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Swing - cuidadosPublicado em 2012-08-03 na categoria Sexo100Fronteiras / Swing
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O comportamento denominado swing já existia muito antes das orgias romanas. Há quem diga que é possÃvel que ele seja inerente ao ser humano tendo sido reprimido por regras sociais e religiosas. O facto é que nem a troca de casais nem a prática de sexo na presença de outras pessoas é algo novo na história da humanidade...Tal prática tem crescido no nosso país por parte de casais que procuram por algo mais. Se antes eram poucas as casas que ofereciam tal diversão, hoje a prática tem crescido pelas cidades, atraindo cada vez mais adeptos. Lá, onde tudo é permitido e nada é obrigatório, também tem pistas de dança, quartos escuros, bares, saunas, piscinas e regras que são respeitadas. Antes de se ter pisado num lugar como esse a imaginação trabalha a todo vapor, mas lá é de bom tom ponderar que ninguém está ali simplesmente pelo seu prazer. No swing as mulheres é quem mandam. Elas fazem as negociações e combinam as regras. Se elas não querem, nada feito e não é preciso dar quaisquer explicações ou dizer o porquê da recusa. O não é não e ponto final. Importa ressaltar que os praticantes de swing não são pessoas promíscuas. São um casal como qualquer outro que se estimulam com visão, com os cheiros e sons da actividade sexual. Os principiantes devem conversar bastante antes de qualquer iniciativa para que não hajam consequências negativas no relacionamento. Procure saber o que é o swing e se é isso que está à procura para o seu relacionamento, separe o que pode acontecer daquilo que não é aceitável, ou seja, só parta para a acção quando a teoria estiver bem entendida. É preciso segurança no que esperam e no que desejam para que esse possa ser um complemento para uma vida sexual variada onde exista realização de fantasias ao lado da pessoa que você confia. Uma das crenças dos participantes é que o sexo é apenas uma boa parte da relação e que a troca consentida não é capaz de atrapalhar a vivência enquanto casal, preservando a relação da traição. Mas é preciso boa dose de flexibilidade emocional para se embarcar em tal prática e encarar o sexo pelo sexo, separando o ato sexual e o sentimento. A satisfação em tal prática é conquistada pelo término do medo da traição. Tanto homens como mulheres não precisariam mais reprimir a vontade de estarem com outras pessoas além do parceiro, eliminando a hipótese de serem enganados, já que a prática do swing diminuiria a necessidade de experimentar outros parceiros sem a participação do outro. A estatística afirma que a maioria dos casais de swing são monogâmicos, pois a troca de parceiros é um meio de traição permitida onde os dois concordam em fazer sexo com outra pessoa, desde que não haja mentiras. A experiência é compartilhada, aumentando a cumplicidade do casal, desde que dê prazer aos dois. Mas, claro que a prática do swing não é capaz de recuperar relações deterioradas. Sexo é algo que iguala todos. Mas o amor singulariza, transformando todas as possibilidades presentes numa única pessoa especial. Fazer amor é diferente de fazer sexo. No primeiro há um caráter do especial, no segundo há necessidades fisiológicas e só. Ainda assim há quem não se sinta atraído por tal prática, afirmando que não somos só instinto para dividir a intimidade com desconhecidos ou ceder a pessoa que você ama. |
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