|
|||
O golpe IIPublicado em 2016-01-05 na categoria Contos eróticos / Interracial
|
|||
Mantendo a penetração, inclino-me um pouco sobre o seu belo corpo e pergunto-lhe se está bem. Mordendo os lábios, responde com um aceno afirmativo de cabeça. Percebe-se pelo seu semblante que está a fazer um esforço para conseguir aguentar todo aquele rolo de carne dentro dela. Ela parece respirar aos soluços. Volto a pedir desculpa e ela agradece na forma de um novo aceno acompanhado por um sorriso forçado...Mantenho a penetração durante mais alguns segundos até o fazer deslizar para fora novamente. Sem o tirar, volto a empurrar devagar e repete-se o filme anterior. Assim que a Cristina sente todo aquele volume a invadi-la, arqueia o corpo e volta a soltar um profundo suspiro. Fiz isto mais duas vezes, o que motivou uma reclamação de um dos gorilas que assistiam ao espectáculo: - Queremos acção porra! Levanta-se e aproximando-se de mim, quase grita ao meu ouvido: - Queres que a gente vá aí mostrar-te como é que se faz? Começo então a fazer movimentos de vai e vem, numa cadência mais rápida, continuando a segurá-la pelos ombros. Ela vai gemendo e instintivamente tenta fugir para a frente. Mas eles voltam a reclamar, obrigando-me a aumentar a velocidade das minhas investidas. - Vamos! Fode-a! Fode-a com força! Vamos!... Voltei a pedir-lhe desculpa e comecei a estocá-la ainda com mais velocidade fazendo-a agora gemer bastante, ao mesmo tempo que se agarra como pode ao pequeno balcão. Ela encaixa estoicamente as fortes investidas da minha verga que à força e violentamente, desbravam caminho, forçando a sua rata a expandir-se ao seu limite para poder acomodar aquele enorme barrote duro como o aço. - Mais força! Mais força! Dá-lhe com mais força! - Exigem eles. Não lhes dou ouvidos e continua a estocá-la com a mesma cadência. Os gemidos dela parecem ser forçados. Parece mesmo estar em sofrimento. O comportamento dela parece o das mulheres quando estão aflitinhas para ir fazer xixi à casa de banho, encolhendo-se e parecendo encolher as pernas. - Quero vê-la gozar ouviste? Senão os meus homens fazem-no por ti... Paro de a estocar e ergo-a para cima puxando-a pelos ombros, para lhe beijar o pescoço, entre a zona do ombro e da nuca, afastando-lhe os cabelos. Depois subo até ao seu ouvido, mordiscando-o e lambêndo-o. Ela encolhe-se um pouco ao sentir a minha língua, então sussurro-lhe ao ouvido: - Tens que gozar, nem que seja a fingir... Ela acena ligeiramente. Recomeço com as estocadas e ela com os gemidos até que algum tempo depois, começo a sentir o meu clímax a aproxima-se. Geralmente aguento-me bem e esta foda não estava a ser diferente. Já estou a suar em bica, sinto-me um pouco cansado, sinal que já estamos a foder há um bom bocado, mas de repente lembro-me do aviso deles. Ela tem que gozar. - Estou a vir... estou-me a vir... - Aviso-a. - Ai de ti se a tiras fora! - Ameaça o gorila que tem a arma. Tento aguentar o máximo que posso à espera que ela se decida a fingir o orgasmo, mas ela parece estar noutro mundo, até que de repente, como se se tivesse feito um clique na sua cabeça, ela começa a ter uns tremores, como se fossem uns espasmos musculares, enquanto solta uns gemidos entrecortados. Aquilo, fosse lá o que fosse, para todos os efeitos, significava que "estava a gozar". Não precisei de aguentar mais e soltei-me, deixando que toda aquela energia aprisionada explodisse dentro dela, fazendo jorrar, golfada atrás de golfada, todo o meu leite quente para dentro daquela grutinha apertadinha, quente e húmida. Enquanto me vinha, penetreia-a mais algumas vezes e por fim, com a estocada final, deixei durante um bom bocado, a minha verga toda enterrada dentro dela. O silêncio dentro daquela sala era total. Só se ouviam as nossas respirações ofegantes, a da Cristina e a minha. Por fim, desatrelo-me dela, mas assim que tiro a minha verga para fora, tive de imediato que a aparar porque ela começou a cambalear e ia cair. Seguro-a e ajudo-a a sentar-se no pequeno sofá que está ao nosso lado. Ela parece estar desfalecida, totalmente KO, respira com dificuldade e tem um olhar perdido. Permaneço ao lado dela, chamando-a pelo nome e perguntando se está bem. Aos poucos parece recompor-se. Entretanto, o tipo que tem a arma, volta a falar. - Eu não sei o que é que vocês acharam, mas o espectáculo foi fraquinho... Os colegas concordam, fazendo comentários depreciativos à atitude da Cristina. - Bem rapaziada... parece que vocês vão ter que mostrar ali ao negro como é que se faz gozar uma gaja! - Esperem aí... ela gozou... vocês viram... - Reclamo. - Muito mal fingido... - Esperem... nós ainda não acabamos... - Justifico-me. - Ainda não? Vamos ter mais? Espero que desta vez valha a pena porque senão os meus rapazes vão ter que te mostrar como se fazem as coisas... - Diz ele quase a rir-se. - Desculpe Cristina... mas sou ou ou eles... - Digo-lhe quase a sussurrar. Ela não responde. Olha para mim com um olhar de desespero e acena ligeiramente com a cabeça, fazendo um sinal afirmativo. - É bom que desta vez se esforce por gozar a sério... - Volto a sussurrar. - Mas eu gozei... - Responde também em voz baixa. O nosso curto diálogo é interrompido pelo gorila armado que exige que ela tire o resto da roupa ao som da música ambiente. Ela levanta-se e obedece à ordem, numa espécie de dança forçada, nada sensual. Já depois de estar toda nua, todos naquela sala, admiram o seu belo físico. Além de bonita, tinha um corpo incrível de tão bem definido que era. Tinha uma pele clara, parecia uma verdadeira boneca. nenhum sinal de gorduras acumuladas, celulite ou pelos, já que estava completamente depilada. Era bem curvilínea, com um traseiro pequeno mas bem redondinho. Os seios não eram muito grandes, mas eram redondinhos, perfeitos, nada descaídos e enchiam bem uma mão. As auréolas dos seus seios eram também elas clarinhas, nem muito grandes ou pequenas e no seu centro, dois bicos pequenos, também eles perfeitos, convidativos. Fazem-me desfilar perante eles. Por momentos penso que um deles não se vai conter e vai-se atirar a ela. Consoante passa pelos gorilas, estes estendem as mãos acariciando-a e apalpando-a. Ela olha para mim assustada. Sem pronunciar qualquer som, faço o gesto com os lábios, dizendo a palavra "calma". Mas vendo que a estão a começar a prender, caminho até ela dizendo: - Já chega... já estou farto de esperar... vamos à segunda parte do show... Pego-lhe pelo braço e levo-a para o outro canto, mas o líder faz a sua exigência: - Calminha aí... desta vez vais fodê-la aqui no sofá central, mesmo à nossa frente. Os outros aplaudem a ideia. No centro da sala havia uma espécia de sofá ou mini-cama quadrada, coberta com um lençol branco. Encaminho-a para lá enquanto ouço uma provocação: - Como é que o gajo a quer foder sem tesão? Ele tem razão. Eu ainda estava no meu período refratário. Normalmente, estes intervalos não são muito longos, mas naquela situação havia que improvisar. Comecei por fazê-la sentar para a deitar e fazer-lhe um minete, mas percebi de imediato que tinha o meu leite a escorrer-lhe pelas pernas. Raciocinei rapidamente e tendo-a sentada à minha frente, com a cara mesmo à frente da minha verga, pego nela, aponto-a para a frente e digo-lhe: - Querida, faz-me um broche... Ela fica momentaneamente paralisada a olhar muito fixamente para a minha verga, mas perante os incentivos de uns e principalmente as ameaças de outros, por fim apressa-se a agarrá-la, começando lentamente a masturbá-la com movimentos amplos, quase percorrendo-a na totalidade. Depois de a "esfregar" durante um bom par de minutos, começa aos poucos a enfiá-la na boca. Primeiro, apenas a cabecinha, chupando-a ao de leve, mas aos poucos, vai ganhando coragem e confiança e começa a a enfiá-la mais, chupando-a mesmo com alguma avidez. Algum tempo depois já o faz com alguma sofreguidão, fazendo com que a minha verga comece rapidamente a ganhar volume e dureza. Ela chupa-ma e masturba-a quase sempre de olhos fechados, abrindo-os de vez em quando, aproveitando para olhar para cima, para me ver gemer de prazer. Ver aquela maravilhosa mulher, toda nua, sentada à minha frente, à minha mercê, deixou-me tão excitado que tive que afastar a minha verga dela para não me vir já. Tinha que lhe dar algum descanso. Em desespero de causa baixo-me e faço-a deitar-se para trás, abrindo-lhe as pernas. Encaixo a minha cabeça entre elas e começo a chupar-lhe a chana de uma forma tão directa, ardente, intensa e desmedida que ela também não aguentou muito e gozou um belíssimo orgasmo perante aquela plateia sedenta daquele espectáculo que lhe estávamos a proporcionar. Apesar dela estar a rebolar de um lado para o outro, quase a gritar de prazer, eu continuei a chupá-la com a mesma fogosidade, intensificando ainda mais o seu desespero por se tentar controlar. Então ouvi uma nova ordem: - Sobe para cima dela e fode essa puta como ela merece! Assim fiz. Mantendo-a de pernas abertas, penetrei-a, enfiando tudo de uma só assentada. Ela reage à minha investida, parando de respirar durante quase 10 segundos, para depois começar a arfar com dificuldade, de forma entrecortada. Para que pudesse respirar melhor, não me deito sobre ela, mantendo-me numa posição perpendicular ao dela, apoiando-me directamente sobre o sofá. Nesta posição, os nossos corpos só se tocam nos nossos baixos ventres, com a minha verga a deslizar para dentro e para fora como se fosse um pistão negro. Naquela posição mais elevada, ambos olhamo-nos directamente, olhos nos olhos, enquanto vamos exteriorizando o nosso prazer nas nossas faces. À nossa volto ouço comentários, mas ignoro-os. Naquele momento só tenho olhos para ela. Ela está de boca aberta, a respirar de forma ofegante, de olhos semi-cerrados, vai fazendo umas caretas de "sofrimento" pela dificuldade em acomodar toda a minha verga, mas ao mesmo tempo de prazer. Sim, ela praticamente já não procura esconder o que sente, apesar de não o fazer de forma tão evidente. Os seus gemidos ainda são contidos. Mas por muito que ela se esforce por se controlar, aos poucos, as minhas potentes e constantes investidas começam a derrubar todas as suas defesas, tornando-se os seus gemidos mais audíveis. Quem tem que se controlar sou eu caso contrário não aguento muito mais e já que estamos a ser forçados a fazer sexo, quero aproveitá-lo ao máximo. Quando senti que estava quase a atingir o clímax, parei as minhas investidas. Mantendo a minha verga toda entalada dentro dela, sento-me sobre os meus calcanhares, mantendo as suas pernas bem abertas, uma para um lado e a outra para cima. Esta lenta mudança de posição, intercalada com beijos e carícias nas suas pernas, permite-me acalmar o meu ímpeto sexual. Recomeço com as minhas investidas, primeiro lentamente, mas assim que percebo que o risco de me vir já passou, começo a estocá-la novamente com força. Ela reage, continuando a fitar-me, olhos nos olhos, geme de prazer enquanto agarra os seus seios, expremendo-os um contra o outro. Alguns minutos depois, ela coloca os braços perpendiculares ao corpo, pousando as mãos nos seus ombros e com os braços faz juntar os seus seios, como se os estivesse a exibir para mim, convidando-me a chupá-los, inclino-me sobre ela para o fazer, demoradamente, sentindo aqueles bicos bem durinhos. Ela reage positivamente, arqueando o corpo para cima, como se estivesse a oferecê-los para que eu continuasse. Assim fiz até que comecei a sentir que os seus gemidos começaram a intensificar-se. Aí, mantendo-me semi-deitado sobre ela, apoiando-me no sofá pelos cotovelos, por um lado, para não a cobrecarregar com o peso do meu corpo, mas por outro, para poder desfrutar da visão de estar a foder aquela bela mulher, recomeço com as minhas rápidas investidas. - Este preto é um verdadeiro garanhão... já está a fodê-la sem parar há 20 minutos! - Ouço alguém comentar. O meu suor já me escorre pela face. A Cristina também já está transpirada. O meu corpo mexe-se como uma máquina sobre o dela até a fazer gozar um longo orgasmo. Durou uns bons 3-4 minutos. Foi tão intenso que eu próprio voltei a gozar. Tudo terminado, mantivemo-nos naquela mesmo posição, com a diferença que desta vez deitei-me sobre ela, enquanto respirávamos de forma bastante ofegante. Nisto, ouço o tipo que tinha a arma levantar-se e dizer: - Malta, vamo-nos embora... - Então? Não esperamos pelos dono? - Depois falamos com ele... agora, gostava de ser mosca para ver o que estes pombinhos lhe vão dizer... Retiram-se deixando-nos ali deitados. Levantamo-nos em silêncio e apressamo-nos a vestir. Ela tenta dizer qualquer coisa mas não lhe sai nenhuma palavra da boca. Sai da sala vip e eu saio quase atrás para tentar falar com ela, mas dirige-se para a casa de banho das senhoras. Inicialmente espero cá fora, mas acabo por entrar, vendo-a parada frente ao espelho, apoiada no lavatório com uma mão a tapar-lhe a cara. - Cristina... - Deixe-me... - Cristina, temos que falar... - Não há nada para falar... esqueça o que aconteceu... - Esquecer? Cristina, aqueles homens vão voltar e certamente vão contar tudo ao Rui... - Grande porra... o que é que eu fiz?... O que é que o Rui vai dizer? Ele não vai entender... - Lamenta-se. - A Cristina não fez nada, obrigaram-na a fazer sexo comigo, e se não fosse comigo, teriam sido eles a abusar de si... Faço-a virar-se para mim e abraço-a. - Não se preocupe... por agora não lhe diga nada... eu vou resolver isto, de uma forma ou de outra. |
|||
|
ErosGuia 2012
Desenvolvido por Ideia CRIATIVA






O golpe II




