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Há males que vêm por bem...Publicado em 2015-12-01 na categoria Contos eróticos / Interracial
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Ser mão solteira não é fácil, principalmente quando se tem já quatro crianças. Apesar de serem todas de pais diferentes - homens com quem namorava na altura em que fui mãe, nenhum me ajuda a criá-las. Vivia com manifesta dificuldade, mas sacrificava-me pelos meus filhos. Para isso, tinha dois empregos: trabalhava em part-time numa fábrica e nas limpezas. As coisas complicaram-se quando a fábrica fechou...Sem aquela fonte de rendimento, apliquei-me a fundo nas limpezas, mas o crescente desemprego fez com que a oferta fosse muito maior do que a procura, pelo que, a nível do comércio e escritórios, os preços começaram a descer. Já nas casas, as coisas eram diferentes porque a maioria preferia ter uma funcionária de confiança, mas mesmo estas casas, começavam a escassear. Em casa não passamos fome, mas vivia-se num grande aperto financeiro. Deixei de poder pagar o arrendamento, a água e a luz. Mudei-me para casa da mãe de um dos meus ex-namorados que adorava não só o neto, mas também os seus meio-irmãos. Não ter que pagar aquelas despesas foi um bom alívio, mas com o trabalho a diminuir, as coisas voltaram a ficar difíceis. Mesmo ao lado da nossa casa, morava uma mulher branca, magra, estatura baixa, bem parecida, muito extrovertida e simpática que por todos era criticada porque prostituia-se recebendo os clientes em casa. Como eu também passei a ficar mais tempo em casa pude testemunhar o corrupio de homens que entravam e saíam da casa, chegando a estarem dois ou três à espera da vez, dentro dos seus carros estacionados na rua. Ouvi dizer que cobrava 20€ a cada cliente. Regra geral, ela parecia aviá-los em pouco mais de meia hora, por vezes em menos tempo. Fiz as contas de cabeça, Se atendesse apenas 1 clientes por hora fazia 20€. Se trabalhasse 8 horas fazia 160€. Numa semansa podei fazer 800€, e num mês 3200€! É mais de seis vezes o ordenado minimo... Durante alguns dias aquelas contas não me saíam da cabeça, enquanto via aqueles homens a entrar e a sair por aquela porta. Comecei a ficar tentada. Que diferença fazia, ter relações com vários namorados sem ganhar nada em troca ou ir para a cama com vários desconhecidos e ser paga por isso? Mas vários factores pesavam em sentido contrário. Desde logo o falatório dos vizinhos. Depois, tinha os meus filhos. O que pensariam da mãe se descobrissem que eu andava naquela vida? Apesar da tentação do dinheiro fácil, preferi continuar pobre e conservar a minha dignidade. Entretanto fui chamada para fazer a limpeza na casa de um novo cliente. Ele fazia questão de me conhecer primeiro, entrevistando-me. Como queria ficar com aquele serviço, fiz questão de me arranjar para ficar mais bem apresentada. Não me considero feia, mas tenho uns traços bastante salientes da minha raça. Sou o que se pode chamar, uma mulher grande, um pouco acima do peso, mas nada de exagerado, lábios grossos e um nariz achatado para o grande (o meu maior defeito). Mas tenho um bom atributo do qual sei que posso tirar partido. Tenho umas mamas gigantes! No dia da entrevista fiz questão de ir ao cabeleireiro para esticar o cabelo e maquilhar-me. Vesti uma roupa não demasiado extravagante, mas suficientemente provocativa. Uma blusa amarela com um generoso decote e uma saia algo justa que ficava a meio da coxa. Um perfume suave completava a minha apresentação. Desloquei-me de táxi até à morada indicada. Era uma casa com um amplo jardim. Toco à campainha e sou recebida por um homem com cerca de 30 anos. Apresentamo-nos e ele convida-me a entrar, conduzindo-me até à sala. Sentamo-nos e ofereceu-me uma bebida. Pedi um copo de água. Ele começou por dizer que não me ia pedir referências porque a empresa de limpezas já as tinha enviado por fax, pelo que, a entrevista servia mais para me conhecer pessoalmente para dar a confirmação final. Fez-me algumas perguntas sobre o meu trabalho, depois explicou-me o que pretendia. A casa era dos pais, os quais tinham ido fazer uma viagem ao estrangeiro e ele queria aproveitar para fazer uma limpeza geral à casa, tendo preferência para que ela fosse feita naquele dia. - Pois... eu não me importava de a fazer hoje... mas não vim preparada... - justifiquei-me, encolhendo os ombros e esboçando um sorriso forçado. - Sim, sim... bem vejo que você não está vestida para a ocasião... mas eu precisava que a limpeza fosse feita hoje mesmo porque os meus pais chegam logo à noite... Pelo que me tinham informado na empresa, a ideia era que eu começasse a fazer a limpeza à casa, portanto, não era uma única vez. Percebi que se não o fizesse, a empresa enviaria outra e o mais certo era essa outra ficar com o meu lugar. Eu tinha que agarrar aquela oportunidade. - Não há problema então... não se preocupe com a minha roupa... se tiver umas luvas, um avental, panos, detergentes e aspirador, posso tratar da limpeza agora mesmo... - Óptimo, fico-lhe imensamente agradecido... eu sei que não veio preparada e eu estou a pedir-lhe para trabalhar em cima da hora... reconheço-lhe o mérito e só por isso, vou-lhe pedir que no final do seu serviço aceite uma gratificação extra para compensar a sua disponibilidade imediata... - Não é obrigado a pagar mais nada... - Não, não... faço questão! - Fico-lhe agradecida então... Comecei então a tratar da limpeza, começando pelo piso superior. Primeiro os quartos, depois as casas de banho e por fim o corredor e escadaria. No piso de baixo comecei pela cozinha e depois fui para a sala. Enquanto limpava o pó a um quadro, devo ter feito um movimento mais forte que provocou a queda do quadro, danificando a moldura trabalhada. O pior foi no móvel onde ele caiu. Danificou umas salvas de prata e partiu umas figuras de porcelana. Ao ouvir o estrondo ele veio a correr do escritório, perguntando alarmado o que tinha acontecido. - Não sei Sr. Ricardo, estava a limpar o quadro e ele caiu... - O que você foi fazer... - disse levando as mãos à cabeça. Percebi que a coisa era grave. - Foi sem querer... eu mal toquei no quadro... e... e... ele caiu... eu mal lhe toquei... - O gancho ainda está na parede e o pendular do quadro não está partido... por isso foi você que provocou a queda do quadro... agora irá desculpar-me mas terá que se responsabilizar pelos estragos... - Eu... eu... eu não sei o que dizer... peço imensa desculpa... - Você está desculpada, mas isso não a isenta de responsabilidades. A moldura do quadro está partida aqui na ponta, é de mogno, as salvas de prata estão todas amolgadas, as estatuetas eram de colecção... está aqui um prejuízo superior aos 2000€. Comecei a chorar. - O que é que eu vou fazer da minha vida... eu tenho que trabalhar 5 meses para ganhar isso... tenho 4 filhos menores e mal ganho para os manter... por favor não me despeça... eu pago tudo até ao último cêntimo... - Dizer que paga tudo não é o mesmo que pagar... que garantias tenho que vai cumprir? - Eu sou uma mulher humilde mas de palavra... - Acredito que sim... mas hoje em dia, infelizmente, não se pode confiar em ninguém... e por muito que eu acredite em si, e acredito que seja uma pessoa honesta, tenho que me segurar a algo... - Ouça... por causa disto... para lhe poder pagar... vou ter que ir trabalhar para a vida... - Você está a dizer que se vai prostituir? Não consigo responder, limitando-me a fazer um sinal afirmativo com a cabeça. - Você já fez isso antes? - Não... e estou a tremer só de pensar nisso... - Não leve a mal o que lhe vou dizer, mas... estava disposta a entrar num acordo comigo? - Um acordo?... - Sim... já que está disposta a dar esse passo... faça-o comigo... - Faço consigo..., desculpe mas não percebo... - Eu explico... como vou explicar... o que te estou a propor... a tentar dizer... é que em vez de ires para a cama com vários desconhecidos... para ires comigo... só comigo... - Está a dizer que se eu for para a cama consigo não tenho que pagar nada?... - Sim... é isso... mas não é por irmos uma vez para a cama que a dívida fica paga... sejamos justos... estabelecemos um valor honesto por cada relação... e vamos abatendo de cada vez que o fizermos... achas uma boa solução? Fiquei em silêncio durante alguns minutos. Por fim aceitei, acenando com um gesto. Ele dá um passo na minha direcção e estende o braço, afastando-me os longos cabelos da cara. - Tu és uma negra muito bonita... esses teus seios deixam-me maluco... Começa a acariciá-los e a apalpá-los durante um bom bocado, continuando a elogiá-los. Por fim despe-me a blusa e tira-me o sutiã, libertando-os. Volta a acariciá-los e a apalpá-los, para depois começar a lamber-me os bicos, enfiando-os seguidamente na boca para os chupar. Após se deleitar durante uns bons minutos, conduz-me até ao sofá onde se senta, mantendo-me de pé frente a ele. Pede-me para me despir. Obedeço e faço- lentamente até ficar completamente nua, parada à frente dele, que enquanto mantém o olhar de desejo no meu corpo, começa também a despir-se até ficar também completamente nu, já com o seu membro de pé. Exibe-o, pondo-o no ar e pergunta: - Gostas dele? - Sim... - Então anda... faz-me um bico... Ajoelho-me entre as suas pernas e agarrando o seu membro, começo por lambê-lo várias vezes. A seguir, e aos poucos,vou-o enfiando na boca e retirando-o, mas sem o chupar. Aos poucos vou enfiando cada vez mais, até o meter até ao limite das minhas possibilidades, deixando-o assim até onde consegui aguentar. Então tirei-o para poder respirar, começando então a chupá-lo durante alguns minutos enquanto ele ia gemendo de prazer. Por fim, comecei a também a masturbá-lo, umas vezes enquanto o chupava, outras, tirando-a ba boca, com mais intensidade, como se lhe estivesse a bater uma punheta. Enquanto o fazia, o seu membro começou aos poucos a ficar cada vez mais vermelho, até que ele fez-me parar e sentar na beira do sofá ao lado dele, começando a acariciar-me a rata enquanto me chupava as mamas. A excitação começa a apoderar-se dele. Num movimento brusco, posiciona-se entre as minhas pernas e fazendo-me encostar para trás, olha fixamente para a minha rata durante alguns segundos, e por fim, faz-me um prolongado e delicioso minete. Já tenho muitos anos de experiência sexual, mas era a primeira vez que alguém me fazia um minete tão longo. Isto sim, eram preliminares! Era simplesmente delicioso... Eu sentia-me no céu! Comecei então a gemer como uma louca, pedindo-lhe mesmo, uma e outra vez para me comer: - Morde... morde... ai... ai... morde... anda, morde... aaiiii... isso... isso... morde... morde... morde mais... aaaiiiii. Além de me lamber, chupar, acariciar, enfiar os dedos, acedeu ao meu pedido, mordendo-me com delicadeza. Eu delirava de prazer. E aos poucos, comecei a sentir uma chama a crescer dentro de mim, a partir do interior das minhas pernas. Parecia que havia ali um incêndio tal era a sensação ardente, abrasadora... Começou então a formar-se uma sensação de pressão dentro de mim que foi crescendo e crescendo, até que chegou a um ponto e rebentou em forma de várias vagas de prazer. Enquanto gemia de prazer, o meu corpo ia sofrendo uns espasmos involuntários que me faziam desencostar do sofá para depois me atirar com força contra ele, obrigando-me a arquear o corpo. A sensação era tão boa que prendi-lhe literalmente a cabeça entre as minhas pernas para que não parasse de me chupar. Mesmo depois de ter gozado aquele delicioso orgasmo, um dos melhores da minha vida, senão mesmo o melhor, ele continuou com o minete, fazendo-me gozar novamente alguns minutos depois. Eu já tinha a rata tão sensível que parecia que ia morrer de exaustão. Tive mesmo que o afastar de mim para poder recuperar. Então levanta-se e oferece-me novamente o seu membro, já algo flácido para o chupar. Estou tão excitada que enfio-o logo na boca enquanto o masturbo com violência. Aquela verga não demora a ganhar outra consistência, ficando rapidamente dura como uma barra de ferro. Alguns minutos depois, faz-me inclinar para trás, dizendo: - Agora vou-te foder... Posiciona-se acrobaticamente entre as minhas pernas e penetra-me sem grandes cerimónias, começando com um rápido vai e vem. Os nossos gemidos de prazer cruzam-se naquela sala. Enquanto aguentou, mexeu-se com grande intensidade, até que, já cansado, senta-se ao meu lado e faz-me sentar sobre ele, dando-lhe as minhas costas. Comigo por cima, comecei a cavalgá-lo como uma amazona sedenta de prazer, enquanto ele acompanhava os meus movimentos acariciando-me as nádegas. De vez em quando fazia um intervalo para recuperar forças, fazendo movimentos circulares sobre ela para depois voltar a saltar sobre aquela fonte de prazer. Infelizmente a minha resistência física era já limitada e comecei a ceder ao cansaço. Ele então põe-me de quatro, fazendo-me ficar de joelhos no chão e apoiada no sofá. Posiciona-se atrás de mim e apressa-se a penetrar-me com força, recomeçando com aqueles movimentos também fortes. E por incrível que possa parecer, e pela primeira vez na minha vida, numa única relação, gozei um terceiro orgasmo. Ele também não resistiu mais e acabou por se vir também, gozando em simultâneo comigo. Mesmo depois de termos ambos gozado, ficamos alguns minutos naquela posição, com ele semi-deitado sobre o meu corpo. Por fim senta-se ao meu lado comentando o incrível que tinha sido. Sento-me também, virada para ele e confesso que também gostei. Olho fixamente para ele com uma vontade louca de o beijar, mas contenho-me. Ainda estou em brasa. Estou também insaciável... sedenta... convido-o então para um duche. Ele aceita. Escusado será dizer que voltamos à acção debaixo do chuveiro... |
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