Desejos de verão
Publicado em 2015-10-01 na categoria Contos eróticos / Virgens


Vou relatar uma história de como perdi a minha virgindade com uma mulher, e que mulher! Ela era casada e era minha vizinha. Não a seduzi, nem ela me seduziu a mim, e entre nós, nunca houve nada de especial, um olhar, um gesto ou um piropo... Na realidade, ela nem soube que fiz sexo com ela... e muito menos a minha responsabilidade no que lhe aconteceu...

Estávamos no início do verão e as minhas aulas já tinham acabado. Agora só tínhamos os exames nacionais que ocorriam de manhã. As tardes eu passava-as em casa a estudar para o exame seguinte.

A minha casa era uma de seis em banda que ficava numa rua sem saída. Quem vinha da estrada principal, entrava numa via de terra batida avançava 40 metros e tinha que contornar um terreno de cultivo, fazendo um longo circuito que formava um ponto de interrogação com linhas rectas. As casas ficavam ao fundo voltadas para este terreno.

A última casa, era de um casal novo, ambos professores (o meu primo e a namorada). Antes estava a casa dos meus avós, a dos meus pais, outras três eram de uns tios. Ou seja, as seis casas eram todas de pessoas da mesma família, já que o terreno era dos meus avós.

Toda aquela propriedade era fechada e rodeada por outras casas. Como a nossa zona era tranquila e havia sempre gente em casa, não havia por ali o costume de fechar portas à chave. O meu primo trabalhada mas a namorada estava em casa de baixa médica com uma depressão. Os meus avós estavam sempre em casa (cultivavam o terreno à frente das casas), os meus tios trabalhavam todos, excepto duas tias que trabalhavam em casa.

Era terça-feira e eu tinha descido à cozinha para merendar quando ouvi o carteiro chegar.  Coloca umas cartas na nossa caixa e avança para a frente. Ao sair para ir buscar as cartas, vejo-o a tocar à campainha da casa do meu primo, mas ninguém vem abrir.

A minha avó entretanto aproxima-se para se inteirar do que queria.

- Diga sr. Arlindo...

- Tenho aqui uma carta registada com aviso de recepção para a Ana Maria e precisava de ser assinada.

- Espere que vou ver se ela está acordada...

Acordada? Perguntei aos meus botões. A minha avó entra em casa e regressa dois ou três minutos:

- Olhe, ela ainda está a dormir... nós ficamos com a carta...

- A dormir a esta hora? - Eram 4 da tarde. - Depois logo não dorme!

- Sabe, ela está de baixa com uma forte depressão e anda a tomar uns comprimidos que lhe dão muito sono... Ela toma aquelas bombas e apaga-se por completo... coitadinha... tão novinha e com tantos problemas...

- Pois D. Felismina, cada um com a sua cruz...

Mantiveram este diálogo enquanto caminhava para cá. Já perto de mim e a minha avó diz:

- Oh Ricardo assina aqui a carta da tua prima se fazes o favor.

Assim fiz. Nesse mesmo dia relatei a situação aos meus pais que entre eles comentaram a situação. A namorada do meu primo estava a passar por uma grande depressão, andava a ser acompanhada por um psiquiatra que lhe prescrevia uns comprimidos que a deixavam como uma zombie, além de lhe provocar muito sono.

As causas era várias. O recente divórcio dos pais dela, o falecimento do irmão num acidente de viação pouco tempo antes, o facto de estar desemprega há dois anos e por fim, depois de andar a tentar engravidar, por fim tem sorte, mas acaba por sofrer um aborto espontâneo pouco antes dos 3 meses.

Apesar dela estar a enfrentar todos aqueles problemas não consegui evitar pensar nela como mulher. Ela era uma mulher bonita, estatura mais ou menos baixa, bem constituída - não era magra, mas estava muito longe de ser gorda. Era morena, com o cabelo escuro e comprido. Outros seus atributos que sobressaíam eram os seus seios de tamanho médio, mas bem redondinhos e umas coxas grossas.

Na tarde do dia seguinte não resisti em ir espreitá-la. Como os meus avós estavam a trabalhar no campo à frente das nossas casas, não pude ir pela frente, pelo que saí por trás. Levei comigo um daqueles transmissores áudio de bebé. Deixei o aparelho fixo na cozinha por trás da porta e levei o aparelho móvel comigo. Assim, se os meus avós regressassem, mesmo que não fizessem barulho, ao abrirem a porta, tocavam no aparelho, logo, eu ouvia o ruído.

Cada casa tinha um logradouro com cerca de 50 metros de comprimento dividido por um pequeno murete de metro e meio de altura. Para chegar a casa dela, tinha que avançar dois muros com o risco de ser visto pelas casas que estavam para lá do logradouro, caso alguém estivesse à janela dos primeiros andares. Depois de verificar se não estava ninguém à janela, avancei os muros e entrei na casa do meu primo.

Ao chegar a casa deles certifiquei-me se a porta estava trancada à chave. Não estava. Entrei e fechei-a atrás de mim. A casa estava em silêncio. Se fosse apanhado pela namorada já tinha uma desculpa: ia buscar um dvd que lhe tinha emprestado uns dias antes. Percorri e cozinha e espreitei a sala. Ninguém. Então ouço um ressonar.

Subo ao primeiro andar e chego a um amplio átrio. À direita tem um corredor que dá acesso a dois quartos e à esquerda a um escritório e um terraço. Este átrio tem um varandim que dá para a sala. Neste existe uma pequena cama articulada, tipo aquelas camas de hospital, onde tinha ficado o irmão após o acidente.

Ela estava a dormir na mesma, semi-coberta com um lençol. Quando a vi o meu coração até parece que parou. Ela estava com os seios destapados. Parecia que estava nua. A minha pulsação disparou enquanto me aproximei pé ante pé, apesar dela estar a ressonar, não muito alto.

Quando cheguei perto dela fiquei alguns minutos a admirá-la. Ela estava a dormir voltada para cima com o lençol pela zona do umbigo. Fiquei com uma erecção tão forte que parecia que ia rebentar com o fecho das calças.

A tarde estava muito quente. Estávamos mesmo a atravessar uma vaga de calor. Tal como eu, ela estava toda transpirada. A minha primeira reacção foi tapá-la, mas ela nem reagiu. Toquei-lhe no ombro, depois abanei-a, por fim chamei-a, mas ela estava mesmo KO. Então puxei o lençol descobrindo-a totalmente.

Ela estava completamente nua! O meu coração começou a bater tão depressa que parecia que me ia sair pela boca que estava completamente seca. Fiquei alguns minutos paralisado a admirar aquele físico tão perfeito. Então, aproximo-me dela e toco-lhe na perna, acariciando-a sem desviar o meu olhar dela. Estremeci de prazer. Comecei a transpirar abundantemente, e não era só pelo calor abrasador.

Ela estava voltada para cima, com um braço estendido ao longo do seu corpo e o outro sobre o eu estômago. As pernas estavam ligeiramente abertas, permitindo ver a sua racha completamente livre de pelos. Subi a mão pelo interior das suas coxas, pressionando a minha mão contra elas, apalpando-as, até chegar à sua rata. Aí toco nela, sentindo aquela suavidade esponjosa.

Continuo a subir até chegar aos seus seios, acariciando-os demoradamente. Depois volto a subir, acariciando-lhe o pescoço, o queixo, os lábios, as maçãs do rosto, a testa, explorando todos os seus contornos. Depois, já com ambas as mãos, continuei a acariciá-la sem que ela fizesse qualquer reacção aos meus toques.

Desde que aqui cheguei, todo o meu corpo tremia com a emoção de ver aquele corpo moreno, transpirado, imóvel, completamente disposto à minha disposição, mas aos poucos ia-me acalmando, apesar de sentir as minhas mãos a tremer.

Não aguentando mais, tiro o calção e a tshirt. abro-lhe um pouco mais as pernas e subo para cima da cama, posicionando-me sobre ela. Lentamente desço o meu corpo sobre o dela, sentindo o calor do dela. Fiquei um par de minutos completamente quieto, desfrutando aquela maravilhosa sensação.

Então começo a esfregar a minha verga na racha dela até conseguir acertar com a abertura e penetro-a, empurrando lentamente até a ter toda dentro dela, soltando um profundo suspiro. Retrocedo e volto a empurrar lentamente, uma e outra vez, mas à terceira investida, não aguento mais e ejaculo, fazendo jorrar todo o meu leite no interior daquela grutinha.

Mantenho-me em cima dela mais alguns minutos, sem que ela reaja. Por fim levanto-me e cobro-a, não sem antes olhar para o interior das suas pernas, vendo o que parece ser uma espuma branca a surgir e a escorrer. Ela permanece completamente imóvel, a ressonar baixinho com a boca semi-aberta. Visto-me e desço à cozinha para ir beber qualquer coisa ao frigorífico.

Entretanto vou-me lamentando por a minha primeira vez ter-me corrido tão mal. Esperava que durasse mais. Já me tinha masturbado muitas vezes e demorava muito mais a vir-me... Atribuí a minha fraca performance ao facto de estar sobre excitado por causa do belo corpo da namorada do meu primo.

Mas nisto, voltei a ficar com uma excitação. Nem pensei duas vezes, volto a subir, tiro-lhe o lençol e "salto-lhe" para cima. Não a penetro logo. Mantendo-me deitado sobre ela, apalpo-lhe as mamas enquanto as chupo durante um bom bocado e então, por fim, volto a penetrá-la.

Desta vez sinto a sua grutinha mais escorregadia o que diminui a fricção sobre a minha verga durante as minhas investidas. Desta vez aguento-me mais tempo e quando, alguns minutos depois percebi que ia atingir novamente o clímax, inicialmente pensei parar para fazer diminuir o meu ímpeto, mas a excitação falou mais alto e continuei a penetrá-la até me vir pela segunda vez.

Desta vez ela mexeu-se e balbuciou qualquer coisa. Dei um salto, cobri-a, peguei na minha roupa e saí disparado. Regressei a casa dos meus avós e tentei estudar para o exame, mas era-me impossível conseguir concentrar-me nos estudos. Não conseguia parar de pensar no que tinha acontecido, e com isso, estava outra vez com um tesão dos diabos!

No dia seguinte, voltei a escapulir-me até casa dela. A porta, estava uma vez mais aberta. Entrei e chamei por ela, mas sem resposta. Vou até à sala e volto a chamar. Nada. Subo as escadas e lá está la a dormir, tal como no dia anterior. Aproximo-me, chamando-a. Não ressona, mas está a dormir. Apesar de estar coberta, percebe-se que está nua.

Desta vez, além do intercomunicador, levo a minha câmara fotográfica que tem a opção vídeo HD com um cartão de memória com boa capacidade. Eu tinha que gravar aquela cena para mais tarde recordar. Posicionei-a na beira de uma estante e comecei a gravar.

Puxo o lençol para baixo, expondo a sua bela nudez. Ela continua toda transpirada. Acaricio-lhe todo o corpo, mas desta vez, com maior incidência na sua ratinha. Não resisto abrir-lhe as pernas e aninhar-me entre elas para lhe começar por lamber aqueles lábios carnudos, introduzindo depois a língua entre eles.

A sua rata cheira deliciosamente bem e tem um sabor que parece salgado. Com o indicador e o polegar da mão esquerda, afasto os seus lábios para poder lamber o seu interior. Enfio o dedo médio da mão direita dentro da sua vagina para simular que a penetro. Delicio-me ao "comer" aquela ratinha.

Quando me dei por satisfeito deslizei para cima dela e enterro-lhe a minha verga, começando quase de imediato a bombar, sem que ela esboçasse qualquer reacção. Desta vez, a experiência foi mais compensadora porque aguentei-me bem antes de me vir.

E não tive que esperar muito para voltar a ficar com o meu "soldadinho" pronto para entrar novamente em acção. Já mais confiante, como-a sem aquele receio dela acordar e apanhar-me em pleno acto. Como ela se virou de lado, quase atravessando-se na cama, viro-a lentamente para cima e puxo-a para mim, fazendo-a ficar em posição de ser penetrada comigo de pé ao lado da cama.

Seguro-a pelas pernas, mantendo-as bem aberta e sem mãos, aponto e penetro-a, começando a fazer um vai e vem enquanto desfruto da visão de a ver toda aberta a receber a minha verga. Depois fecho-as à minha frente, aumentando a fricção das minhas investidas.

Ela ao manter a boca ligeiramente aberta, até parece que está a sentir prazer com as minhas investidas que desta vez, prolongam-se bastante. Se durante todo aquele tempo estoquei-a com movimentos mais ou menos lentos, aos poucos intensifico a velocidade das mesmas, fazendo-a quase oscilar para a frente e para trás, sobre a cama, acompanhando as minhas investidas.

Enquanto a penetro não paro de a acariciar, neste caso, aquelas belas coxas grossas e morenas enquanto admiro a delicada dança dos seus seios, embalados pelos movimentos do seu corpo. Então voltando a sentir que ia gozar novamente, dou-lhe umas estocadas mais profundas enquanto o meu leitinho corre com grande ímpeto pela minha verga, irrompendo lá bem no fundo daquela deliciosa grutinha.

Nos dias seguintes, repeti as minhas aventuras vespertinas, excepto no sábado e no domingo, mas recomeçando na segunda-feira. Escusado será dizer que naquelas três semanas, os exames correram-me quase todos mal e chumbei mesmo o ano. Nada que me tirasse o sono. Eu só queria saber que ia entrar em férias e ia poder continuar com as minhas aventuras.

Mas aquela "lua de mel" só durou mais quinze dias porque como castigo por reprovar os meus pais puseram-me a trabalhar na fábrica do meu padrinho, para meu grande desgosto por me ver impedido de comer a namorada do meu primo.

Apesar de não voltar a estar com ela, a grande surpresa aconteceria cerca de dois meses depois com a notícia que ela estava grávida. O meu primo não cabia de contente, apesar das circunstâncias. Desde que a namorada começou a tomar aquela forte medicação, deixou de tomar a pílula porque podia cortar o seu efeito. Por isso, o meu primo passou a usar preservativo...

Mas mesmo com a protecção, o médico disse-lhe que o preservativo não era 100% seguro, por exemplo, ao colocá-lo, podia inadvertidamente rasgá-lo com uma unha. Ele acreditou que teria acontecido aquilo. Eu, fiz as contas e o período de gravidez coincidia com o tempo em que eu a andava a comer. Era meu? Não sei, mas...

Sete meses depois deu à luz uma menina. Diziam que era a cara da minha mãe!

Certo é que o casal parecia feliz, como feliz fiquei com aquela experiência que ela me proporcionou involuntariamente. Dessas aventuras, tenho boas memórias, umas quantas gravações e uma bebé que mudou a vida deles!

 
Informe Abusos | Mapa do site | Copyright | Franchising | Contactos

ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA