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Pacto de silêncio IVPublicado em 2013-04-05 na categoria Contos eróticos / Hetero
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Ao fim da tarde de Domingo o negro veio ao quarto e levou a minha cunhada para fora. Uns minutos depois regressou e mostrou-se interessado na minha proposta. Disse-lhe que havia um cofre secreto na sala que tinha dinheiro e ouro. Mandou-me mostrá-lo, mas eu não sabia onde estava, quem sabia era a minha sogra.Ele sai, regressando uns minutos depois para me chamar à sala, onde já está a minha sogra. Ao olhar pela janela vejo-os todos na piscina. O loiro estava deitado numa espreguiçadeira com a minha esposa a montá-lo, com o outro negro a enrabá-la. A minha cunhada estava deitada de pernas abertas no jardim a ser comida pelo gordo. Pergunta outra vez pelo cofre e a minha sogra diz que não há cofre nenhum. Ela olha para mim com um ar de reprovação, então conto-lhe o meu plano. Ela olha para o negro e este acena com a cabeça dizendo que nos ajuda se lhe pagarmos bem. Ela concorda, mostra-lhe o esconderijo junto da lareira. Ele manda-nos ir para junto do sofá. A minha sogra atira-se aos meus braços dando graças por aquele pesadelo ir acabar. Ele retira duas pequenas caixas metálicas do tamanho de caixas de sapatos. Manda-nos para o quarto, trancando a porta atrás dele. Elas têm um código numérico. Após ouvi-lo da boca da minha sogra, abre-as em cima da cama. Uma está cheia de dinheiro, a outra tem alguns documentos, umas peças em ouro e uns relógios valiosos. Olha para nós com um rasgado sorriso e diz que temos um acordo. Nessa noite, enquanto os outros dormem, vai deixar-nos fugir. Mas temos que ir a pé. A minha sogra dá um pulo de alegria, vira-se para mim, dá-me um curto beijo nos lábios e abraça-me. O negro sentado na cama a juntar tudo num saco diz que vê ali muito amor. Afastamos-nos um do outro mas este diz que a minha sogra está a par das traições da filha e que tem um fraquinho pelo genro que curiosamente também o tem por ela, portanto, fica tudo em família. Podes comê-la, diz-me enquanto começa a contar o dinheiro. Aproximo-me dela e estendo o meu braço para lhe acariciar um seio. Ela continua a aproximar-se de mim e beija-me. As minhas mãos contornam o seu corpo e apalpo-lhe as nádegas ao mesmo tempo que a puxo para mim fazendo-a sentir o meu pau já duro. Depois dela se esfregar várias vezes em mim, inclino-me para lhe chupar as mamas, fazendo-a arquear as costas para trás, segurando-se a mim. Já a ferver, ajoelha-se agarra a minha verga e começa a chupá-la, olhando para mim enquanto o faz. Depois de me fazer uma deliciosa mamada, tenho que a fazer parar para não acabar ali. Ergo-me, viro-a de costas para mim e encostando-a ao guarda fatos, ajoelho-me, abro-lhe as nádegas e começo a lamber-lhe toda a extensão da racha. Ela empina bem o rabo para facilitar o meu trabalho. À minha língua junto os meus dedos que começa a brincar com o seu grelo. Quando começo a sentir que ela está a fraquejar, agarro-a bem, prendendo-a literalmente à minha cara enquanto aumento a intensidade das minhas lambidas, chupadelas e pequenas mordidas. Eu contido grito denuncia um orgasmo tão intenso que ela faz um esforço para fugir das carícias da minha boca. Levanto-me ao mesmo tempo que ela se vira, abraçando-me e beijando a minha boca toda besuntada com os seus fluídos. Ela empurra-me até à cama deitando-a na beira. Estende os braços para trás ao mesmo tempo que abre as pernas, erguendo uma, oferecendo-se para ser possuída. Seguro-a pela perna e com a outra mão penetro-a, começando a estocá-la enquanto ela acaricia os seus seios. Nesse momento o negro sai do quarto, deixando-nos a sós. Mantendo a sua perna no ar, deito-me atrás dela e continuo a bombar, até que ela vira-se para mim, deitando-me virado para cima e senta-se em cima de mim, começando a saltar sobre mim. Quando me vê quase a explodir pede-me para esperar um pouco porque também está quase. Uns minutos depois temos um orgasmo simultâneo que culmina num longo beijo. Algumas horas depois a minha esposa e cunhada juntaram-se a nós. Contei-lhes que tínhamos um plano de fuga e que um deles nos ia ajudar durante a noite. Depois do jantar eles ficaram a ver um jogo de futebol enquanto bebiam. O nosso novo aliado ia certificar-se de que bebiam bem. As três mulheres deitaram-se na cama e eu fiquei sentado no meu canto. Nenhum de nós conseguia dormir. Quando o jogo acabou o loiro e o outro negro em alto alvoroço entraram no quarto, atirando-se às mulheres que gritam. Querem obrigá-las a beber também mas elas resistem. Com ameaças de vida, elas começam a beber também.
Como a minha cunhada estava deitada na ponta oposta à porta, eles atiraram-se à minha sobra e esposa. Vertem parte das suas bebidas nos corpos delas e atirando-se para cima delas, chupam o líquido dos seus corpos. A minha cunhada sai da cama e vem juntar-se a mim no meu canto. Começam os dois a beijá-las à força, enquanto as apalpam. De repente ficamos sem luz. O outro negro vem à porta e avisa que houve um corte. Isso não os impede de continuar. Aos poucos os nossos olhos habituam-se à pouca claridade do luar que entra pela janela. Ouvimos cada um deles a mandá-las abrir as pernas. Depois, só ouvíamos os seus choros e os gemidos deles. A minha cunhada assustada aninha-se nos meus braços. Ao sentir o contacto dos nossos corpos nus, não evito uma nova erecção. Começo então a acariciar-lhe o braço e digo-lhe ao ouvido que quero sentir-me dentro dela. Ela ergue a cabeça e beijamos-nos ardentemente. Puxo-a de frente para mim e faço-a sentar-se em cima de mim mas sem me penetrar. Enquanto nos beijamos, eu agarro-a pelas nádegas, as quais apalpo continuamente e faço-a esfregar-se em mim. Estando sentada sobre a minha verga, ao deslizar para a frente e para trás, faz com que o meu pénis seja esfregado ao longo da sua racha que começa a ficar húmida. Momentos depois, já os dois gememos baixinho de prazer. Ela própria tem a iniciativa de segurar o meu pénis, encaminhando-o para o interior da sua grutinha. Deixando cair todo o peso do seu corpo sobre ela, enfia-a bem até ao fundo, fazendo-a soltar um prolongado suspiro ao mesmo tempo que se segura ao meu pescoço e inclina a sua cabeça para trás. Depois de uns segundos parada a desfrutar aquela penetração, começa a mover-se para cima e para baixo enquanto eu lhe chupo os seios. Estamos os dois completamente alheados do que acontece a escassos metros de nós. Então somos chamados à realidade ao ouvirmos os grunhidos de um e depois do outro, sinal que se tinham vindo. Eu e a minha cunhada estamos abraçados enquanto ela continua aos saltos em cima da minha verga. Os nossos lábios não descolam, mas agora temos o cuidado de não fazermos qualquer barulho, apesar de ainda se ouvir os choros das duas, por isso, agora os seus movimentos eram mais lentos. Não sei quanto tempo estivemos ali, mas quando ela parou dizendo-me ao ouvido que não podia mais, que estava exausta, deitei-a ao meu lado. Antes de me deitar em cima dela, ergui-me um pouco e notei que na cama já todos dormiam. Da sala também ouvia alguém a ressonar. Sentindo-me, abre as pernas e espera por mim. Deito-me sobre o seu corpo e num movimento volto a enfiar-lhe a minha verga, fazendo-a soltar um novo suspiro. Começo a enfiar-lhe devagar mas ela pede-me para lhe dar mais. Aumento a intensidade das minhas investidas fazendo-a gemer de forma contida. Depois de a ter estocado durante um longo tempo e já sentindo algum cansaço, ela incentiva-me a dar-lhe ainda mais porque está-se a vir. Apesar de não sentir o meu clímax próximo, aquelas palavras tiveram o condão mágico de me fazer vir também com ela. Depois de trocarmos longos beijos apaixonados, adormecemos nos braços um do outro. Acordo com alguém a tocar-me no braço. É o negro que nos vai ajudar a fugir. Acordo a minha cunhada e saímos do quarto às escuras e em bicos de pés. Quem ressona na sala é o gordo. Ele leva-nos até à cozinha onde nos dá algumas roupas. Pergunto-lhe pelas outras, mas ele diz que não as pode ir buscar porque estão na cama com os outros dois. Se as acordar, acorda-os a eles também. O plano não era esse mas ele insiste que ainda assim devemos aproveitar e fugir. Depois podemos pedir ajuda à polícia. Saímos para fora e ele diz à minha cunhada para ir para o volante do jipe e nós empurramos. Enquanto o fazemos ele conta que não seremos perseguidos porque “tratou” do carro deles. Quando já estávamos a uma boa distância, entramos no carro e arrancamos. Pelo caminho especulamos sobre o que eles fariam ao acordar. O mais certo era a casa ser tomada pela polícia num ataque surpresa. Mas caso alguém acordasse antes, detectando a nossa falta, o mais certo era porem-se em fuga. Conduzi até à cidade mais próxima, tendo deixado o negro junto à estação de caminhos de ferro. Este despediu-se e desejou-nos boa sorte. Procuramos as autoridades e pedi a sua ajuda dizendo que a minha família tinha sido sequestrada por uns indivíduos que andava a assaltar casas pela serra. Eu e a minha cunhada tínhamos conseguido fugir mas a minha esposa e sogra ainda eram prisioneiras do bando. Disseram-nos que já tinham várias queixas mas ainda não os tinham apanhado. Levaram-nos a um pequeno hotel onde poderíamos descansar um pouco. Já no quarto tiramos as nossas roupas e fomos juntos para o banheiro onde tomamos um banho demorado. Com o chuveiro de água morna a molhar os nossos corpos, voltei a ficar com uma erecção ao ver o corpo dela. Ela estava de costas para mim e foi com um sorriso que me sentiu encostado a ela enquanto friccionava o meu pénis já duro no rego das suas nádegas enquanto lhe apalpava as mamas e lhe beijava o pescoço. Ela ergue uma perna, pousando o pé na beira da banheira e com a mão encaminha a minha verga até à sua racha, introduzindo-a. Sinto-a ainda seca pelo que começo a deslizar muito lentamente. Aos poucos sinto-a a ficar húmida, então aumento a cadência das minhas penetrações, fazendo-a gemer de prazer. Depois vira-se para mim, abraçando-me e erguendo ambas as pernas, entrelaça-as na minha cintura, ficando literalmente pendurada em mim. Para não cair, encosto-a à parede, prensando-a à mesma e segurando-a pelas coxas que aproveito para apalpar. Após algumas tentativas, consigo penetrá-la de novo e começo a bombar com tudo, fazendo-a gozar uns minutos depois. Saímos da banheira, secamos-nos e abraçados e aos beijos fomos para a cama. Ela senta-se na beira e apressa-se a mamar-me a verga enquanto as suas mãos me apalpam as nádegas. Ela enlouquece-me a tal ponto que começo a comer-lhe a boca como se estivesse a comer-lhe a rata. Ela aguenta as minhas investidas com alguma dificuldade mas não quer parar. Levanto-a da cama, viro-a de costas para mim, fazendo-a dobrar-se sobre a cama e abrindo as pernas, começo a comer-lhe por trás. Completamente possesso dou-lhe umas estocadas com toda a força, obrigando-a a segurar-se bem à cama para não cair. Depois atiro-a para a cama, ela vira-se para mim de pernas abertas e volto a penetrá-la. Abraçamos-nos e beijamos-nos apaixonadamente até que sinto um vulcão a querer explodir dentro de mim. Enquanto lhe faço um linguado pelo pescoço, dou-lhe umas estocadas mais prolongadas enquanto me venho. Quando começo a parar ela pede-me para continuar mais um pouco. Aproveitando que ainda estou com a erecção, aumento o ritmo das minhas estocadas. Ao fazê-lo olho para a expressão da sua cara. De olhos fechados e boca aberta, está a gemer de prazer dizendo que está quase e pedindo-me para não parar. De repente arqueia as costas, inclina a cabeça para trás e solta um grito de prazer que se deve ter ouvido no corredor. Deixei-a a dormir, vesti um robe e sentei-me no sofá. Já de manhã, vestimos-nos e descemos para tomar o pequeno-almoço. Minutos depois veio um carro buscar-nos. Os agentes à civil disseram-nos que tinham as nossas familiares no posto. Os bandidos tinham fugido. Enquanto esperávamos numa sala, chamei-as para perto de mim e em voz baixa propus uma pacto de silêncio para os abusos sexuais, iria ser o nosso segredo. Concordaram e assim fizeram. De regresso a casa dei por mim a pensar no que iria suceder a seguir com esta família. Tive relações com a minha sogra sem que a minha esposa e cunhada soubessem. O mesmo aconteceu com a minha cunhada, nem a minha esposa nem a mãe sabiam que tínhamos feito sexo. A minha esposa também não sabia que eu estava a par das suas traições. Quando chegamos a casa, na primeira semana a minha sogra e a minha cunhada ficaram hospedadas em nossa casa. Na terça as nossas vidas iam retomar à normalidade. A minha cunhada tinha aulas na faculdade, a minha esposa deu-lhe boleia ao ir para o trabalho. Enquanto tomava o pequeno-almoço a minha sogra surgiu de camisa de noite. Cumprimentou-me e serviu-se. Depois de um longo silêncio perguntei-lhe como seria dali para a frente. Responde que temos que viver um dia de cada vez. Pergunto-lhe sobre nós os dois. Ela não sabe o que responder. Concordamos que aquilo que vivemos foi uma forma de lidarmos com uma situação extrema, mas essa mesma situação pôs a nu o que sentíamos um pelo outro. Ela concordou dizendo que ninguém manda no seu coração e por vezes este prega-nos partidas. Disse-lhe que tinha tomado a decisão de me separar da filha. Pede-me para não o fazer por dois motivos. Primeiro, não queria sentir-se responsável por isso, depois porque ela estava grávida de quatro semanas. Apesar de me ter traído, não era um filho do amante porque este estava há dois meses no estrangeiro a dar formação. Fiz-lhe um ultimato. O filho não mudava nada. Mantendo o nosso pacto de silêncio, eu “esquecia” as traições e ficava com a filha na condição dela ser minha amante. Relutantemente aceitou. Agarro-a pelos braços à força e empurro-a contra a mesa começando a beijá-la à bruta e apalpando-a toda. No início, surpreendia não reage, mas rapidamente junta-se à festa. Tiro-lhe a cueca e ao levantar-me ela desaperta-me as calças, põe o meu pau já duro de fora e mama-o como uma louca. Sou forçado a fazê-la parar, deito-a sobre a mesa, abro-lhe as pernas e chupo-lhe o grelo. Depois, agarro no meu pau e enfio-lho sem pedir licença, começando a estocá-la vigorosamente até me vir num longo gemido de prazer. Nessa mesma tarde, toca o meu telemóvel. Era a minha cunhada a ligar para dizer que precisava falar comigo. Fui buscá-la à faculdade e levei-a até à beira mar. Durante todo o caminho não trocamos uma palavra. Assim que estacionei num parque mais afastado, viro-me para ela e pergunto o que se passa. Ela sem dizer nada, atira-se a mim beijando-me. No início sou eu que sou apanhado de surpresa mas recomponho-me e beijo-a também. Depois abraça-me e diz que não conseguiu deixar de pensar em mim e que me ama. Pede-me para deixar a irmã e para ficar com ela, não se importando da reacção da mãe ou da família. Antes que pudesse responder, atira-se novamente a mim beijando-me e começando a desapertar-me a camisa. Naquele momento deixo-me levar pela excitação e começo também a despi-la. Apenas lhe desaperto a blusa e o sutiã. Ela própria livra-se da cueca enquanto eu baixo as calças. Reclino o banco para trás um pouco e puxo-a para cima de mim. Ela levanta a saia e encaminha a minha verga até ao interior das suas pernas, enfiando-a de imediato na sua racha já bem lubrificada. Completamente enlouquecida pelo tesão começa a cavalgar com grande vivacidade. Eu agarro-lhe os seios para os apalpar e chupar. Ela não demora muito a gozar. Vendo-a a gemer de prazer eu próprio venho-me também. Recompostos dou-lhe a triste notícia. Por muito de gostasse disso, soube que a irmã estava grávida, por isso por agora não a ia deixar. Ela respondeu que não se importava de esperar porque sabia que o casamento não ia ter futuro. Entretanto podíamos ser amantes secretos! Melhor? Impossível! |
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Pacto de silêncio IV




