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A universidade da vidaPublicado em 2020-11-06 na categoria Contos eróticos / Virgens
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Tive a sorte de herdar um pequeno prédio com meia dúzia de apartamentos, de uma tia solteirona que tinha falecido e que o explorava como alojamento de quartos para estudantes universitárias, uma vez que ele ficava muito próximo de uma faculdade. Os apartamentos eram relativamente pequenos, com apenas dois quartos, uma sala, cozinha e wc. Na qualidade de novo senhorio, comecei por analisar toda a documentação do prédio e dos arrendamentos. Dos seis apartamentos, a minha tia residia num e arrendava os quartos dos restantes cinco, os quais estavam todos ocupados. Analisei as clausulas e os valores dos contratos individuais, bem como os recibos dos pagamentos. Segundo o contrato, cada jovem tinha direito a usar o apartamento que já estava todo mobilado, a cozinhar, a um quarto individual, onde podiam colocar uma tv particular e que podiam ainda decorar ao seu gosto. Eram também responsáveis pelos danos que causassem. Portanto, feitas as contas, ela tinha 10 inquilinas e cobrava 250€/mês a cada uma, logo tinha uma renda mensal de 2500€. Escusado será dizer que, deixei logo o meu trabalho, onde tinha que trabalhar 8 horas por dia, cinco dias por semana, com3 semanas de férias por ano, para ganhar uns míseros 700€/mês. Decidi também arrendar o apartamento da minha tia a mais duas estudantes, assim, recebia mais 500€/mês. Só que, entretanto ao analisar a contabilidade, apercebi-me de uma jovem que não pagava o quarto. Por mais que procurasse não encontrava nenhum recibo ou outra indicação. Achei estranho até porque todas as outras estavam em dia. Liguei-lhe para tirar a história a limpo: - Está lá? É a Sara? - Sim... - Olha, sou o sr. António... o novo senhorio... - Ah, sim, sim... - Olha, estava aqui a ver a papelada e não encontrei nenhum pagamento teu... - Eu neste momento não estou a pagar... - Não estas a pagar porquê? - Eu estou a passar por dificuldades económicas porque os meus pais perderam os empregos e então a D. Rosa disse que eu podia continuar a usar o quarto até ao final do ano lectivo sem pagar... - Pois, mas isso foi com ela, agora o senhorio sou eu... vamos ter que rever esta situação... mas isto não é assunto para tratar pelo telefone... olha, logo ao final da tarde vou mostrar o apartamento da minha tia a duas raparigas interessadas, aparece por lá às 7 para conversarmos. Ela apareceu à hora marcada, estava eu a assinar dois contratos com as duas estudantes que iam ficam a viver no apartamento que era da minha tia. Ela aguardou enquanto me despedia das duas jovens, quando uma me perguntou: - Sr. António por acaso não tem mais nenhum quarto?... É que tenho uma prima que está muito interessada em arranjar um quarto mais próximo da faculdade... - Por agora não... mas pode ser que um fique vago ainda esta semana... - Se ficar não fale com mais ninguém, a minha prima fica com ele... - Está bem, eu aviso... Depois delas saírem, voltei-me para a jovem que aguardava com uma expressão de receio. - É assim jovem... eu sou um empresário, não sou a santa casa da misericórdia, por isso não te posso manter cá de borla quando poso ganhar dinheiro com o teu quarto... - Por favor sr. António... você não pode fazer-me isso... eu não tenho para onde ir... - Desculpa mais isso não é problema meu... Ela fez ali um choradinho: - Sr. António... eu boa aluna, sou muito arrumadinha, estimo bem a casa e o meu quarto... eu venho de uma família muito humilde... por favor entenda que esta é a oportunidade de eu poder ter uma vida melhor... eu mesmo muito boa aluna... - Sim realmente és muito boa... - O quê!?... - Estou a dizer que és de facto muito boa... se é que me entendes... Ela percebeu a minha indirecta e fica durante alguns segundos calada a olhar fixamente para mim. Depois desvia o olhar para o lado, como se estivesse desesperadamente à procura de uma solução. Antes que ela tenha tempo de coordenar as suas ideia, ataco de novo. - Minha menina, não há almoços de graça... nesta vida tudo tem um preço... e por vezes temos que fazer alguns sacrifícios para podermos chegar onde queremos... aliás, existem por aí muitas raparigas que se prostituem para pagar os estudos... - Eu não me vou prostituir... - Nem eu quero que te prostituas... aliás, nos meus apartamentos não aceito prostitutas... e olha que eu já tive prostitutas interessadas em arrendar os meus apartamentos... Menti com quantos dentes tinha na boca. A rede estava lançada, era a altura de começar a fechá-la. - O que eu te estou a dizer é que podemos chegar a um pequeno acordo... Ela sabe perfeitamente a onde quero chegar, mas mantém-se calada, enquanto tenta desesperadamente encontrar uma solução. - Se não tens dinheiro para pagar... Ela engole em seco. Eu continuo a apertar a minha rede e sem mais rodeios dou a estocada final: - ... podes pagar de outra forma... Ela resiste: - N-não... isso não... - Ou é isso ou tens que sair... hoje mesmo... As lágrimas começam a escorrer-lhe pela face: - Por favor sr. António... eu faço qualquer coisa... eu prometo que lhe pago... - Desculpa mas eu não vivo de promessas... - Por favor... tudo menos isso... - Minha menina, conheces as minhas condições... vais para aquela porta (e aponto para a porta do quarto) ou vais para aquela (e aponto a da rua). - Por favor... eu nunca... eu nunca me entreguei a ninguém... eu... eu... eu sou virgem... - E qual é o problema?... Alguém vai ter que ta tirar... Qual é a diferença de a perderes aqui comigo ou numa noite qualquer de copos com um gajo qualquer que mal conheces?... - Por favor isso não... tudo menos isso... Eu insisto: - Tu vais acabar por abrir as pernas a muitos gajos e o que é que vais ganhar em troca? Nada!... Absolutamente nada. Aliás, a maioria dos rapazes que conheces e conhecerás só se interessam por uma coisa, foder-te. Depois põem-se a andar e venha a seguinte... Ela continua a soluçar, virando-me as costas e aproximando-se da janela. - Não te faças de zonza. De certeza que já conheces inúmeras histórias de colegas tuas que fodem com este e com aquele, só por foder e muitas vezes estão tão bêbadas que nem se lembram do nome do gajo com quem curtiram no banco de trás do carro... Como ela não toma uma decisão, aproximo-me dela por trás, quase encostando o meu corpo ao dela e colocando as minhas mãos sobre os seus braços. - Isto não é tão mau como parece... eu vou ser muito cuidadoso e carinhoso contigo... Ao dizer isto encosto o meu corpo ao dela, fazendo-a sentir a minha erecção. Ela reage instintivamente, afastando-se mas entretanto eu deslizo as minhas mãos pelos seus braços abaixo e seguro-a pela cintura, puxando-a gentilmente para trás, obrigando-a a ficar encostada a mim. - Por favor... não faça isso... por favor... Eu começo a esfregar o meu membro contras as suas nádegas enquanto as minhas mãos começas a trepar pelo seu corpo acima até chegar aos seus seios ainda durinhos, fazendo-a estremecer assim que os apalpo com delicadeza. - Por favor... não faça isso... por favor... Ela insiste naquele pedido mas sem fazer qualquer tentativa para se livrar de mim. Agora tenho a certeza que ela vai-se entregar a mim. ela vai ser minha. - Tu és um sonho... deixas-me louco de tesão miúda... - Não... por favor... não... deixe-me... por favor... Ela afasta-se de mim, passando a mão pela cabeça como que tentando recompor-se. De repente vi tudo a andar para trás, logo quando pensava que a tinha no papo. Então faço uma nova e derradeira tentativa: - Tudo bem... eu não te obrigo a nada... por favor arruma de imediato as tuas coisas e põe-te no olho da rua... Ao ouvir a minha exigência ela vira-se para mim e juntando as mãos (como se estivesse a rezar), suplica-me para não a por na rua. - Minha menina... conheces as minhas condições... ou vais para a cama comigo, ou vais para a rua... escolhe... Não tendo escapatória, ela finalmente cede: - Está bem... eu... eu faço o que você quer... Apesar dela ter falado muito baixinho e de eu a ter ouvido, faço-me de desentendido: - O quê?... Não ouvi... - Eu disse que faço o que você quer... Eu decido brincar um pouco com a situação: - Ok... mas ter a certeza que falamos da mesma coisa... o que é que eu quero mesmo?... - Ir para a cama comigo... Eu estendo a mão na direcção do quarto, como que a dizer "depois de si". Ela olha na direcção que lhe aponto, e resignada dirige-se para o dito quarto sem grandes pressas. Eu sigo-a sem a apressar e em silêncio. Lá chegados, ela fica parada ao lado da cama a olhar para o chão. - Vamos... tira a roupa... Algo relutante, ela lá começa a despir-se, peça por peça, com grandes cerimónias, isto é, sem pressa alguma. Eu também não tinha pressa, por isso, limitei-me a observá-la, aproveitando para admirar aquele belo corpo juvenil. Ela era de facto uma jovem muito bonita. Era de estatura relativamente baixa e tinha um corpo bastante atlético, com tudo no devido sitio, como se costuma dizer. Ali não haviam carnes gordas, pelo que era um belo petisco para a minha dieta. Como usava um corte de cabelo curto, isso também ajudava a dar-lhe um ar mais jovem. Outro pormenor que saltava à vista eram os seus seios. Não eram grandes nem eram pequenos, mas enchiam bem uma mão! Assim que ela terminou, permaneceu de pé, imóvel, com os olhos fixos no chão. Então despi-me também. Bem mais rápido do que ela, claro está. Assim que fiquei todo nu, de pau em riste, aproximei-me dela e estendi as mãos para lhe acariciar aqueles convidativos seios. Ela reage ao meu toque estremecendo, mas sem esboçar qualquer outro efeito. Também nada faz para resistir às minhas carícias que se prolongam durante alguns minutos, até que, instintivamente, os seus mamilos parecem querer começar a ganhar algum volume. Inclino-me de imediato sobre e começo a chupá-los delicadamente. Enquanto chupo um, apalpando-lhe ao mesmo tempo o seio, com a outra mão vou-lhe acariciando o outro mamilo entre os dedos. Ela vai estremecendo e noto que a sua respiração fica mais pesada, enquanto ela parece lutar para permanecer imóvel. Depois de lhe chupar os seios durante largos minutos e dando-me por satisfeito, deslizo os meus lábios até ao seu pescoço para lhe fazer um belo, demorado e caprichado linguado. Ela continua com aqueles tremores, que agora tornam-se menos espaçados no tempo. Nessa altura agarro-lhe uma mão e coloco-a sobre o meu pénis, começando a fazer um movimento de vai e vem. - Acaricia-me a verga... assim... assim... isso... assim... continua... isso... Sem mostrar qualquer tipo de emoção, ela bate-me aquela punheta sem grande vontade. Não sendo o ideal, pelo menos servia para manter a erecção. Eu continuei a chupar-lhe o pescoço até que, entendendo que era hora de avançar, pequei nela em braços, da mesma forma que um noivo pega na noiva ao entrar no quarto e depositei-a calmamente sobre a cama. Depois, deitei-me sobre ela, voltando a chupar-lhe o pescoço, depois desci novamente aos seus seios e continuando a descer, beijando-lhe o corpo, aninho-me entre as suas pernas, afastando-as. Então comecei a chupar-lhe aquele grelinho. Assim que ela sente o contacto da minha lingua, ele solta um gemido inconsciente, mantendo-se contudo imóvel, sem mostrar qualquer emoção. Apesar dela não mostrar sinais de estar a sentir qualquer prazer, a verdade é que, poucos minutos depois começo a sentir um sabor muito peculiar e característico: os seus fluidos vaginais. Ela podia não querer e podia não estar a gostar, mas o seu corpo estava a responder aos meus estímulos. Enquanto lhe chupava aquele grelinho, não parava de lhe acariciar o corpo e enquanto os minutos iam passando, era notório que os seus tremores intensificavam-se bastante, apesar dela continuar a não mostrar sinais de estar a sentir prazer. Acredito que estivesse e que não quisesse dar o braço a torcer. Até que cerca de dez minutos depois, tive a confirmação que ela estava a sentir pazer, embora tentasse lutar contra esse sentimento. Enquanto continua com aqueles tremores, eu reparo que ela crava os dedos na colcha da cama, agarrando-a com todas as suas forças. Isto deixou-me tão excitado que não aguentei mais. Deslizo rapidamente para cima dela, e segurando a minha verga com a mão, encaminho-a para aquela grutinha inexplorada. Assim que a encontro, e contrariamente ao que pretendia, enfio-a e empurro-a toda até ao fundo num único impulso. Ela reage soltando um pequeno grito ao mesma tempo que fica com o corpo completamente tenso. Logo após aquela primeira e profunda investida, começo de imediato a fazer um vigoroso vai e vem. Como resultado, ela solta alguns gemidos entre uma respiração ofegante, até que volta a soltar outro pequeno grito, este menos contido. Sinto-a contorcer-se enquanto vai lutando contra o seu próprio corpo. Ela respira de forma entre-cortada, entre uns gemidos meio mal contidos, até que, alguns minutos depois, ela fica parada, com o corpo muito tenso, enquanto solta uns pequenos grunhidos e vai fazendo umas caretas. Não posso ter a certeza, mas acredito que lhe consegui arrancar um orgasmo. Cansado de estar naquela posição do missionário, quero poder admirar o seu corpo em todo o seu esplendor, por isso viro-a e coloco-a de quatro, posicionando-me logo por trás. Sem perder tempo, volto a penetrá-la, arrancando-lhe novo gemido e, para o caso dela estar muito sensível, começo a enfiar lentamente, indo intensificando aos poucos a velocidade das minhas investidas. Segurando-a pela cintura, o meu corpo choca contra as suas nádegas com tal força que o som produzido assemelha-se a uma valentes bofetadas. Isso dá-me uma ideias. Enquanto a vou estocando, ergo uma mão e dou-lhe uma violenta bofetada numa nádega, arrancando-lhe um pequeno grito de dor. - Nunca dei uma foda tão boa!... A tua coninha é uma delicia!... E dou-lhe outra violenta bofetada na mesma nádega, fazendo-a gritar de novo, enquanto fica com a mesma vem vermelha. Com a mesma mão dou-lhe outra bofetada mas agora na outra nádega, a qual já não é dada com tanta força. Enquanto vou intercalando aquelas chapadas com as minhas investidas, vou provocando-a: - És tão boa putinha... (chapada)... és a minha putinha... (chapada)... és a minha putinha, ouviste?... (chapada)... diz que és a minha putinha... (chapada)... diz... Eu continuo a insistir com esta exigência e de cada vez que a faço, castigo-a com uma violenta nalgada, batendo-lhe com uma e com a outra mão. O seu rabo esta ao rubro, literalmente vermelho, tal é a quantidade de chapadas que lhe vou dando, cada uma mais forte que a anterior. - Eu... sou a... a... tua... putinha... - Ah pois és... e vais-me fazer gozar como nunca gozei... puta que pariu... eu vou rebentar!... Sinto o leite a subir-me pela verga como se fosse a lava de um vulcão a entrar em erupção, jorrando para o seu interior em constante golfadas entre umas investidas mais prolongadas e profundas. Quando termino de me vir, deixo-me cair sobre o corpo dela, permanecendo com a minha verga entalada dentro dela, enquanto recupero o fôlego.
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