Férias escandantes
Publicado em 2013-04-22 na categoria Contos eróticos / Grupo


Eu tinha 18 anos e estava de férias no colégio. Nessa época, tinha duas amigas inseparáveis: Vera, uma rapariga morena com 19 anos, e Andreia, de 18, loura, um mulherão. A minha aparência é um tanto frágil, tenho cabelos negros compridos, despertando pouco a curiosidade dos homens.

Nessas férias ficamos hospedadas nuns quartos que alugamos. Quando voltávamos para casa um carro que se aproximava em baixa velocidade, para se desviar de outro, chocou comigo, atirando-me ao chão. Felizmente não fiquei ferida, apenas uns arranhões e umas pisadelas.

O condutor e a esposa saíram rapidamente do carro e prontificaram-se a ajudar-nos. Vendo que não havia necessidade de ir ao hospital, convidaram-nos a ir a casa deles porque queriam certificar-se que eu ficava bem.

Ele chamava-se Paulo, tinha a pele morena, cabelos encaracolados. A Silvia era mais alta do que ele, morena, de cabelos longos. Ambos andavam na casa dos trinta. Eram empresários na capital onde tinham várias lojas de vestuário.

A casa deles era linda. Completamente murada, depois de entrarmos tinha um enorme pátio frente à casa. Da parte de trás, tinha uma piscina, uns anexos e um jardim bastante grande. Nesse dia trataram-me como uma verdadeira princesa.

Rapidamente houve uma grande empatia entre todos até porque aquele casal era bastante alegre e nós éramos raparigas igualmente divertidas. Depois de trocarmos histórias sobre as nossas vidas, eles fizeram questão de que ficássemos com eles. No início não queríamos mas após muita insistência deles, aceitamos.

Como iam jantar fora, convidaram-nos para irmos com eles. Pagaram-nos o jantar num restaurante de luxo onde comemos bem e bebemos melhor. No caminho de regresso, passamos pela casa onde tínhamos alugado os quartos, pagamos a estadia e trouxemos as nossas coisas.

Nós ficamos acomodadas em dois quartos, as minhas amigas ficaram num quarto e eu noutro. No primeiro dia, houve churrasco, vólei e banhos descontraídos na piscina. Com toda essa actividade, e porque ainda estava um pouco dorida, à noite resolvi ir dormir mais cedo, só que acabei por perder o sono e fui para o quarto das minhas amigas. Mas apanhei um susto: elas não estavam lá.

Decidi descer até ao rés-do-chão da casa, mas não vi ninguém. Então vi uma luz acesa nos anexos junto à piscina. Apesar da escuridão exterior, consegui caminhar ao longo do passeio até chegar à casa onde vi uma cena de completa orgia. Fiquei pasmada com o que vi, mas ao mesmo tempo comecei também a ficar excitada e decidi permanecer escondida a ver o espectáculo.

O Paulo estava deitado de costas na carpete enquanto Andreia cavalgava no mastro dele. Ao mesmo tempo, a mulher Silvia estava ajoelhada diante de Vera a chupar-lhe os seios e enfiando dois dedos na sua vagina, masturbando-a. Depois é a vez da Silvia se sentar no sofá e a Vera começa a chupar-lhe o grelo enquanto a Silvia geme de prazer e apalpa as suas próprias mamas.

Entretanto a Andreia sai de cima do Paulo e põe-se de quatro para este começar a comê-la por trás. Ela aproxima-se da Silvia e começa beijá-la ardentemente, depois vai chupar-lhe os seios. O Paulo depois de bombar durante bastante tempo, tira a sua verga do interior da minha amiga e vem-se sobre as suas nádegas.

A mulher também não demora muito a ter o seu orgasmo, gritando de prazer sem receio de ser ouvida. Enquanto o Paulo se vai servir de uma bebida, a Silvia salta para cima da Vera e retribui-lhe o orgasmo, comendo-lhe o grelo como uma louca.

Depois de toda aquela acção, sentam-se todos nos sofás e bebem, enquanto conversam animadamente. Uns minutos depois e já refeita, Silvia gatinhou na direcção da Andreia e começou a percorrer o corpo dela com a língua, no momento em que Paulo passava a entalar a Vera. Esta gritava de prazer, mas não parava de rebolar. Entretanto Silvia e Andreia iniciavam um sessenta-e-nove até gozarem as duas.

Uns minutos depois é a vez da Vera gozar também. O Paulo pede-lhe para se ajoelhar e chupar-lhe a verga o que ela faz, ao mesmo tempo que lhe bate uma punheta até o fazer vir-se na sua boca e cara, fazendo com que o sémen escorre-se pelo seu corpo.

A Silvia e a Andreia que entretanto se aproximaram, ajoelham-se, ladeando a Vera e começam a chupar-lhe os seios cobertos de leite. Depois beijam-se as três na boca ao mesmo tempo, brincando sempre com as línguas.

Quando tudo terminou voltei para o meu quarto. Depois, ouvi as minhas amigas chegarem evitando fazer barulho para não me acordar. Comecei a imaginar-me naquela orgia, coisa que nunca havia experimentado.

Para reforçar a minha timidez em relação ao sexo, as minhas amigas não me contaram nada do que fizeram naquela noite e o dia decorreu normalmente sem que nenhum deles fizesse ou disse-se algo que denunciasse a orgia que fizeram.

Nessa noite decidi fazer por ficar acordada à espera. Não foi preciso esperar muito para ouvi-los sair. Levantei-me, fui até à janela e vi-os a todos dirigirem-se para os anexos. Como na noite anterior, apressei-me a ir espreitar.

O Paulo estava de pé de pau feito e as minhas amigas ajoelhadas à frente dele chupavam-no à vez. A Silvia estava sentada no sofá de pernas abertas a acariciar o seu grelo enquanto assistia ao espectáculo. Fico com tanto tesão que desta vez começo também a acariciar o meu grelinho faminto de sexo.

Ele incentiva-as a comerem-se uma à outra. A Silvia deita-se no chão virada para cima e a Vera deita-se sobre ela beijando-a ardentemente. Desconhecia aquela faceta delas. Tanto quanto sabia elas não eram lésbicas e nunca tinha havido nada entre as duas.

Ele acomoda-se atrás delas e começa a penetrar a Silvia, fazendo-a gemer de prazer. Depois tira o pau de dentro dela e enfia-o dentro da Vera. Agora é a vez desta gemer. A Silvia aproxima-se do trio enquanto coloca um cinto com um pau de plástico negro. O Paulo puxa a Vera para trás e a Silvia deita-se em cima da Andreia penetrando-a com o seu pau postiço. Depois de fazer esta gozar trocam, a Andreia coloca o pau de plástico e a Silvia senta-se em cima dele.

O Paulo deixa a Vera e colocando-se em posição atrás da mulher, enfia-lhe no rabo. A Silvia rebola com aquela dupla penetração. A Vera aproxima-se e por sua vez senta-se sobre a cara da amiga para que esta lhe coma o grelo e de frente para a Silvia para a beijar, enquanto apalpam as mamas uma da outra, até que todos gozam.

No dia seguinte um casal foi convidado para um churrasco, Carlos e Sandra, ambos na casa dos trinta. E, à noite, eles também participavam no bacanal. Agora, eram seis numa alegre orgia. Vera chupava o pau de Carlos e Sandra passava a língua no cuzinho dela. Paulo e Silvia faziam um verdadeiro sanduíche com a Andreia, como se dançassem uma lambada erótica.

De novo, assisti a tudo e fiquei a pensar porque só eu é que não participava naquilo. Acho que, por ter ficado algo ferida com o acidente julguem que não estou bem. Para negar isso a mim mesma, resolvi entrar nessa orgia. Só na véspera de irmos embora tomei coragem e fui até à casa principal de bikini, mas não encontrei ninguém. Comecei à procurar deles e ouvi barulhos vindos do vestiário da piscina. Percebi que todos se preparavam para mais uma sessão de prazer, respirei fundo e senti o meu coração bater forte.

Antes que me faltasse a coragem, tirei o bikini e entrei nua. Eles ficaram espantados e ficaram a olhar para mim em silêncio. Eu continuei parada até que Sandra se destacou do grupo e tomou-me pela mão. Levou-me até ao centro da sala e os outros fizeram um círculo em torno de mim. Sandra começou a acariciar os meus seios e convidou os outros a acariciarem-me. Passei a sentir mãos por todo meu corpo - rabo, costas, coxas, vagina, barriga.

A Sandra ajoelhou-se e meteu a cara entre as minhas pernas, a Andreia sugava os meus seios, Vera passava a língua nas minhas costas e Silvia também deslizava a língua quente no meu cuzinho. Depois, afastaram-se de mim. A Andreia foi até um canto, voltou com um pénis de borracha preso à cintura e começou a enrabar a Sandra. Nisso, Carlos agarrou-me por trás e apertou os meus seios com força, mandando-me olhar para a Sandra e a Andreia, dizendo que ia fazer o mesmo comigo.

Fiquei apavorada e tentei fugir, mas ele continuou a segurar-me com firmeza. Quando parei de me debater, Carlos pôs a cabeça do seu pau na entrada do meu cuzinho e começou a penetrar-me. Senti uma dor terrível e comecei a gritar. Quando ele enterrou tudo, comecei a sentir calafrios, então ele enfiou um dedo na minha vagina iniciando os movimentos de entra e sai.

Pouco depois, senti o leite quente inundar as minhas entranhas e tive o primeiro orgasmo da minha vida ao ser enrabada. Assim que Carlos retirou o pau lambuzado do meu rabo, foi a vez de Paulo me agarrar por trás e me enrabar também, depois de colocar a camisinha. Embora o seu membro fosse menor, ele enfiava com mais violência, causando mais dor, fazendo-me chorar. Mesmo assim, eu não pedia para parar, pois naquele instante encarei tudo como um desafio e rebolei de dor e prazer. Ele e eu gozamos aos berros.

Sandra pegou no pénis postiço com Andreia e agarrando-me pelo braço, levaram-me até ao sofá, e começaram a chupar todo o meu corpo. Depois de eu gozar outra vez, ela colocou o pénis e colocou-me de quatro. Logo entendi o que ela queria e, como fosse um novo desafio, deixei que ela me enrabasse também. Durante uns poucos minutos achei que ia desmaiar de dor, até porque ela não fez o movimento de entra e sai, deixou-o lá dentro a vibrar, só o tirando quando voltei a chorar. Ela riu-se e levou-me de volta ao centro da sala onde tinham colocado um colchão de plástico estendido no chão.

Carlos, com o membro em ponto de bala, e mandou-me deitar. Assim que me deitei, ele enfiou a cara entre minhas pernas ao máximo e deitou-se em cima. Quase tive uma síncope quando ele começou a penetrar a minha vagina. O membro duríssimo foi forçando passagem e parecia que me ia rasgar ao meio tal era a violência das suas investidas. Quando Carlos iniciou os movimentos de penetração, enlacei as minhas pernas nas costas dele e comecei a mexer-me também. Para minha felicidade, ele só gozou uns vinte minutos depois, quando eu já estava no terceiro orgasmo, quase desfalecendo.

Carlos não aguentou e atirou-se para o lado. Descansei alguns segundos e fiquei de pé, mas logo Paulo agarrou-me por trás novamente. E dessa vez meteu-me com toda força. Vai mais devagar, pois quero gozar também, pedi. Ele diminuiu um pouco o ritmo e comecei a sentir prazer, ao mesmo tempo que Sílvia e Sandra faziam um sanduíche em Andreia e a Vera sugava o pau de Carlos, que continuava deitado, enfiando um dedo no cuzinho dela.

Quando Paulo gozou, sentei-me no chão e fiquei a olhar aquela orgia digna da corte de Calígula e não fiz sexo com mais ninguém.

Por minha causa, nossa estadia foi estendida em mais uma semana e todas nós, nesse período, disputávamos um campeonato sobre quem gozava mais.

 
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