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As boleiasPublicado em 2014-05-09 na categoria Contos eróticos / Virgens
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Ao ficar subitamente desempregada, fiquei com muito tempo livre. Por norma ficava por casa, dedicando-me à s limpezas domésticas, a cozinhar e a ver novelas e os programas de entretenimento vespertinos. Devido a uma greve dos transportes, tive que começar a levar os meus filhos à escola. Estava muito longe de imaginar o que as rodas do destino estavam a preparar-me...Sempre vivi numa grande cidade, mas durante o curso universitário, apaixonei-me por um rapaz de uma pequena vila afastada dos grandes centros urbanos. Concluído o curso, casamos e fomos morar para uma bonita casa rústica que ele tinha lá na terra. A casa era antiga, mas tinha sido toda restaurada. Tinha um grande terreno envolvente e nas redondezas não vivia mais ninguém, os vizinhos mais próximos estavam a uma centena de metros. O meu marido abriu um negócio na cidade próxima (a cerca de 30 minutos de carro) e eu empreguei-me num escritório de uma firma. Com o tempo, vieram os filhos, dois belos rapazes e as coisas pareciam correr-nos bem até à chegada da crise. O negócio do meu marido começou a ter problemas, a firma onde trabalhava fechou e o próprio casamento, tendo caído numa rotina, começou a sofrer... Ao ficar desempregada, comecei de imediato a procurar novo trabalho, mas por aquelas paragens, as oportunidades não eram muitas. Ficava fechada em casa com muito tempo livre e nada para fazer. Isso aborrecia-me muito. Embora não fosse diferente do que acontecia antes, agora notava mais facilmente as ausências do meu marido e reclamava quando este chegava mais tarde. Não sei exactamente como nem quando começou, mas entre nós começou a haver algumas discussões sobre um possível caso amoroso do meu marido, o que ele nega sempre. As chamadas "misteriosas" que recebia e se afastava para falar, as saídas mal explicadas, tudo contribuía para que eu imaginasse muitos cenários. Durante uma discussão mais acesa, cheguei mesmo a dizer-lhe que se tivesse provas que ele me metia os "palitos", fazia-lhe o mesmo... Nunca antes tinha pensado nisso, seriamente, apesar de já ter sido cortejada por vários homens, quer no trabalho, na rua ou noutros locais. Também já tinha fantasiado algumas vezes que tinha umas aventuras com outro homem, normalmente um bem bonito com quem me tivesse cruzado ou com quem tivesse estado, sem no entanto, alguma vez me atrever a fazer o que quer que fosse e nunca dando facilidades nesse campo, cortando sempre qualquer tentativa de me seduzirem. Por essa altura, houve uma greve na empresa pública de transportes porque os trabalhadores não aceitavam a privatização da mesma porque isso iria provocar desemprego. Por causa disso, tive que começar a levar e trazer os meus filhos da escola. Logo no segundo ou terceiro dia, quando os fui buscar, estava com eles um colega. Eles apresentaram-mo, dizendo que era quase nosso vizinho e perguntaram se o podia levar também. Não vi motivo para não o fazer e concordei. Perguntei-lhe onde morava e mentalmente vi qual o melhor trajecto. Ficava um pouco fora de mão, mas fazer mais um par de quilómetros não era nada de mais. O rapaz era muito bem parecido mas não era muito falador. Fiz-lhe algumas perguntas de ocasião para o conhecer melhor e saber quem era a família, depois, falou-se dos estudos e com isso chegamos a casa dele onde o deixei e retomei o caminho para a nossa. No dia seguinte, repetiu-se a situação. Ao ir buscar os meus filhos, lá estava o moço com eles. Perguntou se o podia levar, ao que respondi afirmativamente. Porém, desta vez, pedi para ele se sentar à frente. Como o meu carro era de cinco lugares, mas apenas três portas, se ele se voltasse a sentar atrás, ao deixá-lo, o meu filho tinha que sair do carro para o deixar sair a ele. Por outro lado, decidi fazer outra trajecto, passando primeiro por casa dele, assim evitava ter que andar para trás depois de o deixar. A viagem decorria normalmente. Como estava calor, viajava com ambas as janelas abertas. Eu ia falando com os meus filhos sobre o dia deles e ia olhando para eles pelo espelho retrovisor. Às tantas, olho para o Pedro, o jovem que ia sentado ao meu lado e apanho-o a olhar para as minhas coxas pelo canto do olho. Atrapalhado, desvia o olhar. Eu nesse dia usava uma blusa não muito decotada, mas o suficientemente justa para deixar perceber o generoso volume criado pelos meus peitos. Também usava uma saia larga que que ficava um pouco acima dos joelhos. Ao estar sentada, esta subia um pouco, deixando ver quase metade das minhas belas coxas. Ao contrário de ficar ofendida, até me senti lisonjeada pelo interesse do jovem no meu corpo. Sempre ouvi dizer que um piropo faz mais do que mil visitas ao cabeleireiro! Eu pessoalmente, considero-me uma mulher atractiva, beleza facial média e corporal acima do normal: tenho 1,78 metros de estatura para 80kg de peso, portanto, sou uma mulher bem constituída, sem ser gorda... Fiz-me despercebida e continuei a conversar com os meus filhotes, só que agora, também pelo canto do olho, ia espiando o meu "vizinho" do lado. Ele não tirava os olhos das minhas coxas! Só o fazia se percebesse algum movimento meu com a cabeça. Para provocar ainda mais o pobre rapaz, abri no comando totalmente os vidros, fazendo com que entrasse um maior fluxo de ar. Com isso, consegui que a minha saia subisse um pouco mais. Pelo canto do olho ia vendo que este continuava como que hipnotizado. O barulho do vento fez com que fosse difícil ouvir o que uns e outros diziam, pelo que continuamos a viagem em silêncio. Sem saber como, comecei a sentir-me "excitada" com aquela situação inusitada. Não era excitada sexualmente, mas comecei a sentir um calor a percorrer-me o corpo, o meu coração começou a bater mais forte, sentia um pequeno tremor nas mãos e sentia-me a transpirar. Entretanto chegamos. O rapaz sai e ao fechar a porta, inclina-se um pouco para agradecer. Ao inclinar-me também na direcção dele para o ver e me despedir, apanho-o novamente a olhar fixamente para as minhas pernas. Vendo-se apanhado, disfarça rapidamente e retira-se. Ao chegar a casa, os meus filhos apressam-se a sair do carro, mas eu permaneço um pouco mais no carro a fingir que estou a arrumar as coisas. Na verdade, estou tensa e a tremer. Sinto-me húmida e ao passar dissimuladamente os dedos pela minha racha, confirmo a minha excitação. Recomponho-me e dirijo-me directamente para o duche para me refrescar. Por muito que me esforce por não pensar naquilo, a excitação não me deixa e começo a fantasiar com aquele rapaz, imaginando que é ele que me acaricia enquanto passo o gel de banho pelo corpo. Tal como noutras vezes, acabo por me masturbar até atingir um belo orgasmo. Só no fim daquele climax é que caí em mim e culpabilizei-me por estar a fantasiar com um pobre rapaz. Digo a mim mesma para ter juízo na cabeça e tendo deixar de pensar no assunto, sem grande sucesso. O dia seguinte, passeio com grande ansiedade, esperando pelo momento de ir buscar os rapazes à escola. Sabia que estava a brincar com o fogo, mas achava que as coisas não passariam dessa brincadeira. Escolhi a roupa a dedo, procurando desta vez uma blusa com um decote mais generoso. A saia, desta vez era ligeiramente mais curta, ficando-me a meio da coxa. Ao sentar-me no carro, esta subiu um pouco, deixando ver quase a totalidade das minhas pernas. Achei que mostrava demasiado e que devia trocar por outra, mas o elevado libido impediu-me de o fazer e antes que me arrependesse, arranquei... Cheguei à escola e eles ainda não tinham saído. A minha respiração estava ofegante, o meu coração parecia que me ia sair pela boca, as minhas mãos tremiam e transpiravam. Começava a sentir-me arrependida e culpada, mas não tinha como remediar a situação. Respirei varias vezes profundamente e procurei acalmar-me. Mentalmente comecei a tentar convencer-me a ter juízo. Nisto eles surgem. Ao entrarem, não olhei de imediato para o Pedro, mas ao fazê-lo disfarçadamente, vi que, enquanto se sentava e apertava o cinto, não tirava os olhos das minhas pernas. Mesmo durante a viagem, sempre que podia, espreitava pelo canto do olho. Durante a viagem, decidi brincar com a situação. Para isso, arranjei uma desculpa para deixar primeiro os meus filhos em casa e depois deixar o Pedro e supostamente ir tratar a seguir de outras coisas.. Já quando estavamos sozinhos, assim que o apanhei novamente a olhar para as minhas pernas, perguntei-lhe: - Estás a estar do que estas a ver? Como não responde, volto a fazer-lhe a pergunta. Sem olhar para mim, ele pede desculpa. Com um sorriso digo-lhe para não se preocupar. Ao dizer isto, coloco a mão sobre a perna dele, como que a dar uma pequena palmada tranquilizadora. Ele dá um pequeno sobressalto. - Calma rapaz. Digo eu para o acalmar mas deixando a minha mão na sua perna. Isso é normal, é sinal que tu gostas de mulheres, não é? Ele limita-se a olhar em frente e acena com a cabeça. - Por outro lado, para mim até é um elogio saber que tu me achas atractiva, apesar de eu ser uma velhota e tendo tu tantas miudas giras da tua idade na escola. - Você não é velha... - Oh, muito obrigado, volto a sorrir, acariciando-lhe a perna. És muito amável... mas ainda não respondeste à minha pergunta... Face ao seu silêncio volto a questiona-lo e forço-o a dar uma resposta: - Sim... Entretanto chegamos a casa dele. Despeço-me e regresso a casa imaginando que ele iria masturbar-se naquele dia a pensar em mim. Decidi que no dia seguinte ia voltar a repetir a brincadeira, e assim fiz. Depois de deixar os meus filhotes em casa, arranco e coloco novamente a mão sobre a sua perna, perguntando-lhe se tinha pensado muito em mim. Como não responde, volto a perguntar, esfregando ao mesmo tempo a minha mão na sua perna. - Estou bonita hoje? - Sim... - responde ele sem olhar para mim. - Como é que sabes se estou bonita se nem olhas para mim? Ele timidamente olha para mim e responde afirmativamente. Digo-lhe que é um bom rapaz e dou-lhe duas suaves palmadinhas na perna. Ao fazê-lo olho para ele e reparo num alto nas suas calças. Ele tem uma erecção. Com um atrevimento que desconhecia em mim, coloco a mão sobre o seu pénis, apertando-o ligeiramente e perguntando o que era aquilo. Ele fica surpreso, corado e sem reacção. Eu, acariciando-o, pergunto se aquilo é por minha causa. Ele continua sem reacção. Eu continuo a acariciar-lhe o membro, dizendo que ele tem ali um bom material. Então pergunto-lhe se ele não quer meter a mão na minha perna. Ele engole em seco e visivelmente a tremer, coloca lentamente a mão esquerda sobre a minha coxa. Tem a mão muito quente e transpirada. Entretanto chegamos a casa dele mas eu não paro e continuo a conduzir sem grande pressa. Eu ainda não acredito no que estou a fazer. Tenho o coração aos saltos. Sinto-me húmida e muito excitada. Enquanto continuo a apalpar-lhe a verga, ele vai-me acariciando a coxa para cima e para baixo, apalpando-a de vem em quando. Ao passar por uma zona mais deserta, estaciono o carro na berma, à sombra de umas árvores. Aí enfio a mão nas calças do fato de treino e agarro-lhe directamente a verga, começando a masturbá-la lentamente. Ele fecha os olhos e solta um profundo suspiro. Aproximo-me dele e beijo-o enquanto lhe baixo um pouco as calças, libertando a sua verga. Ele contorno o meu corpo com a mão esquerda, acariciando-me a coxa e nádega, enquanto a direita começa a apalpar-me um seio. Inclino para trás o encosto do seu banco, espreitando pelo vidro de trás para ver se estamos muito visíveis. Deixo o encosto a meio da inclinação máxima e inclinando-me, enfio rapidamente aquela verga quente e dura na boca, começando a chupá-la, enquanto esta entra e sai da minha boca, vou acariciando-a com a lingua, fazendo-o gemer de prazer, até que uns minutos depois, ele enche-me a boca com o seu sémen. A minha reacção imediata foi apertar os lábios em torno da verga para não deixar que o líquido sujasse o carro, mas a quantidade começou a ser tal que comecei a engolir o leite. Já tinha feito sexo oral ao meu marido e este até já se tinha vindo na minha boca, mas o sabor do leite deste jovem era diferente do do meu marido, para melhor... Depois de beber tudo, chupei-lhe mais um pouco para me certificar que a deixava limpinha. Então ergui-me e comentei que ele tinha terminado depressa. Perguntei-lhe se tinha sido a sua primeira vez. Respondeu que sim. Para confirmar, perguntei se era a primeira que lhe fizeram um broche.Também respondeu afirmativamente. Dando-lhe um beijo, disse-lhe que queria sentí-lo dentro de mim e que se ele mantivesse segredo do que fazíamos, podiamos estar juntos mais vezes. Ele concordou. Enquanto trocavamos carícias, eu ia espreitando pelos vidros para ver se estávamos muito expostos. Eu queria saltar para cima dele, mas queria ter a certeza que ninguém nos apanhava. Ele entretanto, baixa-me as alças, destapando-me os seios. Depois tira-me o sutiã e atira-o para o banco de trás. Começa a acariciá-los e a chupar-me os bicos, deixando-os duros. Para facilitar e ajudar, inclino-me sobre ele enquanto também lhe vou acariciando a verga que aos poucos parece querer ganhar novo vigor. Quando ela começa a erguer-se novamente, tiro a minha cueca e faço-a deslizar pelas minhas pernas até a tirar. Quando me preparava para ir para cima dele, entra um camião no parque. Felizmente a cabine era bastante alta o que impediu o motorista de ver o que estava a acontecer dentro do carro. Sobressaltada, puxo as alças para cima, sento-me ligo o carro e arranco rapidamente. Sentia-me muito frustrada e desejosa de sentir-me possuída. Comecei a pensar em locais onde pudesse parar, até que vi um caminho de terra batida que dava acesso a uns campos agrícolas. Meti pelo caminho e estacionei-o de traseira numa entrada para um terreno que deixava o carro oculto para quem circulasse no caminho principal. Saí do carro para confirmar se era visível para quem circulasse no outro caminho e depois encaminhei-me para a parte de trás para ver se havia alguém no campo. Nesse momento o Pedro aproxima-se por trás, agarrando-me e empurrando-me gentilmente contra o carro enquanto se esfregava nas minhas nádegas e me apalpava os seios. Surpreendida, deixei-o ficar com a iniciativa e esfreguei-me também na sua verga já dura. Aquele rapaz parecia ser outro. Ele baixa-me novamente as alças, libertando os meus seios para os voltar a apalpar enquanto me beijava o pescoço. Depois baixa-se atrás de mim, ergue-me a saia e começa a chupar-me a rata por trás. Para facilitar, arrebito as nádegas e gozo de prazer enquanto ele me chupa continuamente até me fazer sentir um intenso orgasmo. Apesar de ouvir os meus gemidos de prazer, ele não para e continua, obrigando-me a afastar-me por já não aguentar mais. Puxo-o para dentro do carro, deito ambos os bancos e atiro-me para cima dele, encaixando-me na sua verga e começando a cavalgá-lo até o fazer gozar também. |
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