sem ela... Carla ficou sem reacção, não disse nada, mas aquilo mexeu com ela na hora. Ele percebeu e sentindo que ela não dizia nada, mas estava a gostar continuou. Foi dizendo que o seu marido era um tipo com sorte em ter uma mulher como ela... Ela procurou o marido com o olhar mas viu que ele havia desaparecido de onde estava. Sentia-se cortejada como gostava, mas nunca ninguém tinha tido coragem de ir tão longe, sentia-se insegura. Voltou os seus olhos para o Pedro e ele já estava com uma garrafa de vinho na mão e voltou a encher a sua taça. Olhou para ele e já muito excitada avisa que não poderia beber muito, pois começava a perder a noção e podia fazer coisas que normalmente não as faria. Ele chegou bem perto dela e ao seu ouvido – sussurrando baixinho – pergunta o que por exemplo... Ela ficou toda arrepiada e paralisada. Sentia-se completamente húmida só de estar naquela situação, com um homem que acabara de conhecer tendo o seu marido e a sua esposa por perto e a conversa ia para o seu lado mais fraco. Olhou mais uma vez em volta e não viu o marido, mas para dizerr a verdade ela até torcia para não o ver. Aquele desconhecido estava a deixá-la louca de tesão. Ao virar-se, Pedro completa a sua taça novamente. Ela pede por favor, para não encher porque não pode beber mais. Ele diz-se curioso para saber como é que ela fica depois de beber um pouco de vinho. Ela olhou para ele e diz: “Cuidado a Ana ou o meu marido podem aparecer e apanhar-nos a falar de coisas que eles não vão querer ouvir”. “Não te preocupes, eles devem estar juntos também, e quem sabe a falar o mesmo que nós...“. “O meu marido e a sua esposa?” Pedro riu-se e pergunta-lhe se ela já havia visto a casa. Ela responde que não e ele então convidou-a para uma visita guiada. Depois de lhe mostrar toda a casa ele levou-a para a parte de trás, onde tinha a piscina e ao fundo um pequeno portão. Pedro pegou-a pela mão, deixando-a mais excitada, ainda só por a tocar. Uma tontura já dava o sinal que ela estava a ponto de perder o controle, o vinho já estava a fazer efeito e ela não sabia se conseguiria segurar-se. “Vem Carla quero mostrar-te um lugar muito bom da casa”. Ela olhou para ele e mas uma vez perguntou pela esposa e pelo marido. “Não te preocupes daqui a pouco a gente volta”, e abriu o portão, levando-a por um caminho que dava para um jardim. O lugar era pouco iluminado, havia apenas alguns potes de luz à volta do caminho. Chegaram a uma cabana de madeira bem rústica, linda, e nesse momento Pedro antes de entrar na varanda faz-lhe um sinal de silêncio e coloca-se atrás dela e vai-a conduzindo devagar até chegarem perto da janela que está aberta. Ouvem gemidos e ela fica curiosa para ver o que era e para sua surpresa vê o marido deitado na cama a ser chupado pela Ana. Ela lambia feito uma doida e volta e meia engolia todo o pau dele. Carla ficou parada e nesse momento Pedro encosta o seu pau no seu rego, abraça-a e diz no seu ouvido. “Queres fazer o mesmo?” Já estava cheia de vontade, quando viu o marido a ser chupado pela Ana a vontade aumentou mais ainda e não pensando duas vezes virou-se para ele e disse, “Quero! Faz tudo o que quiseres comigo”. Ele ficou louco, deu-lhe um beijo de língua que a deixou tonta. Colocou as suas mãos enormes por baixo do seu vestido e apertou as suas nádegas, dizendo que a queria foder todinha. Ela afastou-se dele e abriu-lhe a calça. O seu pau deu um salto para fora e ela nem acreditava no que via. Era enorme e com uma cabeça que se questionou mentalmente se aguentaria aquilo tudo. Segurou com as duas mãos e ainda sobrava pau. Apertou-o e olhou para a cara de Pedro que gemia e pedia para ela o colocar logo na boca. Antes, ainda segurando o seu pau, ela voltou a olhar pela janela e viu o marido a chupar a Ana que gemia e dizia um monte de besteiras. Ficou doida ao ver aquilo e virando-se para o Pedro baixou-se um pouco e colocou o seu pau na boca. Que delicia, Pedro gemia e mandava-a engolir tudo, o que era impossível. “Chupa sua vadia”, dizia ele, “engole-o todo, vai sua puta”. Ela sentia-se mesmo uma puta vadia. Ouvia aquilo e soltava-se cada vez mais. Arriou toda a calça do Pedro que aproveitou e tirou os seus sapatos e camisa ficando nu. Ele era um pedaço delicioso de homem, o seu corpo todo peludo parecia um animal. Ela levantou-se e mas uma vez olhou pela janela e viu a Ana de quatro e o marido a penetrá-la com força e a dar-lhe umas chapadas no seu rabo, o qual era simplesmente perfeito, deixando o marido louco de tesão. Ela rebolava e pedia mais. Pedro vendo que ela ficava excitada ainda mais ao ver os dois pega-lhe pela mão e entra na cabana indo directo para o quarto. Os dois olham-nos e o marido da Carla chama-a para juntar-se a ele e à Ana. “Vem” diz ela também, “vem aqui para o meu ladinho”. Pedro tira o seu vestido e quando a deixa nua diz, “Tu és uma puta bem gostosa”. Olha para o marido que acrescenta “Eu também acho”. Ana pega-lhe pelo braço e puxa-a para a cama, fazendo-a cair de costas e de frente para ela e sem lhe dar tempo cola a sua boca na dela, beijando-a loucamente. Sente então o Pedro a abrir as suas pernas e começa a lamber apertando-as. A Ana ainda de quatro, continua a ser fodida pelo seu marido e beijando-a, apalpa-lhe os peitos. O seu marido chama-a vagabunda e que iria pagar muito caro por ser uma puta. “Vai Pedro come essa vagabunda logo”. Pedro não pensa duas vezes e salta para cima dela e começa a colocar a sua verga para dentro. Parecia que a ia partir ao meio. Ela gemia de dor e prazer. Pedro chamava-a gostosa e que a ia alargar toda para o seu corninho. Ela olhou para ele e disse, “Isso, vem come a tua vagabunda e deixa-me toda fodida e arrombada para esse corno do do meu marido”. Pedro parecia um animal pegando-a pela cintura e puxando-a para ele fazendo a sua rata engolir o seu pau quase todo. “Vem dizia ela, vem seu puto, arromba-me toda”. A Ana gemia e agora pedia para o marido comer o seu rabo. Ele tira o pau da rata dela e começa a lamber o seu cu para logo começar a arrombar o cuzinhho de Ana que grita mas pede que ele a soque com força. Pedro vendo aquilo olha para a Carla e diz que se o seu marido estava a comer o rabo da mulher ela teria que dar-lhe também. Ela olhou para o marido, virou-se para o Pedro e disse, “Vem devagar que o meu buraquinho engole esse pau todo”. Pedro faz o mesmo que o eu marido e começa a meter a língua no cu. Ela já toda encharcada olho para ele e pede que vá com calma. Pedro cospe no seu cuzinho e mete um dedo, depois dois, fazendo-a rebolar e pedir que coloque logo a sua vara. Ele começa a passar a cabeça do seu pau na sua rata e levanta-a até ao cuzinho para começar a enfiar a cabeça. Ele tenta mas ela resiste, pois a cabeça é muito grande e ela acha que não vai aguentar. Ele lambe mais um pouco e ela começa a rebolar na sua língua, para logo em seguida ele tentar mais uma vez e dessa vez com mais força. Quando começa a entrar o seu cúzinho parece estar em brasa. Agarra-se à cama com muita força e olha para a Ana que também já esta a levar pau no rabo. Ela vê o seu rosto com expressão de dor e beija-a para a relaxar enquanto o Pedro começa a enfiar cada vez mais. Entra e sai bem devagar até a dor ceder e ela começando a relaxar começa a rebolar e a empurrar o rabo para trás fazendo o pau entrar cada vez mais. “Que cu gostoso” dizia Pedro. Ela aproveita e olha para o o marido e diz, “Viste corninho, isto é que é comer um rabo”. “Sua puta!”. Sou mesmo, sou muito vagabunda, tu não comes, por isso eu tenho que dar para os outros. Vou querer muito mais pau”. O marido começa a socar o cu da Ana com mais força e goza dentro dele fazendo-a deitar-se na cama e ficando de bruços e com o marido ao lado. Pedro olha e diz, “vai ali ao cu da Ana e lambe a porra do teu marido sua cachorra”. E também numa estocada goza também. Ela olha para o marido e diz, “Eu lambo o cuzinho da Ana se o meu corninho lamber o meu cuzinho e tomar a tua porra Pedro”. Para sua surpresa e prazer o marido não perde tempo e cai de boca no seu cu todo arrombado e começa a lamber toda a porra que escorria dele. Não pensou que faria isso e na mesma hora Pedro diz, “Agora vai ao cuzinho da Ana é a tua vez”. Ana abre o seu rabo com as mãos e ela meto a língua e começa a lamber a porra do seu corninho sentindo-o a meter a língua no seu cuzinho também. “Que delicia”, pensou ela ao deixar o cu de Ana limpinho e olhando para Pedro com porra ainda nos cantos da boca pede um beijo. “Sua porca”, diz ele e dá-lhe uma bofetada na cara para em seguida a beijar. “Que homem safado e gostoso...” Ela e a Ana ainda não haviam gozado e era isso que mais queriam naquele momento. Enquanto esperaram que os machos estejam prontos, começam aos beijos. “Carla - disse a Ana – os teus beijos ainda estão com o gosto de porra”. “Está mau?” “Não querida, está uma delícia”. A sua língua parecia querer tocar a sua garganta. Estavam deitadas. Ana por cima beijava-a e ela apertava o seu rabo e acariciava as suas pernas. Ana começa a descer sobre o seu corpo deslizando até a sua boca chegar à rata. Ela levanta o quadril e facilita mais ainda para a Ana que começa a chupar freneticamente. “Hummm.... bom demais!” A sua língua fodia-a com vontade e ela rebolava segurando a sua cabeça. Então viu o marido ir para trás da Ana já com o pau duro. Ele ajoelha-se atrás ela e abrindo o seu rabo começa a lambe-la. A Ana empina bem o seu rabinho e o marido da Carla começa a lamber a sua ratinha já toda lubrificada. Ela olha para cima e dá de caras com o pau de Pedro, que se baixa e coloca-o na sua boca. Ela começa a suga-lo e a lambe-lo fazendo Pedro sussurrar. “Que delícia”, pensava. Ela tinha uma língua na rata e um pau na boca, mas ela queria era ter o Pedro dentro da sua rata que já ardia de vontade de ser comida. Sai dali e o Pedro levou-a para o lado. Colocou-a no sofá sentada para depois se ajoelhar abrindo as suas pernas. Pincelou o seu pau na sua ratinha. Ela queimava por dentro de tanta vontade de ser fodida por aquele homem. Olhou para ele e segurando o seu pau com as mãos levou-o até à sua rata e começou a enfiar nela. Ela começou a escorregar e a cada descida o seu pau entrava mais. Ela olhava aquela tora de pau a rasgar a rata e não acreditava no que via. Só não doeu mais por que ela estava muito lubrificada com o tesão e da chupada da Ana. Pedro pega-a pela cintura e puxa-a para ele, fazendo o seu pau entrar cada vez mais. Ela gemia e pedia mais. Olhou para o lado e viu a Ana sentada no pau do seu marido que desaparecia dentro dela. Ela descia e subia segurando os seios e apertando-os. O seu marido às vezes puxava-a com força fazendo o seu pau entrar todo fazendo-a dar um gritinho de dor e de prazer. Pedro levantava as suas pernas segurando-a por trás dos seus joelhos e soca-a ora lentamente, ora devagarinho, olhando nos seus olhos e dizendo que ela era deliciosa e safada. “Tu é que és um pervertido, vem faz-me gozar, quero muito sentir o teu leite”. Ouvindo isso ele começa a bombar com mais força. Ela deixou-o maluco, ele bombava mesmo com força. O seu pau tocava bem no fundo. Ela rebolava e olhava aquele pau que parecia que a iria rasgar ao meio. As suas mãos fortes pegavam-na agora de lado apertando-a com força. Pedro começou a chamar-lhe vagabunda , puta, piranha e safada. “Olha para o teu corninho ali, vai”. Ela desviava os olhos e via o marido a foder a Ana com força também e a dizer as mesma coisas em relação ao Pedro. Não dava para segurar mais e praticamente gozaram juntos. Ela tremia toda e logo sentiu o leite quente de Pedro invadir a sua rata. Pedro caiu para o lado deitando-se no chão. Ela também ia caindo quando de repente viu a Ana deitar-se entre as suas pernas e puxando-a pelas pernas faz a sua rata ir em direcção à sua boca. A porra de Pedro escorria directo para a sua língua e boca que ficara toda lambuzada e deixando-a limpinha. Estavam todos exaustos ao sair da cabana, já devidamente limpos e recompostos voltaram para casa principal onde ocorria a festa. Nem se deram conta de quanto tempo estiveram ausente e antes que ela dissesse alguma coisa, quando entraram na casa ficaram surpresos, pois todos os casais estavam a fazer sexo. Ela havia sido convidada pelo marido para uma orgia! |
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