Taras sexuais
Publicado em 2012-09-12 na categoria Sexo100Tabus / Fetiches & Fantasias


Tara sexual, psicopatia sexual, perversão e fetiche são algumas das diversas denominações para o termo parafilia que, segundo os especialistas, "significa distúrbios psicossexuais em que o indivíduo sente necessidade imediata, repetida e imperiosa de ter actividades sexuais, em que se incluem fantasias com objecto não humano, auto-sofrimento, sofrimento ou humilhação, consentidos ou não, de parceiro..."

A capacidade humana de inventar meios e de utilizar objectos que provocam excitação sexual é infinita. Se fosse criada uma diferente nomenclatura para cada acto, o rol das consideradas "taras" nunca chegaria ao fim.

Os sexólogos preferem usar o termo de "parafilia", a fim de evitar o julgamento preconceituoso, avaliando cada situação antes de classificá-la como patológica. Eles consideram patologia sexual quando a pessoa não consegue sentir prazer de outra forma que não seja a determinada por ela, visando apenas a sua fantasia individualista, tornando-se agressiva quando não é atendida.

TIPOS DE TARAS SEXUAIS

Fazer sexo em local de trabalho, no elevador, com o risco de serem vistos; desejo por virgens, adorar os cheiros de suor, do sémen, da secreção vaginal são alguns tipos que, diferentemente dos descritos abaixo, dispensam o significado dos nomes.

O QUE É NORMAL?

Não se pode estabelecer um limite entre o que é considerado normal e o que é perversão nas diferentes buscas de prazer sexual. Os conceitos são frutos das regras sociais estabelecidas entre os diversos povos. Alguns actos podem ser qualificados como "tara" em determinados grupos e, em outros, recebidos como normais. A masturbação tornou-se aconselhável para o reconhecimento do corpo, para descoberta do orgasmo e para aliviar a tensão sexual acumulada.

As práticas sexuais com animais, tão antigas quanto frequentes, são consideradas normais em muitas regiões rurais espalhadas pelo mundo, entre adolescentes e adultos que não possuem parceiras. Observando o sexo como uma força vital, relacionada aos seres humanos e aos animais, todos os actos que dêem prazer, aceites de comum acordo entre as partes, seriam considerados próprios do instinto e, portanto, normais.

Já para as doutrinas religiosas, o acto sexual com o intuito de gerar filhos é o único considerado normal. E os consultórios médicos estão lotados de clientes com disfunções sexuais, causadas pelos dogmas contrários à natureza humana.

 
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