Abusada pelo padrasto
Publicado em 2015-11-04 na categoria Contos eróticos / Virgens


Após o divórcio dos meus pais, fiquei a viver com a minha mãe e os meus avós maternos. Tinha então 15 anos e era uma menina muito inocente ainda. Durante cerca de um ano a minha mãe envolveu-se com alguns homens até que decidiu assentar, começando a namorar com um homem mais novo do que ela. Ao contrário dos meus avós, eu gostava dele porque ele dava-me prendas...

Ele chamava-se Roberto e tinha um stand de automóveis usados. Como ele vinha buscar a minha mãe todos os dias com um carro diferente eu pensava na minha inocência que aqueles carros eram todos dele, logo, ele devia ser um homem muito rico e nós íamos morar para uma espécie de palácio. Eu adorava também quando ele nos levava a passear num carro descapotável.

Mas por qualquer razão que eu desconhecia, os meus avós não gostavam nada dele e criticavam muito a minha mãe por namorar com ele. Então certo dia, depois de uma discussão a minha mãe saiu de casa e levou-me com ela. Fomos morar para a casa do Roberto. Não era o palácio que eu imaginava, mas era uma casa enorme, com paredes altas e muito antiga.

Mais tarde ele contou-me que a casa tinha sido construída em 1889 por um grande agricultor local. Os filhos emigraram todos para o Brasil, onde fizeram fortuna. Na casa ficaram apenas duas filhas que nunca casaram e já idosas contrataram a mãe do Roberto como governanta. Por fim, e sem família, a última das irmãs deixou a casa à governanta e agora era do Roberto.

Os meses foram-se passando e sempre olhei com naturalidade para o tratamento de que era alvo por parte do Roberto, sempre com sorrisos, dando-me presentes ou dinheiro às escondidas da minha mãe e dizendo que era o nosso segredo. Também o apreciava porque ele defendia-me sempre que a minha mãe me repreendia, e poso dizer que aquilo despertou em mim alguma rebeldia.

Comecei a ver o Roberto como um modelo de homem que eu desejava. Confesso que comecei a ter sentimentos por ele e até cheguei a ter ciumes da minha própria mãe. Tudo aquilo eram fantasias de uma menina sonhadora, sem grande experiência de vida.

Entretanto começamos a andar juntos mais vezes. Era ele que me ia levar e buscar à escola, e muitas vezes levava-ma para o stand. Interessava-se por tudo o que eu fazia, perguntava-me como me tinha corrido o dia e se tinha um namorado novo. Tornamo-nos quase confidentes. Foi também com naturalidade que respondia com um tímido sorriso quando ele me começou a piscar um olho sempre que me cumprimentava ao chegar ou quando se despedia de mim.

Na minha inocência, nunca percebi que ele era um homem quando estava comigo, cheio de sorrisos, muito atencioso, e outro completamente diferente quando estávamos com a minha mãe, muito sério, quase não me ligava. Aquele seu comportamento incomodava-me, deixava-me muito afectada, ciumenta mesmo.

Gostava de estar com o Roberto, ser o alvo da sua atenção, receber presentes. Adorava quando me comprava doces ou gelados e me levava a passear num carro novo. Tratava-me como se eu fosse a sua princesinha. Até que um dia, num destes passeios, quando eu me lamentava por ter tido um teste negativo na escola, ele muito compreensivo como sempre, tranquilizou-me dizendo que não era o fim do mundo e que o próximo iria correr-me melhor.

Até aqui tudo bem, tudo normal, o que me surpreendeu foi que, ao falar, pousou a mão na minha perna, como que acariciando-a. A minha primeira reacção foi afastar a perna. O meu coração disparou.

- Então, que se passa contigo? - pergunta sorrindo.

- Não... nada... não foi nada... - respondo algo constrangida.

- Tens medo de mim?

- Não...

-Tem calma que não te vou comer nenhum bocado... - diz voltando a pousar a mão na minha perna.

Desta vez não afasto a minha perna, mas não me sinto nada à vontade com aquela acção. Apesar de já ter fantasiado com ele algumas vezes, uma coisa é imaginar, outra bem diferente é a realidade.

- Tu és uma rapariga muito bonita, sabias?

Ao fazer aquela pergunta, acaricia-me a perna. Gelei ao mesmo tempo que o meu coração pareceu parar por alguns segundos. Naquele momento senti um turbilhão de sentimentos. Por um lado, estava muito assustada, mas por outro lado, não fiz nada para me opor e até permiti que ele continuasse a acariciar-me a perna enquanto conduzia e me ia elogiando.

- Tens namorado?

- Não...

- Mas já tiveste algum namorado?

- Não... nunca...

-Bem, eu não sei o que se passa com os rapazes...

- Os rapazes são todos estúpidos...

- Acredito!... Se eu fosse 20 anos mais novo, acredita, adorava ser teu namorado... a sério!... Não te rias... estou a falar a sério!

- Está bem...

- Diz-me uma coisa... já foste beijada na boca?

- Não...

- Não acredito. Vá lá, confessa... isso não é nada de mais...

- Só uns selitos... na brincadeira... mas já foi há muito tempo...

Com isto, tínhamos chegado a casa. Para mim foi um alívio porque pude fugir daquela conversa. Saio do carro, entro em casa e corro para o meu quarto, fechando a porta atrás de mim. Depois sento-me na cabeceira da cama, toda encolhida sobre mim mesma. Sinto o meu corpo tremer.

Alguns minutos depois o Roberto bate à porta:

- Catarina, estás aí?

Não consegui responder. Ele tenta abrir a porta mas não consegue porque fechei-a á chave.

- Catarina, temos que conversar, importaste de abrir a porta?

Tudo em mim diz-me para não o fazer, mas sem saber muito bem porquê, levanto-me e dirijo-me até à porta como se fosse uma autómata, abrindo-a e ficando ali especada. Ele abre-a e entra no meu quarto. Aproxima-se de mim lentamente e tenta beijar-me.

- Não!... - digo, afastando-me um passo.

Ele avança novamente na minha direcção:

- Sssshhhhhhh... calma querida... tem calma...

Agarra-me pelos braços e volta a tentar beijar-me.

- Não... não... não... - protesto, fugindo com a cara de um lado para o outro.

Ele empurra-me até á minha cama fazendo-me deitar nela e deitando-se sobre mim, mantendo-me agora presa pelos pulsos para cima, como se estivesse com as mãos no ar, só que deitada. Agora mal consigo mexer a minha cabeça, mas mesmo assim, consigo evitar que me beije. Começa então a lamber-me o pescoço enquanto esfrega o seu membro já duro entre as minhas pernas.

- Não... não... pára... pára... por favor, pára... por favor... - pedia incessantemente.

Mas ele ignora os meus pedidos. Então, com apenas uma mão agarra-me ambos os pulsos e com a outra começa a despir-me, arrancando-me literalmente a camisa e o sutiã. Quando tentou tirar-me a saia, consegui libertar-me e comecei a bater-lhe, tentando fugir, mas ele agarrou-me e voltou a deitar-me.

Desta vez fiquei de bruços com as mãos presas atrás das costas. Com dois fortes puxões rasga-me a saia. Para me arrancar a cueca, bastou-lhe fazer um único movimento.

Completamente impotente e adivinhando o que ele me queria fazer, alem de suplicar para que parasse, já não conseguia evitar as minhas lágrimas. Então soltei um grito, quando senti a sua mão entre as minhas pernas.

- Não chores querida... vou-te comer essa coninha como tu mereces...

Apertei as pernas com todas as minhas forças e virei-as de lado, mas ele era um homem possante e conseguia dominar-me com alguma facilidade apesar de eu estar a dar-lhe luta. Depois foi a vez dele se despir, sentando-se primeiro em cima de mim para tirar a camisa e depois deitando-se para tirar as calças.

Já completamente nu, faz-me virar para cima e deita-se sobre mim, recomeçando a beijar-me o pescoço e mantendo-me as mãos presas por uma das suas mãos enquanto a outra acaricia os meus pequenos seios. Eu continuo a suplicar para que pare mas ele não me atende.

Assim que senti o seu membro entre as minhas pernas, durante alguns minutos, longos minutos, debati-me com todas as minhas forças, até que devo ter entrado em algum tipo de transe porque bloqueei. Fiquei sem forças para me defender e simplesmente entreguei-me à minha sorte sabendo que não tinha como evitar que o meu padrasto abusasse de mim.

Percebendo que de repente fiquei como que inerte, solta-me, como que testando-me, mas vendo-me sem reacção, já não me prende e começa a acariciar-me os seios e o corpo com ambas as mãos. Curiosamente também deixei de chorar. É como se de repente tivesse ficado sem lágrimas e sem força para chorar. Simplesmente virei a cara para o lado e fixei o olhar no piscar dos dois pontos do meu rádio relógio.

Apesar de sentir tudo o que ele me fazia, era como se eu não estivesse realmente ali.

Ele entretanto desliza pelo meu corpo abaixo e começa a lamber-me lá em baixo. No início praticamente nem reagi, mas algum tempo depois, comecei a sentir uns tremores espaçados. A estes juntou-se umas primeiras sensações agradáveis e saborosas. Não sei como explicar toda aquela confusão dentro da minha cabeça, mas apesar de tudo, aquilo até estava a ser bom!

Fazer aquilo não era nada que eu já não tivesse fantasiado, mesmo com ele a forçar-me a fazer sexo com ele, mas dos pensamentos aos actos vai uma grande distância. E pensar numa coisa não significa que a queira. Não sei, mas talvez por pensar nisso, comecei a aceitar as coisas, apesar de saber que aquilo não era correcto.

E acho que foi o facto de pensar nessas coisas que comecei a experimentar o deleite que sentia da boca e língua do Roberto. As sensações tornavam-se cada vez mais deliciosas. Abri ligeiramente a boca para poder respirar melhor, uma vez que a minha respiração se tinha tornado bastante ofegante.

Ele, permanecendo aninhado entre as minhas pernas bem abertas, além de me chupar com grande vontade e intensidade, continuava a acariciar-me todo o corpo, sem parar por um minuto. Se já me sentia húmida por causa da sua saliva, comecei a sentir-me muito mais molhada, como se de repente tivesse surgido uma fonte entre as minhas pernas.

Então dando-se por satisfeito, desliza novamente para cima de mim e começa a apontar o seu membro preparando-se para me penetrar. Percebendo o que ia fazer a seguir, fecho os olhos com força. Assim que enfia um bocado solto um grito. Empurra mais um bocado e faz-me gritar e quase chorar outra vez.

- Pronto querida... já está... já passou... - murmura ao meu ouvido.

Deixa-se ficar durante uns segundos com o seu membro dentro de mim e então volta para trás, mas antes de o tirar volta a empurrá-lo todo, repetindo aquele lento vai e vem. A dor que senti da primeira vez foi mesmo muita, mas assim que ele continuou a penetrar-me, ela rapidamente desaparece sendo substituída por sensações de prazer, como que para me compensar por aquele sofrimento.

Aos poucos ele começou a aumentar a velocidade das suas penetrações, obrigando-me a gemer de prazer. E quanto mais intensidade ele impunha, mas eu gemia. Até que ele se ergueu, pondo-me as pernas no ar para poder apreciar o vai e vem do seu membro dentro de mim.

Com os braços abertos e deitados para trás, agarro-me com força à colcha e limito-me a gemer de prazer até gozar o meu primeiro orgasmo. A sensação foi nova, boa e incrível, quase insuportável. Apetecia-me gritar como uma louca tal foi a intensidade daquela explosão de prazer.

Ele olhava para as minhas expressões de prazer completamente maravilhado enquanto continuava a penetrar-me até que alguns minutos depois, tira o seu membro de dentro de mim e enquanto o masturba, ejacula sobre o meu peito.

Visivelmente satisfeito retira-se. Eu fico deitada na cama, encolhida sobre mim mesma, perdendo por completo a noção do tempo. O meu padrasto entretanto veste-se e sai de casa. Cerca de uma hora depois ouça a porta da entrada bater. O meu coração dá um sobressalto. É a minha mãe que está a chegar.

Visto um pijama a correr e escondo as minhas roupas rasgadas debaixo da cama. Ela entretanto passa pelo meu quarto e estranha ver-me já de pijama vestido. Entra perguntando:

- Estás bem Catarina?

- Sim... sim... estou...

Mas ela notou que eu estava agitada. Eu tinha os olhos vermelhos de ter estado a chorar e uns chupões no pescoço. Ela desconfiou de imediato.

- O que é que tu andaste a fazer?

- Nada?

- Nada? - pergunta começando a olhar em volta.

Espreita debaixo da cama:

- O que faz a tua roupa debaixo da cama?

- Nada... - respondo encolhendo os ombros.

- Quem é que tens aqui escondido? - pergunta ao abrir as portas do guarda-fatos.

- Ninguém...

Ela volta atrás e tira a minha roupa rasgada debaixo da cama.

- Porque é que tens esta roupa rasgada?

Antes que eu pudesse encontrar uma desculpa ela vê uma carteira junto ao pé da cama. Pega nela, abre-a e leva a mão à testa.

- O que é que ele te fez filha?

Não aguentei mais e a chorar desabafei. Ela levou-me ao hospital para fazer exames e chamou a polícia. Nessa noite o Roberto já não dormiu em casa.

 
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