Big Mac
Publicado em 2015-11-25 na categoria Contos eróticos / Interracial


Big Mac é a minha alcunha. Chamaram-me assim não por gostar de uma determinada marca de hambúrguer ou por eu ser um homem corpulento. A alcunha vem da junção de duas coisas. Big refere-se ao tamanho de um certo atributo, enquanto Mac pretende ser uma abreviatura de Mário. Esta é a história de como surgiu esta alcunha...

Big Mac funcionava como um nome código. Por um lado despistava a generalidade das pessoas que pensavam que aquela alcunha se devia ao facto de eu adorar aquele hambúrguer. Mas as pessoas interessadas, sabiam que a alcunha tinha outro significado, mais concretamente com o tamanho da minha verga.

Tenho a sorte de trabalhar como camareiro num paquete de luxo. Cada dia as semana tínhamos uma tarefa especifica alem da arrumação normal nas cabines. Nos cruzeiros de sete dias, por exemplo, funcionava da seguinte maneira:

Domingo era dia de desembarque e de embarque. Às 06h30min da matina era pegar em toalhas e na papelada de promoções para colocar dentro de cada cabine. Às 06h já tínhamos que ter tomado o nosso café, esse era o dia mais puxado. Até as 13h todas as cabines tinham que estar arrumadas, cada supervisor passava para ver ser estava tudo bem. Depois das 13hn eram divididos dois grupos, cada um recebia 01h30min de descanso, enquanto isso o grupo que estava ON trazia as malas dos passageiros. Era a parte mais lixada! Cansava bastante!

No final da tarde, logo depois que todos os passageiros já estarem a bordo, tinha o tal do treino, tínhamos que parar tudo e ir para a nossa sessão auxiliar os pax a irem para suas Master Stations (também era chato fazer isso). Quando terminava essa parte, todos desciam para o deck4 para jantar e preparar-se para o turno da noite, ou seja, não tinha tempo nenhum para descansar! Daí às 18h30min, pegar toalhas novamente, e apresentar-se aos paxs. Às 23h30min finaliza por fim o meu serviço!

O total dava umas 14h de trabalho no dia de desembarque. Na Europa era bom, porque havia uma diferença de 2 horas, pois no outro dia o navio já estava em outro continente, então sempre regressava volvidas duas horas! Tínhamos um tempinho a mais à noite para descansar, ir ao crew bar, etc.

Segunda. Era o dia que tínhamos que dar uma geral nos corredores: tirar o pó do tecto até ao chão, tirar mancha das paredes (por causa das malas, as paredes ficavam com umas manchas pretas), corrimão, limpar o nosso locker (organizar as prateleiras, os lençóis e fronhas! Por isto também era avaliado!

Terça. Tínhamos que limpar as geleiras e limpar o minibar (a porcaria da mini geladeira que tem dentro das cabines). Tirar todos os produtos de dentro e limpar com Kay5 (um pó tipo água sanitária). Recolher todas as geleiras, desmontar e levar na Pantry para serem lavadas, depois voltar e colocar outra vez em todas as cabines

Quarta. Era o segundo dia mais puxado. Era o dia que trocávamos todos os lençóis e fronhas. Há camareiros que fazem batota e trocam somente o lençol de cima, principalmente nas cabines que tem Operbad, porque realmente era muito puxado! Alguns camareiros chamavam o helper novamente, principalmente se quisessem sair para passear mais cedo!

Quinta. Tínhamos que limpar os telefones, maçanetas e tirar o pó geral (mas, todos os dias tínhamos que tirar o pó! Esse dia até que era tranquilo, o segredo era não deixar muita sujidade nas cabines, assim o trabalho fluía de uma maneira mais tranquila.

Sexta. Era o dia que tínhamos que limpar os banheiros, limpar o ralo da pia e dos chuveiros (era bem nojento) limpar o duche dos chuveiros e limpas bem os vasos sanitários.

Sábado. Era o dia de organizar os amenities para o domingo (repor o sabonete e champô, papel higiénico, sabonetes). E no outro dia começava tudo outra vez! Era mais ou menos assim que funcionava a minha semana de trabalho! Outro detalhe: no turno da noite, entravamos nas cabines para dar uma geral nos banheiros, trocar as toalhas, abrir a cama, colocar gelo, e o Diário de Bordo!

No entanto, depressa descobri que a simpatia compensava. Numa determinada viagem fui chamado de madrugada a uma cabine porque uma passageira que teria bebido acima da conta tinha vomitado. Levei tudo o que era necessário para a limpeza e a muda.

Ao chegar à cabine sou recebido por uma senhora nórdica de elevada estatura. Devia ter entre 1,75 e 1,80 de altura, sendo também um pouco pesada, devendo andar perto dos 80kg. Já tinha ultrapassado os 40 anos de idade, mas ainda era bem parecida, com cabelo longo, ondulado, entre o loiro e o castanho claro e fisicamente, ainda era uma mulher bem feita.

Ela ficou visivelmente constrangida por me ver a mim, esboça um sorriso nervoso e tenta justificar-se:

- Peço desculpa... estava à espera de ver uma camareira... não estou devidamente vestida...

- Não se preocupe com isso... se passar pela senhora na piscina, vejo-a ainda com menos roupa...

- Tem razão... que estupidez a minha... entre se faz o favor...

Vestia um robe de banho branco bastante curto, ficando-lhe bem acima do meio das coxas. Aquele veste curta, era bastante sexy. Além de mostrar praticamente a totalidade das suas pernas, também fazia sobressair os seus volumosos seios.

Enquanto eu limpava o vómito da cama e do chão, e mudava os lençóis, ela permanecia de pé, justificando-se. Contou-me que viajava com um grupo de amigas de trabalho e que tinham estado a celebrar aquele prémio que tinham recebido da empresa. Enquanto fazia o meu trabalho, procurava mostrar alguma atenção ao que dizia.

Talvez fruto do que tinha bebido, apesar de não parecer alcoolizada, falava de mais, entrando em outros pormenores.

- Sabe, queria aproveitar o cruzeiro para me divertir um pouco, mas não sei se vou ter sorte... - diz ela olhando para a porta.

- Não vai ter sorte? O que não falta é onde divertir-se... - respondo tentando animá-la.

- Eu divorciei-me à quinze dias, agora quero desfrutar a vida... arranjar alguma companhia... - diz ela muito repentinamente.

- Está no seu direito. Tenho a certeza que uma senhora será muito feliz...

- Oh, obrigado pela sua simpatia... - diz, sorrindo.

- Não lhe estou a fazer nenhum favor... estou a dizer uma realidade...

- Obrigado... mas pelo que já vi, não haverá ninguém interessado em alguém como eu... - diz ela desviando o olhar.

- Está muito enganada... eu acho-a muito bonita... - digo, utilizando um tom de voz provocador.

- Obrigado... mas hoje os homens preferem mulheres novas... o meu ex trocou-me por uma rapariga de vinte e poucos anos... - justifica-se.

- Quem ficou a perder foi ele... trocar uma rapariga que ainda cheira a leite por uma mulher como você? Eu não conheço essa rapariga, mas digo-lhe desde já que o seu ex foi muito estúpido...

- Obrigado... fico muito sensibilizada com as suas palavras... - diz sorrindo.

- Esqueça a idade, a senhora é uma mulher muito atractiva... - volto a ser provocativo.

- Obrigado! É muito amável... - volta a sorrir e a baixar o olhar.

- Mas a senhora agora é livre... que raio, veio para se divertir à grande, certo?

- Sim!

- Então esqueça as amarguras da vida, vira a página e atire-se de cabeça à aventura!

- Sabe... você tem toda a razão...

- Cometa umas loucuras... faça aquilo que nunca fez... diga-me... o que é que lhe apetecia fazer neste momento?

- Apetecia-me ter uma noite... - não termina a frase.

- Apetecia-lhe ter uma noite louca de sexo?

Ela não responde ficando a olhar fixamente para mim com uma expressão séria. Ficou surpreendida com o meu atrevimento. Eu arrisco e vou um pouco mais longe.

- Já esteve com um negro?

Continua calada. Cruza os braços e remexe-se um pouco, nervosamente. Continua a olhar para mim com uma expressão de surpresa. Levo a mão às minhas calças e prensando o tecido contra o meu corpo faço sobressair o volume da minha verga.

- Já levou com uma negra?

Uma vez mais não responde mas fica como que hipnotizada a olhar para aquele volume. Parece engolir em seco. Por fim tenta responder.

- Eu... eu... eu acho... acho que já fomos longe de mais... isto é um erro...

- Vai deitar fora uma oportunidade de viver uma experiência nova e inesquecível?

- Eu... eu... não...

- Já viu uma verga de 26 centímetros de comprimento por 6 de diâmetro?

- Não... eu...

- Se você quiser que eu saia, só tem que o dizer...

Ao dizer aquilo, desaperto as calças e tiro para fora aquela vara já semi-erecta. Ela inicialmente desvia o olhar, mas a curiosidade fala mais alto e dá uma olhadela rápida. Eu continuo a despir-me até ficar só com as meias calçadas. Enquanto me masturbo lentamente, pergunto:

- Então, como vai ser? Quer que me vá embora ou quer fazer uma loucura?

Ela não responde mas baixa as mãos, olhando-me olhos nos olhos. Sem desviar os meus olhos dos dela, aproximo-me dela até ficar perto dela, desapertando-lhe lentamente o robe. Ela engole em seco e começa a respirar de forma mais pronunciada.

Depois de o desapertar, afasto-o e faço-o cair no chão, deixando-a toda nua. Agora sim, desvio o meu olhar para admirar o seu belo corpo.

- Você é um monumento à beleza feminina...

Dito isto, começo a acariciar-lhe os seios, fazendo-a soltar um profundo suspiro. Com a ponta dos dedos esfrego-lhe os mamilos. Estes rapidamente ganham volume e dureza. Não resisto a lambê-los e a chupá-los demoradamente, fazendo-a gemer. Depois,  encaminho-a até à cama, fazendo-a sentar, ficando, frente a frente com a minha vara.

- É toda sua... faça o que quiser...

- Minha nossa... que pénis tão grande!

- Já tinhas visto um assim?

- Nunca...

Agarra na minha vara e começa a masturbá-la. No início parece estar a ter mil cuidados, mas rapidamente vence a surpresa inicial e começa a esfregá-la e a apertá-la com força. Durante uns dois ou três minutos, masturba-a, com ambas as mãos, olhando como que maravilhada para ela.

Por fim, começa a passá-la pelos lábios. Depois vai-a lambendo e por fim, algum tempo de depois, começa também a enfiá-la na boca, chupando-a. Por esta altura ela já não age com quaisquer cerimónias atirando-se como uma fera, masturbando-me e chupando-me como se estivesse possessa.

Deixei-a "trabalhar" à vontade enquanto ia desfrutando da visão de ver aquele mulherão a comer-me a verga com aquela vontade toda durante quase 20 minutos. Querendo também ter alguma acção, faço-a deitar e começo a chupar-lhe a rata enquanto lhe vou enfiando os dedos.

Surpreendentemente, encontra-a completamente cheia de fluídos sinal que está bastante excitada. Nem tive que me empenhar a fundo porque alguns minutos depois, já ela estava a gozar. Enquanto soltava grandes gemidos de prazer, faço-a virar, pondo-a de quatro sobre a cama e rapidamente penetro-a, fazendo-a quase gritar.

Seguro-a pelo quadril e começo a estocá-la com grande intensidade. Ela coloca-se toda "aberta" sobre a cama enquanto vai encaixando pouco mais de metade da vara que lhe bate bem lá no fundo. Para minha grande surpresa, ela ainda tem uma rata relativamente apertadinha, o que faz com que a fricção da minha vara seja maior.

- Estás a gostar?

- Sim... sim... sim...

De vez em quando faço umas investidas mais fortes, obrigando-a a soltar um pequeno gritinho, tentando fugir de mim, mas tenho-a bem segura e continuo a estocá-la.

- Por.. por favor... não metas... não metas tanto... que... que me... magoas...

Depois de a comer durante um bom bocado naquela posição, começo a sentir o meu climax a chegar. Ao chegar ao momento chave fico na dúvida se posso vir-me dentro dela ou se o faço fora.

- Estou-me a vir... estou-me a vir... - aviso.

- Não pares.., oohhhhh... por favor não pares...

Não paro e faço jorrar todo o meu leite para dentro daquela grutinha deliciosa. Ela vai repetindo o pedido para não parar até que volta a gozar pela segunda vez, deixando-se finalmente cair sobre a cama, respirando de forma ofegante. Sem tirar a minha verga, deito-me sobre ela, aproveitando para continuar a penetrá-la muito lentamente, aproveitando o vigor da minha verga, enquanto a acariciava e elogiava.

Fomos tomar um duche juntos. Debaixo do chuveiro não resistimos a entrar de novo em acção. Começamos com umas carícias pelo corpo mas rapidamente aquelas tornaram-se mais intimas. Ela, de é e de costas para mim, apoia-se na parede e abre as pernas. Penetro-a por trás e começo a estocá-la com força.

Depois viro-a para mim, prenso-a com o meu corpo contra a parede e puxo-lhe as pernas para cima, fazendo-a ficar suspensa no ar. Volto a penetrá-la naquela posição até a fazer gozar.

Voltamos para a cama. Desta vez, deitados debaixo dos lençóis, começamos com uns longos beijos. Depois desliza para cima de mim e encaixando-se na minha verga, começa a cavalgar-me até já não ter mais forças. Deita-se. Agora é a minha vez de ir para cima dela, encaixando-me entre as suas pernas, na posição do missionário e começo a comê-la até voltarmos a gozar.

Escusado será dizer que passei a noite na cama dela e pela manhã, ao acordar, voltamos à acção.

Durante aquele cruzeiro, ela divertia-se durante o dia com as amigas e à noite, comigo! Quando o cruzeiro terminou, despediu-se de mim comentando que ia dizer que a melhor recordação daquele cruzeiro tinha sido comer todos os dias um Big Mac!

Ficou!

 
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