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Conceito Swing Publicado em 2012-07-05 na categoria Sexo100Fronteiras / Swing
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O Swing é uma das alternativas que vêm surgindo para o novo milénio , assumindo lugar de destaque como das mais eficientes. Erradamente definido como simples "troca de casais". O Swing é muito mais do que isso: é o aprofundamento da cumplicidade, é a realização das fantasias dos casais, é o estreitamento das afinidades, um misto de libido e ciúme, enfim, é a prática do amor exercido em sua plenitude, sem desconfianças, sem traições, sem mágoa e sem mentira.A prática do Swing deve ser feita por casais que tenham, previamente, conversado bastante e estabelecido os seus desejos, fantasias e, sobretudo, os seus limites. Quais os motivos que levam os casais a começar a praticar swing? Jovens: Vão a primeira vez a uma casa de Swing em busca de diversão. Chegam a procura de uma “balada” que certamente vai terminar em sexo. Enxergam a experiência como uma chance de testar a potência, de aumentar o contador e de poder exibir corpos trabalhados em horas de malhação a participantes e voyeurs. Ambientes Labirinto Como o próprio nome indica, trata-se de "caminhos estreitos". Normalmente podem possuir várias divisórias pintadas de preto ou outras cores escuras. A intenção é que os casais ao circularem pelos corredores "se esbarrem" e os encontros proporcionados pelo ambiente “apertado” renda frutos no encontro. Os labirintos possuem os chamados “bolsões”. É nessa parte, com um pouco mais de espaço e colchonetes que algo pode acontecer. A entrada ao labirinto normalmente é restrita a pessoas acompanhadas. Pista de Dança Funciona exactamente como as pistas de dança da maioria das casas noturnas com a adição de um ou vários postes denominados «Poly Dance». Rodeada por várias mesas, é o palco das danças sensuais da generalidade dos frequentadores e dos shows de strip-tease oferecidos pela casa. Os shows têm uma função muito específica: a de “empolgar” o público. Os stripers podem desde logo interagir com os frequentadores dentro de alguns limites. Cabines São pequenos cubículos com portas onde os casais praticam o Swing. Estes pequenos espaços possuem janelas de treliça ou vidros escuros e em alguns casos podem ter um espaço para que os casais que ficaram de fora possam interagir com os casais que estão dentro das cabines. As cabines possuem iluminação própria, bem como a possibilidade de manter os acessos externos fechados. Quem está dentro é que escolhe a cada momento qual é o grau de participação que deseja por parte dos casais que estão do lado de fora, regulando a iluminação e restringindo ou permitindo o acesso. Sala de Casais É lá que acontecem as trocas de casais. A entrada normalmente é restrita para pessoas acompanhadas. Com a participação de mais de um casal as performances costumam ser verdadeiros shows. Como o número é par devido à restrição é difícil que alguém fique avulso nesse ambiente. Sala Colectiva É o verdadeiro vale tudo. Regra geral os homens são maioria. Quem leva a acompanhante lá sabe que a possibilidade de ter que dividi-la com outros homens é grande. A entrada é livre para pessoas desacompanhadas Como funciona? (Abordagem) Por mais liberal que seja existem algumas regras que devem ser seguidas. O encontro também pode ocorrer no labirinto. Um esbarrão, uma passada de mão e um olhar de desejo podem dar início a uma jornada. Na sala de casais é como descrito acima “vale-tudo” não existem cerimónias. Os corpos nus são tocados por todos e vez em outra existe uma negativa. Regras A prática do Swing deve ser feita por casais que tenham, previamente, conversado bastante e estabelecido os seus desejos, fantasias e, sobretudo, os seus limites. É importante não confundir a liberdade do Swing com libertinagem. Mesmo sendo um ambiente propício a quebra de paradigmas as regras existem e devem ser respeitadas. Os limites de cada um devem ser levados em consideração. Não pode reagir com violência a uma negativa. Mesmo compartilhando parceiros cada um tem as suas preferências e o respeito deve triunfar. Existem dois tipos de Swing o Soft Swing que consiste na troca de parceiros com caricias, beijos e sexo oral sem penetração. E o Hard Swing - troca de parceiros com penetração. Dentro dessas classificações existe a interação de entre homens e entre mulheres. As mulheres bissexuais são mais presentes e aceitas no swing do que os homens bissexuais, visto que como disse anteriormente são elas que na maioria das vezes tomam a iniciativa. Muitos casais frequentam o swing com a intenção de apimentar o relacionamento e saem de lá com o relacionamento acabado. O motivo é o ciúme. Julgando-se preparados vão a casa de swing. Ao chegar sentem-se intimidados e bebem um pouco para se soltar. Com tempo entram no clima e participam. O problema ocorre quando um dos dois não está em sintonia. O parceiro mais empolgado passa dos limites e cena de ciúme está montada. Não se deve condenar quem pratica e deve-se entender melhor o que leva alguém a colocar o(a) parceiro(a) que ama a disposição de outros. Alguns dizem que é o exercício máximo do amor. Satisfazer-se com a felicidade do parceiro livre do sentimento de posse. Não chego a tanto, mas com certeza compreendo o raciocínio e respeito à opção. Os verdadeiros Swingers " (praticantes) são aqueles que, com um simples olhar ou um leve toque, sabem reconhecer os limites dos outros. Os casais iniciantes devem optar por ambientes em que haja uma recepção discreta e uma inclusão amigável no grupo ou casais mais experientes. in, Swinghot |
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