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Fisting - experiência no extremo do sexo.Publicado em 2012-07-12 na categoria Sexo100Censura / Sexo Extremo
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Quem tem medo de fistfucking? Muita gente, por incrÃvel que pareça. A ideia de uma mão inteira numa vagina ou no ânus é coisa que dá arrepios a muitos, que não podem sequer admitir a coisa, mesmo quando só documentada em vÃdeo. Mas na onda da libertação, que pouco a pouco vai abrindo corações e mentes, o prazer da extrema dilatação e profundidade vem tendo cada vez mais adeptos. De desconhecido, já se tornou conversa de cama entre pares."Sempre gostei de ser penetrada por cacetes grandes e grossos, poderosos. O fetiche do maior possível levou-me a experiências bastante estranhas com o meu namorado, quando chegamos a praticar a penetração mutua com as mãos. Foi algo muito bom, íntimo, transgressor... muito tempo depois é que soube que isto era fistfucking". Muitas mulheres tem mais facilidade para a prática após o parto, já que é notória a diferença anatómica que o corpo feminino sofre com a gravidez. E nem há a obrigatoriedade de o parto ter sido natural, pois a dilatação para a passagem do bebé dá-se mesmo com a eventual realização do parto por cesariana, já que o corpo preparou-se para a passagem do bebé pelo canal vaginal. Para quem é fissurado em prazer anal, curte brincar com o rabo da parceira e quer cada vez mais e maior, é a nova (velha) grande onda. O Fistfuck permite uma altíssima sensação de prazer para os que procuram prazeres extremos em termos de sexo. A dilatação e a profundidade alcançadas - quer na vagina ou no ânus - podem surpreender quem está a chegar agora. A prática gradual pode permitir aberturas a ponto de acomodar um bom braço até o cotovelo ou mesmo mais. Praticantes já bem experientes recebem sem problemas duas mãos ou braços, em Fistings duplos que podem permitir mais de dois parceiros na parada. Para que entendamos um pouco melhor o fisting, precisamos também entender melhor a anatomia das partes envolvidas na prática... Sobre a anatomia do canal anal, que é uma região anatómica do reto que, por sua vez, é a parte final do intestino. Para visualizarmos o que seria o canal anal, temos que imaginar uma garrafa de ponta cabeça. Desta forma, o corpo da garrafa seria o reto. A parte mais estreita seria o canal anal e o gargalo, a boquinha da garrafa, seria o que chamamos de anel anal. Isso é importante para entendermos que ânus é um termo amplo e tem muitas estruturas envolvidas. O canal anal inicia no anel anal, que é a abertura que vemos entre as nádegas. Esta parte do reto mais estreitada é que denominamos de canal anal. Acima do canal anal, temos a parte mais alargada do reto. Próximo ao canal anal, no reto, temos receptores barométricos que detectam a pressão interna do reto, pela presença das fezes no seu lúmen. Esses receptores estimulados, levam mensagens automáticas para estimular a musculatura do esfíncter interno e desta forma, contrairá e impedirá a entrada de fezes no canal anal. Desta forma, teoricamente, o canal anal está sempre limpo de fezes e se fizermos um toque com os dedos, nos 4 ou 5 cm não encontraremos fezes. Quando fazemos mais pressão para defecar, criamos um reflexo de defecação e, voluntariamente, relaxamos o esfíncter externo e automaticamente, por reflexo o interno, e as fezes atravessam o canal anal e acontece a defecação. Quando temos uma lesão que rompe o esfíncter interno, ainda temos como controlar as fezes pelo esfíncter externo, mas sempre, no canal anal, teremos fezes, pois não há mais o esfíncter interno. Se por algum trauma rompemos o esfíncter externo e interno, ai não temos a recuperação cirúrgica e teremos perda involuntária de fezes. Desta forma, para se fazer o fisting ou qualquer penetração anal, devemos relaxar o esfíncter externo e para isso, fazemos força, como se fossemos evacuar. Aumenta-se a pressão no reto e o reflexo faz o relaxamento dos dois esfíncter. Por isso, muito preferem realizar a lavagem intestinal por enemas. Uma preocupação a levar em consideração é que o colon e o reto-segmoide produzem muco para lubrificação e proteção da camada interna do intestino, chamada de mucosa. Se fazemos uma lavagem intestinal intensa, estaremos a retirar esse muco e deixando a mucosa mais exposta e lesões e infecção, já que o intestino tem bactérias ou vermes normalmente. Muito preferem fazer essa praticam sem o inconveniente das fezes e preferem fazer a lavagem, outros não se importam e mantém o intestino com o seu muco. Os riscos do fisting anal são muitos, mas o principal é o rompimento dos esfíncteres, pois não tem reparação se rompido. Usa-se uma prótese no lugar do anel anal. Outros riscos menores são infecções, lesões, traumas e inflamações. Temos que considerar que o intestino e a saúde de quem vai levar o punho é boa, que não possua hemorróidas, fissuras, pólipos, ou outras patologias intestinais. Uma dúvida muito comum é a de, uma vez feito o fist fucking pela vagina, onde cabe uma mão toda e até um punho? O canal vaginal é notoriamente conhecido pela sua capacidade de adaptação e dilatação, sobretudo quando a mulher se encontra excitada. Contudo, vale relembrar, a lubrificação é importantíssima no fist fucking. A falta dela também gerará de microfissuras à fissuras importantes de mucosa vaginal, que podem levar à infecções. O fister experiente sabe detectar os pontos de resistência e ultrapassa-los, usando para isso de manobras feitas com a mão e o punho, estreitando-os para a passagem em pontos mais delicados e adaptando-se assim à fisiologia do órgão. No fisting vaginal, não temos contato com as paredes do utero, mas sim com o colo do utero e tomados os cuidados devidos, não acarreta problemas para pessoas que não estejam grávidas. O maior cuidado a ter-se no fisting vaginal é com o cólo do útero, região muito sensível. Como qualquer ferimento tende à ter uma cicatrização difícil nesta região, não é incomum que os ferimentos alí tenham de ser cauterizados (!) para fechar... por isso, todo o cuidado, sobretudo com uma lubrificação muito boa e o uso de luvas é pouco... Por onde passa a cabeça de um bebé pode, facilmente, passar uma mão inteira, o punho, o pulso e mesmo uma parte do antebraço. Claro, existem incontáveis variações anatómicas que tornam algumas mulheres "fistees" naturais enquanto que para outras tal prática pode ser muito dificil. Ma não há registos de uma total incapacitação anatómica para tal que não seja considerada uma anormalidade de formação... ou seja, qualquer mulher anatomicamente "normal" poderá fazer fisting vaginal, ainda que com dificuldades . No fisting em geral, para se chegar a uma dilatação boa para a penetração do punho requer-se treino de fistees e fisters e pode chegar a 2 anos de preparo. Existem aparelhos médicos, chamados velas, para iniciar a dilatação, mas não existe tamanhos tão grandes quanto punhos. Outra dúvida muito comum entre os não iniciados é a de se achar que, uma vez que ceda a musculatura, esta não voltará mais ao normal... Bem, como já vimos anteriormente no texto, ela volta ao normal, de poucos minutos à algumas poucas horas após o término do acto. Se não voltasse ao normal não seria considerada uma prática BDSM também, já que não seria segura e nem saudavel. Mesmo a prática do fisting no ânus, que notoriamente não tem a mesma elasticidade da vagina, é segura sim... o ânus volta ao normal. Mas, como toda e qualquer prática sexual e/ou BDSM, HÁ LIMITES... in, http://www.anjatchellla.blogger.com.br/ |
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