|
|||
A fantasiaPublicado em 2013-03-13 na categoria Contos eróticos / Fantasias
|
|||
Um jovem casal mudou-se para uma nova cidade. Compraram um apartamento num condomínio fechado. Com o passar das semanas continuavam praticamente sem conhecer ninguém. Certo dia foram convidados para participar numa festa onde só participavam todos os vizinhos, onde todos deveriam vestir uma fantasia à sua escolha.A festa iria decorrer num salão de festas que existia no condomínio e a organização a cargo da administração contratou uma empresa que iria ter no local um serviço de aluguer de fantasias. Estas podiam ser alugadas durante o dia, antes da festa, ou mesmo à chegada. No dia da realização da festa, a esposa acabou por ter uma terrível dor de cabeça e disse ao seu marido para ele ir sozinho à festa. Ele respondeu que não queria ir sozinho e ela disse que não era justo ele perder a festa por causa dela. Assim, ele foi escolher a sua fantasia. De regresso ao apartamento mostrou a fantasia à esposa, vestiu-a para ela o ver e obter a sua opinião. Era a fantasia do Homem de Ferro. À noite, vestiu-o e saiu. A esposa, após dormir uma hora, acordou sem a dor de cabeça e, como ainda era cedo, decidiu aparecer na festa. Como ainda não tinha escolhido uma fantasia, o seu marido não só não sabia como iria ser a sua fantasia, como não sabia que ela iria à festa, então ela achou que aquela iria ser uma boa oportunidade de assistir ao comportamento do seu marido quando ela não estava por perto. Chegou ao salão de festas, dirigiu-se ao local onde a empresa tinha os factos e escolheu o de uma cortesã do século XVIII. Era um vestido longo com um decote pronunciado que deixava uma boa parte dos seus seios à mostra, bem como os seus ombros desnudos. Por onde passava chamava desde logo a atenção dos outros homens, mas ela procurava um em especial. Depois de circular pelo salão logo viu o seu marido na pista de dança, a dançar com uma bela mulher, beijando aqui, passando a mão ali, etc... A esposa aproximou-se do seu lado, insinuando-se. Ele rapidamente reparou nela e começou a meter-se com ela. Dançaram e ela procurou mostrar-se interessada nele. Queria ver até onde é que ele se atrevia a ir. Ele não tirava os olhos dos seus seios. Ela diz-lhe ao ouvido que está disposta a iniciar algo "mais agitado" com ele. Ele começa a apalpar-lhe o rabo discretamente. Ela deixou-o ir até onde quis; afinal ele era o seu marido. Então foi a vez dele sussurrar algo no seu ouvido: "Queres sair daqui para ir para um local mais reservado?". Ela concordou. Foram para o jardim em passo acelerado vendo se não eram notados. Esconderam-se atrás de uma árvore e enquanto ela confirmava se ninguém tinha percebido, ele começa a subir-lhe as saias até ter o seu rabo descoberto. Sem tirar a mascara, ele começa então a esfregar-se nela. Ela ainda de costas para ele apressa-se a desapertar-lhe as calças da fantasia até libertar o seu membro já erecto. Ele entretanto puxa-lhe a cueca várias vezes até as rasgar. Ela encaminha a verga dele até ao interior das suas pernas, fazendo-a deslizar ao longo da sua racha já humedecida. Sente-se excitada mas também revoltada por confirmar que o marido estava disposto a ser-lhe infiel. Decidiu continuar e só em casa teria uma conversinha com ele... Ele entretanto continua a fazer os movimentos para a frente e para trás, mas sem a penetrar. É ela que desce uma mão até ao interior das suas pernas para encaminhar a cabeça da verga do marido para dentro dela. Ao empurrar, fá-la entrar até ao fundo, fazendo-a gemer de profundo prazer. Ele começa a estocá-la com grande vigor enquanto lhe desce a parte superior do vestido para libertar os seus seios que saltam para fora do vestido. Agarra-os com ambas as mãos e começa a apalpá-los. Sentindo todo aquele vigor do marido, ela própria movia o seu quadril para a frente e para trás fazendo com que as suas investidas fossem ainda mais fortes. O marido parecia estar mesmo possesso. Comia-a com vontade. Parecia que estava com fome de sexo. Nada como pensar que estava a comer uma estranha numa aventura de uma noite para ficar tão sedento. Estava excitadissimo. Ela também. Enquanto ele lhe apalpa os seios e continua a estocá-la por trás, ela segura-se com uma mão à arvore e com a outra acaricia o seu grelinho. Uns longos minutos depois ela começa a sentir um intenso orgasmo ao qual se junta o dele com umas estocadas finais e prolongadas. Ainda sem retirarem as máscaras e sem dizerem mais palavras, ela deixou-o e foi-se embora para casa, sem se revelar, voltando pra casa e imaginando qual seria a explicação que ele daria sobre o seu comportamento na festa. Quando ele chegou, ela estava a ler um livro na cama. Perguntou como foi a festa: - Ah, a mesma coisa de sempre. Tu sabes que eu nunca me divirto quando tu não estás... - Mas, tu nem sequer dançaste com ninguém? - Perguntou ela. - Querida, eu não dancei nem uma música com ninguém! Quando cheguei à festa, fui ao bar buscar uma bebida, quando encontrei o vizinho aqui do lado que me convidou para um jogo de poker. - E a tua fantasia? - Emprestei-a a um individuo que já tinha perdido algum dinheiro e não queria jogar mais. Fiquei no lugar dele e como ele ainda não tinha fantasia, emprestei-lhe a minha. Quando a veio devolver contou-me que tinha acontecido uma coisa incrível... - Uma... coisa... incrível?... - Sim, disse que conheceu uma mulher mascarada que o seduziu e levou-o para o jardim para fazer sexo com ele! |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






A fantasia




