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Traição de riscoPublicado em 2013-01-30 na categoria Contos eróticos / Fetiches
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Lancei uma brincadeira num site de anúncios sobre o meu fetiche de fazer sexo com estranhas. Até achei que poderia surtir algum efeito, mas a princípio era só uma brincadeira. Desafiei mulheres casadas ou noivas com casamento marcado a experimentar um perigo quase real de serem vistas pelos seus maridos ou noivos a fazer sexo com outro. Dizia que era tudo completamente controlado e que o perigo era realmente só a sensação...Espantei-me com a quantidade de e-mails que recebi. Achei que seria interessante continuar a brincadeira, ou transformá-la em algo muito maior que uma brincadeira... Imprimi os e-mails e levei-os para minha casa, li com calma e um, em especial, interessou-me muito. O seu nome era juliana, era noiva com casamento marcado. O seu texto tinha muita hesitação nas palavras, tinha medo, receio, e isso deixou-me muito intrigado. ela devia ter muito desejo de fazer algo desse tipo, pois, mesmo com todo esse medo, ela procurou-me. Liguei imediatamente o meu computador e respondi ao seu e-mail. A resposta veio tão rápida que imaginei como ela estaria ansiosa, colada ao computador, aguardando o meu contato. Provocamos-nos durante algumas semanas, por e-mail, depois pelo messenger. Ela sentiu-se muito à vontade e falávamos sobre coisas muito excitantes. Então chegou a hora de fazer o convite à realização da nossa brincadeira. Disse que não diria como seria a nossa noite. Nem se aconteceria a situação de perigo de ser apanha na primeira vez... ela concordou e saímos para nos conhecer. Nesse dia nada aconteceu, a não ser muita sedução e jogo de charme dos dois lados. No final, foi impossível não nos beijarmos na despedida. Ela era uma morena lindíssima, cabelos negros magra, bons peitos e boas pernas, enfim, linda. ela ficou muito inquieta com o beijo na porta da sua casa, mas correspondeu mesmo assim com muito desejo. Disse-lhe que as coisas aconteceriam assim, naturalmente e devagar, mas na verdade os meus planos eram outros. No próximo encontro ela teria uma surpresa. Passei algumas semanas sem marcar o encontro. Queria que ela ficasse louca e ansiosa. Provoquei-a bastante pelo msn. Também estava louco de tesão por toda essa situação, mas precisava ter controle sobre mim e sobre a situação. Marcamos e fomos jantar numa terça-feira num bom restaurante italiano. Bebemos vinho e ela ficou bem solta, ainda mais que da outra vez. No regresso ela estava muito alegre e distraída. Estava sentada de lado no banco do carro virada para mim e conversava fazendo carinhos no meu cabelo e rosto, como uma namoradinha. De repente apanhou um enorme susto quando descobriu que estava na rua do seu noivo. A surpresa aumentou quando parei em cima da calçada, bem em frente à casa dele. Ela pirou, pediu por favor, para eu ir embora. Eu arranquei com o carro, parei numa rua deserta e mandei-a descer, secamente. Ela muito assustada desceu, pensando que eu a tinha posto para fora. Desci do carro também e pedi: - Empresta-me a tua bolsa, por favor. - O que? - Por favor. Dá-me a tua bolsa um minuto. Atirei a bolsa para dentro do carro e perguntei: - Diz-me em que banco está a tua bolsa. Diz e eu vou embora. Ela tentou olhar para dentro do carro e não conseguia ver nada. O meu carro tinha filmes muito escuros. Ela sorriu e entendeu o que eu queria dizer. - Não faço nada que não esteja totalmente sob o meu controle, juliana. agora entra no carro e confia em mim. Ela entrou indecisa e sorriu quando viu a sua bolsa bem próxima, e precisou tirá-la para sentar-se. Dei a volta no quarteirão e parei novamente na frente da casa do seu noivo. Quando nos começamos a beijar e a acariciar, ela ficou louca. Tudo aquilo estava a fazer o efeito que esperava nela. Ela realmente tinha uma enorme tara em trair o seu noivo e que fosse algo muito próximo dele perceber. Ela acariciava-me por cima da calça, os nossos beijos já se encontravam somente em alguns momentos, pois as nossas bocas estavam freneticamente a movimentar-se pelo pescoço, ombros, orelhas. As nossas mãos já procuravam pequenas partes do corpo por baixo das roupas. Essas foram caindo uma a uma no banco de trás. A sua camisa, sapatos... a Juliana montava-se em mim com a sua saia rodada e movendo-se como se eu estivesse dentro dela. Rebolava freneticamente esfregando-se sobre mim. Enquanto isso eu dizia sacanagens no seu ouvido e ela somente gemia e arranhava-me. Juliana gemia gostoso e só conseguia falar: - Tu és louco e estás a enlouquecer-me com isso. Juliana continuava a rebolar e num determinado momento implorou-me para eu colocar o meu pau dentro dela. - Pede safada... - Coloca, por favor. Disse. - Pede, diz que quer foder na frente do teu noivinho. - Fode-me, por favor. Pediu com carinha de desespero. - Diz, diz que queres ser fodida na frente dele, diz. -Fode-me. Quero muito ser fodida aqui, na frente desse corno! Então afastei a sua calcinha e ela urrou com a cara mais feliz que já vi numa mulher urrar. Rebolava tão freneticamente que quase gozo junto com ela. Gozou aos gritos, esquecendo completamente que estava dentro de um carro, na rua, e mais, na calçada da casa do seu noivo. Caiu mole sobre o meu corpo, o meu pau ainda estava duro dentro dela. O meu tesão era grande e eu continuava a mexer vagarosamente só para mantê-lo rígido, queria mais... Juliana foi recuperando o tesão e as forças e logo estava novamente a cavalgar-me. agora, mais suave, como uma menina apaixonada, os seus beijos eram muito mais suaves e frequentes. Não demorou e o desejo de sexo selvagem retomou os nossos corpos e quando ela cavalgava loucamente eu peguei no seu telemóvel e disse: - Liga para ele. - Não, por favor. Disse assustada. - Liga agora e diz que estás com saudades, com tesão e que é para ele te esperar no portão. - Tu tas louco? disse ela negando-se a fazer a ligação. Ameacei sair de dentro dela. - Achei que tinhas mais coragem, mas tu és uma medrosa... tentamos outro dia então. - Não! Gritou. Por favor, não pares eu estou quase a gozar novamente! - Então liga, tão fácil... Ela ligou em alta voz e disse quase a gaguejar, montada no meu pau o que eu pedi: - Marcelo, estou com saudades, quero ver-te, estou com muito tesão. - Tu estás louca juliana, o que te deu? - Tesão, muito tesão, estou louca para gozar, podes acreditar! - Certo ju, tu não estás bem, eu vou-te esperar. - Agora. Vai agora para o portão. eu já estou a chegar! Rápido. disse quase gemendo. - Tu estás muito estranha... mas eu estou a ir para te esperar. Respondeu Marcelo sem entender o que estava a acontecer com a Juliana. - Satisfeito? Tenho coragem agora? - Muita coragem. Tu surpreendeste-me... Em segundos Marcelo aparecia no seu portão deixando Juliana louca de tesão. Ela rebolava muito bem e insultava o seu noivo: - Tu nunca me vais dar tanto prazer assim, seu corno. Olha para mim, olha! O meu carro com vidros pretíssimos e com o balanço da gostosa cavalgada de Juliana chamava a atenção de Marcelo, que olhava e sorria, sabendo que alguém fazia sexo dentro dele e isso enlouquecia a Juliana: - Olha como o corninho está a adorar saber que tu estás a foder aqui, olha como ele olha para a gente e sorri... Juliana enlouquecia com o seu noivo a sorrir, achando engraçado estarem a foder ali na sua frente. - Vou gozar. - Goza... estou quase a gozar também... - Goza comigo. Pediu. - Não, eu tenho outra ideia. Goza para mim, goza... Em pouco tempo Juliana entrava num gostoso orgasmo, dessa vez, com pequeno medo de ser ouvida, abafou o seu grito mordendo o meu ombro fortemente. Tirei a Juliana de cima de mim e puxei-a pelos cabelos parar um gostoso broche. Juliana chupava de maneira selvagem, faminta. - Goza, vai, estou louco praa te ver a gozar, tu és tão bom... não demorou muito e eu gozei na sua boca. Ela assustou-se e tentou cuspir, mas não tinha onde, estava no meu carro e teve o instinto de não sujá-lo. Deixou escorrer pelo próprio corpo. Beijamos-nos e ela assustou-se com a minha naturalidade, pois depois contou-me que no seu noivo, se ela fizesse sexo oral, mesmo sem ejaculação ele não beijava mais a sua boca. Dei um lenço para ela se limpar e arranquei com o carro. Parei na esquina e mandei: - Agora vai lá ver o teu noivinho, ele está à tua espera. Disse com um sorriso cínico. - Não! Preciso tomar um banho, não posso ve-lo assim... - Preferes que eu volte e abra a porta lá agora? - Não, pelo amor de deus, não faças isso. - Então desce e vai até lá... vou dar a volta no quarteirão e quando passar em frente, quero-te ver num gostoso beijo... - Por favor, ele vai sentir o cheiro, o gosto, por favor, não faças isso. - Vamos desce agora ou desces na porta dele, tu escolhes... Juliana pegou na sua bolsa e desceu, estava excitada e o prazer tinha sido tão grande que se o seu noivo descobrisse, ele que fosse lixar, ela precisava dessa emoção na sua vida. Desceu e caminhou a sorrir em direção do seu noivo, balançando a cabeça como quem não acredita no que está a fazer. Quando passei em frente da casa Juliana e Marcelo davam um beijo ardente, ela atracada nele como se nunca tivesse sentido tanto tesão e vontade de beijá-lo. Buzinei na passagem e Juliana acenou sem para o gostoso beijo. No dia seguinte entrei no meu e-mail e encontrei a mensagem: ”Nunca vou esquecer o que aconteceu, tu apimentaste a minha vida de modo definitivo. Fiz amor ontem com o meu noivo, como nunca fizemos antes. Ah, e um detalhe, depois ele contou-me que além de eu estar muito diferente e gostosa, ele também estava mais excitado porque tinha um casal a fazer sexo como loucos na sua porta, antes de eu chegar e isso deixou-o muito louco. Será que ele gostaria de saber quem eram? Eu duvido (risos). Vemos-nos novamente? Espero que sim, quero muito continuar as nossas brincadeiras, ass. A sua noivinha preferida, juliana.” Se ele descobriu ou desconfiou alguma vez do carro na porta da sua casa sempre antes de Juliana chegar com todo o tesão a sua casa eu não sei, mas no fundo ele gostou. e ela? amou... nunca mais parou de fazer... |
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