Tamanho ou qualidade?
Publicado em 2013-07-19 na categoria SexPower / Manual do pénis


Temos visto dezenas de publicações que fazem referência à anatomia do membro sexual masculino e sua, diríamos, relação com o prazer que pode proporcionar à mulher. Primeiro, importa deixar bem claro que cada um escreve o que quer, baseado em experiências pessoais ou por ouvir dizer. O facto é que a ciência explica de uma maneira bem simples se o tamanho do membro sexual pode ou não ter relação directa com mais ou menos satisfação e prazer das mulheres.

Talvez, o que poucos saibam, é que com apenas 4 ou 5 centímetros de penetração numa vagina, qualquer pénis pode satisfezar uma mulher, porque é exactamente nessa região que se encontram todos os grupos de músculos e, consequentemente, a parte vital da sensibilidade prazerosa feminina. Incluindo-se, aí, o tão propalado Ponto G.

Outro dado interessante é sobre as estatísticas sobre o tamanho do pénis masculino em várias partes do mundo: pouco ou nada diferem, em média, o pénis (quando em ereção): mede entre 13 a 18 centímetros. Esse é o tamanho normal de um membro sexual masculino. Fora desses padrões, poder-se-ia supor que fossem fora do comum, tanto para maior, quanto para menor, mas há milhões de homens no mundo, cada qual com o seu “instrumento”, o que nos permite afirmar que nada pode ser taxado de anormal abaixo ou acima desses tais padrões.

O que importa, realmente, numa relação sexual com prazer, não é o tamanho do “brinquedinho” masculino, mas sim a sua eficácia (ereção) e a habilidade individual de cada homem em manipulá-lo, ou deixar ser manipulado! Isso é que faz a diferença na hora do “vamos ver”.

Outro factor a ser levado em consideração é a fantasia sexual feminina de ser possuida por um membro gigante, não é uma regra, apenas uma das mais comuns. Ao imaginar o tamanho do membro masculino, a mulher pode ser confundida com a qualidade do “brinquedinho”, do tipo: quanto maior, melhor. Mas... faz parte das deliciosas fantasias sexuais (quem não as tem?!)

Isso é comum no imaginário feminino e, em momento algum, deve ser considerado uma tara, um desvio sexual, ou uma obcessão ( a não ser que a mulher saia por aí a medir os “brinquedinhos”, antes de fazer o "test-drive"). Mataram a vossa curiosidade? Então, nada de réguas ou outros instrumentos de medição na hora do sexo (ou dos primeiros "amassos", quem sabe?!).

É isso rapazes, ânimo, nada de ficarem a humilhar-se à frente do espelho, ou pior: fazendo uso de instrumentos nada convencionais para “aumentar o menino a qualquer custo” só para agradar as vossas namoradas. Caprichem na qualidade, isso é que faz uma mulher acordar no dia seguinte a cantar, feliz da vida, e com aquela sensação maravilhosa de que a vida é bela...

Tamanho não é qualidade, tal como o tempo não é intensidade!

Taís Regina
 

 
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