O preço do desejo
Publicado em 2015-12-16 na categoria Contos eróticos / Interracial


Há quem diga que o tamanho importa e quem contradiga que o importante é o vigor. Acho que ambas as versões são verdadeiras e nós mulheres, desejamos obviamente o melhor desses dois mundos. Tive o prazer de ter vários parceiros, todos eles com evidentes diferenças de tamanho, no entanto, sempre tive o desejo de ir para a cama com um negro bem constituído...

A oportunidade de concretizar o meu desejo chegou por acaso.

Tendo decidido mudar o mobiliário do meu quarto, visitei uma loja especializada, que além de vender, também fabricava. Eu queria uns móveis com qualidade, madeira maciça, e não daqueles em aglomerado de madeira baratos que se compram por aí.

Escolhi o modelo que mais me agradou e acertei o negócio, negociei o preço, prazos de entrega, o transporte e a montagem. No dia marcado, chegou um pequeno camião a minha casa com dois homens corpulentos de meia idade. O condutor era um homem caucasiano e o acompanhante era de raça negra, mas não muito escuro.

Cumprimentaram-me com um aperto de mãos e apresentaram-se. O condutor foi o primeiro:

- Bom dia Dona, chamo-se Joaquim, mas pode tratar-me por Quim!

- Olá bom dia, Amélia, muito prazer!

Segue-se o outro:

- Olá bom dia, como está, chamo-mo José, mas todos tratam-me por Zé!

- Muito bem obrigado por perguntar, Amélia.

- Bonito nome! - Responde com um sorriso.

- Obrigado.

- Tem o nome da pessoa mais importante da minha vida...

- Ai sim?

- Sim, o da minha mãe...

- Estou a ver... - Respondo com um sorriso.

- Tem aqui uma bonita casa Dona... - Diz o outro, admirando-a.

- Obrigado, era dos meus pais... foi restaurada há pouco tempo...

- Gosto muito... de pedra... térrea... rústica... ajardinada... trepadeiras nas paredes... árvores... - Diz o José, consoante vai olhando em redor.

- Sim, gosto muito dela...

- Muito bem, vamos lá trabalhar, queria dizer-nos por favor para onde levar a mobília...

- Com certeza, queiram acompanhar-me.

Eram ambos muito simpáticos, educados e prestáveis. Descarregaram a mobília desmontada e levaram-na para o meu quarto. Como os móveis vinham embalados só quando começaram a retirar os plásticos e papelões é que tive noção da mesma.

- Então Dona... era esta a mobília? - Pergunta o Joaquim.

- Sim, sim... era esta mesma... - Conformo.

- A senhora tem muito bom gosto... ela combina bem consigo e com o quarto... - Diz o José.

- Obrigado. - Agradeço com um rasgado sorriso.

Começam por retirar os móveis velhos, levando-os, para um outro quarto e já com o quarto vazio, dão início aos trabalhos de montagem. Colocam a cómoda e as mesas de cabeceira e por fim montam a cama, a qual tem dois gavetões por baixo do estrado.

- Dona, já viu o tamanho destes gavetões, dão para esconder um homem em cada um! - Diz o Joaquim.

- E logo dois! - Respondo arregalando os olhos.

- E não dava conta deles? - Pergunta provocador.

- Bem, você não é de meias medidas... - Desculpo-me.

- Dona, cuidado que esse aí tem uma língua muito destravada... - Avisa o José.

- Ah, não se preocupe... - Não quero dar a parte de fraca.

Entretanto verifico que falta algo.

- Vocês não trouxeram o colchão?

Eles olharam um para o outro. O José coça a cabeça.

- Epá... queres ver que me esqueci de meter o colchão no camião? - Pergunta atrapalhado.

- Não se preocupe, eu vou buscá-lo. Zé, agora dás conta do recado? - Diz o Joaquim solicito.

- Sim, isto agora é fácil. - Responde o José.

O Joaquim sai e o José finaliza a montagem fazendo agora alguns comentários mais maldosos. Depois de colocar o estrado e sobre este o colchão antigo, senta-se sobre ele e dá uns saltos.

- Veja Dona... já pode "pinar" à vontade que a cama não vem abaixo...

- Agora só falta arranjar com quem... - Disparo sem pensar.

- Isso já não é da minha conta. - Responde ele prontamente.

- Pois eu sei...

- Mas uma senhora bonita como você não terá dificuldades em arranjar um candidato para estrear a cama...

- Você é muito simpático e um grande mentiroso!

- Mentiroso eu? Que nada, estou a dizer a mais pura das verdades...

- Já sou uma velha com quase 50 anos... ninguém quer farrapos velhos...

- Velha você? Quem dera a muitas de 25 ter o seu corpo! Desculpe a franqueza, mas você está muito bem conservada para a idade... e homem que é homem, gosta delas maduras, não umas frangotes, só pele e osso, ainda a cheirar a leite e cheias de manias que são boas...

- Obrigado, ouvir essas coisas faz bem ao ego de uma mulher... ufa... até já estou a sentir calores... ufa... é melhor abrir uma janela...

- Só estou a dizer a verdade... acredite que se eu a encontrasse num bar, metia-me de imediato consigo sem pensar duas vezes, antes que outro se antecipasse...

- Está a falar a sério? Engatava-me num bar? - Pergunto curiosa.

- Mas é que não tenha dúvidas! - Responde ele de imediato.

- Bem, se eu fosse cortejada por um homem como você num bar, também não pensava duas vezes... - Remato para provocar.

- Para fazer o quê? - Pergunta ele também com uma expressão de provocação.

- Você sabe... - Respondo, fazendo-me de difícil e virando-lhe as costas.

Ele aproxima-se até ficar quase encostado a mim.

- Você está a provocar-me? Olhe que eu não respondo por mim! - Avisa quase a sussurar-me ao ouvido.

- Estou cheia de medo! - Digo em jeito de troça.

Ele encosta então o seu corpo ao meu, desliza as suas mãos pelo meu corpo, fazendo círculos e curvas, acariciando-me até chegar aos meus seios, apalpando-os.

- Hummm que corpinho danone... e que belas tetas que tem aqui... huuummmmm...

Eu limito-me a fechar os olhos e a abrir a boca para poder respirar. O meu coração dispara, começando a bater tão forte e tão depressa que parece que me vai sair do peito. Depois de me apalpar os seios desliza as mãos por baixo da minha roupa, passa-as por baixo do sutiã e afasta-o para cima, libertando os meus seios e começando a acariciá-los directamente durante um bom bocado.

- Que bicos tão durinhos... - Comenta com satisfação.

Começo a sentir um volume nas suas calças e não lhe resistindo, começo a esfregar as minhas nádegas naquele rolo de carne que começa a ganhar vida e a endurecer.

Ele começa então despir-me. Volto-me para ele e dispo-o também a ele. Quando ficamos nus da cintura para cima, ele inclina-se sobre os meus seios para os chupar enquanto os apalpa com ambas as mãos, fazendo-me gemer de prazer. Eu, a tremer, por estar bastante nervosa, vou-lhe desapertando as calças e agarro-lhe aquele cacete já duro.

Aperto-o para sentir a sua dureza e começa a esfregá-lo com ambas as mãos, confirmando que ele estava muito bem equipado. Ia concretizar o meu desejo e em grande!

Ele encaminha-me até à cama, despindo-me o resto da roupa. Já na cama, tendo-me já completamente nua, pede-me para subir e faz-me ficar de quatro de pernas abertas. Enquanto se livra do resto das suas roupas, diz:

- Que bela passarinha que você tem... vou chupá-la todinha...

Prometeu e assim fez. Ajoelha-se atrás de mim e enquanto me acaricia, começa a fazer-me um delicioso linguado, chupando-me também. Eu limitei-me a gemer de prazer:

- Ai... ai... ai que bom... ai... ai que delicia... aaaaaiiiiii... faz mais... mais... ai faz mais... aaaaaiiiii... mais forte... mais forte... chupa... chupa...

Ele acedia a todos os meus pedidos sem reclamar. Comecei a perder a cabeça.

- Aaaaaaaaaaiiiiiii... ai que bom... morde... anda, morde... isso... isso... aaaaaiiiiii... ai que bom... morde gostoso...

Quero mais e mais e peço mais!

- Aaaaiii... enfia... enfia...

Ele então começa a enfiar-me os dedos, "brincando" com eles dentro de mim.

- Enfia a língua... a língua... issooooo... aaaaaiiiii... que delicia!... que delicia!... aaaaiiiii... vais-me fazer gozar.... aaaaaiiiiii...

Rapidamente senti uma explosão de prazer entre as minhas pernas, tão intensa que gritei, mas gritei mesmo de prazer. Já me tinha vindo nestas situações, enquanto me faziam sexo oral, mas não tenho memória de ter sido tão intenso. O facto de estar a viver uma fantasia, também deve ter contribuído...

Ainda eu gozava aquele delicioso orgasmo quando ele deixa de me chupar, levanta-se e enfia-me de repente o seu cacete, empurrando-o todo até ao fundo. Ao sentir-me invadida por todo aquele volume que força a sua entrada, solto outro sonoro grito, agarrando-me com força à colcha da cama .

Sem me deixar recompor daquela investida, agarra-me pelos seios e enquanto os apalpa, começa a estocar-me com força e em movimentos rápidos. Eu só consigo dizer:

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh....

Inspiro e.

- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhh...

O prazer que sinto é tanto e tão intenso que nem sei se ainda estou a gozar o orgasmo!

Ele continua a estocar-me com aquela grande cadência durante um bom bocado, até que de repente, faz-me uma investida mais profunda. Ambos soltamos um grande gemido. Ele, porque se estava a vir, e eu pelo prazer e pela dor causada por aquela penetração tão profunda.

Àquela, seguiram-se mais três ou quatro estocadas, algo espaçadas entre uma e a seguinte, mas todas elas, feitas como se fosse com raiva, como se quisesse rasgar-me ou rebentar-me...

De cada vez que o fez, gritei da minha alma! A dor foi grande, mas por incrível que possa parecer, até aquela dor atroz era prazerosa..,

Por fim, tira aquele cacete ainda duro, a pingar e senta-se num cadeirão, ofegante. Eu deixo-me simplesmente cair sobre a cama, respirando também de forma ofegante.

Entretanto toca o telemóvel dele. Atende. É o colega a avisar que está a chegar e pede para ele o ir ajudar. Ele veste-se em menos de um minuto e sai. Eu visto-me também a correr, mas sou um pouco mais demorada. Quando entram, já eu estou composta, apesar de bem coradinha.

Colocam o colchão no sítio e despedem-se de mim. Quando já iam a caminho do camião, chamo o José:

- Senhor José, espere... vou-lhes dar uma nota para tomarem um café...

- Não é preciso Dona... obrigadinho...

- Não! Eu insisto... venha cá se faz o favor!

Entrego-lhe uma nota de 20 euros e um pequeno papel com o meu contacto.

- Ligue-me se quiser! - Digo em voz baixa, piscando-lhe um olho.

- Pode ter a certeza que ligo! - Responde com um rasgado sorriso.

Guarda o papel no bolso e retira-se.

 
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