Rapidinha no mato
Publicado em 2016-07-20 na categoria Contos eróticos / Interracial


Ontem, terça-feira, estava em casa aborrecida, pelo que decidi ir dar um passeio, logo pela manhãzinha, pela cidade do Porto, mais concretamente pela zona do Castelo do Queijo e praias. Almocei por lá e à tarde fiz a viagem de regresso pelo parque da cidade. Ao tomar esta decisão, estava longe de imaginar que ia envolver-me numa aventura sexual com um perfeito estranho...

Eu sou uma mulher gordinha, o que por si só não me torna atractiva para os homens, apesar de pintar o cabelo de loiro e não ser feia, antes pelo contrário. A verdade é que não tenho sorte com os homens. Só me aparecem cretinos, enganadores e chupistas.

Por isso, prefiro estar só do que mal acompanhada.

Mas a falta de macho deixa-me louca. Em casa, sinto uma vontade de trepar as paredes quando sou assaltada pelo desejo carnal. Comprei um dildo para me masturbar e tornei-me mesmo viciada naquele brinquedo, mas no fundo, sinto aquele contacto humano.

No entanto não sou uma oferecida, nem ando por aí desesperada à procura de quem me monte.

E isto de viver sozinha também tem as suas vantagens. Ninguém me chateia. Não tenho que lavar e passar a roupa de ninguém. Não tenho que cozinhar para os outros e não tenho que agradar ninguém. Vivo em função de mim sem ter que dar satisfações a ninguém.

Enquanto caminhava pelo trilho, optei por fazer corta-mato para atalhar caminho. Isso implicou passar por uma zona com vegetação mais densa e com mais árvores. Nisso, ao contornar uma pequena elevação, uns movimentos fazem-me olhar para o meu lado direito e vejo dois jovens deitados a fazer sexo.

Eles estão a cerca de uma dezena de metros. Estão ambos semi-despidos, com a rapariga sentada em cima do rapaz que está deitado, como se o estivesse a cavalgar.

Eu não sou propriamente de espreitar os outros, mas naquele momento senti uma certa excitação ao vê-los a fazer sexo. Parei e escondi-me atrás de uma enorme árvore. Enquanto olhava para eles, comecei a sentir um calor a percorrer-me o corpo. O meu coração disparou e a minha respiração tornou-se mais acelerada.

Muito lentamente, começo a acariciar-me com uma mão. Subo-a pelo meu corpo até chegar ao meu seio, apalpando-o. depois desço-a até ao interior das minhas pernas, onde a minha rata já está toda molhada. Abro a boca para poder gemer de prazer.

Subo a saia e começo a masturbar-me com uma mão, com a outra apalpo os meus seios, tudo isto enquanto vejo aquela rapariga a subir e descer sobre o pau do namorado. Oh como eu gostava de estar no lugar dela.

De repente ouço um ruído que chama a minha atenção. Ao olhar para o lado, a uns metros de distância vejo um homem negro a masturbar-se enquanto olha para mim. Completamente surpreendida fico sem reacção. Ele continua parado, a olhar fixamente para mim, e a masturbar-se.

O meu olhar fixa-se naquele membro descomunal. Grosso e grande, apesar de não ser exageradamente comprido, mas é volumoso. Fico como que hipnotizada a olhar para ele.

Depois de uns segundos de impasse, o homem avança na minha direcção sem que eu consiga afastar os meus olhos do seu membro. Ele continua a masturbá-lo, mas apontando-o para mim como se me estivesse a apontar uma pistola negra. Ele pára então a cerca de dois metros de distância.

- Queres? - Pergunta secamente.

Não consegui articular nenhuma palavra. Sem pensar em mais nada, limitei-me a acenar afirmativamente com a cabeça. Ele aproxima-se de mim admirando o meu corpo e acaricia-me os seios enquanto eu lhe agarro a verga com ambas as mãos, como que querendo garantir que aquela não me escapa.

Começo a masturbá-la enquanto ele me chupa os bicos que rapidamente ficam erectos e duros.

Não resistindo, baixo-me e surpreendo-o ao começou logo a chupar-lhe a verga como se não houvesse amanhã. Ele sorri, fecha os olhos, abra a boca e geme em silêncio de prazer. aquela verga é tão grossa que tenho que abrir a boca por completo para a conseguir enfiar. E mesmo segurando-a com uma mão, fica outro tanto de fora!

Uns minutos depois, levanto-me e sem dizer uma única palavra, coloco-lhe ambas as mãos nos ombros e pressiono-os para baixo. Ele percebe o que é que eu quero e baixa-se. Com as mãos separa os meus lábios vaginais e começa a lamber-me e a chupar-me o grelinho, levando-me ás nuvens.

Agarro-lhe a cabeça e aperto-a contra mim como se quisesse enfiá-la toda dentro de mim. Ele não reclama e continua a chupar-me cheio de vontade e tesão. Em menos de cinco minutos faz-me gozar um orgasmo do outro mundo!

Assim que termino de gozar, ele levanta-se, faz-me virar de costas para ele e inclinar-me para a frente. Apoio-me na árvore e abro as pernas. Ele sobre a minha saia sobre as minhas costas, afasta a cueca e enfia rapidamente aquele canhão dentro de mim.

Ao sentir-me invadida por aquele monstro até fiquei sem ar. Sem demora, começa a fazer um vai e vem mais ou menos rápido, fazendo-me gemer de dor e prazer. Tendo já gozado, estava muito sensível.

Mas ele nem quer saber, continuando a enfiar com vontade, segurando-me pelo quadril.

- Huuuuummmm... és tão apertadinha.... - Diz ele com um ar de satisfação.

Vantagem de nunca ter sido mãe!

O seu membro é tão grosso que provoca uma grande fricção nas paredes da minha vagina, tendo que exercer uma grande pressão para deslizar para dentro e para fora, apesar de eu já estar bastante lubrificada, chegando a magoar-me um pouco ao bater lá bem no fundo.

Eu limito-me a apoiar-me na árvore e a desfrutar todo aquele prazer, com aquele desconhecido a enfiar freneticamente aquele enorme, descomunal e duro salpicão de carne e músculo, negro, cheio de nervuras.

Ao meter daquela forma penso para comigo que ele vai acabar depressa, mas a verdade é que eu adorava gozar novamente. Eu tinha que fazer um grande esforço para não exteriorizar todo o prazer que estava a sentir, porque, apesar de estarmos numa zona muito discreta, estavam aqueles dois jovens a fazer sexo a poucos metros de nós.

Só o tronco daquela enorme árvore é que nos escondia daquele casal de namorados. Por outro lado, da mesma forma que nós viemos ali parar, outras pessoas também podiam passar ou aparecer e porem-se a espreitar ou pior, tirem fotografias ou filmem com os telemóveis e depois metam as imagens ou vídeos na internet.

Isso deixava-me particularmente alerta, olhando com insistência para um lado e para o outro. Mas na verdade, pouco ou nada via, porque aquelas investidas obrigavam-me a estar a fechar sempre os olhos. Se alguém me visse ao longe e não visse o homem, diria que a minha expressão era de uma dor atroz.

Na verdade, havia alguma dor, principalmente quando ele me penetrava mais profundamente. Só com um grande esforço meu é que eu conseguia conter os gritos. Quando ele enfiava mesmo até ao fundo eu tentava "fugir" para a frente mas ele tinha-me bem presa e atrelada a ele.

Mas mesmo aquela dor de desconforto, causava-me prazer. Eu já estava a suar, e não era por me mexer muito, aliás, eu nem sequer me mexia. Era ele que fazia tudo. Eu limitava-me a receber as suas investidas e o prazer a elas associado.

De vez em quando ele parava as suas investidas, olhando para um lado e para o outro, ou porque ouvia um qualquer barulho ou porque pensava ter ouvido. Mas aqueles intervalos até eram apenas uma pequena bênção porque eu podia recompor-me um bocado. Isto porque, quando parava, mantinha aquele canhão todo enfiado dentro de mim, continuando a fazer movimentos laterais que faziam com que o membro pressionasse diferentes órgãos dentro de mim.

Confirmando que estávamos seguros, recomeçava com aquelas rápidas investidas, retornando o meu calvário, aquela doce tortura. A minha excitação era muita, eu queria a todo o custo gozar novamente, mas a insistência dele em enfiar tudo até lá bem ao fundo, magoando-me mesmo, começa a tornar aquela experiência dolorosa e dificilmente suportável.

Quero dizer-lhe para meter mais devagar. Para não meter tudo porque não aguento aquilo tudo dentro de mim, mas não consigo falar. Parece que estou a viver um pesadelo. Um pesadelo com um misto de sofrimento e prazer, ambos os sentimentos em simultâneo.

Ele entretanto, já cheio de calor, tira a camisa, mantendo as calças ao fundo dos seus pés.

Começo a ouvir a sua respiração ofegante. Ele não é um homem particularmente forte e já mostra sinais de cansaço. Pudera, há já um bom tempo que ele enfia desalmadamente, como se não tivesse sexo há séculos.

Percebendo que ele já está em esforço e que não demorará a gozar, concentro-me no meu prazer, criando uma imagem mental onde me via a ser comida por um negro com uma verga descomunal. Aqueles pensamentos e a sensação provocada pelo vai e vem daquele membro dentro de mim, produziram o efeito desejado.

Voltei a gozar!

Que orgasmo maravilhoso! Que intensidade! Durante dois intermináveis minutos desfrutei um delicioso e divino prazer. Aquilo foi uma autêntica explosão de prazer. Mas fiquei tão sensível que tive mesmo que afastar-me dele, acenando com a cabeça e com a mão negativamente. como que a dizer que não aguentava mais.

Encosto-me à árvore para não desfalecer, enquanto abro completamente a boca para poder respirar com dificuldade. Eu reviro os olhos, tento refrescar-me, baixo-me, ergo-me, faço umas caretas de esforço. Parecia uma daquelas atletas que acabou de correr uma maratona de 42 quilómetros.

Ele fica a olhar para mim, com uma expressão de cachorrinho desmamado.

- Vais-me deixar assim? - Pergunta.

Naquele momento "acordo" para a realidade. O pobre coitado tinha feito tudo, e fez-me gozar duas vezes. No mínimo, devia dar-lhe também um final feliz. Voltar a enfiá-la estava fora de questão. Era muito bom, mas já não aguentava mais. A minha vagina já estava toda dorida. Acho que nem ia sair dali a caminhar direita.

Só resta então uma solução. Volto a baixar-me e faço-lhe um broche.

Ao fazê-lo noto que a sua verga já não está tão dura como no início. E apesar de a chupar e masturbar vigorosamente, ele não endurece mais. Mas ainda bem porque assim torna-se mais fácil de manusear e enfiar na boca.

Começo por fazer um vai e vem com a boca enquanto lhe acaricio as bolas com uma mão e o masturbo com a outra, mas depois, paro mesmo na cabecinha, chupando-a com uma grande sucção enquanto o masturbo, apertando mais a mão e rodando-a em forma de rosca. Ele delira.

Depois para e tirando-a da boca, masturbo-a, deslizando a minha mão da base até quase à ponta, enquanto admiro aquele monumento ao prazer masculino. Faço estes intervalos regularmente para poder recompor-me porque o volume daquele membro impede-me de respirar.

Quando ele se inclina ligeiramente para a frente, estendendo os braços e apoiando-se no tronco da árvore, percebo que deve estar perto de atingir, por isso, intensifico a mamada, olhando para cima para ver as suas caretas de prazer. Não sei se ele estava acostumado a comer branquinhas, mas era a minha primeira vez com um negro e queria que aquilo fosse tudo memorável.

Isto a propósito do momento chave. Ia deixá-lo vir-se na minha boca ou fora? Nesse preciso momento, ele começa a gemer com mais intensidade, sinal que ia vir-se. E como eu enquanto o chupava também o estava a masturbar com a mão apertada á volta do seu membro, consegui sentir o seu sémen a subir.

E naquela indecisão, dentro ou fora, apercebo-me que se o tirar da boca ele vem-se sobre a minha roupa porque não tenho como fugir. Nisso, ele começa a jorrar aquele líquido quente para dentro da minha boca, o qual, começa a acumular-se.

Para o poder conter todo, deslizo o membro para fora, mantendo apenas a cabeça dentro da minha boca, com os lábios a prensar como se estivesse a criar um vácuo. Já não o chupo, limitando-me a receber aquelas golfadas de leite, mas continuo a masturbá-lo com força.

Assim que deixo de sentir os seus jactos, tenho que o tirar porque tenho a boca mesmo cheia. Então inclino-me para o lado e abro-a, deixando escorrer aquele líquido branco e espesso, cuspindo depois o resto, permanecendo no entanto um sabor agridoce na boca.

Com a ajuda dele levanto-me e em silêncio vestimo-nos.

- Queres ir beber alguma coisa? - Pergunta gentilmente.

- Não... obrigado... eu tenho que ir... desculpe...

Retiro-me, deixando-o literalmente pregado ao chão a olhar para mim.

Felizmente não me seguiu. Mas lá bem no fundo, até gostava que o tivesse feito.

 
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