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Genes influenciam propensão à infidelidade, diz estudoPublicado em 2015-06-23 na categoria Absex / Comportamentos
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O desejo de trair pode ser hereditário, segundo indica um estudo de pesquisadores da Universidade de Queensland, na Austrália. Os pesquisadores concluÃram que variações genéticas podem fazer com que tanto homens quanto mulheres tenham maior propensão a cometer adultétio. Estudo concluiu que genética teve influência em 63% da infidelidade dos homens e 40% das mulheres O estudo, publicado na revista científica Evolution & Human Behaviour, analisou o comportamento de mais de 7 mil pares de gémeos na Finlândia, com idades de 18 a 49 anos, todos em relacionamentos estáveis. Os pesquisadores compararam as diferenças de comportamento entre casais de gémeos: os idênticos, que compartilham todos os genes, e os fraternos, que apresentam diferenças. Cerca de 10% dos homens e 6,4% das mulheres tinham pulado a cerca no ano anterior. Os resultados sugerem que 63% do comportamento infiel nos homens e 40% nas mulheres podem ser atribuídos à herança genética. No caso das mulheres, os cientistas detectaram que variações em um gene chamado AVPRIA estava associado ao comportamento infiel. Este gene é associado à produção da arginina vasopressina, uma hormona envolvida na regulação do comportamento social e que mostrou ter influência em testes com roedores. "A nossa pesquisa mostra que a genética influencia a possibilidade de pessoas fazerem sexo com parceiros fora do seu relacionamento", explica Brendan Zietsch, coordenador do estudo. Origens da infidelidade A infidelidade é um assunto que provoca mistério na comunidade científica, que tradicionalmente busca explicações na biologia evolucionária. Para homens, a poligamia seria explicada pela necessidade da preservação da espécie: mais sexo resultaria em mais filhos. No caso das mulheres, porém, há divergências. Trair costuma ser visto como um tipo de "efeito colateral" provocado pelo comportamento masculino; ou então como resultado de uma acção mais instintiva: em tempos mais primitivos, ter filhos com vários parceiros reduziria a possibilidade de infanticídio. Este debate fez com que os pesquisadores de Queensland examinassem também o comportamento de gémeos de sexo diferentes. Pelo menos na amostra estudada, eles não identificaram nenhuma correlação significativa de promiscuidade de influência social. |
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