Saibam tudo sobre a tal "balada liberal"
Publicado em 2013-02-21 na categoria Sexo100Fronteiras / Swing


Decidimos enviar um casal "espião" a uma casa nocturna que tem como principal atractivo a troca de parceiros por uma noite - ou seja, o polémico swing! Para quem ainda não saiba, o swing pode até constituir uma prática ideal para parceiros bem resolvidos e que não estão a passar por uma crise matrimonial.

Balada liberal. Assim se autodenominam as casas noturnas que incentivam o seu público a desfrutar publicamente de intimidades muito além das permitidas numa danceteria comum. Bom exemplo desse tipo de estabelecimento pode se encontrado nas nossas principais cidades. Eles propõe -se explorar a sensualidade - seja observando relações sexuais alheias, dançando no pole dance ou fazendo troca de casais.

Guia do swing


O que é - Casais estáveis mantêm relações sexuais com outros casais - conhecidos ou não. A troca só acontece quando ambos concordam. Além disso, o parceiro "oficial" está sempre ao lado, observando a actividade da amada.

As práticas- Depende do que vocês e os vossos parceiros estão dispostos a fazer! As possibilidades são muitas: observar duplas em ação, fazer sexo perto de outros casais, trocar beijos e carícias (conhecido como soft swing) ou chegar à penetração (o hard swing). Sendo assim, a prática do sexo de vários casais no mesmo ambiente, por exemplo, pode acontecer sem que haja troca. "É como assistir a um filme erótico, vocês apenas observam. Só que ao vivo".

Se estiver em crise, nem pensar!

Por envolver trocas de carinho e sexo com outras pessoas - bem ali na sua frente! - o swing é uma prática ideal para parceiros bem resolvidos e que não estão em crise. "Normalmente, os casais que procuram baladas liberais estão bem um com o outro, alcançaram outro estágio na relação. E não o contrário". Afinal, vocês podem, em vez de esquentar a relação, distanciar-se ainda mais com ciúmes e desentendimentos.

Muito cuidado!

 Grupo de risco

Segundo um estudo feito por holandeses e publicado em junho deste ano no British Medical Journal, praticantes de swing acima de 45 anos correm mais risco de contrair DST’s do que garotas de programa. E uma vez que o número de praticantes vem aumentando, as doenças espalham-se para todos.

Usem a cabeça

O público de casas de swing acredita que está se relacionando com casais que se protegem e que não têm doenças. Ou seja, depositam muita confiança no desconhecido. "Mas essa atitude é perigosa. Deve-se SEMPRE usar preservativo".

Os infiltrados conta tudo...

Preparem-se: a partir de agora, vocês vai descobrir o que podem encontrar numa balada liberal.

Os ambientes

Ao passar pela entrada, ela encontrou uma pista de dança típica de boate comum. No balcão do bar, postes de pole dance para as frequentadoras. Num dos lados da pista fica a passagem para o labirinto (área das práticas sexuais). Só casais podem entrar ali.

O labirinto

Pouco iluminado, é um corredor que dá passagem para salas diferentes. As paredes negras têm uma textura diferente - em alguns trechos, são de... lycra! "Casais apalpavam pares que estavam encostados do outro lado do tecido", contam.

Sem fechadura

Mesmo quem não vai participar pode observar bem de pertinho o que os outros estão a fazer. "Muitos chegavam a quase tocar os casais que fazem sexo".

Sexo motorizado

O mais estranho, segundo os nossos espiões, foi a sala onde havia uma Kombi separada em duas partes. Entre a frente e a traseira do carro estava uma cama enooorme para todo mundo dividir. "Corpos à mostra: meninas sem saia, outras sem blusa ou sem lingerie. Um casal fazia sexo encostado no outro...", relatam.

Os swingers

Compartilhando

"O mais comum foi ver mulher com mulher", dizem. "Elas ficavam juntas algum tempo e depois permitiam que o parceiro de uma delas participasse da brincadeira", revelam.

Observadores vs exibicionistas

Aparentemente, havia tantos casais a expor-se quanto casais a espiar. "Não sei dizer se eles sentiam prazer ao ver a actividade sexual de outros (os chamados voyeurs), mas eu não senti...", garantem.

Sem pudor

Nada de mascarar o prazer! Os praticantes do swing deixam bem claro - em alto e bom som! - o que estão a sentir. "Ouvi muitos gemidos e todos pareciam verdadeiros, pois a maior parte não era muito escandalosa", detalham.

Impressão final

"Todos fazem sexo nos corredores, de pé, vestindo parte da roupa; ou dentro das salas, no chão, sem roupa alguma. Por ser esta a ideia, acabei por encarar a situação normalmente. Então, fui embora com a impressão de que seria possível realizar esta fantasia de fazer sexo na balada! Mas acho que tentaria no corredor do labirinto, vestida e de pé - para não chamar tanto a atenção."

 
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