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Comeu-me enquanto eu fingia dormirPublicado em 2016-01-12 na categoria Contos eróticos / Virgens
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Chamo-me Mónica (nome fictÃcio), tenho 35 anos e vou confessar algo que está a acontecer comigo e que nunca tive a coragem de contar para mais ninguém. No ano passado nós alugamos uma casa de férias numa determinada praia. Era eu, o meu marido, os meus filhos, a minha irmã, marido e filhas. A nossa ideia era passar um mês por lá dividindo o arrendamento da casa.Logo no primeiro dia eu fiquei a ver a TV com outros parentes e, em determinada hora, todos foram para os seus quartos para dormirem. Eu fiquei sozinha na sala no andar de baixo da casa. Eu estava já de pijama. Como os meus filhos tinham saído com os primos, não conseguia dormir até que chegassem. Eu estava a ver um filme de terror ligeiro da idade média. Uma trupe ambulante que assaltava e matava, tinha parado numa aldeia e entre eles havia uma espécie de homem lobo que também andava a matar pessoas. Poucos minutos depois dele chegar, passa uma cena de sexo algo explícito. Fiquei algo constrangida confesso, mas não me senti á vontade de dizer ao meu filho para sair porque não podia ver aquelas coisas Eles tinham sido convidados para ir ao castelo fazer um show privado para o nobre, a sua família e alguns convidados, enquanto eles jantavam, mas aí um anão à socapa mistura algo nas bebidas dos anfitriões que acabam por ficar grogues. Então os 5 ou 6 homens daquela trupe começaram a fazer sexo com as mulheres drogadas que não chegaram a desmaiar por completo. Eles pegavam nelas e levavam-nas para outra divisão onde consumavam o acto, enquanto os maridos e pais continuavam com delírios na sala. Então um dos homens transforma-se em lobo e faz sexo com a filha mais velha do nobre num sofá. Todas aquelas cenas de sexo, mostrando as mulheres completamente nuas foi filmada de forma muito sensual e erótica, por vezes quase pornográfica, apesar de não se verem os órgãos sexuais. Depois daquelas cenas fortes veio um intervalo com televendas. Como já estava bastante cansada, espreguicei-me e acabei por fechar os olhos por um momento para descansar a vista, mas acabei por passar pelo sono ali mesmo no sofá. Até que acordo com algo estranho a acontecer. Alguém estava com a mão nos meus fundos, a puxar a minha cueca para o lado e estava a tentar enfiar o dedo na minha passarinha. Abri os olhos levemente e percebi que a televisão estava desligada e a luz da sala apagada. Na semi-escuridão eu consegui ver o meu filho a tocar-me. Como a persiana não estava corrida, do exterior entrava a pouca claridade da lua. Como eu estava deitada de bruços, não tinha uma perfeita visão dele, mas conseguia perceber que olhava fixamente para o meu corpo semi-despido que estava a deixá-lo completamente hipnotizado. Assim que vi que era ele eu gelei toda, mas continuei a fingir que estava a dormir porque não sabia como reagir. E havia outro pormenor. Eu sentia-me excitada. De vez em quando eu abria os olhos levemente, e observava-o enquanto os dedos dele que já tinham conseguido puxar a minha calcinha para o lado também, estavam atolados na minha passarinha, que já estava toda molhadinha. Os dedos dele na minha passarinha fizeram despertar em mim uma excitação de tal ordem que senti que se continuasse mais alguns minutos, eu ia gozar um orgasmo que já se aproximava. Aquilo foi algo que começou comigo ainda a dormir. Em desespero de causa, mexi-me para o fazer parar, ficando deitada de lado, virada para ele. De facto parou durante um par de minutos, mas pouco depois recomeçou. Mas desta vez, acariciando-me as pernas externamente e depois pelo interior, tentando chegar à minha passarinha. Eu estava deitada de lado, virada para ele com o braço de baixo estendido para cima e o outro flectido sobre o meu peito. As pernas estavam na mesma posição. A de baixo esticada e a de cima também flectida, como se estivesse a fazer um quatro. Pela frente não tinha grande acesso, mas por trás, sentando-se mesmo na beirinha do sofá, conseguia acariciar-me a coxa e acariciar-me a passarinha, mas sem conseguir meter os dedos. Eu tinha que "acordar" para acabar com aquilo. Mas entretanto voltei a mexer-me para que ele tirasse a mão lá de trás. Ao fazê-lo fiquei virada para cima. Ele deve ter apanhado um grande susto porque saiu a correr. Decidi esperar um pouco para então levantar-me e ir para o meu quarto. Eu estava tão excitada que estendi ambos os braços para trás, mantendo a perna interior flectida e apoiada ao encosto do sofá e a outra estendida. Mas nisso sinto-o a aproximar-se de novo, ficando apenas a olhar para mim. A concentração dele era total. Novamente confiante voltou a tocar-me ao de leve. Não vendo reacção, começou a acariciar-me e alguns minutos depois, voltou a enfiar os dedos na minha passarinha enquanto batia uma punheta. Continuei a fingir que dormia, abrindo os olhos muito levemente para ir vendo-o. Foi quando tive uma surpresa daquelas. Mas o calor que vinha da minha passarinha era maior. Minha nossa! Eu estava com muito tesão. Já tinham passado uns 10 dias ou mais desde que o meu marido tinha feito sexo comigo. Desde então eu tinha-me masturbado algumas vezes, mas não era a mesma coisa. Eu andava com fome de sexo e o meu filho ali, a querer comer-me. E como queríamos ser pais ainda novos, eu tinha na altura apenas 21 anos. O meu marido era 19 anos mais velho do que eu! Casei-me por amor, mas também porque vi nele um futuro garantido, confesso. Mas ele estava mesmo apaixonado por mim, e como desejava ter filhos e não podendo eu dar-lhos, optamos por aquela solução. Nós não podíamos ter filhos biológicos, ou melhor, eu não podia. Chegamos a ponderar uma barriga de aluger mas a nossa lei não o permitia e quando consideramos a adopção e visitamos aquele orfanato, ficamos logo apaixonados por aqueles dois irmãos. Continuei quieta, deixando-o acariciar-me e fingindo um sono realmente profundo. Então dou comigo a pensar no que faria se ele tentasse fazer sexo comigo... Ele cheirou os meus cabelos, fazendo-os deslizar pela sua cara, massajou os meus seios e passou as mãos por todo o meu corpo. E limitei-me a continuar a fingir que estava a dormir profundamente, permanecendo completamente imóvel. Quando percebi que ele tinha parado com as carícias, espreitei e vi-o a tirar a roupa, deitando-se ao meu lado, encostando o seu corpo quentinho ao meu. Volta a acariciar-me o corpo, voltando depois a centrar-se na minha passarinha, brincando essencialmente com o meu grelinho. O prazer que eu estava a sentir era incrível, mas eu era obrigada a conter-me, privando-me de gemer e tentando controlar a minha respiração. Então, descendo, começou a beijar e a lamber as minhas pernas, começando a subir até chegar lá cima. Afasta novamente a cueca e lambe-me o grelo. Tive que cerrar os dentes e fazer um grande esforço para não denunciar o orgasmo que gozei. Ignorando a deliciosa tortura que me estava a proporcionar, continuou a lamber-me durante um bom bocado até que estende a minha perna esquerda para logo depois puxar a minha cueca. Logo senti-a a passar pelos meus pés. Pronto! Eu estava à mercê dele agora. - Aaaaahhhh mãe... tu és tão boa! - Ouvi-o sussurrar muito baixinho. - Sempre desejei que a minha primeira vez fosse contigo... Ao dizer aquilo dá-me um suave beijo nos lábios. Eu nem acreditava. O meu menino, de apenas 16 anos, estava a a perder a virgindade comigo! E eu estava a adorar! Mantendo o seu membro todo enfiado dentro de mim, solta alguns suspiros e desliza-o para fora, mas sem o tirar, voltando a empurrar lentamente, e voltando a suspirar. Depois de repetir aquelas investidas, faz subir a minha camisola do pijama até ao pescoço e depois faz o mesmo com o meu sutiã, libertando os meus seios que já tinham os bicos bem duros, os quais, ele começa a chupar com delicadeza. Alguns minutos depois as suas estocadas fundas e ritmadas tornaram-se um pouco mais intensas. Ele está tão excitado que ignora por completo que os seus movimentos podem eventualmente despertar-me. Eu tenho que abrir um pouco a boca para poder respirar porque começo a sentir falta de oxigénio. Permaneço completamente imóvel enquanto o seu corpo desliza sobre o meu, indo para frente e para trás, acompanhando as investidas do seu membro. O meu filho tinha-se transformado num homem comigo. Sentindo um novo orgasmo, fiz um novo esforço para não me denunciar, mas ele foi tão intenso que fingindo estar a sonhar tive que mexer o meu corpo umas três ou quatro vezes. Ele parou os seus movimentos, mas manteve a penetração, mas vendo que eu continuava ferradinha, voltou às suas investidas. Alguns minutos depois ele apertou-me contra ele, dando-me uma estocadas mais profundas e espaçadas, parando por dois ou três segundos quando tinha o seu membro todo enterrado. Acho que senti-o gozar dentro de mim. O seu membro despejou uma grande quantidade de leitinho bem quentinho bem para o fundo da minha passarinha. - Oh mãe... foi tão bom... - Volta a sussurrar. Fez mais uma dezena de investidas e tirou-o. De seguida vestiu-me cuidadosamente. Saiu para a cozinha e depois ouvi-o subir. Ergo-me e sento-me no sofá. Nem queria acreditar no me tinha acontecido. Decidi ficar um pouco para que ele não me ouvisse subir. Mas sentindo a garganta seca, fui também à cozinha beber um copo de água. Ao chegar à cozinha, acendo a luz e sirvo-me. Então começo a sentir o frio da minha cueca. A curiosidade faz-me fazer algo estúpido. Baixo as calças de pijama e a cueca, vendo-a toda encharcada. Tenho mesmo que a trocar, mas quando já me preparava para subir a roupa, sinto algo a escorrer-me pelas perna. Ao olhar para baixo novamente, vejo o leite do meu filho a "pingar". E não é tão pouco quanto isso. Aquilo deixou-me tão desorientada que fiquei perplexa a olhar para aquilo. Como eu ia olhar para o meu filho depois do que houve? "Acordei" para a realidade quando ouvi acender a luz da escadaria. Arranjei-me à pressa e começo a beber. Dupla surpresa. Era o meu filho que fica surpreendido por me ver acordada e eu por o ver novamente cá em baixo. Disfarço: - Olha filho (Espreguiço-me)... Adormeci no sofá e só acordei agora... nem vi o resto do filme... Ele foi muito esperto e soube agir como se não tivesse acontecido nada. - Sim... eu vi que adormeceste, mas não te quis acordar... quando o filme acabou e eu fui-me deitar... - Fizeste bem filho... Subimos juntos e cada um foi para o seu quarto. Na manhã seguinte, parecia que não tinha acontecido nada. Fizemos praia todos juntos e não notei que o meu filho olhasse muito para mim. Era de esperar que, vendo-me de biquini, aproveitasse para admirar o meu corpo, mas não me ligou nada. Almoçamos em casa, que ficava a 100 metros da praia e à tarde as raparigas foram fazer praia. O meu marido, irmã e cunhado queriam fazer umas compras, mas como me doía a cabeça decidi ficar, dizendo que ia tomar uns comprimidos para dormir. Primeiro saíram as raparigas, depois os adultos. Depois de tomar os comprimidos (duas aspirinas) perguntei ao meu filho se ele não ia para a praia com a irmã e as primas ao que respondeu que ia mais logo e que agora ia aproveitar para jogar playstation. Subi para o meu quarto, vesti apenas uma lingerie azul de seda e deitei-me na cama. Enquanto esperava para ver se o meu filho fazia alguma coisa, acabei mesmo por passar pelo sono. Naquela noite só tinha dormido 3 horas. Naquela manhã, também dormi 1h na praia. E uma vez mais aconteceu. Acordei com o meu filho a acariciar-me as pernas. Como eu não tinha fechado a janela, o quarto estava completamente iluminado, logo, eu não podia espreitar. A minha respiração intensificou-se. Ao acariciar-me sobe a lingerie, descobrindo-me totalmente da cintura para baixo e tira a cueca. Abre-me as pernas e começa a lamber-me a passarinha, para depois a chupar, colando literalmente a boca e passando a língua por todos os meus recantos. Decidi arriscar e falei entre dentes: - Ai Carlos (nome fictício do meu marido)... chupa... chupa... ai.... ai que bom... ai... No início deve ter apanhado um susto de morte, mas pensando que eu estava a sonhar, continuou. Aquele minete foi tão intenso e longo que me fez gozar um primeiro orgasmo, seguindo-se outro passado algum tempo. Ele estava mesmo a deliciar-se lá em baixo. A sua língua dava-me tanto prazer que não senti saudades de uma verga dentro de mim. Acho que se ele continuasse, tinha arrancado vários orgasmos, mas dando-se por satisfeito, desliza para cima de mim e desce-me as alças da camisa de noite descobrindo os meus seios para os acariciar e chupar, sem esquecer lamber-me demoradamente os bicos que ficaram bastante duros. Depois fez algo que me surpreendeu. Coloca os dedos no meu queixo e faz pressão para baixo. Percebo que quer abrir-me a boca. Decido facilitar-lhe o trabalho e ajudo-o, abrindo-a. Então vira a minha cara ligeiramente para o lado e sinto o seu pénis a entrar nela, para depois fazer um lento vai e vem. Aquilo excitou-o tanto que ele veio-se logo, fazendo jorrar todo o seu leite para dentro dela. Tive que fazer um esforço para não me engasgar enquanto aquele líquido quente escorria-me pela garganta abaixo. Ele gemia bastante enquanto se vinha. Depois levantou-se e senti-o a abrir novamente a minha boca, muito possivelmente para espreitar. Então deita-se ao meu lado e recomeça a acariciar-me e a beijar-me o corpo até que alguns minutos depois, sinto-o a ir para o fundo da cama. Abre-me as pernas para cima e encaixa-se em mim, penetrando-me com a sua verga novamente dura, começando a bombar. Volta a falar entre dentes "Ai Carlos... que bom... ai... fode-me... fode-me com força... ai... isso... ai... ai que bom... ai...". Ele satisfaz o meu pedido e agarrando-me pela lingerie, aumenta a cadência dos seus movimentos. Não demorei a gozar um novo orgasmo e desta vez, nada fiz para o esconder, apesar de ter o cuidado de não abusar. Vendo-me gozar daquela forma, também ele gozou. Ao invés de se dar por satisfeito, continuou comigo na cama e alguns minutos depois fizemos sexo novamente. Desta vez, voltou a enfiar-me a verga na boca mas já não se veio. Depois deitou-se em cima de mim na posição do missionário e fez aquele delicioso vai e vem até voltarmos a gozar os dois, exactamente como na vez anterior. Eu fui a primeira a atingir o orgasmo e ele vendo-me gozar não aguentando veio-se logo a seguir. Acredito que ele continuaria mas ouvimos o carro a chegar. Ele deu um salto, puxou-me as alças para cima e arranjou-me a lingerie, saindo a correr do quarto. Com a pressa até se esqueceu de me vestir a cueca. Escondi-a e deitei-me debaixo do lençol. Então dormi na paz dos anjos. Durante aquele mês, fiz aquilo que normalmente não fazia. Depois de arrumar a cozinha, neste caso com a minha irmã, ia ver as novelas mas fazia por ficar depois a ver televisão, "adormecendo". Na primeira noite não aconteceu nada, pelo que no dia seguinte comentei que tinha adormecido outra vez na sala. Nessa mesma noite, e nas seguintes, tive o meu tão desejado prémio. Depois das férias, as coisas acalmaram um pouco. Continuou a haver sexo: Todas sextas e sábados. Às sextas porque o meu marido ia para o café e perdia-se a jogar até às 3 da manhã. Eu deitava-me à meia noite e mais ou menos 1h depois o meu filho vinha para para o meu quarto e ficava quase até ao pai chegar. Aos sábados porque ele ia pescar toda a noite (fazia uma directa) e passava o domingo a dormir. Eu deitava-me também à meia-noite e mais ou menos 1h depois o meu filho vinha para para o meu quarto e ficava algumas horas. Por vezes também o fazíamos à semana. Quando eu andava mais esfomeada, dizia que queria ver um determinado filme e sabia que ia ter acção! Já andamos nisto há mais de um ano e continuamos a viver esta loucura. Sei que devia por um ponto final nesta relação, mas os prazeres carnais falam mais alto. O meu filho perdeu a virgindade comigo e tem um verdadeiro fetiche por mim. Eu estou na flor da idade e quero foder por prazer, mas o meu marido só fode por obrigação. Sei que brevemente o meu filho encontrará uma namorada, mas até lá, vou aproveitar o melhor de dois mundos... |
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