O beijo negro
Publicado em 2012-08-08 na categoria Sexo100Censura / Sexo Perverso


Razões semelhantes às apresentadas para o sexo oral e um desconhecimento manifesto das opções que o ânus permite nos jogos de prazer, envolvem-no num véu de temores e tabus. Tanto o sexo anilingual como a penetração anal são disciplinas que actualmente abrem caminho nas variantes do prazer. Muitos casais descobrem as matizes que estas práticas trazem para a relação e esse diferente e singular deleite que proporcionam.

Este é um tema que enoja muita gente. Pode-se chamar beijo negro, botão de rosa, lamber o às de copas, etc. Mas todas estas verbalizações levam ao essencial: Lamber o olho do cú da parceira! Dizem os seus praticantes que esta é uma técnica de sexo muito avançada, para "mineteiros" experientes, fodilhões de renome e, principalmente, para quem gosta de fodas puras e duras!

Para aqueles que estão a pensar "Grande porcaria", é porque, talvez nunca o fizeram, mas... experimentem e depois logo vão ver a reacção da dona do olho do cú, porque depois de lho fazerem, querem mais e mais, mas como em, quase tudo na vida, não se pode ir chafurdar no sítio logo assim que se começa esta arte.

Tal como no minete, examina-se o alvo com beijos, carícias, os dedos, com algo que toque na zona e ver qual a reacção desta. Se for favorárel à prática, avança-se! Devagar, até ao chafurdanso total.

O ânus

Provalvelmente, o ânus é considerado o local mais oculto e obscuro do corpo. Esse que, inclusivamente mais do que os genitais, se encontra protegido por todos os pudores e as vergonhas sociais. Por essa razão o seu acesso encontra-se restringido. É o ponto do corpo em que os preconceitos se assanham condenando-o ao esquecimento.
São poucas as pessoas e os amantes que se atrevem a vencer esses impedimentos e medos para se abrirem a esse prazer.

Popularmente designado de beijo negro, não é outra coisa senão lamber a ânus com vontade, algumas vezes sozinho, outras em simultâneo com o sexo anal. Qualquer um dos membros do casal pode iniciar nesta grata prática já que o desfrute é similar para os homens e as mulheres.

O ânus é rodeado por inúmeras terminações nervosas constituindo uma zona altamente sensível a qualquer estimulação. Tão pouco existem demasiados segredos para extrair o máximo prazer de uma incursão ao fundo das nádegas. Em alguns casos chega-se ao ânus como um patamar mais no percurso das carícias, beijos e mordidelas dos jogos sexuais. O corpo do parceiro deitado de barriga para baixo com as nádegas relaxadas oferece-se para iniciar  a viagem até à obscuridade.

Detalhes:

Antes de chegar à intimidade profunda de um homem, é aconselhável um entretenimento prévio, a mulher deverá passar-lhe os lábios e a língua pelas costas, continuar pela parte posterior das pernas (especialmente atrás dos
joelhos) e subir apropiando-se das nádegas com leves mordidelas.

Quando ele se ajoelha e eleva as suas nádegas para facilitar a tarefa, é melhor iniciar a ação lambendo o escroto, para depois passar ao períneo, abrir as nádegas com as duas mãos e continuar o caminho até à sua zona mais sensível.

Não é conveniente dirigir a língua diretamente ao ânus. Rodeá-lo com a ponta da língua, torna a excitação irresistível, formando uma espiral descente que permite adivinhar onde irá terminar o percurso: mesmo ao centro.
A ponta da língua na entrada do ânus move-se para cima e para baixo e de uma lado para o outro, para o relaxar e facilitar a sua dilatação. De seguida, com a língua a formar um tubo, inicia-se um jogo de penetrações alternando a frequência e a velocidade dos movimentos.

Entretanto, pode libertar-se uma das mãos que abrem as nádegas, sem que se interfira com o anilingus, esses dedos livres ocupam-se a acariciar a bolsa caída dos testiculos iniciando de seguida uma suave masturbação, fechando firmemente a mão sobre o pénis.

 
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